TEXTO BÍBLICO BÁSICO Lucas 11.1 1 - E aconteceu que, estando ele a orar num certo lugar, quando acabou, lhe disse um dos seus discípulo...
TEXTO BÍBLICO BÁSICO
2ª feira - Lucas 11.1-13
Aprender a orar é discipulado e confiança
3ª feira - Jeremias 29.12-13
Sem teatro e sem ansiedade: o Pai vê
4ª feira - Mateus 7.7-11
Perseverança que nasce da bondade do Pai
5ª feira -Marcos 11.22-25
Fé e perdão no coração: oração sem duplicidade
6ª feira - João 15.7-11
Permanecer em Jesus: desejos e vida frutífera
Sábado - João 17.1-5
A oração que revela prioridades
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
A oração não é um ritual religioso nem uma fórmula para convencer Deus, mas um exercício de comunhão, dependência e submissão à sua vontade.
INTRODUÇÃO DA LIÇÃO
A oração ocupa um lugar central na vida cristã. Os Evangelhos mostram que Jesus orava constantemente: antes de tomar decisões importantes (Lc 6.12), antes de realizar grandes milagres (Jo 11.41-42), no Getsêmani (Mt 26.36-46) e até na cruz (Lc 23.34,46). Seu exemplo despertou nos discípulos o desejo de aprender a orar.
Curiosamente, eles nunca pediram: "Senhor, ensina-nos a pregar" ou "ensina-nos a fazer milagres". O pedido registrado em Lucas 11.1 foi:
"Senhor, ensina-nos a orar."
Eles compreenderam que a autoridade, a sabedoria e o poder vistos na vida de Jesus eram sustentados por uma profunda comunhão com o Pai.
Nesta lição aprenderemos que a oração verdadeira nasce de um coração sincero, é fundamentada na Palavra de Deus, persevera em fé e busca, acima de tudo, que a vontade do Senhor seja realizada.
COMENTÁRIO DO TEXTO ÁUREO
"Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito."
João 15.7
Este versículo faz parte do discurso de Jesus sobre a Videira Verdadeira (João 15).
O Senhor não está ensinando que o cristão pode pedir qualquer coisa de maneira egoísta.
Existe uma condição.
"Se permanecerdes em mim"
A palavra grega é:
μένω (menō)
Significa:
- permanecer;
- habitar;
- continuar unido;
- viver em comunhão constante.
A oração eficaz nasce da permanência em Cristo.
Quanto mais íntima é nossa comunhão com Jesus, mais nossos desejos passam a refletir a vontade de Deus.
"As minhas palavras permanecerem em vós"
Não basta conhecer alguns versículos.
Jesus ensina que sua Palavra deve habitar continuamente em nosso coração.
Quando a Palavra molda nossa mente, nossos pedidos tornam-se compatíveis com os propósitos divinos.
John Stott observa:
"A promessa não é um cheque em branco para nossos desejos, mas para desejos transformados pela Palavra de Deus."
Aplicação
A oração poderosa não depende da eloquência, mas da comunhão com Cristo.
COMENTÁRIO DA LEITURA BÍBLICA
Lucas 11.1
"Senhor, ensina-nos a orar."
Este pedido revela humildade.
Os discípulos reconheceram que não sabiam orar como deveriam.
"Ensina-nos"
O verbo grego é:
διδάσκω (didaskō)
Significa:
- ensinar;
- instruir;
- formar um discípulo.
Aprender a orar faz parte do discipulado cristão.
Assim como aprendemos a estudar a Bíblia, também aprendemos a desenvolver uma vida de oração.
Mateus 6.5-13
Este texto faz parte do Sermão do Monte.
Jesus apresenta três contrastes importantes.
1. A oração não deve ser exibicionismo (vv. 5-6)
Os fariseus gostavam de orar publicamente para serem admirados.
Jesus condena a motivação errada.
Palavra grega
ὑποκριτής (hypokritēs)
Originalmente significava:
- ator;
- alguém que interpreta um papel.
O hipócrita religioso representa diante das pessoas aquilo que não vive diante de Deus.
A verdadeira oração acontece primeiro no secreto.
Como ensina A. W. Tozer:
"O homem é aquilo que é quando está sozinho diante de Deus."
2. A oração não é repetição mecânica (vv. 7-8)
Jesus condena as chamadas "vãs repetições".
Palavra grega
βατταλογέω (battalogeō)
Significa:
- repetir palavras sem reflexão;
- falar mecanicamente;
- balbuciar frases vazias.
Jesus não condena a perseverança na oração.
Ele próprio orou repetidas vezes no Getsêmani.
O problema é pensar que muitas palavras obrigam Deus a responder.
3. A oração é relacionamento com o Pai (vv. 9-13)
A oração começa com:
"Pai nosso..."
A palavra usada por Jesus demonstra intimidade.
Na tradição judaica Deus era chamado de Pai, mas Jesus aprofunda essa relação ao ensinar seus discípulos a aproximarem-se dEle como filhos.
A ESTRUTURA DA ORAÇÃO DO PAI NOSSO
Jesus apresenta um modelo equilibrado.
Petição
Ensinamento
Santificado seja o teu nome
Adoração vem antes dos pedidos.
Venha o teu Reino
O Reino de Deus deve ser prioridade.
Seja feita tua vontade
Submissão completa ao Senhor.
O pão nosso
Dependência diária de Deus.
Perdoa-nos
Necessidade constante da graça.
Assim como perdoamos
A oração transforma nossos relacionamentos.
Livra-nos do mal
Reconhecimento da batalha espiritual.
COMENTÁRIO DOS TEXTOS DEVOCIONAIS
Segunda-feira — Lucas 11.1-13
Jesus ensina:
- como orar;
- por que perseverar;
- quem é o Pai.
A parábola do amigo importuno mostra que Deus responde não porque é incomodado, mas porque ama seus filhos.
Terça-feira — Jeremias 29.12-13
"Buscar-me-eis e me achareis."
A oração verdadeira envolve:
- busca;
- sinceridade;
- entrega do coração.
Deus procura relacionamento, não formalidade.
Quarta-feira — Mateus 7.7-11
Jesus apresenta três verbos:
- Pedi.
- Buscai.
- Batei.
Todos estão no presente contínuo.
A ideia é:
- continuem pedindo;
- continuem buscando;
- continuem batendo.
A perseverança nasce da confiança na bondade do Pai.
Quinta-feira — Marcos 11.22-25
Jesus une:
- fé;
- perdão;
- oração.
Quem guarda amargura dificulta sua comunhão com Deus.
O perdão não compra respostas.
Ele demonstra um coração transformado.
Sexta-feira — João 15.7-11
A oração frutífera depende da permanência em Cristo.
Sem comunhão não existe vida espiritual saudável.
Sábado — João 17.1-5
A chamada oração sacerdotal mostra as prioridades de Jesus.
Antes de pedir por si mesmo, Ele busca:
- glorificar o Pai;
- cumprir sua missão;
- salvar pessoas.
Essa oração revela que a vontade de Deus sempre ocupa o primeiro lugar.
PRINCIPAIS PALAVRAS GREGAS
Palavra
Grego
Significado
Aplicação
Ensinar
διδάσκω (didaskō)
Instruir um discípulo
Aprender a orar faz parte do discipulado.
Permanecer
μένω (menō)
Permanecer unido
A oração nasce da comunhão com Cristo.
Hipócrita
ὑποκριτής (hypokritēs)
Ator
Deus procura sinceridade.
Vãs repetições
βατταλογέω (battalogeō)
Repetição mecânica
Oração não é fórmula.
Pai
πατήρ (patēr)
Pai, protetor
A oração é um relacionamento filial.
LIÇÕES TEOLÓGICAS
Doutrina
Ensino
Deus como Pai
A oração é baseada na adoção espiritual dos crentes.
Soberania divina
A vontade de Deus está acima dos desejos humanos.
Santificação
A comunhão com Deus transforma quem ora.
Dependência
Toda necessidade deve ser apresentada ao Pai.
Perseverança
Deus responde segundo sua sabedoria e tempo.
APLICAÇÃO PESSOAL
A oração ensinada por Jesus vai muito além de um modelo para ser repetido. Ela revela como deve ser o coração daquele que se aproxima de Deus: um coração que adora antes de pedir, que busca a vontade do Pai antes dos próprios interesses, que depende da provisão diária, vive em constante arrependimento, perdoa os outros e reconhece sua necessidade da proteção divina.
A grande lição desta passagem é que a eficácia da oração não está na quantidade de palavras, na emoção ou na repetição de fórmulas, mas na comunhão com Deus por meio de Jesus Cristo. Quanto mais permanecemos em Cristo e sua Palavra permanece em nós (Jo 15.7), mais nossa vida de oração se torna alinhada aos propósitos do Reino e produz frutos que glorificam a Deus.
A oração não é um ritual religioso nem uma fórmula para convencer Deus, mas um exercício de comunhão, dependência e submissão à sua vontade.
INTRODUÇÃO DA LIÇÃO
A oração ocupa um lugar central na vida cristã. Os Evangelhos mostram que Jesus orava constantemente: antes de tomar decisões importantes (Lc 6.12), antes de realizar grandes milagres (Jo 11.41-42), no Getsêmani (Mt 26.36-46) e até na cruz (Lc 23.34,46). Seu exemplo despertou nos discípulos o desejo de aprender a orar.
Curiosamente, eles nunca pediram: "Senhor, ensina-nos a pregar" ou "ensina-nos a fazer milagres". O pedido registrado em Lucas 11.1 foi:
"Senhor, ensina-nos a orar."
Eles compreenderam que a autoridade, a sabedoria e o poder vistos na vida de Jesus eram sustentados por uma profunda comunhão com o Pai.
Nesta lição aprenderemos que a oração verdadeira nasce de um coração sincero, é fundamentada na Palavra de Deus, persevera em fé e busca, acima de tudo, que a vontade do Senhor seja realizada.
COMENTÁRIO DO TEXTO ÁUREO
"Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito."
João 15.7
Este versículo faz parte do discurso de Jesus sobre a Videira Verdadeira (João 15).
O Senhor não está ensinando que o cristão pode pedir qualquer coisa de maneira egoísta.
Existe uma condição.
"Se permanecerdes em mim"
A palavra grega é:
μένω (menō)
Significa:
- permanecer;
- habitar;
- continuar unido;
- viver em comunhão constante.
A oração eficaz nasce da permanência em Cristo.
Quanto mais íntima é nossa comunhão com Jesus, mais nossos desejos passam a refletir a vontade de Deus.
"As minhas palavras permanecerem em vós"
Não basta conhecer alguns versículos.
Jesus ensina que sua Palavra deve habitar continuamente em nosso coração.
Quando a Palavra molda nossa mente, nossos pedidos tornam-se compatíveis com os propósitos divinos.
John Stott observa:
"A promessa não é um cheque em branco para nossos desejos, mas para desejos transformados pela Palavra de Deus."
Aplicação
A oração poderosa não depende da eloquência, mas da comunhão com Cristo.
COMENTÁRIO DA LEITURA BÍBLICA
Lucas 11.1
"Senhor, ensina-nos a orar."
Este pedido revela humildade.
Os discípulos reconheceram que não sabiam orar como deveriam.
"Ensina-nos"
O verbo grego é:
διδάσκω (didaskō)
Significa:
- ensinar;
- instruir;
- formar um discípulo.
Aprender a orar faz parte do discipulado cristão.
Assim como aprendemos a estudar a Bíblia, também aprendemos a desenvolver uma vida de oração.
Mateus 6.5-13
Este texto faz parte do Sermão do Monte.
Jesus apresenta três contrastes importantes.
1. A oração não deve ser exibicionismo (vv. 5-6)
Os fariseus gostavam de orar publicamente para serem admirados.
Jesus condena a motivação errada.
Palavra grega
ὑποκριτής (hypokritēs)
Originalmente significava:
- ator;
- alguém que interpreta um papel.
O hipócrita religioso representa diante das pessoas aquilo que não vive diante de Deus.
A verdadeira oração acontece primeiro no secreto.
Como ensina A. W. Tozer:
"O homem é aquilo que é quando está sozinho diante de Deus."
2. A oração não é repetição mecânica (vv. 7-8)
Jesus condena as chamadas "vãs repetições".
Palavra grega
βατταλογέω (battalogeō)
Significa:
- repetir palavras sem reflexão;
- falar mecanicamente;
- balbuciar frases vazias.
Jesus não condena a perseverança na oração.
Ele próprio orou repetidas vezes no Getsêmani.
O problema é pensar que muitas palavras obrigam Deus a responder.
3. A oração é relacionamento com o Pai (vv. 9-13)
A oração começa com:
"Pai nosso..."
A palavra usada por Jesus demonstra intimidade.
Na tradição judaica Deus era chamado de Pai, mas Jesus aprofunda essa relação ao ensinar seus discípulos a aproximarem-se dEle como filhos.
A ESTRUTURA DA ORAÇÃO DO PAI NOSSO
Jesus apresenta um modelo equilibrado.
Petição | Ensinamento |
Santificado seja o teu nome | Adoração vem antes dos pedidos. |
Venha o teu Reino | O Reino de Deus deve ser prioridade. |
Seja feita tua vontade | Submissão completa ao Senhor. |
O pão nosso | Dependência diária de Deus. |
Perdoa-nos | Necessidade constante da graça. |
Assim como perdoamos | A oração transforma nossos relacionamentos. |
Livra-nos do mal | Reconhecimento da batalha espiritual. |
COMENTÁRIO DOS TEXTOS DEVOCIONAIS
Segunda-feira — Lucas 11.1-13
Jesus ensina:
- como orar;
- por que perseverar;
- quem é o Pai.
A parábola do amigo importuno mostra que Deus responde não porque é incomodado, mas porque ama seus filhos.
Terça-feira — Jeremias 29.12-13
"Buscar-me-eis e me achareis."
A oração verdadeira envolve:
- busca;
- sinceridade;
- entrega do coração.
Deus procura relacionamento, não formalidade.
Quarta-feira — Mateus 7.7-11
Jesus apresenta três verbos:
- Pedi.
- Buscai.
- Batei.
Todos estão no presente contínuo.
A ideia é:
- continuem pedindo;
- continuem buscando;
- continuem batendo.
A perseverança nasce da confiança na bondade do Pai.
Quinta-feira — Marcos 11.22-25
Jesus une:
- fé;
- perdão;
- oração.
Quem guarda amargura dificulta sua comunhão com Deus.
O perdão não compra respostas.
Ele demonstra um coração transformado.
Sexta-feira — João 15.7-11
A oração frutífera depende da permanência em Cristo.
Sem comunhão não existe vida espiritual saudável.
Sábado — João 17.1-5
A chamada oração sacerdotal mostra as prioridades de Jesus.
Antes de pedir por si mesmo, Ele busca:
- glorificar o Pai;
- cumprir sua missão;
- salvar pessoas.
Essa oração revela que a vontade de Deus sempre ocupa o primeiro lugar.
PRINCIPAIS PALAVRAS GREGAS
Palavra | Grego | Significado | Aplicação |
Ensinar | διδάσκω (didaskō) | Instruir um discípulo | Aprender a orar faz parte do discipulado. |
Permanecer | μένω (menō) | Permanecer unido | A oração nasce da comunhão com Cristo. |
Hipócrita | ὑποκριτής (hypokritēs) | Ator | Deus procura sinceridade. |
Vãs repetições | βατταλογέω (battalogeō) | Repetição mecânica | Oração não é fórmula. |
Pai | πατήρ (patēr) | Pai, protetor | A oração é um relacionamento filial. |
LIÇÕES TEOLÓGICAS
Doutrina | Ensino |
Deus como Pai | A oração é baseada na adoção espiritual dos crentes. |
Soberania divina | A vontade de Deus está acima dos desejos humanos. |
Santificação | A comunhão com Deus transforma quem ora. |
Dependência | Toda necessidade deve ser apresentada ao Pai. |
Perseverança | Deus responde segundo sua sabedoria e tempo. |
APLICAÇÃO PESSOAL
A oração ensinada por Jesus vai muito além de um modelo para ser repetido. Ela revela como deve ser o coração daquele que se aproxima de Deus: um coração que adora antes de pedir, que busca a vontade do Pai antes dos próprios interesses, que depende da provisão diária, vive em constante arrependimento, perdoa os outros e reconhece sua necessidade da proteção divina.
A grande lição desta passagem é que a eficácia da oração não está na quantidade de palavras, na emoção ou na repetição de fórmulas, mas na comunhão com Deus por meio de Jesus Cristo. Quanto mais permanecemos em Cristo e sua Palavra permanece em nós (Jo 15.7), mais nossa vida de oração se torna alinhada aos propósitos do Reino e produz frutos que glorificam a Deus.
OBJETIVOS
- discernir as principais distorções reprovadas por Jesus na prática da oração — hipocrisia, repetição vazia e orgulho;
- aplicar fundamentos essenciais ensinados pelo Mestre para uma vida de oração saudável — fé, perseverança, permanência na Palavra e oração em Seu nome;
- usar o Pai-nosso como modelo formativo, organizando o coração e as prioridades diante de Deus.
Gostou do site? Ajude-nos a Manter e melhorar ainda mais este Site. Nos abençoe Com Uma Oferta voluntária pelo PIX: TEL = (11)97828-5171 (Lucas 6:38)
DINAMICA EXTRA
Comentário de Hubner Braz
Para a Lição 03 - Aprendendo a Orar com o Mestre Jesus da Revista Central Gospel (focada no modelo do Pai-Nosso e na correção das distorções da oração), aqui estão duas excelentes opções de dinâmicas práticas e participativas para aplicar com seus alunos Jovens e Adultos.
Opção 1: Dinâmica "O Que Vem Primeiro?" (Foco: Prioridades na Oração)
O objetivo principal é ensinar que a oração ensinada por Jesus prioriza a soberania de Deus antes das nossas petições pessoais.
🛠️ Materiais necessários
- 7 a 8 caixas de papelão pequenas (ou pedaços de cartolina).
- Pincel atômico.
🚶 Passo a passo
- Escreva em cada caixa uma das partes/frases do Pai-Nosso (Ex: Santificado seja o Teu nome; Venha o Teu Reino; O pão nosso de cada dia; Perdoa as nossas dívidas; Não nos deixes cair em tentação, etc.).
- Misture as caixas em uma mesa na frente da sala.
- Chame três voluntários à frente.
- Peça para o grupo empilhar as caixas na ordem exata em que Jesus estruturou a oração.
- Dê um tempo limite de 1 a 2 minutos para que eles debatam e montem a torre de caixas.
💬 Aplicação Bíblica e Reflexão
- Mostre que as primeiras caixas (a base da torre) tratam exclusivamente da glória, reino e vontade de Deus.
- Explique que as nossas necessidades físicas e espirituais (pão, perdão, proteção) só aparecem na segunda metade.
- Conclusão: Jesus nos ensina que a oração correta alinha o nosso coração aos propósitos divinos primeiro, para depois tratarmos das nossas demandas diárias.
Opção 2: Dinâmica "O Termômetro da Oração" (Foco: Quebrando Distorções)
O objetivo principal é identificar e corrigir os erros comuns na vida de oração, como a hipocrisia e as vãs repetições que Jesus combateu.
🛠️ Materiais necessários
- Papel e caneta para os alunos.
- Uma caixinha ou sacola escura.
🚶 Passo a passo
- Distribua um pedaço de papel em branco para cada aluno da classe.
- Peça para escreverem anonimamente qual é a maior dificuldade que enfrentam ao orar (Ex: falta de tempo, mente distraída, achar que Deus não ouve, orar apenas para pedir coisas).
- Recolha todos os papéis dobrados dentro da caixinha e misture bem.
- Sorteie alguns papéis e leia em voz alta para a classe.
- Abra para debate: Pergunte à turma como os ensinamentos de Jesus na lição de hoje resolvem aquele problema específico citado no papel.
💬 Aplicação Bíblica e Reflexão
- Muitas vezes oramos de forma mecânica ou apenas em momentos de crise.
- Jesus nos ensina a orar ao "Pai" em secreto, gerando intimidade real e sincera, e não por mera obrigação ou exibicionismo.
Para a Lição 03 - Aprendendo a Orar com o Mestre Jesus da Revista Central Gospel (focada no modelo do Pai-Nosso e na correção das distorções da oração), aqui estão duas excelentes opções de dinâmicas práticas e participativas para aplicar com seus alunos Jovens e Adultos.
Opção 1: Dinâmica "O Que Vem Primeiro?" (Foco: Prioridades na Oração)
O objetivo principal é ensinar que a oração ensinada por Jesus prioriza a soberania de Deus antes das nossas petições pessoais.
🛠️ Materiais necessários
- 7 a 8 caixas de papelão pequenas (ou pedaços de cartolina).
- Pincel atômico.
🚶 Passo a passo
- Escreva em cada caixa uma das partes/frases do Pai-Nosso (Ex: Santificado seja o Teu nome; Venha o Teu Reino; O pão nosso de cada dia; Perdoa as nossas dívidas; Não nos deixes cair em tentação, etc.).
- Misture as caixas em uma mesa na frente da sala.
- Chame três voluntários à frente.
- Peça para o grupo empilhar as caixas na ordem exata em que Jesus estruturou a oração.
- Dê um tempo limite de 1 a 2 minutos para que eles debatam e montem a torre de caixas.
💬 Aplicação Bíblica e Reflexão
- Mostre que as primeiras caixas (a base da torre) tratam exclusivamente da glória, reino e vontade de Deus.
- Explique que as nossas necessidades físicas e espirituais (pão, perdão, proteção) só aparecem na segunda metade.
- Conclusão: Jesus nos ensina que a oração correta alinha o nosso coração aos propósitos divinos primeiro, para depois tratarmos das nossas demandas diárias.
Opção 2: Dinâmica "O Termômetro da Oração" (Foco: Quebrando Distorções)
O objetivo principal é identificar e corrigir os erros comuns na vida de oração, como a hipocrisia e as vãs repetições que Jesus combateu.
🛠️ Materiais necessários
- Papel e caneta para os alunos.
- Uma caixinha ou sacola escura.
🚶 Passo a passo
- Distribua um pedaço de papel em branco para cada aluno da classe.
- Peça para escreverem anonimamente qual é a maior dificuldade que enfrentam ao orar (Ex: falta de tempo, mente distraída, achar que Deus não ouve, orar apenas para pedir coisas).
- Recolha todos os papéis dobrados dentro da caixinha e misture bem.
- Sorteie alguns papéis e leia em voz alta para a classe.
- Abra para debate: Pergunte à turma como os ensinamentos de Jesus na lição de hoje resolvem aquele problema específico citado no papel.
💬 Aplicação Bíblica e Reflexão
- Muitas vezes oramos de forma mecânica ou apenas em momentos de crise.
- Jesus nos ensina a orar ao "Pai" em secreto, gerando intimidade real e sincera, e não por mera obrigação ou exibicionismo.
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
1. ORAÇÕES REPROVADAS PELO MESTRE JESUS
A primeira parte desta lição trata de um aspecto essencial da espiritualidade cristã: Jesus não apenas ensinou como devemos orar, mas também advertiu sobre como não devemos orar. Nos Evangelhos, o Senhor combate práticas religiosas que haviam transformado a oração em um instrumento de exibição, orgulho e formalismo. Seu objetivo não era abolir a oração pública nem desestimular a perseverança, mas restaurar sua verdadeira natureza: um relacionamento sincero entre o filho e o Pai celestial.
No contexto do Sermão do Monte (Mateus 5–7), Jesus confronta especialmente a religiosidade dos escribas e fariseus. Eles haviam transformado disciplinas espirituais — esmolas, jejum e oração — em meios de conquistar prestígio diante das pessoas (Mt 6.1-18). Cristo mostra que Deus não avalia a aparência da devoção, mas a sinceridade do coração.
1.1. Orações que visam à autopromoção
"E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens." (Mt 6.5)
O problema denunciado por Jesus não era orar em público. A própria Bíblia registra diversas orações públicas aprovadas por Deus (1Rs 8; At 4.24-31). O pecado estava na motivação.
A expressão "para serem vistos" revela que esses homens utilizavam a oração como espetáculo religioso.
Análise da palavra grega
A palavra hipócritas traduz o termo grego:
ὑποκριτής (hypokritēs)
Originalmente designava um:
- ator de teatro;
- intérprete de um personagem;
- alguém que usa uma máscara.
Jesus utiliza essa palavra para mostrar que aquelas pessoas representavam uma espiritualidade que não correspondia à realidade interior.
Outro termo importante é:
θεαθῶσιν (theathōsin)
Derivado de θεάομαι (theáomai)
Significa:
- ser observado;
- tornar-se espetáculo;
- chamar atenção.
A oração havia deixado de ser dirigida a Deus e passou a ser dirigida ao público.
Comentário teológico
John Stott, em A Mensagem do Sermão do Monte, afirma que o hipócrita transforma Deus em mero espectador enquanto busca a aprovação das pessoas. A verdadeira oração, porém, é um encontro entre o coração humano e o Pai celestial.
D. A. Carson observa que Jesus não condena a publicidade da oração, mas o desejo deliberado de impressionar.
Aplicação pessoal
Vivemos na era da exposição constante. O cristão precisa avaliar continuamente suas motivações:
- Estou orando para Deus ou para ser admirado?
- Minha devoção permanece quando ninguém está olhando?
A oração secreta fortalece a comunhão pública.
1.2. Orações baseadas em vãs repetições
"E, orando, não useis de vãs repetições..." (Mt 6.7)
Jesus agora compara seus discípulos aos gentios.
Na religiosidade pagã, acreditava-se que repetir inúmeras fórmulas obrigaria a divindade a responder.
O Senhor rejeita essa ideia.
Palavra grega
A expressão:
βατταλογήσητε (battalogēsēte)
É um verbo raro no Novo Testamento.
Pode significar:
- repetir mecanicamente;
- balbuciar palavras;
- multiplicar frases sem reflexão.
Não se refere à perseverança na oração.
Jesus orou três vezes no Getsêmani (Mt 26.44).
Paulo pediu três vezes que o espinho fosse retirado (2Co 12.8).
Os primeiros cristãos perseveravam continuamente em oração (At 1.14).
Logo, o problema não está na repetição em si, mas na repetição vazia, sem fé e sem comunhão.
Deus conhece nossas necessidades
Jesus acrescenta:
"Vosso Pai sabe o que vos é necessário."
Essa afirmação ensina duas verdades importantes:
- Deus é onisciente.
- A oração não informa Deus; transforma quem ora.
Como escreve Leon Morris, a oração não existe para convencer Deus a agir, mas para alinhar nosso coração à vontade dEle.
Aplicação pessoal
A oração cristã não é um mantra.
Ela também não depende da quantidade de palavras.
Uma oração simples, feita com sinceridade, vale muito mais do que longos discursos vazios.
1.3. Orações cheias de hipocrisia
"Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim." (Mt 15.8)
Jesus cita Isaías 29.13 para denunciar uma religião apenas exterior.
Os lábios pronunciavam belas palavras.
O coração permanecia distante.
Palavra hebraica
No texto de Isaías aparece:
לֵב (lev)
Significa:
- coração;
- centro da personalidade;
- sede da vontade e das emoções.
Na mentalidade hebraica, o coração representa toda a vida interior.
Assim, Deus não procura apenas palavras corretas.
Ele procura um coração rendido.
Comentário teológico
Matthew Henry afirma que Deus rejeita toda devoção cuja aparência é maior do que a realidade espiritual.
A. W. Tozer escreveu:
"A oração que não passa de palavras é como incenso sem fogo."
Ou seja, falta-lhe aquilo que realmente sobe à presença de Deus: um coração quebrantado.
Aplicação pessoal
É possível:
- cantar sem adorar;
- ler sem meditar;
- orar sem conversar com Deus.
Jesus ensina que a oração verdadeira envolve sinceridade, arrependimento e desejo de obedecer.
1.4. Orações marcadas por um espírito orgulhoso
Lucas 18.9-14
A parábola do fariseu e do publicano talvez seja a mais forte advertência de Jesus sobre a oração.
O fariseu inicia sua oração exaltando a si mesmo.
O publicano começa reconhecendo sua miséria espiritual.
Palavra grega
O verbo usado para o fariseu é:
ἑστώς (hestōs)
"Estando em pé."
A postura física não era o problema.
Muitos homens de Deus oravam em pé.
O problema era sua atitude interior.
Jesus afirma que ele:
"Orava de si para si mesmo."
Sua oração girava ao redor do próprio ego.
Já o publicano clama:
"Tem misericórdia de mim."
A palavra utilizada é:
ἱλάσθητί (hilásthēti)
Derivada de:
ἱλάσκομαι (hilaskomai)
Significa:
- ser propício;
- conceder expiação;
- demonstrar misericórdia.
O publicano reconhece que depende exclusivamente da graça de Deus.
A justificação
Jesus conclui:
"Este desceu justificado."
A palavra grega é:
δεδικαιωμένος (dedikaiōmenos)
Deriva de:
δικαιόω (dikaioō)
Significa:
- declarar justo;
- absolver;
- considerar inocente.
Mesmo antes da plena revelação da cruz, Jesus já apontava que a aceitação diante de Deus nunca seria conquistada pelo mérito humano, mas pela misericórdia divina.
Como observa Craig Keener, essa parábola antecipa a doutrina da justificação pela graça que Paulo desenvolveria em Romanos e Gálatas.
Tabela Expositiva
Oração reprovada
Texto
Erro principal
Ensino de Jesus
Aplicação
Autopromoção
Mt 6.5-6
Buscar aprovação humana
Ore para Deus, não para impressionar pessoas
Cultive a devoção secreta.
Vãs repetições
Mt 6.7-8
Confiar em fórmulas e muitas palavras
Deus conhece nossas necessidades
Ore com fé e sinceridade.
Hipocrisia
Mt 15.8
Lábios próximos, coração distante
Deus procura adoradores sinceros
Examine continuamente seu coração.
Orgulho espiritual
Lc 18.9-14
Confiar nas próprias obras
Deus exalta os humildes
Aproxime-se do Senhor em arrependimento e dependência da graça.
Aplicação Final
O ensino de Jesus continua extremamente atual. Em uma época marcada pela exposição nas redes sociais, pela religiosidade superficial e pela busca de reconhecimento, Cristo nos convida a recuperar a essência da oração: uma conversa sincera entre o filho e o Pai. A eficácia da oração não está na eloquência, na quantidade de palavras, na aparência de espiritualidade ou nos méritos pessoais, mas em um coração humilde, íntegro e totalmente dependente da graça de Deus. Quem aprende a orar dessa maneira experimenta não apenas respostas às suas petições, mas, acima de tudo, uma comunhão cada vez mais profunda com o Senhor.
1. ORAÇÕES REPROVADAS PELO MESTRE JESUS
A primeira parte desta lição trata de um aspecto essencial da espiritualidade cristã: Jesus não apenas ensinou como devemos orar, mas também advertiu sobre como não devemos orar. Nos Evangelhos, o Senhor combate práticas religiosas que haviam transformado a oração em um instrumento de exibição, orgulho e formalismo. Seu objetivo não era abolir a oração pública nem desestimular a perseverança, mas restaurar sua verdadeira natureza: um relacionamento sincero entre o filho e o Pai celestial.
No contexto do Sermão do Monte (Mateus 5–7), Jesus confronta especialmente a religiosidade dos escribas e fariseus. Eles haviam transformado disciplinas espirituais — esmolas, jejum e oração — em meios de conquistar prestígio diante das pessoas (Mt 6.1-18). Cristo mostra que Deus não avalia a aparência da devoção, mas a sinceridade do coração.
1.1. Orações que visam à autopromoção
"E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens." (Mt 6.5)
O problema denunciado por Jesus não era orar em público. A própria Bíblia registra diversas orações públicas aprovadas por Deus (1Rs 8; At 4.24-31). O pecado estava na motivação.
A expressão "para serem vistos" revela que esses homens utilizavam a oração como espetáculo religioso.
Análise da palavra grega
A palavra hipócritas traduz o termo grego:
ὑποκριτής (hypokritēs)
Originalmente designava um:
- ator de teatro;
- intérprete de um personagem;
- alguém que usa uma máscara.
Jesus utiliza essa palavra para mostrar que aquelas pessoas representavam uma espiritualidade que não correspondia à realidade interior.
Outro termo importante é:
θεαθῶσιν (theathōsin)
Derivado de θεάομαι (theáomai)
Significa:
- ser observado;
- tornar-se espetáculo;
- chamar atenção.
A oração havia deixado de ser dirigida a Deus e passou a ser dirigida ao público.
Comentário teológico
John Stott, em A Mensagem do Sermão do Monte, afirma que o hipócrita transforma Deus em mero espectador enquanto busca a aprovação das pessoas. A verdadeira oração, porém, é um encontro entre o coração humano e o Pai celestial.
D. A. Carson observa que Jesus não condena a publicidade da oração, mas o desejo deliberado de impressionar.
Aplicação pessoal
Vivemos na era da exposição constante. O cristão precisa avaliar continuamente suas motivações:
- Estou orando para Deus ou para ser admirado?
- Minha devoção permanece quando ninguém está olhando?
A oração secreta fortalece a comunhão pública.
1.2. Orações baseadas em vãs repetições
"E, orando, não useis de vãs repetições..." (Mt 6.7)
Jesus agora compara seus discípulos aos gentios.
Na religiosidade pagã, acreditava-se que repetir inúmeras fórmulas obrigaria a divindade a responder.
O Senhor rejeita essa ideia.
Palavra grega
A expressão:
βατταλογήσητε (battalogēsēte)
É um verbo raro no Novo Testamento.
Pode significar:
- repetir mecanicamente;
- balbuciar palavras;
- multiplicar frases sem reflexão.
Não se refere à perseverança na oração.
Jesus orou três vezes no Getsêmani (Mt 26.44).
Paulo pediu três vezes que o espinho fosse retirado (2Co 12.8).
Os primeiros cristãos perseveravam continuamente em oração (At 1.14).
Logo, o problema não está na repetição em si, mas na repetição vazia, sem fé e sem comunhão.
Deus conhece nossas necessidades
Jesus acrescenta:
"Vosso Pai sabe o que vos é necessário."
Essa afirmação ensina duas verdades importantes:
- Deus é onisciente.
- A oração não informa Deus; transforma quem ora.
Como escreve Leon Morris, a oração não existe para convencer Deus a agir, mas para alinhar nosso coração à vontade dEle.
Aplicação pessoal
A oração cristã não é um mantra.
Ela também não depende da quantidade de palavras.
Uma oração simples, feita com sinceridade, vale muito mais do que longos discursos vazios.
1.3. Orações cheias de hipocrisia
"Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim." (Mt 15.8)
Jesus cita Isaías 29.13 para denunciar uma religião apenas exterior.
Os lábios pronunciavam belas palavras.
O coração permanecia distante.
Palavra hebraica
No texto de Isaías aparece:
לֵב (lev)
Significa:
- coração;
- centro da personalidade;
- sede da vontade e das emoções.
Na mentalidade hebraica, o coração representa toda a vida interior.
Assim, Deus não procura apenas palavras corretas.
Ele procura um coração rendido.
Comentário teológico
Matthew Henry afirma que Deus rejeita toda devoção cuja aparência é maior do que a realidade espiritual.
A. W. Tozer escreveu:
"A oração que não passa de palavras é como incenso sem fogo."
Ou seja, falta-lhe aquilo que realmente sobe à presença de Deus: um coração quebrantado.
Aplicação pessoal
É possível:
- cantar sem adorar;
- ler sem meditar;
- orar sem conversar com Deus.
Jesus ensina que a oração verdadeira envolve sinceridade, arrependimento e desejo de obedecer.
1.4. Orações marcadas por um espírito orgulhoso
Lucas 18.9-14
A parábola do fariseu e do publicano talvez seja a mais forte advertência de Jesus sobre a oração.
O fariseu inicia sua oração exaltando a si mesmo.
O publicano começa reconhecendo sua miséria espiritual.
Palavra grega
O verbo usado para o fariseu é:
ἑστώς (hestōs)
"Estando em pé."
A postura física não era o problema.
Muitos homens de Deus oravam em pé.
O problema era sua atitude interior.
Jesus afirma que ele:
"Orava de si para si mesmo."
Sua oração girava ao redor do próprio ego.
Já o publicano clama:
"Tem misericórdia de mim."
A palavra utilizada é:
ἱλάσθητί (hilásthēti)
Derivada de:
ἱλάσκομαι (hilaskomai)
Significa:
- ser propício;
- conceder expiação;
- demonstrar misericórdia.
O publicano reconhece que depende exclusivamente da graça de Deus.
A justificação
Jesus conclui:
"Este desceu justificado."
A palavra grega é:
δεδικαιωμένος (dedikaiōmenos)
Deriva de:
δικαιόω (dikaioō)
Significa:
- declarar justo;
- absolver;
- considerar inocente.
Mesmo antes da plena revelação da cruz, Jesus já apontava que a aceitação diante de Deus nunca seria conquistada pelo mérito humano, mas pela misericórdia divina.
Como observa Craig Keener, essa parábola antecipa a doutrina da justificação pela graça que Paulo desenvolveria em Romanos e Gálatas.
Tabela Expositiva
Oração reprovada | Texto | Erro principal | Ensino de Jesus | Aplicação |
Autopromoção | Mt 6.5-6 | Buscar aprovação humana | Ore para Deus, não para impressionar pessoas | Cultive a devoção secreta. |
Vãs repetições | Mt 6.7-8 | Confiar em fórmulas e muitas palavras | Deus conhece nossas necessidades | Ore com fé e sinceridade. |
Hipocrisia | Mt 15.8 | Lábios próximos, coração distante | Deus procura adoradores sinceros | Examine continuamente seu coração. |
Orgulho espiritual | Lc 18.9-14 | Confiar nas próprias obras | Deus exalta os humildes | Aproxime-se do Senhor em arrependimento e dependência da graça. |
Aplicação Final
O ensino de Jesus continua extremamente atual. Em uma época marcada pela exposição nas redes sociais, pela religiosidade superficial e pela busca de reconhecimento, Cristo nos convida a recuperar a essência da oração: uma conversa sincera entre o filho e o Pai. A eficácia da oração não está na eloquência, na quantidade de palavras, na aparência de espiritualidade ou nos méritos pessoais, mas em um coração humilde, íntegro e totalmente dependente da graça de Deus. Quem aprende a orar dessa maneira experimenta não apenas respostas às suas petições, mas, acima de tudo, uma comunhão cada vez mais profunda com o Senhor.
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
2. ENSINOS ESSENCIAIS DO MESTRE SOBRE A ORAÇÃO
Depois de corrigir os desvios da prática religiosa de seu tempo, Jesus passa a ensinar os princípios positivos da oração cristã. Seus ensinos mostram que a oração não é uma técnica para manipular Deus, nem um ritual vazio, mas uma expressão da comunhão entre o Pai e seus filhos. Nos Evangelhos, a oração está fundamentada em quatro pilares: fé, perseverança, permanência em Cristo e confiança na mediação do Filho.
Esses princípios revelam que a eficácia da oração não depende da eloquência humana, mas da confiança em Deus, da obediência à sua Palavra e da comunhão contínua com Cristo.
2.1. Devemos orar com fé
"E tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis." (Mt 21.22)
A fé é o fundamento da oração cristã. Jesus ensina que quem ora deve aproximar-se de Deus confiando plenamente em seu caráter, em suas promessas e em sua soberania.
Essa confiança não nasce do otimismo humano, mas da certeza de que Deus é Pai amoroso e conhece perfeitamente as necessidades de seus filhos (Mt 7.7-11).
Análise da palavra grega
A palavra fé é:
πίστις (pístis)
Significa:
- confiança;
- fidelidade;
- firme convicção;
- dependência.
No Novo Testamento, pístis não representa apenas acreditar que Deus existe, mas confiar inteiramente nEle.
Em Mateus 21.22, o verbo πιστεύω (pisteúō) aparece no particípio:
"crendo"
A ideia é de uma confiança contínua durante toda a oração.
"Sem duvidar no coração"
Em Marcos 11.23 Jesus afirma:
"e não duvidar em seu coração."
A palavra grega para "duvidar" é:
διακρίνω (diakrínō)
Literalmente significa:
- dividir;
- separar;
- vacilar entre duas posições.
O problema não é experimentar momentos de luta interior.
O próprio pai do menino endemoninhado declarou:
"Creio; ajuda a minha incredulidade." (Mc 9.24)
Jesus não rejeitou aquela oração.
Assim, a dúvida condenada por Cristo é a incredulidade deliberada que impede a confiança em Deus.
Como observa Leon Morris, a verdadeira fé não elimina todas as perguntas, mas continua confiando mesmo quando não possui todas as respostas.
Aplicação pessoal
Orar com fé significa descansar no caráter de Deus.
Nem sempre Deus responde como esperamos.
Mas sempre responde conforme sua sabedoria perfeita.
Nossa confiança deve estar mais no Deus que responde do que na resposta esperada.
2.2. Devemos orar com perseverança
"Importa orar sempre e nunca desfalecer." (Lc 18.1)
Jesus utiliza duas parábolas para ensinar a perseverança:
- o amigo importuno (Lc 11.5-8);
- a viúva persistente diante do juiz injusto (Lc 18.1-8).
Nos dois casos, o objetivo não é mostrar que Deus precisa ser convencido.
Ao contrário.
Jesus estabelece um contraste.
Se pessoas imperfeitas finalmente atendem aos pedidos insistentes, quanto mais Deus, que é infinitamente bom, ouvirá seus filhos.
Os verbos de Mateus 7.7
Jesus utiliza três imperativos no presente contínuo:
αἰτεῖτε (aiteíte)
Continuem pedindo.
ζητεῖτε (zēteíte)
Continuem buscando.
κρούετε (kroúete)
Continuem batendo.
O tempo verbal indica ação contínua.
Não é um pedido ocasional.
É uma vida inteira de dependência de Deus.
Perseverança não é incredulidade
A perseverança não significa que Deus demora porque precisa ser convencido.
Ela produz:
- maturidade;
- paciência;
- confiança;
- intimidade com Deus.
Craig Keener observa que a oração persistente molda o coração do discípulo para receber aquilo que Deus já preparou segundo sua vontade.
Aplicação pessoal
Quem persevera na oração aprende que Deus trabalha tanto enquanto esperamos quanto quando finalmente responde.
A espera também faz parte do processo de santificação.
2.3. Devemos orar conectados em Cristo e alinhados com a Palavra
"Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós..." (Jo 15.7)
Talvez este seja o ensino mais profundo sobre a oração.
Jesus liga diretamente a eficácia da oração à permanência nEle.
Palavra grega
μένω (ménō)
Significa:
- permanecer;
- habitar;
- continuar unido;
- manter comunhão constante.
A imagem da videira mostra que o ramo não produz fruto por esforço próprio.
Sua vida depende da ligação contínua com o tronco.
Assim acontece com a oração.
Ela flui naturalmente de uma vida ligada a Cristo.
A Palavra molda nossos pedidos
Jesus acrescenta:
"...e as minhas palavras permanecerem em vós."
A oração cristã jamais pode ser separada das Escrituras.
Quanto mais a Palavra habita em nosso coração, mais nossos desejos são transformados.
Por isso, a oração deixa de ser apenas uma lista de pedidos.
Ela torna-se um diálogo em que Deus também fala por meio das Escrituras.
Dallas Willard afirma que permanecer em Cristo significa viver continuamente sob sua influência, permitindo que toda a vida seja transformada por Ele.
Aplicação pessoal
Quanto mais conhecemos a Bíblia, mais aprendemos a orar segundo a vontade de Deus.
Quem permanece em Cristo aprende a desejar aquilo que Cristo deseja.
2.4. Devemos orar em Seu nome
"Tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei." (Jo 14.13)
Uma das expressões mais conhecidas da oração cristã é:
"Em nome de Jesus."
Entretanto, Jesus não estava ensinando uma fórmula litúrgica.
Ele ensinava uma verdade teológica profunda.
Palavra grega
A palavra nome é:
ὄνομα (ónoma)
Na cultura bíblica, o nome representa:
- identidade;
- autoridade;
- caráter;
- missão.
Orar em nome de Jesus significa apresentar-se diante de Deus sustentado pela autoridade e pelos méritos de Cristo.
Não confiamos:
- em nossa santidade;
- em nossas obras;
- em nossa justiça.
Confiamos exclusivamente na obra consumada da cruz.
A mediação de Cristo
Toda oração cristã é possível porque existe um único Mediador.
Paulo afirma:
"Há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem." (1Tm 2.5)
Como ensina John Owen, orar em nome de Cristo significa aproximar-se de Deus apoiado exclusivamente na pessoa, no sacerdócio e na obra redentora do Senhor Jesus.
Aplicação pessoal
Encerrar uma oração dizendo "em nome de Jesus" só faz sentido quando toda a oração foi feita em submissão à sua vontade.
Não é uma fórmula mágica.
É uma declaração de dependência da graça de Cristo.
Tabela Expositiva
Princípio
Texto
Palavra original
Ensino
Aplicação
Orar com fé
Mt 21.22; Mc 11.23-24
πίστις (pístis)
Confiança no caráter de Deus
Creia nas promessas do Senhor mesmo durante a espera.
Orar com perseverança
Lc 11.5-8; 18.1-8
αἰτεῖτε (aiteíte)
Persistência baseada na bondade do Pai
Não desista de buscar a Deus.
Permanecer em Cristo
Jo 15.7
μένω (ménō)
Comunhão contínua produz oração eficaz
Alimente diariamente sua vida na Palavra e na oração.
Orar em nome de Jesus
Jo 14.13-14
ὄνομα (ónoma)
Aproximar-se de Deus pelos méritos de Cristo
Confie exclusivamente na obra redentora de Jesus.
Reflexão Teológica
Os ensinos de Jesus revelam que a oração eficaz nasce de um relacionamento vivo com Deus. A fé confia no Pai, a perseverança permanece mesmo quando a resposta tarda, a permanência em Cristo molda os desejos segundo a Palavra, e a oração em nome de Jesus reconhece que só temos livre acesso ao Pai por causa da sua obra redentora. Assim, a oração deixa de ser apenas um momento de apresentar pedidos e torna-se um caminho contínuo de comunhão, transformação e conformidade com a vontade de Deus. Como escreveu Andrew Murray, "A oração não prepara apenas a resposta; ela prepara o coração daquele que ora para viver segundo os propósitos do Senhor."
2. ENSINOS ESSENCIAIS DO MESTRE SOBRE A ORAÇÃO
Depois de corrigir os desvios da prática religiosa de seu tempo, Jesus passa a ensinar os princípios positivos da oração cristã. Seus ensinos mostram que a oração não é uma técnica para manipular Deus, nem um ritual vazio, mas uma expressão da comunhão entre o Pai e seus filhos. Nos Evangelhos, a oração está fundamentada em quatro pilares: fé, perseverança, permanência em Cristo e confiança na mediação do Filho.
Esses princípios revelam que a eficácia da oração não depende da eloquência humana, mas da confiança em Deus, da obediência à sua Palavra e da comunhão contínua com Cristo.
2.1. Devemos orar com fé
"E tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis." (Mt 21.22)
A fé é o fundamento da oração cristã. Jesus ensina que quem ora deve aproximar-se de Deus confiando plenamente em seu caráter, em suas promessas e em sua soberania.
Essa confiança não nasce do otimismo humano, mas da certeza de que Deus é Pai amoroso e conhece perfeitamente as necessidades de seus filhos (Mt 7.7-11).
Análise da palavra grega
A palavra fé é:
πίστις (pístis)
Significa:
- confiança;
- fidelidade;
- firme convicção;
- dependência.
No Novo Testamento, pístis não representa apenas acreditar que Deus existe, mas confiar inteiramente nEle.
Em Mateus 21.22, o verbo πιστεύω (pisteúō) aparece no particípio:
"crendo"
A ideia é de uma confiança contínua durante toda a oração.
"Sem duvidar no coração"
Em Marcos 11.23 Jesus afirma:
"e não duvidar em seu coração."
A palavra grega para "duvidar" é:
διακρίνω (diakrínō)
Literalmente significa:
- dividir;
- separar;
- vacilar entre duas posições.
O problema não é experimentar momentos de luta interior.
O próprio pai do menino endemoninhado declarou:
"Creio; ajuda a minha incredulidade." (Mc 9.24)
Jesus não rejeitou aquela oração.
Assim, a dúvida condenada por Cristo é a incredulidade deliberada que impede a confiança em Deus.
Como observa Leon Morris, a verdadeira fé não elimina todas as perguntas, mas continua confiando mesmo quando não possui todas as respostas.
Aplicação pessoal
Orar com fé significa descansar no caráter de Deus.
Nem sempre Deus responde como esperamos.
Mas sempre responde conforme sua sabedoria perfeita.
Nossa confiança deve estar mais no Deus que responde do que na resposta esperada.
2.2. Devemos orar com perseverança
"Importa orar sempre e nunca desfalecer." (Lc 18.1)
Jesus utiliza duas parábolas para ensinar a perseverança:
- o amigo importuno (Lc 11.5-8);
- a viúva persistente diante do juiz injusto (Lc 18.1-8).
Nos dois casos, o objetivo não é mostrar que Deus precisa ser convencido.
Ao contrário.
Jesus estabelece um contraste.
Se pessoas imperfeitas finalmente atendem aos pedidos insistentes, quanto mais Deus, que é infinitamente bom, ouvirá seus filhos.
Os verbos de Mateus 7.7
Jesus utiliza três imperativos no presente contínuo:
αἰτεῖτε (aiteíte)
Continuem pedindo.
ζητεῖτε (zēteíte)
Continuem buscando.
κρούετε (kroúete)
Continuem batendo.
O tempo verbal indica ação contínua.
Não é um pedido ocasional.
É uma vida inteira de dependência de Deus.
Perseverança não é incredulidade
A perseverança não significa que Deus demora porque precisa ser convencido.
Ela produz:
- maturidade;
- paciência;
- confiança;
- intimidade com Deus.
Craig Keener observa que a oração persistente molda o coração do discípulo para receber aquilo que Deus já preparou segundo sua vontade.
Aplicação pessoal
Quem persevera na oração aprende que Deus trabalha tanto enquanto esperamos quanto quando finalmente responde.
A espera também faz parte do processo de santificação.
2.3. Devemos orar conectados em Cristo e alinhados com a Palavra
"Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós..." (Jo 15.7)
Talvez este seja o ensino mais profundo sobre a oração.
Jesus liga diretamente a eficácia da oração à permanência nEle.
Palavra grega
μένω (ménō)
Significa:
- permanecer;
- habitar;
- continuar unido;
- manter comunhão constante.
A imagem da videira mostra que o ramo não produz fruto por esforço próprio.
Sua vida depende da ligação contínua com o tronco.
Assim acontece com a oração.
Ela flui naturalmente de uma vida ligada a Cristo.
A Palavra molda nossos pedidos
Jesus acrescenta:
"...e as minhas palavras permanecerem em vós."
A oração cristã jamais pode ser separada das Escrituras.
Quanto mais a Palavra habita em nosso coração, mais nossos desejos são transformados.
Por isso, a oração deixa de ser apenas uma lista de pedidos.
Ela torna-se um diálogo em que Deus também fala por meio das Escrituras.
Dallas Willard afirma que permanecer em Cristo significa viver continuamente sob sua influência, permitindo que toda a vida seja transformada por Ele.
Aplicação pessoal
Quanto mais conhecemos a Bíblia, mais aprendemos a orar segundo a vontade de Deus.
Quem permanece em Cristo aprende a desejar aquilo que Cristo deseja.
2.4. Devemos orar em Seu nome
"Tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei." (Jo 14.13)
Uma das expressões mais conhecidas da oração cristã é:
"Em nome de Jesus."
Entretanto, Jesus não estava ensinando uma fórmula litúrgica.
Ele ensinava uma verdade teológica profunda.
Palavra grega
A palavra nome é:
ὄνομα (ónoma)
Na cultura bíblica, o nome representa:
- identidade;
- autoridade;
- caráter;
- missão.
Orar em nome de Jesus significa apresentar-se diante de Deus sustentado pela autoridade e pelos méritos de Cristo.
Não confiamos:
- em nossa santidade;
- em nossas obras;
- em nossa justiça.
Confiamos exclusivamente na obra consumada da cruz.
A mediação de Cristo
Toda oração cristã é possível porque existe um único Mediador.
Paulo afirma:
"Há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem." (1Tm 2.5)
Como ensina John Owen, orar em nome de Cristo significa aproximar-se de Deus apoiado exclusivamente na pessoa, no sacerdócio e na obra redentora do Senhor Jesus.
Aplicação pessoal
Encerrar uma oração dizendo "em nome de Jesus" só faz sentido quando toda a oração foi feita em submissão à sua vontade.
Não é uma fórmula mágica.
É uma declaração de dependência da graça de Cristo.
Tabela Expositiva
Princípio | Texto | Palavra original | Ensino | Aplicação |
Orar com fé | Mt 21.22; Mc 11.23-24 | πίστις (pístis) | Confiança no caráter de Deus | Creia nas promessas do Senhor mesmo durante a espera. |
Orar com perseverança | Lc 11.5-8; 18.1-8 | αἰτεῖτε (aiteíte) | Persistência baseada na bondade do Pai | Não desista de buscar a Deus. |
Permanecer em Cristo | Jo 15.7 | μένω (ménō) | Comunhão contínua produz oração eficaz | Alimente diariamente sua vida na Palavra e na oração. |
Orar em nome de Jesus | Jo 14.13-14 | ὄνομα (ónoma) | Aproximar-se de Deus pelos méritos de Cristo | Confie exclusivamente na obra redentora de Jesus. |
Reflexão Teológica
Os ensinos de Jesus revelam que a oração eficaz nasce de um relacionamento vivo com Deus. A fé confia no Pai, a perseverança permanece mesmo quando a resposta tarda, a permanência em Cristo molda os desejos segundo a Palavra, e a oração em nome de Jesus reconhece que só temos livre acesso ao Pai por causa da sua obra redentora. Assim, a oração deixa de ser apenas um momento de apresentar pedidos e torna-se um caminho contínuo de comunhão, transformação e conformidade com a vontade de Deus. Como escreveu Andrew Murray, "A oração não prepara apenas a resposta; ela prepara o coração daquele que ora para viver segundo os propósitos do Senhor."
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
3. O MESTRE NOS DÁ UM MODELO: O PAI-NOSSO
Após corrigir os erros da oração (Mt 6.5-8), Jesus não deixa seus discípulos sem direção. Ele lhes oferece um modelo perfeito de oração, conhecido como Pai-Nosso (Mt 6.9-13). Essa oração não deve ser entendida apenas como uma fórmula para ser repetida, mas como um padrão que organiza as prioridades espirituais do discípulo.
A estrutura do Pai-Nosso revela uma progressão extraordinária. A oração começa em Deus, passa pelo Reino, alcança as necessidades humanas e termina reconhecendo nossa dependência diária da graça divina. Antes de ensinar o que pedir, Jesus ensina como nos aproximar de Deus.
Como observa R. C. Sproul, "o Pai-Nosso é uma escola de oração; nele aprendemos a pensar como filhos e a viver como cidadãos do Reino."
3.1. "Pai nosso, que estás nos céus" — A oração que começa pela filiação
"Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome." (Mt 6.9)
Jesus inicia a oração com uma palavra revolucionária.
No judaísmo do primeiro século Deus era reconhecido como Pai de Israel, porém raramente alguém se dirigia a Ele com tamanha intimidade.
Cristo ensina seus discípulos a aproximarem-se de Deus como filhos.
Análise das palavras gregas
Pai
Πατήρ (Patēr)
Significa:
- pai;
- protetor;
- provedor;
- aquele que gera e sustenta.
Jesus revela que Deus não é apenas o Criador do universo, mas também o Pai daqueles que pertencem à sua família.
Nosso
ἡμῶν (hēmōn)
Significa:
- nosso;
- pertencente a todos nós.
A oração cristã nunca é individualista.
Mesmo quando oramos sozinhos, pertencemos ao Corpo de Cristo.
Como afirma Joachim Jeremias, o uso da expressão aramaica Abba revela uma intimidade inédita, sem diminuir a reverência diante da santidade divina.
Santificado seja o teu nome
A palavra "santificado" vem do verbo grego:
ἁγιάζω (hagiazō)
Significa:
- tornar santo;
- reconhecer como santo;
- separar para Deus.
Não significa que possamos tornar Deus mais santo.
Significa reconhecer sua santidade e desejar que ela seja conhecida em toda a terra.
Antes de apresentar pedidos, Jesus conduz seus discípulos à adoração.
Aplicação
A oração começa olhando para Deus.
Quando Deus ocupa o primeiro lugar, todas as demais prioridades encontram seu devido lugar.
3.2. "Venha o teu Reino" — A oração que se alinha ao governo de Deus
"Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade..." (Mt 6.10)
Depois da adoração, Jesus conduz seus discípulos à submissão.
Orar pelo Reino significa desejar que o governo de Deus seja estabelecido primeiro em nosso coração e, finalmente, em toda a criação.
Palavra grega
Βασιλεία (Basileía)
Não significa primeiramente território.
Refere-se ao:
- reinado;
- governo;
- autoridade soberana.
George Eldon Ladd explica que o Reino possui uma dimensão presente e outra futura.
Ele já foi inaugurado pela primeira vinda de Cristo, mas será plenamente consumado em sua segunda vinda.
Assim, pedir:
"Venha o teu Reino"
é pedir que Deus governe:
- nossa mente;
- nossas decisões;
- nossa família;
- nossa igreja;
- nossa sociedade.
"Seja feita tua vontade"
A palavra grega:
θέλημα (thélēma)
Significa:
- vontade;
- propósito;
- plano soberano.
Jesus pronunciou essa mesma oração no Getsêmani:
"Não seja feita a minha vontade, mas a tua." (Lc 22.42)
A oração madura não busca convencer Deus a fazer nossa vontade.
Busca conformar nossa vontade à vontade dEle.
Como observa John Piper, as três primeiras petições do Pai-Nosso deslocam o foco do "eu" para Deus: Teu nome, Teu Reino e Tua vontade.
3.3. "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje" — A oração que entrega o cotidiano ao Senhor
Depois de adorar o Pai e submeter-se ao seu Reino, Jesus ensina que também devemos apresentar nossas necessidades.
O pão nosso
Na cultura judaica, o pão representava toda a provisão necessária para a vida.
A palavra grega:
ἄρτος (ártos)
Significa:
- pão;
- alimento;
- sustento.
Jesus mostra que Deus se interessa tanto pelas grandes questões espirituais quanto pelas necessidades cotidianas.
"De cada dia"
O termo grego
ἐπιούσιος (epioúsios)
é extremamente raro e aparece apenas no Pai-Nosso.
Os estudiosos sugerem significados como:
- necessário para hoje;
- suficiente para cada dia;
- indispensável para a existência.
O ensino é claro:
Deus deseja que seus filhos vivam em constante dependência de sua provisão.
Como Israel dependia diariamente do maná no deserto (Êx 16), o discípulo aprende a confiar diariamente na fidelidade do Senhor.
Richard Foster observa que esse pedido combate a autossuficiência e fortalece a confiança na providência divina.
Perdão
"Perdoa-nos as nossas dívidas..."
A palavra grega:
ἀφίημι (aphiēmi)
Significa:
- liberar;
- cancelar;
- remover uma dívida.
O pecado é apresentado como uma dívida espiritual impossível de ser quitada por esforço humano.
Quem experimenta o perdão de Deus torna-se também alguém disposto a perdoar o próximo.
Tentação
"Não nos deixes cair em tentação."
A palavra:
πειρασμός (peirasmós)
Pode significar:
- tentação;
- prova;
- teste.
Jesus não ensina que Deus tenta alguém ao pecado (Tg 1.13).
O pedido é para que Deus nos preserve nas provas e nos conceda forças para vencer as tentações.
Livra-nos do mal
A expressão pode ser traduzida como:
- do mal;
- ou do Maligno.
O grego:
πονηρός (ponērós)
refere-se frequentemente ao próprio Satanás.
Assim, reconhecemos diariamente nossa necessidade da proteção divina na batalha espiritual.
Como ensina E. M. Bounds, a oração é um dos instrumentos mais poderosos que Deus concedeu à Igreja para enfrentar as forças do mal.
O Pai-Nosso: uma estrutura espiritual
Petição
Verdade ensinada
Aplicação prática
Pai nosso
Deus é nosso Pai
Aproximar-se com confiança filial.
Santificado seja o teu nome
Deus é santo
Começar a oração com adoração.
Venha o teu Reino
Deus governa soberanamente
Submeter nossos planos à vontade divina.
Seja feita tua vontade
A vontade de Deus é perfeita
Confiar nos propósitos do Senhor.
O pão nosso
Deus é o Provedor
Depender diariamente da sua provisão.
Perdoa-nos
Deus concede graça
Viver em arrependimento e perdoar o próximo.
Não nos deixes cair em tentação
Deus fortalece seus filhos
Buscar auxílio para vencer o pecado.
Livra-nos do mal
Deus protege seu povo
Confiar na proteção do Senhor contra o Maligno.
Aplicação Pessoal
O Pai-Nosso ensina que a oração cristã não começa com nossas necessidades, mas com Deus. Primeiro contemplamos quem Ele é; depois nos submetemos ao seu Reino; em seguida confiamos a Ele nossas necessidades materiais e espirituais. Essa ordem transforma nossa maneira de orar, pois nos lembra que o objetivo principal da oração não é apenas receber bênçãos, mas viver em comunhão com o Pai e ser moldados à imagem de Cristo.
Comentário da Conclusão
A conclusão da lição resume de forma excelente o ensino de Jesus. A oração revela nossa compreensão de Deus. Se O conhecemos apenas como um provedor, nossas orações serão limitadas aos pedidos. Se O reconhecemos apenas como Rei, talvez nos aproximemos com temor, mas sem intimidade. Contudo, quando compreendemos que Ele é Pai, Rei e Senhor, nossa oração torna-se equilibrada: há confiança, reverência, submissão e dependência.
Como escreveu Andrew Murray, "A oração não é um meio de conseguir que Deus faça a nossa vontade; é o meio pelo qual Deus nos prepara para fazer a vontade dEle." Assim, a maturidade espiritual não é medida pela duração ou eloquência das orações, mas pela profundidade da comunhão com Deus e pela transformação que sua presença produz em nossa vida.
3. O MESTRE NOS DÁ UM MODELO: O PAI-NOSSO
Após corrigir os erros da oração (Mt 6.5-8), Jesus não deixa seus discípulos sem direção. Ele lhes oferece um modelo perfeito de oração, conhecido como Pai-Nosso (Mt 6.9-13). Essa oração não deve ser entendida apenas como uma fórmula para ser repetida, mas como um padrão que organiza as prioridades espirituais do discípulo.
A estrutura do Pai-Nosso revela uma progressão extraordinária. A oração começa em Deus, passa pelo Reino, alcança as necessidades humanas e termina reconhecendo nossa dependência diária da graça divina. Antes de ensinar o que pedir, Jesus ensina como nos aproximar de Deus.
Como observa R. C. Sproul, "o Pai-Nosso é uma escola de oração; nele aprendemos a pensar como filhos e a viver como cidadãos do Reino."
3.1. "Pai nosso, que estás nos céus" — A oração que começa pela filiação
"Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome." (Mt 6.9)
Jesus inicia a oração com uma palavra revolucionária.
No judaísmo do primeiro século Deus era reconhecido como Pai de Israel, porém raramente alguém se dirigia a Ele com tamanha intimidade.
Cristo ensina seus discípulos a aproximarem-se de Deus como filhos.
Análise das palavras gregas
Pai
Πατήρ (Patēr)
Significa:
- pai;
- protetor;
- provedor;
- aquele que gera e sustenta.
Jesus revela que Deus não é apenas o Criador do universo, mas também o Pai daqueles que pertencem à sua família.
Nosso
ἡμῶν (hēmōn)
Significa:
- nosso;
- pertencente a todos nós.
A oração cristã nunca é individualista.
Mesmo quando oramos sozinhos, pertencemos ao Corpo de Cristo.
Como afirma Joachim Jeremias, o uso da expressão aramaica Abba revela uma intimidade inédita, sem diminuir a reverência diante da santidade divina.
Santificado seja o teu nome
A palavra "santificado" vem do verbo grego:
ἁγιάζω (hagiazō)
Significa:
- tornar santo;
- reconhecer como santo;
- separar para Deus.
Não significa que possamos tornar Deus mais santo.
Significa reconhecer sua santidade e desejar que ela seja conhecida em toda a terra.
Antes de apresentar pedidos, Jesus conduz seus discípulos à adoração.
Aplicação
A oração começa olhando para Deus.
Quando Deus ocupa o primeiro lugar, todas as demais prioridades encontram seu devido lugar.
3.2. "Venha o teu Reino" — A oração que se alinha ao governo de Deus
"Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade..." (Mt 6.10)
Depois da adoração, Jesus conduz seus discípulos à submissão.
Orar pelo Reino significa desejar que o governo de Deus seja estabelecido primeiro em nosso coração e, finalmente, em toda a criação.
Palavra grega
Βασιλεία (Basileía)
Não significa primeiramente território.
Refere-se ao:
- reinado;
- governo;
- autoridade soberana.
George Eldon Ladd explica que o Reino possui uma dimensão presente e outra futura.
Ele já foi inaugurado pela primeira vinda de Cristo, mas será plenamente consumado em sua segunda vinda.
Assim, pedir:
"Venha o teu Reino"
é pedir que Deus governe:
- nossa mente;
- nossas decisões;
- nossa família;
- nossa igreja;
- nossa sociedade.
"Seja feita tua vontade"
A palavra grega:
θέλημα (thélēma)
Significa:
- vontade;
- propósito;
- plano soberano.
Jesus pronunciou essa mesma oração no Getsêmani:
"Não seja feita a minha vontade, mas a tua." (Lc 22.42)
A oração madura não busca convencer Deus a fazer nossa vontade.
Busca conformar nossa vontade à vontade dEle.
Como observa John Piper, as três primeiras petições do Pai-Nosso deslocam o foco do "eu" para Deus: Teu nome, Teu Reino e Tua vontade.
3.3. "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje" — A oração que entrega o cotidiano ao Senhor
Depois de adorar o Pai e submeter-se ao seu Reino, Jesus ensina que também devemos apresentar nossas necessidades.
O pão nosso
Na cultura judaica, o pão representava toda a provisão necessária para a vida.
A palavra grega:
ἄρτος (ártos)
Significa:
- pão;
- alimento;
- sustento.
Jesus mostra que Deus se interessa tanto pelas grandes questões espirituais quanto pelas necessidades cotidianas.
"De cada dia"
O termo grego
ἐπιούσιος (epioúsios)
é extremamente raro e aparece apenas no Pai-Nosso.
Os estudiosos sugerem significados como:
- necessário para hoje;
- suficiente para cada dia;
- indispensável para a existência.
O ensino é claro:
Deus deseja que seus filhos vivam em constante dependência de sua provisão.
Como Israel dependia diariamente do maná no deserto (Êx 16), o discípulo aprende a confiar diariamente na fidelidade do Senhor.
Richard Foster observa que esse pedido combate a autossuficiência e fortalece a confiança na providência divina.
Perdão
"Perdoa-nos as nossas dívidas..."
A palavra grega:
ἀφίημι (aphiēmi)
Significa:
- liberar;
- cancelar;
- remover uma dívida.
O pecado é apresentado como uma dívida espiritual impossível de ser quitada por esforço humano.
Quem experimenta o perdão de Deus torna-se também alguém disposto a perdoar o próximo.
Tentação
"Não nos deixes cair em tentação."
A palavra:
πειρασμός (peirasmós)
Pode significar:
- tentação;
- prova;
- teste.
Jesus não ensina que Deus tenta alguém ao pecado (Tg 1.13).
O pedido é para que Deus nos preserve nas provas e nos conceda forças para vencer as tentações.
Livra-nos do mal
A expressão pode ser traduzida como:
- do mal;
- ou do Maligno.
O grego:
πονηρός (ponērós)
refere-se frequentemente ao próprio Satanás.
Assim, reconhecemos diariamente nossa necessidade da proteção divina na batalha espiritual.
Como ensina E. M. Bounds, a oração é um dos instrumentos mais poderosos que Deus concedeu à Igreja para enfrentar as forças do mal.
O Pai-Nosso: uma estrutura espiritual
Petição | Verdade ensinada | Aplicação prática |
Pai nosso | Deus é nosso Pai | Aproximar-se com confiança filial. |
Santificado seja o teu nome | Deus é santo | Começar a oração com adoração. |
Venha o teu Reino | Deus governa soberanamente | Submeter nossos planos à vontade divina. |
Seja feita tua vontade | A vontade de Deus é perfeita | Confiar nos propósitos do Senhor. |
O pão nosso | Deus é o Provedor | Depender diariamente da sua provisão. |
Perdoa-nos | Deus concede graça | Viver em arrependimento e perdoar o próximo. |
Não nos deixes cair em tentação | Deus fortalece seus filhos | Buscar auxílio para vencer o pecado. |
Livra-nos do mal | Deus protege seu povo | Confiar na proteção do Senhor contra o Maligno. |
Aplicação Pessoal
O Pai-Nosso ensina que a oração cristã não começa com nossas necessidades, mas com Deus. Primeiro contemplamos quem Ele é; depois nos submetemos ao seu Reino; em seguida confiamos a Ele nossas necessidades materiais e espirituais. Essa ordem transforma nossa maneira de orar, pois nos lembra que o objetivo principal da oração não é apenas receber bênçãos, mas viver em comunhão com o Pai e ser moldados à imagem de Cristo.
Comentário da Conclusão
A conclusão da lição resume de forma excelente o ensino de Jesus. A oração revela nossa compreensão de Deus. Se O conhecemos apenas como um provedor, nossas orações serão limitadas aos pedidos. Se O reconhecemos apenas como Rei, talvez nos aproximemos com temor, mas sem intimidade. Contudo, quando compreendemos que Ele é Pai, Rei e Senhor, nossa oração torna-se equilibrada: há confiança, reverência, submissão e dependência.
Como escreveu Andrew Murray, "A oração não é um meio de conseguir que Deus faça a nossa vontade; é o meio pelo qual Deus nos prepara para fazer a vontade dEle." Assim, a maturidade espiritual não é medida pela duração ou eloquência das orações, mas pela profundidade da comunhão com Deus e pela transformação que sua presença produz em nossa vida.
VOCABULÁRIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
📖 VOCABULÁRIO BÍBLICO – Ministério da Oração – Estudo Bíblico Nº 10
Tema: O Ministério da Oração
O presente vocabulário reúne termos bíblicos, teológicos, espirituais e pastorais relacionados ao ministério da oração. Seu objetivo é auxiliar o professor na compreensão dos conceitos trabalhados ao longo das lições, oferecendo definições claras e adequadas ao contexto do ensino cristão.
Lição 01 – A Natureza Bíblica da Oração
Oração: Comunicação consciente, reverente e relacional do ser humano com Deus, envolvendo adoração, confissão, gratidão, petição e intercessão.
Comunhão: Relacionamento de proximidade, participação e intimidade espiritual com Deus, cultivado pela fé, pela Palavra e pela oração.
Invocação: Ato de clamar pelo nome do Senhor, reconhecendo sua soberania, poder e disposição para ouvir aqueles que o buscam.
Reverência: Atitude de profundo respeito, temor santo e reconhecimento da majestade de Deus na aproximação do adorador.
Lição 02 – Os Grandes Propósitos da Oração
Petição: Pedido apresentado a Deus em favor de necessidades pessoais, sempre em atitude de dependência e submissão à vontade divina.
Adoração: Reconhecimento e exaltação de Deus por quem Ele é, independentemente dos benefícios recebidos.
Ação de graças: Expressão consciente de gratidão a Deus por sua bondade, providência, graça e fidelidade.
Confissão: Reconhecimento sincero do pecado diante de Deus, acompanhado de arrependimento e busca por restauração.
Lição 03 – Aprendendo a Orar com o Mestre Jesus
Pai Nosso: Modelo de oração ensinado por Jesus, contendo princípios de adoração, submissão, dependência, perdão e proteção espiritual.
Santificação do Nome: Reconhecimento da absoluta santidade de Deus e compromisso de honrá-lo na vida e na conduta.
Reino de Deus: Governo soberano de Deus, cuja manifestação o cristão deseja, busca e anuncia por meio da oração e da obediência.
Submissão: Disposição espiritual de aceitar a vontade de Deus como superior aos desejos e projetos pessoais.
Lição 04 – Livres da Culpa e do Rancor por Meio da Oração
Culpa: Consciência de responsabilidade por uma transgressão, que deve conduzir ao arrependimento e à busca do perdão divino.
Rancor: Ressentimento persistente alimentado contra alguém em razão de uma ofensa, injustiça ou sofrimento experimentado.
Perdão: Decisão, fundamentada na graça de Deus, de não alimentar vingança nem manter a ofensa como instrumento permanente de condenação.
Reconciliação: Processo de restauração de relacionamentos rompidos, quando existem arrependimento, verdade, graça e condições apropriadas para a reaproximação.
Lição 05 – Oração: A Cura dos Males da Pós-Modernidade
Pós-modernidade: Contexto cultural marcado, entre outros aspectos, pelo relativismo, individualismo, fragmentação de valores e enfraquecimento de referenciais absolutos.
Ansiedade: Estado de apreensão e inquietação diante de ameaças, incertezas ou preocupações, que pode ser levado a Deus em oração.
Superficialidade espiritual: Condição caracterizada por uma fé sem profundidade, constância, disciplina e verdadeiro compromisso com Deus.
Interioridade: Dimensão profunda da vida humana relacionada aos pensamentos, afetos, motivações e experiências espirituais do indivíduo.
Lição 06 – A Tríade para a Vitória: Vigilância, Jejum e Oração
Vigilância: Estado de atenção espiritual permanente diante das tentações, perigos, distrações e estratégias do mal.
Jejum: Abstinência voluntária de alimento por determinado período, com propósito espiritual, acompanhada de oração e busca sincera de Deus.
Disciplina espiritual: Prática intencional e perseverante de hábitos que favorecem o crescimento, a maturidade e a comunhão com Deus.
Sobriedade: Equilíbrio moral e espiritual que permite ao cristão manter lucidez, domínio próprio e prontidão diante dos desafios.
Lição 07 – Orando no Poder do Espírito, Nosso Ajudador
Paráclito: Termo de origem grega que designa aquele que é chamado para estar ao lado; aplicado ao Espírito Santo como Consolador, Ajudador e Advogado.
Intercessão do Espírito: Atuação do Espírito Santo em auxílio à fraqueza humana, especialmente quando o cristão não sabe orar como convém.
Gemidos inexprimíveis: Expressão bíblica relacionada à profunda atuação intercessora do Espírito Santo em favor dos crentes.
Dependência espiritual: Reconhecimento de que a vida cristã e a oração eficaz não podem ser sustentadas apenas por capacidade humana.
Lição 08 – A Importância e o Poder da Intercessão
Intercessão: Ato de apresentar diante de Deus as necessidades, lutas e causas de outras pessoas, comunidades, povos ou nações.
Intercessor: Pessoa que assume espiritualmente a responsabilidade de orar em favor de outros.
Súplica: Pedido intenso, humilde e perseverante dirigido a Deus em situação de necessidade ou profunda preocupação.
Mediador: Aquele que atua entre partes; no sentido da redenção, Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e os seres humanos.
Lição 09 – Crescimento Espiritual no Secreto da Oração
Secreto da oração: Dimensão pessoal e reservada da comunhão com Deus, livre da busca por reconhecimento ou exibição religiosa.
Intimidade: Profundidade relacional desenvolvida mediante conhecimento, confiança, comunhão e permanência na presença de Deus.
Perseverança: Capacidade espiritual de permanecer firme e constante, mesmo diante da demora, oposição ou aparente ausência de resposta.
Maturidade espiritual: Desenvolvimento progressivo do caráter cristão, evidenciado por discernimento, estabilidade, obediência e semelhança com Cristo.
Lição 10 – Na Escola da Oração: Aprendendo com os Salmos
Salmos: Coleção de cânticos e orações inspirados que expressam adoração, lamento, confiança, arrependimento, gratidão e esperança.
Lamento: Oração sincera em que o fiel apresenta a Deus sua dor, perplexidade, sofrimento ou sensação de abandono.
Imprecação: Pedido encontrado em determinados salmos para que Deus exerça justiça contra o mal e a perversidade.
Doxologia: Expressão de louvor e glorificação dirigida a Deus, exaltando sua majestade, poder e eternidade.
Lição 11 – Maturidade na Oração Diante das Respostas Divinas
Providência: Ação soberana e contínua de Deus na preservação, direção e governo da criação e da história.
Soberania: Autoridade absoluta de Deus para governar e realizar sua vontade de acordo com sua sabedoria e propósito.
Espera: Postura espiritual de confiança paciente em Deus enquanto sua resposta, direção ou propósito ainda não se tornou plenamente visível.
Discernimento: Capacidade espiritual de avaliar situações à luz da Palavra de Deus e compreender, com sabedoria, caminhos e decisões.
Resignação: Aceitação serena de uma realidade difícil; no contexto cristão, não significa passividade, mas submissão confiante à sabedoria de Deus.
Lição 12 – O Poder e a Autoridade da Oração Coletiva
Oração coletiva: Prática de oração realizada por dois ou mais crentes unidos em comunhão e propósito diante de Deus.
Concordância: Unidade espiritual de propósito entre os que oram, fundamentada na fé, na verdade e na vontade de Deus.
Unidade: Condição de comunhão entre os membros do Corpo de Cristo, preservada pelo amor, pela verdade e pela atuação do Espírito Santo.
Assembleia: Reunião do povo de Deus para adoração, ensino, comunhão, oração e serviço cristão.
Lição 13 – Desenvolvendo uma Cultura de Oração
Cultura de oração: Ambiente espiritual em que a oração se torna valor, prática e prioridade permanente da comunidade cristã.
Avivamento: Obra renovadora de Deus que desperta seu povo para maior santidade, fervor espiritual, arrependimento e compromisso com a missão.
Mobilização: Processo de envolver e preparar pessoas para participação ativa em determinado propósito espiritual ou ministerial.
Perseverança comunitária: Constância coletiva da igreja na oração, comunhão, doutrina e missão, mesmo em tempos de oposição ou dificuldade.
Vocabulário Complementar Geral
Clamor: Oração intensa e urgente dirigida a Deus em momentos de profunda necessidade.
Devoção: Dedicação sincera e reverente a Deus, expressa em amor, obediência, oração e adoração.
Espiritualidade: Modo pelo qual a fé é vivenciada na relação com Deus e se manifesta no caráter, nas escolhas e nos relacionamentos.
Fé: Confiança em Deus, em seu caráter, em suas promessas e em sua Palavra.
Humildade: Reconhecimento da dependência de Deus e rejeição da autossuficiência espiritual.
Persistência: Continuidade firme na oração, mesmo quando a resposta não é imediata.
Quebrantamento: Estado de humildade e sensibilidade diante de Deus, frequentemente acompanhado de arrependimento e rendição.
Silêncio espiritual: Postura consciente de quietude diante de Deus para escuta, reflexão, reverência e discernimento.
Vida devocional: Conjunto de práticas pessoais de comunhão com Deus, especialmente oração, meditação bíblica e adoração.
Vontade de Deus: Propósito soberano, santo e sábio do Senhor, ao qual a oração cristã deve permanecer subordinada.
Oração não é apenas pedir; é entrar em comunhão com Deus, submeter-se à sua vontade, ser transformado por sua presença e participar, pela fé, de seus propósitos no mundo.
Comentário de Hubner Braz
📖 VOCABULÁRIO BÍBLICO – Ministério da Oração – Estudo Bíblico Nº 10
Tema: O Ministério da Oração
O presente vocabulário reúne termos bíblicos, teológicos, espirituais e pastorais relacionados ao ministério da oração. Seu objetivo é auxiliar o professor na compreensão dos conceitos trabalhados ao longo das lições, oferecendo definições claras e adequadas ao contexto do ensino cristão.
Lição 01 – A Natureza Bíblica da Oração
Oração: Comunicação consciente, reverente e relacional do ser humano com Deus, envolvendo adoração, confissão, gratidão, petição e intercessão.
Comunhão: Relacionamento de proximidade, participação e intimidade espiritual com Deus, cultivado pela fé, pela Palavra e pela oração.
Invocação: Ato de clamar pelo nome do Senhor, reconhecendo sua soberania, poder e disposição para ouvir aqueles que o buscam.
Reverência: Atitude de profundo respeito, temor santo e reconhecimento da majestade de Deus na aproximação do adorador.
Lição 02 – Os Grandes Propósitos da Oração
Petição: Pedido apresentado a Deus em favor de necessidades pessoais, sempre em atitude de dependência e submissão à vontade divina.
Adoração: Reconhecimento e exaltação de Deus por quem Ele é, independentemente dos benefícios recebidos.
Ação de graças: Expressão consciente de gratidão a Deus por sua bondade, providência, graça e fidelidade.
Confissão: Reconhecimento sincero do pecado diante de Deus, acompanhado de arrependimento e busca por restauração.
Lição 03 – Aprendendo a Orar com o Mestre Jesus
Pai Nosso: Modelo de oração ensinado por Jesus, contendo princípios de adoração, submissão, dependência, perdão e proteção espiritual.
Santificação do Nome: Reconhecimento da absoluta santidade de Deus e compromisso de honrá-lo na vida e na conduta.
Reino de Deus: Governo soberano de Deus, cuja manifestação o cristão deseja, busca e anuncia por meio da oração e da obediência.
Submissão: Disposição espiritual de aceitar a vontade de Deus como superior aos desejos e projetos pessoais.
Lição 04 – Livres da Culpa e do Rancor por Meio da Oração
Culpa: Consciência de responsabilidade por uma transgressão, que deve conduzir ao arrependimento e à busca do perdão divino.
Rancor: Ressentimento persistente alimentado contra alguém em razão de uma ofensa, injustiça ou sofrimento experimentado.
Perdão: Decisão, fundamentada na graça de Deus, de não alimentar vingança nem manter a ofensa como instrumento permanente de condenação.
Reconciliação: Processo de restauração de relacionamentos rompidos, quando existem arrependimento, verdade, graça e condições apropriadas para a reaproximação.
Lição 05 – Oração: A Cura dos Males da Pós-Modernidade
Pós-modernidade: Contexto cultural marcado, entre outros aspectos, pelo relativismo, individualismo, fragmentação de valores e enfraquecimento de referenciais absolutos.
Ansiedade: Estado de apreensão e inquietação diante de ameaças, incertezas ou preocupações, que pode ser levado a Deus em oração.
Superficialidade espiritual: Condição caracterizada por uma fé sem profundidade, constância, disciplina e verdadeiro compromisso com Deus.
Interioridade: Dimensão profunda da vida humana relacionada aos pensamentos, afetos, motivações e experiências espirituais do indivíduo.
Lição 06 – A Tríade para a Vitória: Vigilância, Jejum e Oração
Vigilância: Estado de atenção espiritual permanente diante das tentações, perigos, distrações e estratégias do mal.
Jejum: Abstinência voluntária de alimento por determinado período, com propósito espiritual, acompanhada de oração e busca sincera de Deus.
Disciplina espiritual: Prática intencional e perseverante de hábitos que favorecem o crescimento, a maturidade e a comunhão com Deus.
Sobriedade: Equilíbrio moral e espiritual que permite ao cristão manter lucidez, domínio próprio e prontidão diante dos desafios.
Lição 07 – Orando no Poder do Espírito, Nosso Ajudador
Paráclito: Termo de origem grega que designa aquele que é chamado para estar ao lado; aplicado ao Espírito Santo como Consolador, Ajudador e Advogado.
Intercessão do Espírito: Atuação do Espírito Santo em auxílio à fraqueza humana, especialmente quando o cristão não sabe orar como convém.
Gemidos inexprimíveis: Expressão bíblica relacionada à profunda atuação intercessora do Espírito Santo em favor dos crentes.
Dependência espiritual: Reconhecimento de que a vida cristã e a oração eficaz não podem ser sustentadas apenas por capacidade humana.
Lição 08 – A Importância e o Poder da Intercessão
Intercessão: Ato de apresentar diante de Deus as necessidades, lutas e causas de outras pessoas, comunidades, povos ou nações.
Intercessor: Pessoa que assume espiritualmente a responsabilidade de orar em favor de outros.
Súplica: Pedido intenso, humilde e perseverante dirigido a Deus em situação de necessidade ou profunda preocupação.
Mediador: Aquele que atua entre partes; no sentido da redenção, Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e os seres humanos.
Lição 09 – Crescimento Espiritual no Secreto da Oração
Secreto da oração: Dimensão pessoal e reservada da comunhão com Deus, livre da busca por reconhecimento ou exibição religiosa.
Intimidade: Profundidade relacional desenvolvida mediante conhecimento, confiança, comunhão e permanência na presença de Deus.
Perseverança: Capacidade espiritual de permanecer firme e constante, mesmo diante da demora, oposição ou aparente ausência de resposta.
Maturidade espiritual: Desenvolvimento progressivo do caráter cristão, evidenciado por discernimento, estabilidade, obediência e semelhança com Cristo.
Lição 10 – Na Escola da Oração: Aprendendo com os Salmos
Salmos: Coleção de cânticos e orações inspirados que expressam adoração, lamento, confiança, arrependimento, gratidão e esperança.
Lamento: Oração sincera em que o fiel apresenta a Deus sua dor, perplexidade, sofrimento ou sensação de abandono.
Imprecação: Pedido encontrado em determinados salmos para que Deus exerça justiça contra o mal e a perversidade.
Doxologia: Expressão de louvor e glorificação dirigida a Deus, exaltando sua majestade, poder e eternidade.
Lição 11 – Maturidade na Oração Diante das Respostas Divinas
Providência: Ação soberana e contínua de Deus na preservação, direção e governo da criação e da história.
Soberania: Autoridade absoluta de Deus para governar e realizar sua vontade de acordo com sua sabedoria e propósito.
Espera: Postura espiritual de confiança paciente em Deus enquanto sua resposta, direção ou propósito ainda não se tornou plenamente visível.
Discernimento: Capacidade espiritual de avaliar situações à luz da Palavra de Deus e compreender, com sabedoria, caminhos e decisões.
Resignação: Aceitação serena de uma realidade difícil; no contexto cristão, não significa passividade, mas submissão confiante à sabedoria de Deus.
Lição 12 – O Poder e a Autoridade da Oração Coletiva
Oração coletiva: Prática de oração realizada por dois ou mais crentes unidos em comunhão e propósito diante de Deus.
Concordância: Unidade espiritual de propósito entre os que oram, fundamentada na fé, na verdade e na vontade de Deus.
Unidade: Condição de comunhão entre os membros do Corpo de Cristo, preservada pelo amor, pela verdade e pela atuação do Espírito Santo.
Assembleia: Reunião do povo de Deus para adoração, ensino, comunhão, oração e serviço cristão.
Lição 13 – Desenvolvendo uma Cultura de Oração
Cultura de oração: Ambiente espiritual em que a oração se torna valor, prática e prioridade permanente da comunidade cristã.
Avivamento: Obra renovadora de Deus que desperta seu povo para maior santidade, fervor espiritual, arrependimento e compromisso com a missão.
Mobilização: Processo de envolver e preparar pessoas para participação ativa em determinado propósito espiritual ou ministerial.
Perseverança comunitária: Constância coletiva da igreja na oração, comunhão, doutrina e missão, mesmo em tempos de oposição ou dificuldade.
Vocabulário Complementar Geral
Clamor: Oração intensa e urgente dirigida a Deus em momentos de profunda necessidade.
Devoção: Dedicação sincera e reverente a Deus, expressa em amor, obediência, oração e adoração.
Espiritualidade: Modo pelo qual a fé é vivenciada na relação com Deus e se manifesta no caráter, nas escolhas e nos relacionamentos.
Fé: Confiança em Deus, em seu caráter, em suas promessas e em sua Palavra.
Humildade: Reconhecimento da dependência de Deus e rejeição da autossuficiência espiritual.
Persistência: Continuidade firme na oração, mesmo quando a resposta não é imediata.
Quebrantamento: Estado de humildade e sensibilidade diante de Deus, frequentemente acompanhado de arrependimento e rendição.
Silêncio espiritual: Postura consciente de quietude diante de Deus para escuta, reflexão, reverência e discernimento.
Vida devocional: Conjunto de práticas pessoais de comunhão com Deus, especialmente oração, meditação bíblica e adoração.
Vontade de Deus: Propósito soberano, santo e sábio do Senhor, ao qual a oração cristã deve permanecer subordinada.
Oração não é apenas pedir; é entrar em comunhão com Deus, submeter-se à sua vontade, ser transformado por sua presença e participar, pela fé, de seus propósitos no mundo.
Este blog foi feito com muito carinho para você. Ajude-nos
Se desejar apoiar nosso trabalho e nos ajudar a manter o conteúdo exclusivo e edificante, você pode fazer uma contribuição voluntária via Pix: (11)97828-5171 (TEL) Seja um parceiro desta obra “Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos dará; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.” Lucas 6:38
CONHEÇA E ADQUIRA SUA REVISTA DO 3º TRIMESTRE DE 2026 DE TODAS AS CLASSES DA EDITORA BETEL, CPAD, CG, PECC entre outros:
CONHEÇA E ADQUIRA SUA REVISTA DO 3º TRIMESTRE DE 2026 DE TODAS AS CLASSES DA EDITORA BETEL, CPAD, CG, PECC entre outros:
SAIBA TUDO SOBRE A ESCOLA DOMINICAL:
(1) Orando a palavra por Spurgeon, Bounds, Torrey
LIVRO IMPRESSO / FÍSICO Orar é um mandamento bíblico, e como já foi provado em toda a história do cristianismo, não existe nada melhor do que vivermos pautados na Palavra de Deus.
Com este livro unimos duas coisas que são extremamente relevantes para o cristão, a Oração e Palavra de Deus. Queremos levar o leitor a um nível mais profundo na oração, que é não somente orar, mas orar exatamente a Palavra de Deus.
Neste livro, comentários e sermões de homens que transformaram o nosso mundo através da Sagrada Escritura Charles H. Spurgeon, R.A. Torrey, E.W. Bounds.
(2) O poder secreto da oração e do jejum - liberando o poder da igreja que ora - Mahesh Chavda Você tem em mãos uma bomba de poder espiritual e revelação. Deus tem uma maneira de transformar derrotas em vitórias e fortalezas demoníacas em caminhos de amor e poder.
Quando enfrentar a derrota, O poder secreto da oração e do jejum dará a você poder para liberar o Espírito Santo em seu interior! Seja problema físico, seja financeiro ou familiar, Mahesh Chavda enfrentou vitoriosamente esses ataques e viu o poder de Deus ganhar cada batalha.
O estilo de vida de Mahesh Chavda é marcado pelo jejum e pela oração, por isso inspira você a lutar o bom combate, e Deus lhe dará a solução.
Traga a glória de Deus para sua vida, igreja, cidade e nação por meio do poder secreto da oração e do jejum.
(3) Livro A oração de Jabez - Uma pequena oração, uma resposta transformadora por Bruce Wilkinson Uma oração simples. Um impacto extraordinário.
Desde seu lançamento em 2000, A oração de Jabez vendeu mais de 10 milhões de exemplares em todo o mundo. O que esse pequeno livro tem de tão especial?
A oração de Jabez surpreende pela simplicidade. Sua leitura nos comove quando percebemos como Deus pode realizar coisas extraordinárias em nossa vida, independentemente do que somos ou fazemos.
Favor, unção e proteção divina são temas que precisam estar presentes em nossas orações. E como nos lembra Bruce Wilkinson, Deus se alegra com nossa ousadia em pedir o extraordinário. Com fé, o impossível acontece. Vale a pena tentar.
(4) Livro Oração - experimentando intimidade com deus - Timothy Keller Igrejas e escolas ensinam os cristãos que a oração é o modo mais poderoso de vivenciar Deus. No entanto, poucos recebem instrução ou orientação para torná-la significativa de verdade. Nesse livro, Timothy Keller investiga as muitas facetas dessa prática cotidiana.
Com as percepções e a energia que já são sua marca registrada, Keller apresenta orientação bíblica sobre o assunto e oferece orações específicas para lidar com determinadas situações relacionadas à dor, à perda, ao amor e ao perdão. Reflete sobre como tornar as orações mais pessoais e poderosas e como estabelecer uma prática de oração que funcione para cada leitor.
Orar é um mandamento bíblico, e como já foi provado em toda a história do cristianismo, não existe nada melhor do que vivermos pautados na Palavra de Deus.
Com este livro unimos duas coisas que são extremamente relevantes para o cristão, a Oração e Palavra de Deus. Queremos levar o leitor a um nível mais profundo na oração, que é não somente orar, mas orar exatamente a Palavra de Deus.
Neste livro, comentários e sermões de homens que transformaram o nosso mundo através da Sagrada Escritura Charles H. Spurgeon, R.A. Torrey, E.W. Bounds.
Você tem em mãos uma bomba de poder espiritual e revelação. Deus tem uma maneira de transformar derrotas em vitórias e fortalezas demoníacas em caminhos de amor e poder.
Quando enfrentar a derrota, O poder secreto da oração e do jejum dará a você poder para liberar o Espírito Santo em seu interior! Seja problema físico, seja financeiro ou familiar, Mahesh Chavda enfrentou vitoriosamente esses ataques e viu o poder de Deus ganhar cada batalha.
O estilo de vida de Mahesh Chavda é marcado pelo jejum e pela oração, por isso inspira você a lutar o bom combate, e Deus lhe dará a solução.
Traga a glória de Deus para sua vida, igreja, cidade e nação por meio do poder secreto da oração e do jejum.
Uma oração simples. Um impacto extraordinário.
Desde seu lançamento em 2000, A oração de Jabez vendeu mais de 10 milhões de exemplares em todo o mundo. O que esse pequeno livro tem de tão especial?
A oração de Jabez surpreende pela simplicidade. Sua leitura nos comove quando percebemos como Deus pode realizar coisas extraordinárias em nossa vida, independentemente do que somos ou fazemos.
Favor, unção e proteção divina são temas que precisam estar presentes em nossas orações. E como nos lembra Bruce Wilkinson, Deus se alegra com nossa ousadia em pedir o extraordinário. Com fé, o impossível acontece. Vale a pena tentar.
Igrejas e escolas ensinam os cristãos que a oração é o modo mais poderoso de vivenciar Deus. No entanto, poucos recebem instrução ou orientação para torná-la significativa de verdade. Nesse livro, Timothy Keller investiga as muitas facetas dessa prática cotidiana.
Com as percepções e a energia que já são sua marca registrada, Keller apresenta orientação bíblica sobre o assunto e oferece orações específicas para lidar com determinadas situações relacionadas à dor, à perda, ao amor e ao perdão. Reflete sobre como tornar as orações mais pessoais e poderosas e como estabelecer uma prática de oração que funcione para cada leitor.
SAIBA TUDO SOBRE A ESCOLA DOMINICAL
EBD | 3° Trimestre De 2026 | Editora CENTRAL GOSPEL | TEMA: CARTAS DA PRISÃO | Escola Bíblica Dominical | Lição 01
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
EM BREVE
EM BREVE
Este blog foi feito com muito carinho 💝 para você. Ajude-nos 🙏 Se desejar apoiar nosso trabalho e nos ajudar a manter o conteúdo exclusivo e edificante, você pode fazer uma contribuição voluntária via Pix / tel: (11)97828-5171 Seja um parceiro desta obra e nos ajude a continuar trazendo conteúdo de qualidade. “Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos dará; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.” Lucas 6:38
- EBD | 3° Trimestre De 2026 | Editora CENTRAL GOSPEL | TEMA: CARTAS DA PRISÃO | Escola Bíblica Dominical | Lição 01
Quem compromete-se com a EBD não inventa histórias, mas fala o que está escrito na Bíblia!
- EBD | 3° Trimestre De 2026 | Editora CENTRAL GOSPEL | TEMA: CARTAS DA PRISÃO | Escola Bíblica Dominical | Lição 01
Quem compromete-se com a EBD não inventa histórias, mas fala o que está escrito na Bíblia!
📩 Adquira UM DOS PACOTES do acesso Vip ou arquivo avulso de qualquer ano | Saiba mais pelo Zap.
- O acesso vip foi pensado para facilitar o superintende e professores de EBD, dá a possibilidade de ter em mãos, Slides, Subsídios de todas as classes e faixas etárias. Saiba qual as opções, e adquira! Entre em contato.
- O acesso vip foi pensado para facilitar o superintende e professores de EBD, dá a possibilidade de ter em mãos, Slides, Subsídios de todas as classes e faixas etárias. Saiba qual as opções, e adquira! Entre em contato.
ADQUIRA O ACESSO VIP ou os conteúdos em pdf 👆👆👆👆👆👆 Entre em contato.
Os conteúdos tem lhe abençoado? Nos abençoe também com Uma Oferta Voluntária de qualquer valor pelo PIX: E-MAIL pecadorconfesso@hotmail.com – ou, PIX:TEL (11)97828-5171 Seja Um Parceiro Desta Obra. “Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos dará; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também”. Lucas 6:38
- ////////----------/////////--------------///////////
- ////////----------/////////--------------///////////
SUBSÍDIOS DAS REVISTAS CPAD
SUBSÍDIOS DAS REVISTAS BETEL
Adultos (sem limites de idade).
CONECTAR+ Jovens (A partir de 18 anos);
VIVER+ adolescentes (15 e 17 anos);
SABER+ Pré-Teen (9 e 11 anos)em pdf;
APRENDER+ Primários (6 e 8 anos)em pdf;
CRESCER+ Maternal (2 e 3 anos);
SUBSÍDIOS DAS REVISTAS PECC
SUBSÍDIOS DAS REVISTAS CENTRAL GOSPEL
---------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------
////////----------/////////--------------///////////





















COMMENTS