LIÇÃO 12 - TRÊS JOVENS E O MILAGRE DA FORNALHA - 21 DE DEZEMBRO - EDITORA BETEL


TEXTO ÁUREO
“Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo?” Tg 2.14

VERDADE APLICADA
Jamais saberemos o alcance da nossa fé até que sejamos postos diante de uma escolha que peça a renúncia daquilo que mais estimamos e revele quem somos diante da circunstância.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
► Deixar evidente que a fidelidade é inegociável mesmo diante da opressão e das ameaças;
► Mostrar que ser um autêntico cristão é conviver com diversas formas de fornalha;
► Ensinar que todo aquele que é forjado no calor da provação torna-se puro e flexível.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Dn 3.13 - Então Nabucodonosor, com ira e furor, mandou trazer a Sadraque, Mesaque e Abednego. E trouxeram a estes homens perante o rei.

Dn 3.14 - Falou Nabucodonosor, e lhes disse: É de propósito, ó Sadraque, Mesaque e Abednego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que levantei?

Dn 3.15 - Agora, pois, se estais prontos, quando ouvirdes o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a espécie de música, para vos prostrardes e adorardes a estátua que fiz, bom é; mas, se não a adorardes, sereis lançados, na mesma hora, dentro da fornalha de fogo ardente. E quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos?

Dn 3.16 - Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei Nabucodonosor: Não necessitamos de te responder sobre este negócio.

INTRODUÇÃO
Poucas pessoas podem compreender até que ponto a fé pode ser capaz de renunciar. A magnífica história de Sadraque, Mesaque e Abednego nos ensina que quando o assunto é fidelidade ao Senhor, nem mesmo a morte poderá amedrontar aos que nEle estão alicerçados. (Sl 125.1).

1. FIÉIS NÃO SE VENDEM NEM RETROCEDEM DIANTE DO FOGO
Nabucodonosor era um rei sagaz que oferecia aos príncipes escravos uma faculdade gratuita, uma posição de destaque no reino, e um salário digno. Esse tipo de persuasão fazia com que os cativos se esquecessem de sua terra e vivessem sob a égide de seu domínio, abandonando suas raízes e se tornando parte de seu reino.

Uma vida próspera e tranquila, essas eram as condições oferecidas pelo rei Nabucodonosor aos seus súditos, todavia teriam que se submeter a todas as leis impostas, caso contrário sofreriam a sanção da lei, que nesse caso era a morte na fornalha de fogo. Uma escolha que balançaria o coração de homens infiéis, porém os três jovens preferiram continuar a comunhão com o Deus verdadeiro e recusar as ofertas do rei Nabucodonosor.

1.1. Nabucodonosor e seu inferno particular
Nabucodonosor já havia reconhecido o Senhor como um grande Deus através da revelação de Daniel (Dn 2.47). Porém, não se arrependeu e essa verdade não alcançou seu obstinado coração. Em vez disso, confeccionou uma estátua de ouro com sua imagem para forçar seus súditos a adorá-lo, e aquele que lhe desobedecesse deveria ser lançado na fornalha de fogo ardente. Essa é a forma como age o coração humano quando não glorifica a Deus: o homem glorifica a si mesmo e tenta fazer com que todos o adorem. Como toda religião, Nabucodonosor tinha uma banda, uma lei, um ídolo para adorar, e um inferno particular (a fornalha) que condenava quem não se entregasse a seu credo. Seu maior problema foi achar que mesmo comprando o caráter de alguns, todos eram da mesma estirpe se curvando ao seu sistema.

A Bíblia aconselha aos cristãos a obedecerem aos governos e às leis (Rm 13.1-8). Todavia, também deixa muito claro que os cristãos não podem desobedecer a Deus a fim de obedecer ao governo terreno (At 4.19; 5.29). Quando o governo tenta controlar nossa consciência e nos dizer como adorar, nós obedecemos a Deus em vez de submetermo-nos aos seres humanos, sem levar em conta o preço a pagar por isso.

Sadraque, Mesaque e Abednego foram colocados a prova em meio as situações difíceis da vida. O rei Nabucodonosor determina um decreto (Dn. 03:10-11), qualquer que não obedecesse sofreria a penalidade imposta pelo rei. Em Atos dos Apóstolos no capítulo 5:18, Pedro foi preso por perturbar a suposta ordem pública quando pregava o evangelho de Cristo. Os três jovens e Pedro, não se dobraram as imposições da lei da época em que eles viveram. O maior compromisso dos três jovens era com Deus, de igual forma Pedro. Bem sabemos que é necessário que todos os cidadãos obedeçam as leis, desde que estejam em consonância com a palavra de Deus, pois ela é a lei maior de todo servo do Senhor. Assim é necessário que como servos do Senhor, estejamos em constante oração para que as nossas leis estejam de acordo com a palavra de Deus, para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada (I Tm. 2:1,2).

1.2. Sadraque, Mesaque e Abedenego
Não foi fácil para Sadraque, Mesaque e Abedenego permanecerem de pé enquanto todas as outras pessoas “dançavam conforme a música”. Eles desafiaram o sistema porque eram firmes e alicerçados nos ensinos de sua família, e, embora, fosse a Babilônia um lugar ostentador, eles jamais trocariam sua comunhão com Deus por lisonjas ou posições. Um fato curioso que mostra o poder envolvente da Babilônia e que alguns judeus já haviam se vendido, é a qualidade dos instrumentos que deveriam tocar para que todos se curvassem, entre eles estavam alguns de ordem semita como: a flauta, a harpa, e o saltério (Dn 3.5).

Muitos tem se contaminado com o sistema mundano, se rendendo as iguarias do príncipe deste mundo. Vivemos em um mundo onde a corrupção do gênero humano tem se aumentado de forma estrondosa. O homem não tem se preocupado com os seus passos e suas atitudes, deixando se corromper pelos pratos oferecidos por satanás. É bem verdade que fazemos parte deste mundo, mas temos que ter em mente que não necessariamente temos que fazer parte do sistema que satanás tem implantado. Há como viver sem se misturar, pois, da mesma forma em que a água e o óleo não se misturam em uma mesma panela, assim somos nós e os ímpios neste mundo. Sadraque, Mesaque e Abede-nego estavam no meio de um sistema, corrompido, idólatra e mundano, mas não se misturaram, provando que sabiam em quem tinham crido (2 Tm. 1:12).

1.3. Babilônia, o sistema de Satanás
Na Bíblia, “Babilônia” é mais que uma cidade ou império; ela representa um sistema Satânico. Babilônia se iniciou através da obra de Ninrode, que com um audacioso projeto, desejava conquistar o mundo através do esforço humano, sendo impedido por Deus, que confundiu às línguas e dispersou seu reino pelo mundo afora por causa da sua arrogância (Gn 10.8-10; 11.1-9). Nabucodonosor desejava fazer o mesmo, ele possuía um esquema centrado no homem, que tentava conquistar o coração, a mente, e o corpo das pessoas, e nesse sistema não havia espaço para Deus. O nome “Babel” significa: “portão de Deus”. Ela finge ser o caminho para o céu. No entanto, é o caminho para o inferno.

Os verdadeiros crentes não participam desse sistema mundano (Ap 18.4-5). Como os três jovens hebreus, devemos permanecer firmes contra a Babilônia e testemunhar a verdade da Palavra do Senhor, mesmo que isso custe nossa segurança.

Desde a antiguidade, a cidade de Babilônia vem simbolizando o desafio contra Deus (Gênesis 11:1-4). Sua torre era um monumento da apostasia e um centro de rebelião, obra iniciada por Ninrode, com o intuito de conquistar o mundo por meio do esforço humano. Seus projetos foram impedidos pelo próprio Deus quando confundiu às línguas. O servo de Deus deve tomar cuidado para não se associar ao sistema de satanás, sistema esse, onde as pessoas se unem a fim de conquistar fama e glória. Corramos desse sistema que visa à conquista do céu com as próprias forças e grandezas contrárias aos propósitos de Deus.

2. AS PROMESSAS DE UMA FORNALHA EM CHAMAS
O rei ficou enfurecido ao saber que seu decreto foi desobedecido. Ele deu outra chance aos jovens. Mas eles preferiram antes enfrentar o fogo a ter que se curvar a seu ídolo. Assim, eles foram lançados na fornalha amarrados com as próprias vestes. Três promessas se destacam nessa história. Vejamos:

Sadraque, Mesaque e Abede-nego estavam literalmente passando por uma prova de fogo, para eles restavam duas alternativas: 1ª – Adorar a imagem feita por mãos humanas que é reprovável diante de Deus (Êxodo 20:04) ou; 2ª – Desobedecer ao decreto de um rei enfurecido, enfrentar o fogo e não se curvar aos ídolos do rei.

2.1. Seguir ao Senhor não nos isenta de uma fornalha
Não existe evangelho fácil. Ser um autêntico cristão é conviver com diversas formas de fornalha. Todo aquele que se dedica ao Senhor não está isento da provação. Nós estamos no mundo, mas não somos amigos dele, somos a contramão de um sistema que a cada dia tenta nos absorver e nos desvincular de nossa profissão de fé (Jo 15.18-20; Fp 1.29). Esses três jovens desafiaram o sistema, envergonharam o rei diante de todos, eles preferiram morrer a negar seu Deus. Eles são um exemplo para todos aqueles que creem; que ainda não se deixaram levar pelo sistema; que não negaram a fé. Mesmo sabendo que a fornalha seria aquecida além do normal, eles confiaram no Senhor, acreditaram que pela vida ou pela morte o Senhor não os deixaria.

Esses três jovens destilaram uma mescla de fé unida a uma audaciosa coragem. Eles enfrentaram a morte e como prêmio encontraram a vida. É o medo de perder que nos impede de conquistar grandes vitórias e altos níveis de comunhão como o nosso Deus.

A nossa fidelidade a Deus não nos isenta das provações, Sadraque, Mesaque e Abede-nego são exemplos de integridade, pois recusaram seguir o sistema mundano e seguiram o caminho estabelecido por Deus. Mesmo diante da fornalha de fogo aquecida sete vezes eles não comprometeram suas convicções. Os três jovens sabiam o que estava prestes a acontecer, mas para eles o que importava era que suas almas diante do Senhor permanecessem fiéis.

2.2. O Senhor jamais nos abandona durante a provação
Fogo que Deus se faz presente sempre tira de nós o que nos impede de caminhar. Eles foram lançados no fogo amarrados, de repente, foram vistos passeando dentro do fogo. O que nos prova que somente as cordas se queimaram (Dn 3.25). Nabucodonosor avistou uma pessoa a mais com eles a passear, Deus nunca abandona os seus quando passam por provações aterradoras. Ele pode não impedir que entremos na fornalha, mas entrará conosco e nos preservará para sua glória (Is 43.2). Os homens que lançaram eles no fogo morreram queimados instantaneamente, eles, porém, além de não sofrerem nenhuma lesão, nem cheiro de fogo passou sobre eles (Dn 3.22,27). Deus sabe preservar os que lhe são fiéis (Hb 11.30-34).

A epístola de Tiago no capítulo 1 versículo 2 nos diz que devemos ter grande gozo quando passarmos por provações. Diante desse versículo é preciso mudar a nossa perspectiva com a qual vemos as provações, se a encararmos com pessimismo, não veremos nada além de um fim tenebroso a nossa frente. O Senhor se manifesta em nossas vidas quando estamos passando por dificuldades e situações impossíveis aos nossos olhos. Não importa qual seja à fornalha da nossa vida, o Senhor pode livrar-nos de todas elas, pois a sua palavra nos garante em Isaías que em qualquer dificuldade Ele estará conosco! (Isaías 43:02).

2.3. A fornalha produz um nível de crescimento
Somente quando atingimos o fogo é que nos tornamos cônscios da presença do companheiro Divino andando ao nosso lado, mostrando aos nossos inimigos Sua grandeza. Que privilégio para esses jovens! Eles receberam uma revelação pessoal de Cristo Salvador antes mesmo dEle revelar-se para o mundo. O que uma fornalha não pode nos revelar? O fogo os livrou de suas amarras da mesma forma que sofrer por Cristo, hoje, nos liberta jubilosamente do pecado e do mundo. A experiência deles glorificou a Deus diante dos outros (1Co 6.19-20), e o rei os promoveu e deu-lhes honras. Primeiro, o sofrimento; depois, a glória (1Pe 5.1,10-11).

Esses moços não poderiam ter permanecido de pé, se não fossem sustentados por uma fé inabalável e sobrenatural. Eles não pensaram em si defender, estavam prontos a morrer se Deus assim desejasse. Eles tomaram uma atitude de fidelidade ao Deus soberano e a mantiveram independente de qualquer expectativa de libertação (Dn 3.16-18).

Talvez, quando passamos pelas “fornalhas” da vida, a intenção divina é a de nos libertar de algumas amarras, a experiência de cada um identificará quais são elas. As provações pelas quais o servo de Deus passa, visa o aperfeiçoamento do seu caráter e seu crescimento espiritual. “Sabendo que a prova da vossa fé desenvolve a perseverança. Ora, a perseverança deve terminar a sua obra, para que sejais maduros e completos, não tendo falta de coisa alguma”. (Tiago 1:3-4).

3. FORJADOS PELO FOGO DA PROVAÇÃO
Nabucodonosor foi publicamente envergonhado, mas também ficou maravilhado com o que viu na vida desses três jovens. Ele se aproximou da fornalha e não se queimou (Dn 3.26), uma prova real de que a confiança em Deus nos exalta diante dos nossos inimigos. Vejamos três aspectos importantes desse capítulo.

Quando os três jovens optaram fidelidade a Deus, o nome do Senhor foi glorificado diante de seus inimigos, que pensaram que a fornalha seria o fim, mas a confiança de Sadraque, Mesaque e Abede-nego em Deus os exaltaram diante de seus inimigos.

3.1. Somos mais que vencedores
“Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Rm 8.37). Como podemos nos tornar tão grandes vencedores? Quando durante os conflitos de nossas vidas adquirirmos uma disciplina que não somente fortaleça a nossa fé, mas que consolide nosso caráter espiritual. A tentação se faz necessária para firmar e confirmar nossa vida espiritual, ela é como fogo para o metal mais precioso, que além de purificá-lo, o torna flexível. Nossos conflitos espirituais devem ser contados entre as mais preciosas bênçãos, porque neles aprendemos que o grande adversário é usado para nos treinar para a sua própria derrota (Dn 3.28-29).

Nosso Salvador já experimentou todas as dificuldades que agora nos impede para enfrentar, e não nos pediria para atravessá-las, se não estivesse certo de que não são difíceis demais para nós, nem estão além das nossas forças.

O cristão deve ter em mente que quando uma provação começa a vitória já está garantida, não temos de nos preocupar ou ter medo, Deus está do nosso lado e somos mais que vencedores por aquele que nos amou (Rm 8.37). Podemos nos sentir como Sadraque, Mesaque e Abedenego, diante de uma fornalha aquecida sete vezes, mas eles tinham a certeza de que Deus estava com eles na adversidade. Não há nada no universo, nenhum problema muito grande que possa nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (Rm. 8.39).

3.2. Deus age no meio do fogo
“Falou Nabucodonosor, dizendo: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abedenego, que enviou seu anjo, e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois violaram a palavra do rei, preferindo entregar seus corpos, para que não servissem nem adorassem algum outro deus, se não o seu Deus” (Dn 3.28). Em todos os lugares difíceis a que Deus nos leva, ele sempre está criando oportunidades para que nossa fé possa ser exercitada. Esses jovens pareciam iminentemente derrotados enquanto os inimigos observavam para vê-los arder naquelas chamas. Ao fim da provação nem um fio de cabelo foi atingido (Dn 3.22-27). Eles sacrificaram seus corpos, demonstrando aos seus algozes que sua fé era coerente e sua fidelidade inegociável, que lição para aqueles que sacrificam o sagrado!

O mesmo rei que pensou que nenhum Deus poderia livrar os jovens de suas mãos, agora está bendizendo e reconhecendo que não há Deus que possa livrar como o Deus daqueles jovens. Nabucodonosor havia recebido uma impressão tão forte de Deus que mandou baixar um edito de que todo aquele que falasse mal do Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego deveria ser morto (Dn. 3.29).  Deus exalta de maneira gloriosa os servos que se recusam a desonrá-lo. Ao final daquele dia glorioso, todos conversavam sobre o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, quando saímos da fornalha, saímos fortalecidos e mais íntimos de Deus.

3.3. A última fornalha
O capítulo três de Daniel é uma tipologia profética de Israel nos dias da Grande Tribulação (2Ts 2.1-12; Ap 13.1-18). Nabucodonosor simboliza o anticristo; sua estátua representa a imagem do anticristo que será erigida; e os três hebreus representam os crentes judeus que serão protegidos durante a tribulação. O milagre da fornalha tipifica um retrato dos eventos nos últimos dias. Daniel não estava presente quando essas coisas aconteceram. Em sua ausência o rei confeccionou seu perverso ídolo. Isso ilustra o arrebatamento da Igreja: quando a Igreja estiver fora da terra, então Satanás poderá levar avante seus planos diabólicos a fim de escravizar a mente e os corpos das pessoas.

“A vinda do Senhor está próxima”. Nós, cristãos, temos que atravessar a “fornalha de fogo” antes do retorno de Jesus. Mas não temos nada a temer, pois Ele estará conosco. E é muito melhor atravessar uma fornalha de fogo que viver em um lago de fogo por toda a eternidade.

Confie em Deus e fique firme, o mesmo Deus que livrou Sadraque, Mesaque e Abede-nego da fornalha de fogo é o mesmo Deus que tem o poder de livrar os fiéis do lago de fogo e enxofre que está preparado para satanás e seus anjos (Mt. 25:41). Faça parte da geração que é fiel no espírito, alma e corpo.

CONCLUSÃO
A fornalha não trouxe morte, mas libertação das amarras, revelação pessoal de um Deus justo, e honra diante dos inimigos. A tribulação produz sempre paciência, experiência, esperança (Rm 5.3-4). Parece incrível, mas esses jovens estavam mais seguros dentro da fornalha do que fora dela. Deixemos o fogo cortar nossas cordas impeditivas!

QUESTIONÁRIO

1. Qual a origem e significado de Babilônia?
R. Origina-se de Babel e significa: a porta do céu (Gn 10.8-10; 11.1-9).
2. Cite três instrumentos semitas.
R. Flauta, a harpa, e o saltério (Dn 3.5).
3. Qual a única coisa que o fogo da fornalha queimou?
R. As cordas que amarravam suas vidas (Dn 3.20-25).
4. Que revelação os três jovens receberam na fornalha?
R. A revelação pessoal do Cristo Salvador (Dn 3.25).
5. O que tipifica Daniel capítulo três?
R. Os dias da Grande Tribulação (2Ts 2.1-12; Ap 13.1-18).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Bíblia de Referência Thompson – Tradução João Ferreira de Almeida – São Paulo: Editora Vida, 2007.

Dicionário Bíblico Universal – Buckland – 1981: Editora Vida.

Revista do professor: Jovens e AdultosMilagres do Antigo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Betel - 4º Trimestre de 2014. Ano 24 n° 93. Lição 12 – Três jovens e o milagre da fornalha. 

COMENTÁRIOS ADICIONAIS:

Evangelista Aldemir Pinheiro da Silva e sua esposa Joana Darc.
Matrícula: 16470 – CONAMAD (Convenção Nacional das Assembleias de Deus de Madureira).
São membros da Igreja Assembleia de Deus de Madureira – QN 316 Samambaia – Sul (Pr. Saulo Gonçalves).

Deus vos abençoe em Cristo Jesus!


Compartilhar no Google Plus

Sobre Hubner Braz

Criador, colunista e administrador do Pecador Confesso. Fascinado e apaixonado por DEUS!! Formado Bacharel em Teologia pela FATESP e F. Mêcanica pela FATEC-SP e Presbítero na A.D. Belem-Missão em Sorocaba, onde o Pastor Presidente é o Rev. Osmar José da Silva - CGADB, Tenho 1João 1:7-9 injetado na veia!.
    Blogger Comment
    Facebook Comment

0 Milhões de Confessos:

Postar um comentário

Não deixe de participar, a sua opinião é de extrema importância!

Críticas são bem vindas quando a pessoa se identifica.