TEXTO ÁUREO “Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não podemos compreender” Jó 37.5 VERDADE APLI...
TEXTO ÁUREO
“Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não podemos compreender” Jó 37.5
VERDADE APLICADA
Por mais simples que seja um milagre, ele pode ser capaz de produzir profundas e inesquecíveis lições em nossas vidas, inclusive, nos despertar para outros ainda maiores.
OBJETIVOS DA LIÇÃO
1. Mostrar que a vida não é um mar de rosas, e que é imprescindível o caminhar com o Senhor;
2. Ensinar aos alunos alguns passos para se recuperar aquilo que se perdeu;
3. Estimar o valor da salvação que nos foi outorgada por Cristo no Calvário.
Textos de referência
2Rs 6.1-6
1 Eliseu dirigia um grupo de profetas. Um dia eles lhe pediram: —O lugar onde moramos com você é muito pequeno.
2 Dê licença para irmos até o rio Jordão a fim de cortar algumas árvores. Com elas construiremos uma casa para a gente morar. —Podem ir! —respondeu Eliseu.
3 Um dos profetas insistiu que Eliseu fosse com eles. Eliseu aceitou,
4 e eles saíram juntos. Quando chegaram ao Jordão, começaram a trabalhar.
5 Um deles estava cortando uma árvore, quando, de repente, o ferro do seu machado escapou do cabo e caiu na água. —O que vou fazer, senhor? —gritou ele para Eliseu. —O machado era emprestado!
6 Onde foi que ele caiu? —perguntou Eliseu. O homem mostrou o lugar. Então Eliseu cortou um pedaço de pau, jogou na água e fez o machado boiar.
Glossário
Incidente: Acontecimento inesperado;
A priori: O que vem antes de;
Vicário: O que substitui.
Leituras complementares:
Segunda Ex 26.30
Terça Ez 43.10
Quarta Jo 13.15
Quinta 1Ts 1.7
Sexta 1Tm 4.12
Sábado Tt 2.7
INTRODUÇÃO
Fazer o ferro do machado flutuar parece ter sido um milagre muito simples, todavia, mesmo sendo um milagre não muito chamativo, sua essência é muito poderosa, pois traz consigo imprescindíveis lições espirituais para as nossas vidas.
Esse acontecimento está relatado na Bíblia com o objetivo de frisar o cuidado e a provisão de Deus para todos aqueles que confiam plenamente nEle. Mesmo nos acontecimentos rotineiros da vida, Deus está sempre presente. Este milagre registrado na Bíblia entre a cura de um general sírio e a libertação do exército de Israel mostra o contato pessoal de Eliseu com os filhos dos profetas. Eliseu era um homem considerado por todos em sua volta, porém ele jamais se esqueceu de cuidar de seus irmãos na fé, era um homem acessível, se preocupava com o bem-estar de seus liderados, trabalhava juntamente com eles, mesmo que fosse cortar madeiras no Jordão. Não importa em que posição você se encontra no momento. Nunca deixe a importância de seu trabalho minimizar sua preocupação com as necessidades humanas. O Senhor cuida dos seus fiéis em todas suas preocupações. A graça de Deus pode levantar o coração pesado como ferro que está afundado nas água da vida desse mundo, e elevar os afetos naturalmente terrenos.
1. A importância da presença de Deus
Elias havia estabelecido uma escola de profetas em Jericó, e Eliseu deu seguimento, a escola cresceu e o lugar ficou pequeno (2Rs 6.1). Com o desejo de melhora, os jovens aprendizes, discípulos dos profetas, resolveram ir até o Jordão cortar madeira, onde ocorreu o incidente e o milagre. Destacaremos três coisas fundamentais nesse primeiro ponto:
A escola de profetas de Eliseu estava crescendo a cada dia e devido ao aumento do número de crentes, surgiu à necessidade de recintos maiores. O ministério de Eliseu estava dando frutos.
1.1 O desejo de crescer
O lugar em que Eliseu ensinava aos jovens profetas estava pequeno para a quantidade de alunos que possuía, e um deles sugeriu que fosse ao Jordão com eles, pois cortariam madeira para ampliar o local. Enquanto trabalhavam, o ferro do machado de um deles acidentalmente se soltou o cabo, e afundou nas profundas águas do rio. O grande problema aqui não foi perder a haste do machado, mas porque era emprestado (2Rs 6.5). O desejo de crescer é comum a todos nós, porém, precisamos estar cientes que nem sempre as coisas sairão como pensamos, porque estamos sujeitos a imprevistos e acidentes de percurso. Quando o ferro foi perdido, eles não mergulharam na água, nem criaram uma estratégia para recuperá-lo, eles se dirigiram a quem poderia resolver (2Rs 2.21; 4.2-7,34 e 41). Poderíamos agir assim também na hora de nossos desesperos!
Explique aos alunos que naquele tempo essa ferramenta era caríssima, tratava-se de uma peça forjada no fogo e nem todos poderiam comprar. Como eles eram jovens e sem recursos, o desespero tomou conta do jovem aprendiz. Nessa época se uma pessoa não pudesse pagar uma dívida era levado como mão de obra escrava até que a dívida fosse sanada (2Rs 4.1).
Nesta época, um ferro de machado era uma ferramenta de muito valor, portanto,os alunos do profeta eram jovens e não possuíam condições de comprar um machado e devolver ao dono, ficaram muito preocupados quando o ferro se soltou do cabo, pois o mesmo era emprestado. Ao comunicar o fato ao profeta Eliseu o problema foi solucionado de uma forma milagrosa. Eliseu cortou um galho e jogou no local e fez o ferro do machado flutuar, o que demonstra a solicitude de Deus para com seus servos.
1.2 A presença do profeta e sua importância
A presença de Eliseu entre os jovens tipifica a presença do Senhor em nosso meio. Quando a ideia foi autorizada por Elizeu, eles não saíram sem antes assegurarem-se que Elizeu iria com eles ao local (2Rs 6.3). Isso significa que esse empreendimento iria contar com a presença Divina a cada passo do caminho. Com o passar dos tempos muitos cristãos se apartaram desse tipo de relação tão necessária e indispensável à caminhada por esta vida. Se agíssemos como esses jovens, não erraríamos tanto. Não perderíamos tanto tempo para acertar. Gastamos quase uma vida inteira para chegar a uma determinada coisa que se estivéssemos conectados a Deus, não passaríamos por tantas decepções e tantas incertezas. Deus tem o sobrenatural, precisamos caminhar juntos a Ele (Sl 77.11,14; Jr 33.3).
Eliseu foi um grande profeta usado por Deus, por esse motivo sua presença no acampamento era essencial para motivar seus novos discípulos na execução dos trabalhos. Em momentos difíceis é sempre importante ter alguém que podemos buscar auxílio e contar com sua ajuda. Eliseu estava presente junto com os jovens
aprendizes, seguindo o exemplo de Eliseu,É necessário que o pastor da igreja esteja junto de suas ovelhas, fazendo companhia na medida do possível, mesmo que seja nos trabalhos cotidianos, sua presença é de vital importância na igreja atual.
1.3 A atitude que precedeu o milagre
Precisamos aprender a conviver com o sobrenatural, Deus opera de forma imprevisível. Um Evangelho que não manifesta o sobrenatural em nada difere das demais religiões. Eles primeiro chamaram a companhia do Senhor, e depois clamaram a Ele. Eles não ficaram criando meios de produzir um milagre, se dirigiram a quem vivia cotidianamente com eles. Eles buscaram a saída correta para aquele momento de pavor. Devemos entender que Deus não se move dentro da lógica, da física, matemática, e demais regras de sabedoria humana. Sabemos que para Ele não existe impossíveis (Gn 18.14ª; Lc 1.37). Embora fosse possível tentar recuperar o ferro submerso, eles recorreram ao sobrenatural.
Quando as dificuldades surgem no caminho que o Senhor nos autorizou a caminhar, devemos recorrer a Ele em primeira instância, em vez de ficar tentando encontrar um meio de resolver. Deus deseja fazer flutuar aquilo que perdemos na profundeza do rio. Quando, para nós, resolver o problema parece ser impossível, o nosso primeiro impulso deve ser consultá-lo acerca de como iremos recuperar.
2. Recuperando o que se perdeu
Para que serviria um cabo sem a haste do machado? Apenas como lembrança de que um dia aquele cabo e aquela haste eram eficientes. Porém, somente unidos é que poderiam ser o que eram. Um cabo sem a haste não corta, assim como uma pessoa natural nada pode produzir na esfera sobrenatural. Vejamos algumas lições da recuperação:
Quem vive sem Deus sente um grande vazio, não tem ânimo, frequentemente se desespera com os problemas rotineiros da vida, quando o ferro do machado se soltou e caiu na água o jovem discípulo ficou preocupado, mas recorreu ao homem de Deus que estava em sua companhia e o milagre aconteceu, certamente ele confiava no Deus que servia, o desespero faz parte do dia a dia daqueles que não conhecem a Deus. Viver sem a presença de Deus é não ter vida, é como o cabo sem o ferro do machado, o máximo que pode fazer é barulho.
2.1 Onde caiu?
A pergunta de Eliseu é muito prática. Como poderemos recuperar algo que não sabemos onde pode estar? Geralmente, quando esquecemos um documento importante ou algo de valor e não sabemos onde pode estar? Geralmente, quando esquecemos um documento importante ou algo de valor e não sabemos onde encontrar o que fazemos? Paramos, respiramos, e tentamos recapitular cada passo dado durante o dia, é como se voltássemos no tempo (Ap 2.5a). No mundo espiritual também é assim. Temos que lembrar onde tudo começou a dar errado, onde a porta foi aberta para o inimigo cirandar em nossas vidas, onde lhe demos legalidade. Se um mal nos advém, não vem sem causa (Pv 26.2). Jesus perguntou ao pai do lunático desde quando aquilo acontecia (Mc 9.21). Tudo na vida tem um começo, nada na vida é sem resposta. Dificilmente não sabemos onde caiu nosso machado!
Quantos casamentos dissolvidos porque não houve a coragem de dizer: eu errei naquele dia; quantas oportunidades jogadas fora por não reconhecer que poderíamos ter agido diferente; quantos ministérios no fundo do rio por querer ser senhor em vez de servo (Pv 18.12). Muitas pessoas vivem a se esconder da verdade, por isso, não recuperam o que foi perdido.
O poder de Deus estava na vida de Eliseu, ao saber o lugar onde caiu o machado, Eliseu usado pela unção e poder de Deus opera um grande milagre e restituiu a ferramenta de trabalho dos jovens discípulos. Hoje, também podemos operar milagres devolvendo a presença de Deus às pessoas que estão com vidas no fundo dos rios.
2.2 Reconhecer o valor é fundamental para a busca
O jovem sabia o valor daquele pequeno ferro do machado. Ele valia sua liberdade, seu futuro como profeta. Ele sabia o que estava em jogo, não era apenas uma pequena haste de ferro, era uma ferramenta valiosa, mesmo sendo simples. Assim também é a vida cristã! Por menor que seja a ferramenta que o senhor colocou em nossas mãos devemos valorizá-la. Perder o talento é algo muito sério, compromete a liberdade (a salvação). Por causa de uma moeda a mulher revirou a casa inteira. Ela ainda tinha nove, mas essa era a fundamental, ela sabia o seu valor (Lc 15.8). Em nossos dias, muitos não somente estão perdendo a ferramenta mas afundando juntamente com elas no rio (Ap 2.5).
E disse o homem de Deus: Onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau, e o lançou ali, e fez flutuar o ferro. É preciso esforço para reconquistar o que se perdeu em nossas mãos. Em Apocalipse (2.5ª) está escrito: Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras. Precisamos voltar ao primeiro amor. Temos o poder de Deus e o Espírito Santo que é algo valioso a fim de procurar almas perdidas colocando nas mãos do Senhor para viverem no seu reino.
2.3 Estende a tua mão
“E disse o homem de Deus: Onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau, e o lançou ali, e fez flutuar o ferro. E disse: Levanta-o. Então ele estendeu a sua mão e o tomou” (2 Rs 6.6-7). Assim como Eliseu, o Senhor deseja também nos desenvolvera ferramenta perdida. Basta apenas que sejamos sinceros e digamos onde caiu. O profeta cortou uma madeira para que o ferro pudesse levantar-se, de igual maneira Cristo por sua morte no madeiro foi a madeira cortada e lançada no mar da humanidade para que seus servos possam erguerem-se. Poucos entendem, a importância desse ferro, ele custou a própria vida do Filho de Deus, que foi sacrificada para que pudéssemos nos reconciliar com o Pai Celestial (Cl 1.13; 2.13-14).
O tempo pode nos tornar religiosos e rotineiros. Com o passar dos anos podemos minguar na verdade, e no poder da mensagem. É bom estarmos atentos, porque nossa ferramenta não está isentas de esbarrar em duros obstáculos, e de se perder no rio.
Os pastores precisam ouvir o grito das ovelhas “ai o machado caiu”, onde caiu? Perguntou Eliseu. Deus usa o profeta para operar o milagre, o machado flutuou. Eliseu compartilha a vitória com todos os seus alunos. Eliseu caminhava junto com seus liderados. Para resolver os problemas às vezes é preciso gritar bem alto e pedir ajuda ao homem de Deus, não podemos perder o foco do problema, especifique e diga-o qual é para receber ajuda na hora oportuna.
3. As lições de um machado flutuante
Eliseu era um homem simples, um profeta que se identificava com as pessoas. Como mestre ele não somente ensinava, mas apresentava de forma nítida o poder do Senhor a seus alunos. O milagre parece simples a priori, mas é recheado de profundas verdades espirituais.
3.1 Corpo sem cabeça
O maior problema de Jesus antes de sua morte e ressureição residia em não possuir um lugar para reclinar sua cabeça (Mt 8.18-20). Jesus tinha residência física nesse tempo, ele não tinha residência espiritual. Ele sabia que uma cabeça sem corpo fica sem governo. Se traçarmos um paralelo veremos que o ferro representa a cabeça do machado, e a madeira seu corpo. Lucas destaca claramente esse paralelo: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lc 19.10). Observe que não é “quem” (pessoas), mas “o que” (algo). Quando Adão pecou não perdeu só a comunhão com o criador, ele perdeu também o governo da humanidade. Por isso, Jesus veio ao mundo, e a salvação engloba tanto a vida humana, quanto uma posição de governo na esfera espiritual (Mt 28.18; Ef 1.22-23; 2.1-6).
O peso específico do ferro é 7,84 vezes maior que o peso da água. O milagre desafiou a força da gravidade. Nosso Deus não está preso às forças da natureza. Fazer o ferro flutuar é colocar num nível acima, é sobrepor um sistema. Jesus é a cabeça que se ergueu no mundo para sanar os problemas da humanidade.
3.2 O trabalho humano
Quando o ferro do machado já flutuava e estava visível, Eliseu disse ao discípulo que com ele estava: “Levanta-o. Então ele estendeu a sua mão e o tomou” (2 Rs 6.7). Esta sincera conclusão do relato nos recorda que em todo o milagre existe uma função Divina e outra humana. Existem coisas que para nós são impossíveis realizar, das quais Deus se encarrega de fazer. Quando o ferro já estava visível, a responsabilidade de extraí-lo da água já não era mais de Deus, e nem tampouco de Elizeu. Era algo que o discípulo podia e devia fazer. A regra é clara: Deus não fará por nós, aquilo que nós mesmos devemos fazer (Pv 6.6-11). Ficaremos prostrados após a queda, ou levantaremos?
Todo trabalho foi feito em conjunto, Eliseu caminhava junto com os jovens aprendizes, quando o profeta fez o machado flutuar pelo poder de Deus, foi o jovem que estava utilizando a ferramenta quem tirou o ferro da água. O milagre foi operado por Deus, mas todos participaram desse momento sublime. Para que o milagre aconteça é preciso fazer a nossa parte e não ficar só esperando as coisas acontecerem, devemos orar, nos consagrar e ter mais comunhão com Deus, o milagre em si não deve ser a nossa preocupação, pois o milagre vem de Deus e não de nós, o ferro do machado pode representar a presença de Deus em nossa vida, assim, o mais importante deve ser o desejo de buscar a presença permanente de Deus no nosso interior para que o milagre aconteça.
3.3 O precioso resgate
Trazendo esse relato para os nossos dias, podemos afirmar com toda a convicção que a graça de deus pode levantar um coração duro e frio como o ferro. O Jordão nesse tempo era muito profundo em relação aos nossos dias. Hoje ele comporta apenas dez por cento do que possuía na antiguidade. O ferro flutuou de águas muito profundas e escuras. Do mesmo modo, Deus pode fazer emergir um pecador da mais profunda escuridão do pecado, pode elevar seus afetos para se interessar pelas coisas de cima, onde Cristo está assentado, e conduzi-lo a uma profunda satisfação e uma gloriosa esperança (1 Pe 1.3; 2 Pe 1.3-8).
Éramos milhões e milhões de seres humanos submerso em delitos e pecados. Mas nosso Senhor, o grande Salvador, nos ergueu, nos fez emergir, e nos colocou assentados juntamente com Ele nas regiões celestiais (Ef 2.6). Ele nos tirou de um abismo de horror (harpa cristã 435).
CONCLUSÃO
A madeira foi lançada ao mar para que o ferro pudesse ser recuperado. Cristo já fez a Sua parte, agora cabe a cada um de nós estendermos as mãos e tomarmos posse desta tão grande salvação que nos foi outorgada por Seu sacrifício vicário (Hb 2.3).
Há muitos trabalhos na vida, mas se algum dia o machado cair nas águas da vida, devemos gritar: Ai meu Senhor era emprestado! Pode até ser que você tenha perdido muitas coisas e alguém não acredite que você irá reconquistar aquilo que perdeu: alegria, dons, ânimo, etc. Mas o Espirito Santo há de fazer ressurgir tudo o que foi perdido. Acredite tudo é possível para quem crer em Deus.
1. Quem eram os jovens que Eliseu seguiu até o Jordão?
R.Os filhos dos profetas (2Rs 6.1).
2. Qual o desejo desses jovens?
R.Ampliar o lugar, crescer (2Rs 6.1,2).
3. O que representa na lição a presença de Eliseu?
R.A presença do Senhor em nossas vidas (2Rs 6.1-7).
4. Qual a tipologia da madeira lançada no rio?
R. Cristo se lançando para nos salvar (Lc 19.10).
5. Qual a nossa responsabilidade diante do rio?
R. Fazer nossa parte estendendo a mão (Hb 2.3).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bíblia. Português. Atualizada da tradução de João Ferreira de Almeida, da Sociedade Bíblica do Brasil, 2010.
Revista do professor: Jovens e Adultos. Milagres do Antigo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Betel - 4º Trimestre de 2014. Ano 24 n° 93. Lição 10 - Elias e o milagre do machado flutuante.










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