LIÇÃO 2 – Espiritismo, umas das seitas que mais crescem no Brasil - 12 de janeiro de 2014 - BETEL

TEXTO AUREO

"Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? Acaso a favor dos vivos consultará os mortos?" Is 8.19

Comentarista: Pastor Joabes Rodrigues do Rosário

VERDADE APLICADA

A Bíblia condena toda e qualquer prática que envolva a comunica­ção com os mortos.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

 Apresentar a origem e história do Espiritismo;
 Explanar as principais divisões do Espiritismo;
 Mostrar a diferença entre a heresia Espírita e a verdade das Escrituras Sagradas.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Dt 18.10 - Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivi­nhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro,
Dt 18.11 - nem encantador, nem quem consulte um espírito adivi­nhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;
Dt 18.12 - pois, todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.
Dt 18.14 - Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prog-nosticadores e os adivinhadores; porém, quanto a ti, o Senhor teu Deus não te permitiu tal coisa.

Ninguém pensaria que tivesse havido tanta necessidade, como parece haver aqui, de armar o povo de Israel contra a infecção dos costumes idólatras dos cananeus. Seria possível que um povo tão abençoado com instituições divinas aceitasse as invenções brutas e bárbaras dos homens e demônios? Estariam eles em perigo de tornar seus tutores e instrutores na religião àqueles a quem Deus tinha feito seus cativos e pagadores de tributos?
Parece que eles corriam este risco, e, por isto, depois de muitas advertências semelhantes, aqui eles são instruídos a não imitar as abominações destas nações,
v. 9. Alguns detalhes são especificados. Como: 1. A consagração de seus filhos a Moloque, um ídolo que representava o sol, fazendo-os passar pelo fogo, e às vezes consumindo-os, como sacrifícios, no fogo, v. 10. Já vimos esta lei, anteriormente, Levítico 18.21. 2. O uso de artes de adivinhação para obter o conhecimento desnecessário de coisas futuras, encantamentos, feitiçarias etc., pelos quais o poder e o conhecimento peculiares a Deus eram atribuídos ao diabo, para grande vergonha tanto dos conselhos de Deus como da sua providência, w . 10,11.
É de admirar que tais artes e obras das trevas, tão sem sentido e absurdas, tão ímpias e profanas, pudessem ser encontradas em uma nação onde a revelação divina brilhava tão claramente; ainda assim, encontramos resíduos destas artes até mesmo onde a santa religião de Cristo é conhecida e professada. Tais são os poderes e a política dos governantes das trevas neste mundo. Mas deixemos que aqueles que dão atenção aos prognosticadores, ou que procuram mágicos para a descoberta das coisas secretas, que usam encantos para a cura de doenças, que estão em alguma aliança ou que tenham alguma familiaridade com espíritos malignos, ou que fazem acordos com aqueles que estão em tal condição - saibam que não podem ter nenhuma comunhão com Deus enquanto tiverem tal comunhão com os demônios. E surpreendente pensar que possa haver impostores deste tipo na terra em que vivemos, agindo sob a luz do dia.
São apresentadas algumas razões contra a aceitação dos costumes dos gentios. 1. Porque isto os tornaria abomináveis a Deus. Aqueles que fazem as coisas que são abomináveis ao Senhor também se tornam abomináveis. É a criatura que se torna odiosa ao seu Criador pode ser considerada miserável, v. 12. Veja a malignidade e a perversidade do pecado; aquilo que faz com que o Deus de misericórdia deteste a criação das suas próprias mãos deve ser, necessariamente, uma coisa muito má. 2. Porque estas práticas abomináveis tinham sido a ruína dos cananeus, uma ruína da qual eles não tinham sido somente as testemunhas, mas também os instrumentos. Seria a tolice mais inescusável, assim como a impiedade mais imperdoável, que eles praticassem aquelas mesmas coisas pelas quais tinham sido empregados para castigar tão severamente a outros. A terra vomitou as abominações dos cananeus, e Israel lamberá o vômito? 3. Porque eles tinham sido mais bem ensinados, w. 13,14. Este é um argumento como o do apóstolo aos cristãos, para que não andassem como os gentios andavam (Ef 4.17,18,20): “Vós não aprendestes assim a Cristo”. É verdade que estas nações, a quem Deus entregou à luxúria de seus próprios corações, e permitiu que andassem em seus próprios caminhos (At 14.16), assim se corromperam. Mas vocês não estão assim abandonados pela graça de Deus: o Senhor, teu Deus não permitiu tal coisa. Vocês são instruídos em coisas divinas, e receberam justas advertências sobre o mal destas práticas. E, portanto, não importando o que os outros fizerem, “perfeito serás, como o Senhor, teu Deus”, isto é, espera-se que você dê as honras divinas a Ele, e somente a Ele, e não a outro, e não mescle nenhum dos costumes supersticiosos dos pagãos com as suas instituições. Um dos parafrastas caldeus aqui observa que Deus lhes dá o oráculo de Urim e Tumim, como uma defesa contra todas as artes ilícitas de adivinhação. Eram realmente tolos aqueles que iam consultar o pai da mentira, quando tinham uma maneira tão imediata de consultar o Deus da verdade.
Fonte: Comentário Matthew Henry

Introdução
O Espiritismo é, sem dúvida, uma das heresias que mais crescem. Os seus defensores citam textos da Bíblia Sagrada argumentando que ela é um dos maiores repo­sitórios de fatos espíri­tas de toda bibliografia religiosa, e que o Espi­ritismo é uma religião cristã. Porém esta lição mostrará que eles fazem interpretações equivo­cadas da Bíblia, e que o Espiritismo não tem nada de Cristão.

OBJETIVO
 Apresentar a origem e história do Espiritismo;

1. História do Espiritismo
Para alguns teólogos, o epi­sódio registrado em Géneses capítulo três, que relata a queda do homem, foi a primeira sessão espírita acontecida no mundo, momento em que a serpente se prestou ao trabalho de médium e Satanás de guia. Mas há registros de práticas espíritas em várias civilizações antigas. Porém o Espi­ritismo, como "doutrina organiza­da", teve seu início no século XIX.

1.1. O Espiritismo Mo­derno
Os espíritas afirmam que, durante o século XIX, houve uma grande leva de manifestações mediúnicas nos Estados Unidos e na Europa. Tais manifestações consistiam, em sua maioria, em sons estranhos, pancadas e objetos que se moviam ou levitavam sem nenhuma causa aparente. Entre tais acontecimentos, o que mais ganhou notoriedade foi o caso das Irmãs Fox, na América do Norte. As irmãs Margaret e Kate Fox diziam ter visto as mesas girando e ouvido panca­das na casa em que moravam. E quando elas faziam perguntas recebiam respostas, mediante estalos de dedos. Elas afirmaram que tiveram a sensação de estar-se comunicando com o mundo invisível dos mortos.

1.2. O Espiritismo como Doutrina
O Espiritismo, como doutrina, baseia-se, em grande parte, na obra de Léon Hippolyte Dénizart Rivail, que em 30 de abril de 1856, assumiu o pseudónimo de "Allan Kardec", por acreditar ser ele uma reencarnação de um poe­ta Celta com este nome. Publicou em 1857 o "Livro dos Espíritos" - através dessa obra, Allan Kar­dec introduziu, no Espiritismo, a ideia da reencarnação. Em 1864 publicou o "Evangelho Segundo o Espiritismo". Este livro compõe-se de vinte e oito capítulos, sendo vinte e sete deles dedica­dos- segundo o Espiritismo "a explicação dos ensinos de Jesus".

1.3. O Espiritismo no Brasil
O Brasil é considerado o maior país espírita do mundo. Em 1865, Luís Olímpio Teles de Menezes fundou, em Salvador-BA, o pri­meiro centro espírita. Em 1873, foi fundada, no Rio de Janeiro, uma sociedade espírita, da qual surgiram outros grupos. Dez anos depois, começaram a publicar a re­vista "O Reformador", que, ainda hoje, é o órgão oficial dos espíritas brasileiros. Dentre os principais médiuns brasileiros, destaca-se Francisco Cândido Xavier, autor de diversas obras psicografadas. Além dele, ganhou notoriedade José Pedro de Freitas, mais conhe­cido pelo apelido de "Zé Arigó", que efetivava supostas curas e ci­rurgias mediúnicas, segundo ele, pela incorporação do espírito do médico alemão conhecido como Dr. Fritiz. Outro grande divulgador da Doutrina Espírita no Brasil é Divaldo Pereira Franco, que, após a morte do brasileiro Chico Xavier, tornou-se a figura mais representativa do Espiritismo em todo o mundo.

OBJETIVO
 Explanar as principais divisões do Espiritismo;

2. Principais divisões do espiritismo
1) Espiritismo comum (quiro­mancia, cartomancia, hidromancia); 2) Baixo Espiritismo (vodu, candomblé, umbanda, macumba, quimbanda); 3) Espiritismo Cien­tífico ou Alto Espiritismo (esote­rismo, teosofismo); 4) Espiritismo Kardecista. Dentre essas divisões, destacam-se:

2.1. Espiritismo Karde­cista
O Espiritismo Kardecista pre­tende ser a terceira revelação de Deus à humanidade. A primeira revelação, segundo os espíritas, teria vindo através de Moisés; a segunda, através de Jesus e a terceira através do Espiritis­mo pela instrumentalidade de Allan Kardec. Ou seja, eles têm a pretensão de igualar a figura de Allan Kardec e seus ensinos à pessoa de Jesus Cristo e sua obra. Definem Jesus apenas como um médium excepcional, como foi também segundo eles, Allan Kardec.
Quando o Espiritismo Kar­decista chegou ao Brasil, encon­trou terreno fértil. O sincretismo oriundo da mistura entre euro­peus, índios e africanos acabou impulsionando o movimento espírita. Quem já havia visto um pai-de-santo incorporado (ritual típico da macumba), não tinha muita dificuldade para crer no trabalho de um médium. Por isso, o Espiritismo Kardecista não teve dificuldades para fazer prosélitos. Atualmente, segundo o IBGE, 2,4 milhões de brasileiros se declaram espíritas, outros, cer­ca de 30 milhões - de acordo com estimativas da Federação Espí­rita Brasileira - simpatizam com as ideias da Doutrina Espírita. E estes simpatizantes cada vez mais estão misturando correntes de pensamentos orientais (ioga e tai-chi-chuan, terapias energé­ticas ou a força do pensamento positivo), em seus rituais.

2.2. Espiritismo Cientí­fico
O Espiritismo Científico é conhecido também como: Alto Espiritismo; Espiritismo Ortodoxo e Espiritismo Profissional. Refere-se a grupos espíritas que negam o Espiritismo como religião. Intitulam-se filosóficos, científicos, beneficentes, movimentos e orga­nizações místicas e esotéricas. Um exemplo de Espiritismo Científico bem conhecido no Brasil é a LBV - Legião da Boa Vontade.

2.3. LBV - Legião da Boa Vontade
Fundada por Alziro Zarur, que, aos 12 anos de idade, diz ter recebido uma revelação de Jesus, dando-lhe a missão de esclarecer e pregar o Novo Testamento. Em 1950 a LBV é organizada oficial­mente. Após a morte de Zarur, o seu secretário, José Simões de Paiva Neto, assume a presidência da LBV As doutrinas da LBV e as obras assistenciais da LBV conquistaram enorme prestígio perante a sociedade. Mas, por trás desta aparência de carida­de, está uma doutrina herética. No livro, "Jesus a Saga de Alziro Zarur", vol.2, Zarur, reiteradas vezes, afirma ser a reencarnação de Allan Kardec. Por isso, Paiva Neto afirmou: "Zarur e Kardec são um no Cristo de Deus". Para a LBV Allan Kardec não concluiu sua obra, como também "O Es­piritismo não deu a última pala­vra", por isso, Alziro Zarur veio completá-la. É por esta crença que a LBV se intitula "A Quarta Revelação de Deus aos homens".

OBJETIVO
 Mostrar a diferença entre a heresia Espírita e a verdade das Escrituras Sagradas.

3. Algumas heresias do Espiritismo
1) Possibilidade de comuni­cação com entidades espirituais desencarnadas; 2) Crença na reencarnação através da purifica­ção pelo sofrimento e pelas boas obras que praticam, até atingir a salvação; 3) Crença na pluralidade de mundos habitados, sendo a Terra, planeta de expiação; 4) O progresso pessoal depende unicamente do próprio indiví­duo, e acumula-se de encarnação em encarnação; 5) O contato com Deus é feito através de "Guias", ou espíritos que se manifestam através de "Médiuns", poden­do, assim, ajudar as pessoas; 6) Afirmam que Jesus Cristo não é Deus, e sim uma entidade muito evoluída que veio a este mundo.

3.1. Reencarnação dos mortos
A reencarnação, crença na volta da alma à vida corpórea. Essa crença afirma que João Batista era o Elias reencarna­do. Interpreta de forma errada também quando Jesus disse a Nicodemos que, para entrar no reino de Deus, era preciso nascer de novo. Para refutar estes falsos ensinos basta recorrer aos se­guintes textos: Em Lucas 1.17, o texto diz claramente "...no espíri­to e virtude de Elias...", referindo ao entusiasmo, vigor, veemência de Elias; Outro fato que eles es­quecem, é que Elias não morreu (2Rs 2.11); O próprio João Batista responde aos interrogadores, se ele era o Profeta Elias: "não sou" (Jo 1.21). Quanto ao ensino de Jesus a Nicodemos (Jo 3.3), o próprio Jesus deixa claro ao dizer que se tratava do nascer da "água e do Espírito" (Jo 3.5); ensinando para Nicodemos (e para os dias atuais), que não se tratava de "tornar a entrar no ventre" da mãe para voltar a nascer (Jo 3.4). O texto mais enfático, contra esta heresia, está em Hebreus 9.27.
Quando Jesus interroga os discípulos sobre a opinião das pessoas sobre Si mesmo, "respon­deram eles: Uns dizem que é João, o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou algum dos profetas" (Mt 16.14). Quando os espíritas utilizam este texto para defender a reencarnação, esquecem que essa era a opinião das pessoas: "...dizem os homens..."Mt 16.13), que não conheciam a Jesus. O registro bíblico desses pareceres não significa que são verdadei­ros. Tanto que, no versículo 16, desse mesmo capítulo, a resposta de Simão Pedro é prontamente aceita por Jesus (Mt 16.16,17). Ao concordar com a definição de Simão Pedro, automaticamente Jesus estava reprovando os "pa­receres" manifestos anteriormen­te. Ou seja, não há, nesse texto, bíblico qualquer concordância ou apoio a esta doutrina.

3.2. A comunicação com os mortos
Os espíritas fazem preces em favor dos mortos e afirmam comunicar-se com eles. O que acontece nesses casos é a mani­festação dos demónios, que usam fatos e expressões de pessoas mortas, para enganar. Como ar­gumento bíblico, citam o caso do Rei Saul e a feiticeira de Endor. Estão mais uma vez equivocados, pois, quando o Rei Saul pergun­tou à feiticeira o que ela estava vendo, ela respondeu: "Vem su­bindo um ancião" (ISm 28.14), é Saul quem chega a uma con­clusão: "Entendendo Saul que era Samuel"(lSm 28.14).Daí, tudo que foi proferido pelo "an­cião" foi atribuído, conforme o entendimento de Saul, como se fosse o Profeta Samuel. A prova disso é que as profecias dadas pelo dito ancião (ISm 28.19) não cumpriram. Saul não morreu no dia seguinte, morreu vários dias depois (ISm 30.1); nem todos os filhos de Saul morreram, apenas três (ISm 31.2), Isbosete, Armoni e Mefibosete sobreviveram (2Sm 2.8-10; 21.8); Saul não foi entregue aos filisteus, cometeu suicídio (lSm 31.4). A Bíblia condena veemente a tentativa de comunicação com os mortos (Dt 18.11; Is 8.19).
A Bíblia afirma que Saul con­sultou a "feiticeira" e não a Sa­muel nem ao Senhor (lCr 10.13, 14; Os. 4.12). Por conseguinte a entidade que dialogou com a feiticeira era um espírito de­moníaco disfarçado de Samuel, como acontece nas sessões espí­ritas ainda hoje. Deus não res­pondeu a Saul nem por sonhos, nem por urim e nem por profeta (ISm 28.6). Saul não obedeceu à ordem Divina, e as Escrituras são claras ao afirmar que qualquer pessoa envolvida com feitiçaria deveria ser morta. A Bíblia diz em Levítico 20.27 "O homem ou mulher que consultar os mortos ou for feiticeiro, certamente será morto. Serão apedrejados, e o seu sangue será sobre eles."

3.3. A Salvação
Os espíritas pregam que a salvação vem pela prática de boas obras e por meio de sucessi­vas reencarnações, que servem para aprimorar as qualidades da alma. Paulo refuta essa heresia ao escrever aos efésios, esclarecendo que a salvação não é uma conquista ou um mérito humano: "porque pela graça sois salvos... não vem de vós... não vem das obras... é dom de Deus" (Ef 2.8,9; lPd 1.19).

Conclusão
Como se vê, não é acei­tável a pretensão de o Espiritismo em ser uma organização cristã. O Espi­ritismo segue os conteúdos que julgam haver recebi­do dos espíritos, através da mediunidade, invoca espíritos desencarnados, acreditam na reencarna­ção, na lei do carma, além de negar a Divindade de Jesus, rebaixando-o a posi­ção de um médium apenas.

QUESTIONÁRIO

1. Segundo alguns teólogos, onde aconteceu a primeira sessão es­pírita?
R. No Jardim do Eden.
2. Onde está o maior reduto espí­rita no Mundo?
R. No Brasil.
3. Qual o significado da expressão bíblica: "no espírito e virtude de Elias"?
R. Significa o entusiasmo, vigor, veemência de Elias.
4. Segundo as Sagradas Escritu­ras, quantas vezes está ordenado ao homem morrer?
R. Aos homens está ordenado mor­rerem uma só vez.
5. Para o Apóstolo Paulo, a salva­ção é um mérito do homem?
R. Não, é dom de Deus.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


Editora Betel 1º Trimestre de 2014, ano 24 nº 90 – Jovens e Adultos - “Dominical” Professor – RELIGIÕES, SEITAS E HERESIAS como identificar e refutar os falsos profetas e seus ensinos.
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Sobre Hubner Braz

Criador, colunista e administrador do Pecador Confesso. Fascinado e apaixonado por DEUS!! Formado Bacharel em Teologia pela FATESP e F. Mêcanica pela FATEC-SP. Função Ministerial de Presbítero na A.D. em Sorocaba, onde o Pastor Presidente é o Rev. Osmar José da Silva - CGADB, Tenho 1João 1:7-9 injetado na veia!.
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