O Casamento Bíblico – 14 de Abril de 2013 – Lição 2 EBD - Comentários da Revista da Escola Bíblica Dominical - EBD

Texto Áureo: Gn. 2.24 - Leitura Bíblica: Gn. 1.27-31; 2.18-24.

INTRODUÇÃO

Diferentes modelos de casamentos são apresentados à sociedade, principalmente na mídia, como alternativos. Mas, de acordo com a Bíblia, a Palavra de Deus, existe apenas um padrão bíblico para o casamento. Na lição de hoje, mostraremos, a princípio, que a Bíblia, a Palavra de Deus, determina como deve ser o casamento, ainda que as culturas modernas, e pós-modernas, queiram impor seus modelos antibíblicos. 

No dicionário a palavra Casamento é definida como: s. m.
1. Acto ou efeito de casar. 2. Contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais. = MATRIMÔNIO 3. Cerimónia ou ritual que efectiva esse contrato ou união. = BODA 4. [Figurado] União, associação, vínculo.

O casamento aos moldes bíblicos vai muito além da união emocional e da junção de corpos, é um compromisso moral e legal, que transcende à esfera espiritual. Para compreender o quanto é significativo aos cristãos a tradição do casamento, é necessário investir algum tempo em estudo bíblico. Por desinteresse em saber qual é a vontade divina para o homem e a mulher é que há nos dias atuais na sociedade pós-moderna tantos casos de infidelidade conjugal, desentendimentos dentro de lares e um grande número de divórcios. A falta de conhecimento da Palavra de Deus leva o povo à destruição (Oséias 4.6; 1 Corintios 7.3-5).

1. CERIMÔNIA MATRIMONIAL

O noivo próximo ao altar. O templo decorado de maneira impecável especialmente para a cerimônia. A entrada de uma bela garotinha, a caminhar sobre um tapete vermelho no corredor central, segurando delicadamente com luvas brancas um vaso de pétalas onda está o par de alianças, causam a admiração dos convidados; a marcha nupcial e a noiva ao entrar com um lindo vestido branco acompanhada de seu pai vestido com roupa de gala causam admiração ainda maior de todos. Os nubentes ouvem o pastor falar sobre o que representa a união matrimonial, estimula os dois a trocarem juras de fidelidade e amor eterno um ao outro, solicita que coloquem anéis na mão esquerda um do outro, a beijarem-se, e depois permite que saiam com braços entrelaçados pelo corredor da igreja, enquanto todos os olhares e flashes de câmeras fotográficas e câmeras de filmagem estão sobre eles. Esta é a cena que nove entre dez jovens garotas sonham viver um dia, e acreditam que após vivenciá-las serão feliz para sempre.

Mas será que apenas esse evento representa o casamento como Deus idealizou? A Bíblia não apresenta padrão ou ordem cerimonial específica referente ao casamento, mas sem dúvida toda pompa e circunstância cerimonial lembra o grau de importância que é a união de um homem com uma mulher aos olhos do Criador de todas as coisas. Porém, há muito mais que isso.

O principal objetivo da cerimônia de casamento deve ser deixar claro aos convidados presentes, e indiretamente para todas as pessoas ausentes, que os noivos estão compromissados mais seriamente um com o outro, realizaram um pacto solene diante de Deus de união a dois por toda a vida e em todas as circunstâncias. É um importantíssimo testemunho cristão para a sociedade secular. Se houver no coração dos noivos mais do que a mera afiliação religiosa, houver compromisso real com Deus, então, com certeza a aliança de ambos será também na esfera espiritual e Deus os manterá em nível de sucesso conjugal, bem distantes das taxas de infelicidade e divórcio que tem sido uma constante entre casais seculares. A genuína fé em Cristo salva o cristão de sofrer muitos males (Mateus 6.13; Hebreus 13.4).

Um dos objetivos principais daqueles que se opõem ao padrão bíblico para o casamento, é descredenciar a autoridade da Bíblia. Para tanto, afirmam que a Bíblia não passa de um livro humano, e que, por isso, é produto da cultura e de uma época. Por conseguinte, tentam inculcar na sociedade que os valores exarados nas Escrituras não mais se aplicam aos dias atuais. É muito comum ouvir expressões tais como “papel cabe tudo”, ou “a Bíblia é a palavra de homens”. No entanto, uma análise criteriosa da Bíblia mostrará que ela apresenta consistência interna e externa que comprava que se trata de Palavra de Deus, não apenas de homens. 

A Bíblia não é apenas um livro, mas uma biblioteca - bíblia, plural de livros em grego, composta de 66 livros, sendo 39 do Antigo e 27 do Novo Testamento. Os textos foram escritos por homens, ao longo de 1.500 anos, a divisão em capítulos e versículos foi feita no século XV d. C. A Bíblia, ainda que tenha sido escrita por humanos, não é exclusivamente humano, pois, conforme aponta Pedro, ela foi inspirada por Deus (II Pe. 1.20,21). Paulo assegura que toda a Bíblia, de Gênesis a Apocalipse, é divinamente inspirada, theopneustos em grego, isto é, soprada por Deus (II Tm. 3.16,17). Por conseguinte, ela é proveitosa, é útil para revelar os desígnios de Deus, e principalmente, para sua santificação em Jesus Cristo.

Tudo o que foi escrito nas Escrituras tem um propósito, Deus, Aquele que inspirou os autores humanos, assim o fez para a edificação do Seu povo (Rm. 15.4; I Co. 10.11). Por isso a Bíblia deve ser amada e estudada por todos aqueles que professam a fé cristã (I Pe. 3.15; II Tm. 2.15; Is. 34.16; Sl. 119.130). A principal razão para considerar a Bíblia é que o Senhor Jesus lhe conferiu autoridade (Jo. 7.17), tendo em vista que as Escrituras testificam a respeito dEle (Lc. 24.44). Mas é preciso que a Bíblia seja interpretada apropriadamente, atentando para o texto e o contexto, com discernimento espiritual (I Co. 2.14), reconhecendo também nossas limitações (I Co. 13.12).

2. A COSMOVISÃO HUMANA SOBRE O CASAMENTO E O CARTÓRIO CIVIL

2.1 Existe várias visões acerca do casamento bíblico, por exemplo, alguns afirmam que a Bíblia respeita e recomenda o casamento, mas nunca diz que Deus somente o considera válido se for oficializado em algum cartório. Assim, pessoas que praticam o sexo antes do casamento civil, não estão necessariamente cometendo fornicação e nem outro tipo de pecado.

A lei de Moisés, que continha instruções tanto espirituais e simbólicas quanto de higiene e organização social, não ordenava que se fizesse algum tipo de certidão para comprovar que duas pessoas se casaram, embora houvesse uma certidão de divórcio:

“QUANDO um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.” (Deuteronômio 24 : 1)

A certidão de divórcio servia para proteger a mulher, para que ela pudesse ter a chance de se casar novamente assim como a certidão de casamento atual brasileira só serve para proteger as partes em caso de divórcio ou desarmonia.

Outros, inclusive nós, acreditamos que em relação a certidão de casamento civil com certeza havia na época, pois o vers abaixo fala de “lei do marido”, quando se fala de lei nesse versículo esta falando de papel (contrato civil) e não religioso (Cerimonial).Então com certeza havia na lei de moisés o contrato civil(casamento).

“Porque a mulher casada está ligada pela lei a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do marido.” (Romanos 7:2)

Tradução: “Porque a mulher casada está ligada pelo contrato civil(lei) a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do contrato.(lei do marido).”

Então nos deixa claro que as pessoas só são consideradas casadas de o for também perante a “lei do marido”(contrato civil). Tudo que ligares na terra sera ligado no céu. (Mateus 16:19)

Outra coisa é o fazer sexo antes do casamento civil. Bom se não são casados perante contrato civil(lei do marido), então não são considerados casados e se não são casados não podem fazer sexo por q no caso seria prostituição(impureza) ou pecado, pois não seriam os dois uma so carne pois não são casados. E se não são casados não são proprietários um do corpo do outro.

“A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido; e também da mesma sorte o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher”.(1 Corintios 7:4)

Sexo fora do casamento é prostituição e peca contra seu próprio corpo.

“Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.” (1 Corintios 6.18)

Você não pode quebrar seu contrato social sem motivo justo, honre- o.

“Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; pois aos devassos e adúlteros, Deus os julgará.” (Hebreus 13.4)

2.2 O pressuposto daqueles que defendem modelos diferentes de casamento, conforme já apontamos anteriormente, é o de que a Bíblia é um livro meramente cultural, por conseguinte, pode ser questionado. A cultura, de fato, é uma produção humana, e, em sua vertente antropológica, não existem culturas superiores ou inferiores, todas elas são diferentes. 

A Bíblia também está repleta de aspectos culturais, costumes que variaram de geração para geração. No entanto, há princípios da Bíblia que são supra culturais isto é, estão para além das culturas locais, e transculturais, podem ser aplicados em todas as culturas, pois a Palavra de Deus é eterna, viva e eficaz (Ml. 3.6; Hb. 4.12). As propostas de casamento, ou contratos que tramitam nas legislações humanas, estão fundamentadas na cosmovisão humanista. O fundamento não é a Bíblia, mas a filosofia pós-moderna, que se sustenta no princípio relativista - não existe verdade, apenas vontade de verdade. 

Os defensores do casamento poligâmico, homossexual e dissolúvel não têm compromisso com a verdade bíblica, justamente porque não acreditam que ela seja a verdade. Os países que adotaram modelos alternativos, diferenciados da Bíblia, para o casamento, são aqueles que podem ser categorizados como pós-cristãos. 

O Brasil ainda é considerado um dos principais países cristãos do mundo, mesmo que muitos dos que são contabilizados como cristãos não passam de nominais. Por isso, mesmo aqueles que se dizem cristãos, por desconhecerem a Bíblia, apoiam projetos e propostas legislativas para o casamento que nada têm de bíblicas. Aqueles que professam a fé em Cristo, e que são verdadeiramente cristãos, por conhecerem as Escrituras, que não podem se afastar dos padrões bíblicos para o casamento.

3. O CASAMENTO BÍBLICO

O princípio fundamental do casamento bíblico é o de que Deus, e não os homens, o ordenou, portanto o casamento não é uma opção, mas uma orientação divina. A primeira cerimônia de casamento foi realizada pelo próprio Deus no Jardim do Éden (Gn. 1.28), tornado homem e mulher, uma só carne (Gn. 2.24). 

A união do primeiro homem e mulher no Éden reafirma o modelo bíblico para o casamento: monogâmico, heterossexual e indissolúvel. A natureza pecaminosa, carnal, impulsionou os primeiros homens à bigamia e poligamia (Gn. 4.18; 5.25), que resultou em invejas e intrigas (I Sm. 1.4-8). Os patriarcas, que optaram pela poligamia, pagaram um custo alto pela decisão (Gn. 29.21-23; 28-31; 30.1-10), bem como os reis de Israel (I Rs. 11.4.7-9). 
No Novo Testamento, tanto Jesus quanto Paulo foram contundentes quanto à proibição da poligamia (Mt. 19.3-6; I Co. 7.1,2), não permitindo que essa fosse uma prática comuns entre os cristãos, especialmente entre aqueles que atuam no ministério pastoral (I Tm. 3.2,12). A heterossexualidade é outro aspecto do casamento cristão, já que Deus criou “macho e fêmea” (Gn. 1.26; 2.24). 

Na religião judaica, o homossexualismo deveria ser punido com a morte, sendo este considerado uma abominação aos olhos de Deus (Lv. 18.22). Não há brecha para a prática homossexual no contexto cristão, sendo essa reprovada pelo apóstolo Paulo (Rm. 1.26). Mas isso não deve ser motivo para homofobia, não podemos esquecer que Jesus ama a todos, inclusive aos homossexuais, por isso, devemos orar por eles, e conduzi-los à verdade, que é Cristo. Não podemos esquecer que todos pecaram (Rm. 3.23), não apenas os homossexuais, e que o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna (Rm. 6.23). 

O casamento cristão deve ser indissolúvel, portanto, não separe o homem o que Deus ajuntou (Mt. 19.6). Leis e mais leis estão sendo criadas pelas autoridade a fim de favorecer o divórcio, mas os cristãos seguem o princípio bíblico para o casamento, por isso, independentemente das leis humanos, optam por obedecer antes a Deus do que aos homens (At. 5.29).

Com festa, sem festa, no cartório ou na igreja, casamento é compromisso firmado diante de testemunhas e de Deus, portando temos que firma este compromisso diante da lei civil para que não escandalizemos alguns. Olha esse exemplo bíblico.

"...E todo o povo que estava na porta, e os anciãos, disseram: Somos testemunhas... ...Assim tomou Boaz a Rute, e ela lhe foi por mulher; e ele a possuiu, e o SENHOR lhe fez conceber, e deu à luz um filho..." (Rute 4:9-13)


Junto ao poço de Jacó, Jesus Cristo dialogou em particular com uma mulher, e revelou o seu parecer sobre a importância da instituição casamento. De acordo com a fé judaica, não bastava que um homem convivesse com uma mulher em união sexual para que eles fossem considerados esposo e esposa. E tal conceito se estende ao cristianismo. O respeito ao casamento do próximo deve ser praticado: Romanos 13.9; 1 Corintios 6.10; Apocalipse 21.8.


"Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade." (João 4:16-18)

Se somos seres sociais e temos uma grande nuvem de testemunhas e um Soberano, temos que prestar contas do nossos atos.

Toda a burocracia e despesas com as quais nos envolvemos para formalizar o casamento fazem parte de um momento solene em que nos unimos numa mesma carne a outro ser humano e assumimos responsabilidade para com este, confessamos uma aliança, diante de Deus e dos que nos são queridos. Não são, é verdade, garantia de sucesso, mas devido apenas à dureza dos nossos corações. Não honramos compromissos, não cumprimos palavra dada. Se lemos Malaquias 2 vamos ver que esse capítulo mostra o que o Pai Eterno pensa a respeito dos nossos compromissos não cumpridos. 

Acontecem casamentos nas mais adversas circunstâncias: em meio a guerras, catástrofes, perseguições, etc, o que importa são as intenções do coração e o compromisso com a Palavra de Deus. Como, por aqui, não estamos em alerta vermelho, procuremos viver de forma agradável a Deus = sem escândalos.

CONCLUSÃO

Lembrando-se dos princípios básicos apresentados, o cristão deve ser capaz de encarar o assunto de maneira equilibrada, nem subestimando, nem superestimando a validação oferecida pelo estado político. Ele (ou ela) deve sempre ter como preocupação primária o conceito que Deus forma da união. Junto com isso, deve-se fazer todo o empenho para dar um bom exemplo de fidelidade e devoção ao cônjuge, mantendo assim o matrimônio “honroso entre todos”. Tal proceder trará a bênção de Deus e resultará em honra e louvor para o Autor do casamento — 1 Cor. 10:31-33.

Na lei romana, a “única condição necessária para o casamento” era “o consentimento das partes” sem se exigir licença preliminar, cerimônia ou outra validação. (The New Schaff-Herzog Religious Encyclopedia, Vol. VII, pp. 198, 199) Portanto, quando um homem propunha casamento a uma mulher e ela consentia, era só isto o que se exigia legalmente para tornar o casamento vigente.

Conforme mostram obras de referência, a Igreja Católica Romana, por fim, reivindicou para si o direito exclusivo de legislar a respeito do casamento, estabelecendo seus próprios regulamentos e restrições, e afirmando que as autoridades civis precisavam ser regidas por eles. Os reformadores protestantes foram em grande parte na outra direção, e colocaram o casamento quase que inteiramente nas mãos das autoridades civis. Na Inglaterra, na Escócia e na Irlanda, a cerimônia civil foi introduzida em 1653 a fim de livrar a Igreja dos assuntos seculares. Uma lei francesa de 1792 tornou a cerimônia civil obrigatória para todos os cidadãos baseando-se no princípio de que “o cidadão pertence ao Estado, sem consideração de religião”. (The New Schaff-Herzog Religious Encyclopedia, Vol. VII, pp. 199, 200)

Vivemos em uma cultura pós-moderna, e pós-cristã, que nega o Absoluto, e defende o relativismo. Diante desse contexto, nós, os cristãos, precisamos nos fundamentar na doutrina bíblica. No que tange ao casamento, o modelo bíblico é o monogâmico, heterossexual e indissolúvel. Não podemos, enquanto cristãos comprometidos com a Palavra, fazer concessões. Os modelos humanistas, que estão sendo admitidos na sociedade contemporânea, têm fundamentação na filosofia, não na Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus.

O marido que é verdadeiramente discípulo de Cristo, permanece na Palavra, reconhece sem resistência que precisa ser acompanhado por toda a vida pela esposa - descrita por Deus como mulher idônea. Aceita a informação bíblica, sem problema de orgulho, que ela é a pessoa eleita pelo Criador para ser a sua ajudadora, pois não tem competência para viver desacompanhado. Convive com ela como a única parceira íntima. Ele sabe que o homem que encontra uma mulher que o ama alcançou o favor divino. Vide: João 8.31; Gênesis 2.18; Provérbios 18.20.

A relação do homem com a mulher ilustra a relação entre Cristo e a Igreja. A esposa foi criada para ser amada pelo marido. O marido deve praticar o grande amor que Cristo praticou em favor da Igreja, quando deu sua vida em favor dela. Ao marido está ordenado que ame sua esposa no estilo do amor mais profundo que é o amor sacrificial, de proteção com a própria vida. Deus ordena ao homem que dê para a companheira um abraço de total segurança. A mulher sábia valoriza a proteção do marido, reconhece que seu esposo é servo do Senhor neste detalhe de proteção, apenas as tolas são capazes de destruir um casamento em que é querida por um esposo tão amoroso (Efésios 5.23-32; Provérbios 14.1).

Quando, com amor sacrificial, o marido mantém sua atenção para a mulher e ela reconhece isso e se submete ao marido conforme as Escrituras Sagradas recomendam, então, o resultado é uma relação em santidade e, além disso, com muita felicidade.

As Escrituras Sagradas projetam o plano divino do casamento de maneira muito expandida, podemos dizer que é uma proposta poética do Criador para suas criaturas.

BIBLIOGRAFIA

ADAMS, J. E. A vida cristã no lar. São Paulo: Fiel, 2011.
KOSTENBERGER, A. J. JONES, D. J. Deus, Casamento e Família: reconstruindo o fundamento bíblico. São Paulo: Vida Nova, 2011.

Estudos Comentados pelo
Prof. José A. Barbosa;
Prof. Hubner S. Braz;
Prof. Eliseu A. Gomes.

Este artigo é um complemento ao estudo da Escola Bíblica Dominical (EBD) da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD). Se você quiser se aprofundar neste assunto e em outros da bíblia sagrada, é só procurar uma igreja Assembleia de Deus no domingo às 9h30.
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Sobre Hubner Braz

Criador, colunista e administrador do Pecador Confesso. Fascinado e apaixonado por DEUS!! Formado Bacharel em Teologia pela FATESP e F. Mêcanica pela FATEC-SP e Presbítero na A.D. Belem-Missão em Sorocaba, onde o Pastor Presidente é o Rev. Osmar José da Silva - CGADB, Tenho 1João 1:7-9 injetado na veia!.
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1 Milhões de Confessos:

  1. Tentou de todo jeito arranjar um armnego teologico,mas infelizmente não deu.

    A biblia não fala como deve ser o padrão apenas fala que o homem tem que deixar o ppai e mae simples assim o resto é bla bla.

    Os rituais do casamento hoje são todos pagaos pq não citou isso em teu estudo? o veu da deusa vesta o anel egipcios etc....

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