TEXTO PRINCIPAL “Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo.” (Rm 5.1). RESUMO DA LIÇÃO O jovem cri...
TEXTO PRINCIPAL
“Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo.” (Rm 5.1).
RESUMO DA LIÇÃO
O jovem cristão, que entende a realidade da Justificação pela fé, vive com ousadia, gratidão e santidade, sabendo que foi perdoado, regenerado e capacitado para vencer em Cristo.
LEITURA DA SEMANA
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
TEXTO PRINCIPAL
“Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo.”
(Romanos 5.1)
1. A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ: FUNDAMENTO DA VIDA CRISTÃ
Análise lexical (grego)
- Δικαιωθέντες (dikaiōthéntes) – “justificados”
Verbo no aoristo passivo, indicando um ato completo e definitivo, realizado por Deus. Não é processo humano, mas declaração divina. - Πίστει (pístei) – “pela fé”
Instrumento da justificação. A fé não é mérito, mas o meio pelo qual o pecador recebe a graça. - Εἰρήνην (eirēnēn) – “paz”
Mais que tranquilidade emocional; significa reconciliação, fim da inimizade entre Deus e o homem. - Πρὸς τὸν Θεόν (pros ton Theón) – “com Deus”
Expressa relacionamento restaurado, comunhão objetiva. - Διὰ τοῦ Κυρίου (dia tou Kyriou) – “por meio do Senhor”
Jesus é o único mediador da justificação.
📌 Justificação é o ato jurídico de Deus pelo qual Ele declara justo o pecador que crê em Cristo.
2. A PAZ COM DEUS: RESULTADO DA JUSTIFICAÇÃO (Rm 5.1)
Antes da justificação:
- Estávamos em inimizade (Rm 5.10),
- Debaixo da ira (Rm 1.18),
- Sob condenação (Rm 3.19).
Depois da justificação:
- Temos paz objetiva com Deus,
- A culpa é removida,
- A condenação é anulada.
Essa paz não depende:
- Do desempenho espiritual,
- Das emoções,
- Da maturidade cristã,
Mas da obra consumada de Cristo.
📖 “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1).
3. É DEUS QUEM JUSTIFICA (Rm 4.3)
Paulo cita Gênesis 15.6:
“Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.”
Termo-chave
- λογίζομαι (logízomai) – “imputar”
Termo contábil: Deus credita a justiça de Cristo na conta do pecador.
📌 A justiça não é produzida pelo homem, mas atribuída por Deus.
4. UMA NOVA IDENTIDADE CONFIRMADA PELO ESPÍRITO (Rm 8.16–17)
A justificação não apenas muda nossa posição legal, mas inaugura:
- Adoção,
- Filiação,
- Herdeiros com Cristo.
O Espírito Santo:
- Testifica que somos filhos,
- Confirma nossa nova identidade,
- Sustenta nossa segurança espiritual.
📌 O jovem cristão não vive tentando ser aceito por Deus, mas vive porque já foi aceito.
5. UMA NOVA VIDA EM CRISTO (2Co 5.17)
“Se alguém está em Cristo, nova criatura é.”
A justificação:
- Remove o passado de culpa,
- Inaugura uma nova realidade espiritual,
- Capacita para uma vida santa.
Santidade não é o meio da justificação, mas seu fruto inevitável.
APLICAÇÕES PARA O JOVEM CRISTÃO
- Ousadia – Pode se aproximar de Deus sem medo (Hb 4.16).
- Gratidão – Vive para glorificar a Deus, não para pagar uma dívida.
- Santidade – Não vive no pecado porque foi libertado da condenação.
- Identidade segura – Não se define pelo passado, mas pela cruz.
- Vitória diária – Luta não para vencer, mas porque já venceu em Cristo.
TABELA EXPOSITIVA – A JUSTIFICAÇÃO NA VIDA CRISTÃ
Texto
Verdade doutrinária
Ensinamento central
Aplicação prática
Rm 5.1
Justificação pela fé
Paz com Deus
Segurança espiritual
Rm 4.3
Justiça imputada
Deus justifica
Humildade e fé
Rm 8.1
Fim da condenação
Libertação total
Vida sem culpa
Rm 8.16
Filiação confirmada
Nova identidade
Confiança e comunhão
Rm 8.17
Herança eterna
Coerdeiros com Cristo
Esperança futura
2Co 5.17
Nova criação
Vida transformada
Santidade diária
CONCLUSÃO TEOLÓGICA
A Justificação pela fé é o alicerce da vida cristã. Ela estabelece paz com Deus, remove a condenação, concede nova identidade e capacita o crente a viver em santidade. O jovem que compreende essa verdade não vive dominado pela culpa nem pela insegurança, mas caminha com ousadia, gratidão e compromisso, sabendo que foi perdoado, regenerado e plenamente aceito em Cristo Jesus.
👉 Quem é justificado pela fé não vive para merecer a salvação, mas para glorificar Aquele que o salvou.
TEXTO PRINCIPAL
“Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo.”
(Romanos 5.1)
1. A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ: FUNDAMENTO DA VIDA CRISTÃ
Análise lexical (grego)
- Δικαιωθέντες (dikaiōthéntes) – “justificados”
Verbo no aoristo passivo, indicando um ato completo e definitivo, realizado por Deus. Não é processo humano, mas declaração divina. - Πίστει (pístei) – “pela fé”
Instrumento da justificação. A fé não é mérito, mas o meio pelo qual o pecador recebe a graça. - Εἰρήνην (eirēnēn) – “paz”
Mais que tranquilidade emocional; significa reconciliação, fim da inimizade entre Deus e o homem. - Πρὸς τὸν Θεόν (pros ton Theón) – “com Deus”
Expressa relacionamento restaurado, comunhão objetiva. - Διὰ τοῦ Κυρίου (dia tou Kyriou) – “por meio do Senhor”
Jesus é o único mediador da justificação.
📌 Justificação é o ato jurídico de Deus pelo qual Ele declara justo o pecador que crê em Cristo.
2. A PAZ COM DEUS: RESULTADO DA JUSTIFICAÇÃO (Rm 5.1)
Antes da justificação:
- Estávamos em inimizade (Rm 5.10),
- Debaixo da ira (Rm 1.18),
- Sob condenação (Rm 3.19).
Depois da justificação:
- Temos paz objetiva com Deus,
- A culpa é removida,
- A condenação é anulada.
Essa paz não depende:
- Do desempenho espiritual,
- Das emoções,
- Da maturidade cristã,
Mas da obra consumada de Cristo.
📖 “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1).
3. É DEUS QUEM JUSTIFICA (Rm 4.3)
Paulo cita Gênesis 15.6:
“Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.”
Termo-chave
- λογίζομαι (logízomai) – “imputar”
Termo contábil: Deus credita a justiça de Cristo na conta do pecador.
📌 A justiça não é produzida pelo homem, mas atribuída por Deus.
4. UMA NOVA IDENTIDADE CONFIRMADA PELO ESPÍRITO (Rm 8.16–17)
A justificação não apenas muda nossa posição legal, mas inaugura:
- Adoção,
- Filiação,
- Herdeiros com Cristo.
O Espírito Santo:
- Testifica que somos filhos,
- Confirma nossa nova identidade,
- Sustenta nossa segurança espiritual.
📌 O jovem cristão não vive tentando ser aceito por Deus, mas vive porque já foi aceito.
5. UMA NOVA VIDA EM CRISTO (2Co 5.17)
“Se alguém está em Cristo, nova criatura é.”
A justificação:
- Remove o passado de culpa,
- Inaugura uma nova realidade espiritual,
- Capacita para uma vida santa.
Santidade não é o meio da justificação, mas seu fruto inevitável.
APLICAÇÕES PARA O JOVEM CRISTÃO
- Ousadia – Pode se aproximar de Deus sem medo (Hb 4.16).
- Gratidão – Vive para glorificar a Deus, não para pagar uma dívida.
- Santidade – Não vive no pecado porque foi libertado da condenação.
- Identidade segura – Não se define pelo passado, mas pela cruz.
- Vitória diária – Luta não para vencer, mas porque já venceu em Cristo.
TABELA EXPOSITIVA – A JUSTIFICAÇÃO NA VIDA CRISTÃ
Texto | Verdade doutrinária | Ensinamento central | Aplicação prática |
Rm 5.1 | Justificação pela fé | Paz com Deus | Segurança espiritual |
Rm 4.3 | Justiça imputada | Deus justifica | Humildade e fé |
Rm 8.1 | Fim da condenação | Libertação total | Vida sem culpa |
Rm 8.16 | Filiação confirmada | Nova identidade | Confiança e comunhão |
Rm 8.17 | Herança eterna | Coerdeiros com Cristo | Esperança futura |
2Co 5.17 | Nova criação | Vida transformada | Santidade diária |
CONCLUSÃO TEOLÓGICA
A Justificação pela fé é o alicerce da vida cristã. Ela estabelece paz com Deus, remove a condenação, concede nova identidade e capacita o crente a viver em santidade. O jovem que compreende essa verdade não vive dominado pela culpa nem pela insegurança, mas caminha com ousadia, gratidão e compromisso, sabendo que foi perdoado, regenerado e plenamente aceito em Cristo Jesus.
👉 Quem é justificado pela fé não vive para merecer a salvação, mas para glorificar Aquele que o salvou.
OBJETIVOS
INTERAÇÃO
Na lição deste domingo, estudaremos a respeito da Justificação pela fé, a começar pelo exemplo de Abraão que foi justificado por Deus. A Justificação faz com que vivamos como alguém que foi perdoado e amado, portanto, livre das amarras do pecado. Professor(a), seus alunos têm vivido como alguém que foi justificado por Deus ou ainda se sentem presos à culpa e ao passado? Estão vivendo a partir de uma fé verdadeira, que transforma o interior e o modo de viver deles? A Justificação pela fé nos leva a uma vida autêntica no Espírito. Sem esse Novo Nascimento, apenas sobra a aparência religiosa; e isso não agrada a Deus. Aconselhe os alunos a viverem uma fé genuína, que se manifeste em amor e obediência.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor(a), sugerimos que você divida a turma em dois grupos. O grupo 1 deverá discutir a seguinte questão: “Você acha que uma pessoa pode ser salva por ser ‘boa’ ou fazer boas obras?”. Após as breves respostas dos alunos, diga que “a fé em Jesus Cristo é a única condição ou requisito para que recebamos o dom gratuito de Deus da salvação espiritual. A fé não é apenas uma questão de aquilo em que uma pessoa crê, a respeito de Cristo, mas é também uma resposta ativa do coração de uma pessoa que deseja verdadeiramente aceitar a Cristo como Salvador (isto é, aquele que perdoa os seus pecados) e segui-lo, como Senhor”. Em seguida, pergunte ao grupo 2: “O que significa ser salvo pela fé?”. Depois de uma breve discussão com os alunos, pontue que, “a fim de ser salva (isto é, restaurada a um relacionamento correto com Deus), a pessoa deve:
Finalize dizendo que nenhuma quantidade de auto esforço pode realizar essas coisas, somente pela fé é possível receber a graça de Deus, sem depender de méritos humanos. Dessa forma a obra de Cristo é exaltada, e toda a glória da salvação é dada a Deus. (Adaptado da Bíblia de Estudo Pentecostal para Jovens. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, pp.1527,1644).
TEXTO BÍBLICO
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
Romanos 4 é a prova bíblica da doutrina apresentada em Romanos 3. Paulo demonstra que a justificação pela fé não é uma inovação cristã, mas o método eterno de Deus, já revelado no Antigo Testamento. Ele utiliza Abraão (o patriarca) e Davi (o rei) como testemunhas irrefutáveis para judeus e gentios.
1. ABRAÃO E O FRACASSO DA JUSTIÇA PELAS OBRAS (Rm 4.1–2)
“Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne?”
Paulo começa com uma pergunta retórica. Se alguém pudesse ser justificado por obras, seria Abraão. Porém, o apóstolo afirma:
“Se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus.”
Análise grega
- ἔργων (érgōn) – “obras”
Refere-se a ações humanas com expectativa de mérito. - καυχᾶσθαι (kauchásthai) – “gloriar-se”
Indica vanglória pessoal, algo incompatível com a graça divina.
📌 Diante de Deus, não há espaço para mérito humano. Se a salvação fosse por obras, Deus seria devedor — o que é teologicamente impossível.
2. A FÉ IMPUTADA COMO JUSTIÇA (Rm 4.3)
“Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.”
Paulo cita Gênesis 15.6, texto-chave da teologia da justificação.
Análise grega
- ἐπίστευσεν (epísteusen) – “creu”
Fé ativa, confiante, dependente. - ἐλογίσθη (elogísthē) – “foi imputado”
Termo contábil: creditar algo à conta de alguém. - δικαιοσύνη (dikaiosýnē) – “justiça”
Posição correta diante de Deus, não perfeição moral.
📌 Abraão não produziu justiça; Deus a creditou por causa da fé.
3. GRAÇA NÃO É DÍVIDA (Rm 4.4–5)
“Àquele que faz qualquer obra, não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida.”
Paulo faz uma distinção clara:
- Obras → pagamento
- Fé → graça
Destaque teológico
- Deus não recompensa fé como salário;
- Ele declara justo o ímpio que crê.
“Crê naquele que justifica o ímpio.”
Termos-chave
- ἀσεβῆ (asebē) – “ímpio”
Alguém sem mérito espiritual. - δικαιοῦντα (dikaioûnta) – “justifica”
Deus declara justo quem era culpado.
📌 O escândalo da graça: Deus justifica o ímpio que crê.
4. DAVI E A BEM-AVENTURANÇA DO PERDÃO (Rm 4.6–8)
Paulo agora cita Salmo 32.1–2, mostrando que Davi também entendeu a graça.
“Bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras.”
Análise grega
- μακάριος (makários) – “bem-aventurado”
Estado de felicidade espiritual profunda. - ἀφίενται (aphíentai) – “perdoadas”
Literalmente: enviadas para longe. - ἐπικαλύπτω (epikalyptō) – “cobertos”
Pecado não mais exposto à condenação. - οὐ μὴ λογίσηται (ou mē logísētai) – “não imputará”
Dupla negação enfática: jamais será contado.
📌 A justiça imputada resulta em pecado perdoado, coberto e não contabilizado.
TEOLOGIA CENTRAL DO TEXTO
Romanos 4.1–8 ensina que:
- A salvação não depende de obras,
- A fé é o meio, não a causa,
- Deus é o autor da justificação,
- O pecador é aceito antes de qualquer obra.
APLICAÇÕES PARA A VIDA CRISTÃ
- Humildade espiritual
Não há espaço para orgulho diante da cruz. - Segurança da salvação
A justificação não depende da performance. - Gratidão contínua
Somos perdoados, não por merecimento, mas por graça. - Vida santa como resposta
Não vivemos em pecado, pois fomos libertos da condenação. - Descanso espiritual
Deus não nos trata segundo nossas falhas, mas segundo Cristo.
TABELA EXPOSITIVA – ROMANOS 4.1–8
Verso
Personagem
Verdade teológica
Ensinamento central
Aplicação
Rm 4.1–2
Abraão
Obras não justificam
Não há glória diante de Deus
Humildade
Rm 4.3
Abraão
Justiça imputada
Fé creditada como justiça
Confiança
Rm 4.4
Trabalhador
Graça ≠ dívida
Salvação não é salário
Dependência
Rm 4.5
Ímpio
Justificação pela fé
Deus declara justo quem crê
Esperança
Rm 4.6
Davi
Justiça sem obras
Perdão gratuito
Gratidão
Rm 4.7–8
Davi
Pecado removido
Culpa anulada
Segurança
CONCLUSÃO
Romanos 4.1–8 revela o coração do Evangelho: Deus justifica o pecador pela fé, sem obras, por pura graça. Abraão foi declarado justo antes da Lei; Davi celebrou o perdão sem méritos. Assim, o crente hoje vive livre da condenação, firmado não em seus esforços, mas na obra perfeita de Cristo.
👉 A fé não nos torna merecedores; ela nos torna dependentes da graça — e isso é libertador.
Romanos 4 é a prova bíblica da doutrina apresentada em Romanos 3. Paulo demonstra que a justificação pela fé não é uma inovação cristã, mas o método eterno de Deus, já revelado no Antigo Testamento. Ele utiliza Abraão (o patriarca) e Davi (o rei) como testemunhas irrefutáveis para judeus e gentios.
1. ABRAÃO E O FRACASSO DA JUSTIÇA PELAS OBRAS (Rm 4.1–2)
“Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne?”
Paulo começa com uma pergunta retórica. Se alguém pudesse ser justificado por obras, seria Abraão. Porém, o apóstolo afirma:
“Se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus.”
Análise grega
- ἔργων (érgōn) – “obras”
Refere-se a ações humanas com expectativa de mérito. - καυχᾶσθαι (kauchásthai) – “gloriar-se”
Indica vanglória pessoal, algo incompatível com a graça divina.
📌 Diante de Deus, não há espaço para mérito humano. Se a salvação fosse por obras, Deus seria devedor — o que é teologicamente impossível.
2. A FÉ IMPUTADA COMO JUSTIÇA (Rm 4.3)
“Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.”
Paulo cita Gênesis 15.6, texto-chave da teologia da justificação.
Análise grega
- ἐπίστευσεν (epísteusen) – “creu”
Fé ativa, confiante, dependente. - ἐλογίσθη (elogísthē) – “foi imputado”
Termo contábil: creditar algo à conta de alguém. - δικαιοσύνη (dikaiosýnē) – “justiça”
Posição correta diante de Deus, não perfeição moral.
📌 Abraão não produziu justiça; Deus a creditou por causa da fé.
3. GRAÇA NÃO É DÍVIDA (Rm 4.4–5)
“Àquele que faz qualquer obra, não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida.”
Paulo faz uma distinção clara:
- Obras → pagamento
- Fé → graça
Destaque teológico
- Deus não recompensa fé como salário;
- Ele declara justo o ímpio que crê.
“Crê naquele que justifica o ímpio.”
Termos-chave
- ἀσεβῆ (asebē) – “ímpio”
Alguém sem mérito espiritual. - δικαιοῦντα (dikaioûnta) – “justifica”
Deus declara justo quem era culpado.
📌 O escândalo da graça: Deus justifica o ímpio que crê.
4. DAVI E A BEM-AVENTURANÇA DO PERDÃO (Rm 4.6–8)
Paulo agora cita Salmo 32.1–2, mostrando que Davi também entendeu a graça.
“Bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras.”
Análise grega
- μακάριος (makários) – “bem-aventurado”
Estado de felicidade espiritual profunda. - ἀφίενται (aphíentai) – “perdoadas”
Literalmente: enviadas para longe. - ἐπικαλύπτω (epikalyptō) – “cobertos”
Pecado não mais exposto à condenação. - οὐ μὴ λογίσηται (ou mē logísētai) – “não imputará”
Dupla negação enfática: jamais será contado.
📌 A justiça imputada resulta em pecado perdoado, coberto e não contabilizado.
TEOLOGIA CENTRAL DO TEXTO
Romanos 4.1–8 ensina que:
- A salvação não depende de obras,
- A fé é o meio, não a causa,
- Deus é o autor da justificação,
- O pecador é aceito antes de qualquer obra.
APLICAÇÕES PARA A VIDA CRISTÃ
- Humildade espiritual
Não há espaço para orgulho diante da cruz. - Segurança da salvação
A justificação não depende da performance. - Gratidão contínua
Somos perdoados, não por merecimento, mas por graça. - Vida santa como resposta
Não vivemos em pecado, pois fomos libertos da condenação. - Descanso espiritual
Deus não nos trata segundo nossas falhas, mas segundo Cristo.
TABELA EXPOSITIVA – ROMANOS 4.1–8
Verso | Personagem | Verdade teológica | Ensinamento central | Aplicação |
Rm 4.1–2 | Abraão | Obras não justificam | Não há glória diante de Deus | Humildade |
Rm 4.3 | Abraão | Justiça imputada | Fé creditada como justiça | Confiança |
Rm 4.4 | Trabalhador | Graça ≠ dívida | Salvação não é salário | Dependência |
Rm 4.5 | Ímpio | Justificação pela fé | Deus declara justo quem crê | Esperança |
Rm 4.6 | Davi | Justiça sem obras | Perdão gratuito | Gratidão |
Rm 4.7–8 | Davi | Pecado removido | Culpa anulada | Segurança |
CONCLUSÃO
Romanos 4.1–8 revela o coração do Evangelho: Deus justifica o pecador pela fé, sem obras, por pura graça. Abraão foi declarado justo antes da Lei; Davi celebrou o perdão sem méritos. Assim, o crente hoje vive livre da condenação, firmado não em seus esforços, mas na obra perfeita de Cristo.
👉 A fé não nos torna merecedores; ela nos torna dependentes da graça — e isso é libertador.
INTRODUÇÃO
A doutrina bíblica da Justificação pela fé é uma das verdades centrais da fé cristã. Segundo as Escrituras, ela ensina que a salvação não se baseia em méritos humanos, mas exclusivamente na justiça de Jesus Cristo. Assim, é Deus quem nos justifica. Nesta lição, estudaremos a Justificação como parte essencial da obra redentora e refletiremos sobre seu significado prático para aqueles que creem na obra consumada pelo Senhor Jesus.
I- O QUE É A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
1- Conceito. A palavra “justificação” refere-se à mudança na condição do pecador diante de Deus. Antes, estávamos mortos “em ofensas e pecados” (Ef 2.1), mas, ao experimentarmos a Justificação, nossa posição é completamente transformada: de culpados, Deus nos declara inocentes; de condenados, Ele nos absolve. Isso acontece por causa da obra satisfatória de Cristo no Calvário e mediante a fé nEle (Rm 1.17). Por isso, fomos “justificados pela fé” e, assim, “temos paz com Deus” (Rm 5.1). Isso significa que Deus nos concede a justiça de Cristo quando cremos (Rm 3.21-26). Portanto, é Deus quem justifica o pecador.
2- O ato da Justificação. O ato de justificar é uma obra invisível, que muda a nossa condição de pecadores, herdada desde o Éden. Trata-se de uma obra milagrosa, já que, contra o pecado, não há nada que possamos fazer por nós mesmos. Mas quando cremos em Cristo e em sua obra consumada no Calvário, nossa condição humana é transformada diante de Deus. Na Regeneração, nossa vida interior é profundamente restaurada (2Co 5.17); na Justificação, nossa posição diante de Deus é completamente alterada (Rm 8.1). Assim, Deus olha para nós e, sob o seu olhar, está a justiça do seu Filho, Jesus Cristo. Isso é a graça de Deus em ação!
3- Uma experiência real. A doutrina da Justificação não é apenas uma teoria, mas uma experiência real. Quando você compreende que foi justificado pela fé, passa a viver com uma nova identidade, tanto psicológica, no tocante às emoções e à personalidade, quanto espiritual. Não há razão para viver como alguém condenado. Não há por que carregar culpa que o pecado colocou sobre nós. A Justificação pela fé encoraja você a viver como alguém perdoado, aceito e capacitado para servir a Deus no poder do Espírito Santo (Rm 8.1). Portanto, se você crê em Cristo e em sua obra consumada no Calvário, viva com gratidão e ousadia, sabendo que sua culpa foi retirada — e, pela graça, Deus o aceitou (Rm 5.1). Por isso, não aceite viver como alguém condenado, mas alegre-se por ser justificado e amado. Viva essa verdade com fé e esperança.
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
INTRODUÇÃO – A JUSTIFICAÇÃO COMO EIXO DA SALVAÇÃO
A Justificação pela fé ocupa lugar central na revelação do Evangelho. Ela responde à maior necessidade humana: como um pecador pode ser aceito por um Deus santo? As Escrituras afirmam que essa aceitação não ocorre por esforço humano, observância da Lei ou mérito moral, mas exclusivamente pela justiça de Cristo aplicada ao crente. Em Romanos, Paulo deixa claro que a Justificação não é apenas um aspecto da salvação, mas o fundamento jurídico-espiritual sobre o qual repousa toda a vida cristã. Sem Justificação, não há paz com Deus; sem paz, não há comunhão; sem comunhão, não há vida cristã autêntica.
I – O QUE É A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
1. Conceito bíblico de Justificação
A palavra “justificação” não descreve uma mudança imediata de comportamento, mas uma mudança de status diante de Deus. O pecador, antes condenado, agora é declarado justo.
Análise do termo grego
- δικαίωσις (dikaíōsis) – “justificação”
Termo jurídico que significa declaração legal de justiça, não transformação moral. - δικαιόω (dikaióō) – “justificar”
Absolver, declarar justo em um tribunal.
📌 Isso significa que Deus age como Juiz, e não como réu ou negociador. Ele não ignora o pecado, mas o julga em Cristo.
Efésios 2.1 afirma que estávamos “mortos”:
- νεκρούς (nekróus) – mortos espiritualmente, incapazes de reagir ou merecer algo.
Ao justificar, Deus não melhora o pecador; Ele o absolve com base na justiça de Cristo (Rm 3.21-26). Por isso, Romanos 5.1 declara que, uma vez justificados, temos paz com Deus — a inimizade foi removida.
2. O ato da Justificação
A Justificação é um ato soberano, instantâneo e completo de Deus. Não é progressiva, nem depende do crescimento espiritual do crente.
Distinção teológica essencial
- Justificação → muda a posição diante de Deus
- Regeneração → muda a natureza interior
- Santificação → muda a conduta diária
Romanos 8.1 afirma:
“Agora, pois, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”
Termos-chave
- κατάκριμα (katákrima) – condenação judicial
Sentença definitiva de culpa. - Em Cristo, essa sentença foi totalmente anulada.
📌 Deus não vê o crente “em processo de perdão”, mas totalmente absolvido. Ele nos olha revestidos da justiça de Cristo, não da nossa história passada. Isso revela a profundidade da graça: Deus declara justo aquele que crê, mesmo antes das obras.
3. Uma experiência real e transformadora
Embora seja um ato jurídico, a Justificação produz efeitos profundos na vida emocional, espiritual e prática do crente. A certeza de que a culpa foi removida gera libertação interior.
Romanos 8.1 e 8.16 mostram que:
- O Espírito Santo testemunha ao nosso espírito que somos aceitos.
- A fé não apenas informa a mente, mas cura a consciência.
📌 A pessoa justificada:
- Não vive mais sob medo da condenação;
- Não se define pelo passado;
- Não serve a Deus para ser aceita, mas porque já foi aceita.
A Justificação pela fé gera:
- Ousadia espiritual (Hb 4.16),
- Gratidão contínua,
- Vida santa como resposta, não como troca.
Viver como alguém ainda condenado é negar, na prática, a eficácia da cruz. A fé verdadeira nos chama a viver de acordo com a nova identidade concedida por Deus.
APLICAÇÕES PRÁTICAS
- Abandone a culpa persistente
Se Deus não o condena, você não deve viver se condenando. - Sirva a Deus com liberdade, não com medo
A obediência flui da gratidão, não da tentativa de merecer algo. - Tenha paz interior
A justificação encerra o conflito entre você e Deus. - Viva com identidade restaurada
Você é aceito, perdoado e amado em Cristo. - Cresça em santidade por amor, não por obrigação
TABELA EXPOSITIVA – JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
Aspecto
Antes da Justificação
Depois da Justificação
Referência
Condição espiritual
Morto em pecados
Vivo em Cristo
Ef 2.1; 2Co 5.17
Status diante de Deus
Culpado
Declarado justo
Rm 3.24
Relação com Deus
Inimizade
Paz
Rm 5.1
Condenação
Existente
Nenhuma
Rm 8.1
Base da aceitação
Obras humanas
Justiça de Cristo
Rm 3.21-26
Resultado prático
Medo e culpa
Ousadia e gratidão
Rm 8.15
CONCLUSÃO
A Justificação pela fé é a obra graciosa de Deus que muda completamente o destino e a identidade do pecador. Não é uma doutrina secundária, mas o coração do Evangelho. Em Cristo, o crente não é apenas perdoado — é declarado justo, aceito e reconciliado com Deus. Essa verdade nos chama a viver com fé, alegria, ousadia e santidade, não para conquistar o favor divino, mas porque já fomos alcançados por ele.
👉 Quem entende a Justificação pela fé não vive tentando pagar uma dívida que já foi quitada na cruz. Vive para glorificar Aquele que justificou gratuitamente.
INTRODUÇÃO – A JUSTIFICAÇÃO COMO EIXO DA SALVAÇÃO
A Justificação pela fé ocupa lugar central na revelação do Evangelho. Ela responde à maior necessidade humana: como um pecador pode ser aceito por um Deus santo? As Escrituras afirmam que essa aceitação não ocorre por esforço humano, observância da Lei ou mérito moral, mas exclusivamente pela justiça de Cristo aplicada ao crente. Em Romanos, Paulo deixa claro que a Justificação não é apenas um aspecto da salvação, mas o fundamento jurídico-espiritual sobre o qual repousa toda a vida cristã. Sem Justificação, não há paz com Deus; sem paz, não há comunhão; sem comunhão, não há vida cristã autêntica.
I – O QUE É A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
1. Conceito bíblico de Justificação
A palavra “justificação” não descreve uma mudança imediata de comportamento, mas uma mudança de status diante de Deus. O pecador, antes condenado, agora é declarado justo.
Análise do termo grego
- δικαίωσις (dikaíōsis) – “justificação”
Termo jurídico que significa declaração legal de justiça, não transformação moral. - δικαιόω (dikaióō) – “justificar”
Absolver, declarar justo em um tribunal.
📌 Isso significa que Deus age como Juiz, e não como réu ou negociador. Ele não ignora o pecado, mas o julga em Cristo.
Efésios 2.1 afirma que estávamos “mortos”:
- νεκρούς (nekróus) – mortos espiritualmente, incapazes de reagir ou merecer algo.
Ao justificar, Deus não melhora o pecador; Ele o absolve com base na justiça de Cristo (Rm 3.21-26). Por isso, Romanos 5.1 declara que, uma vez justificados, temos paz com Deus — a inimizade foi removida.
2. O ato da Justificação
A Justificação é um ato soberano, instantâneo e completo de Deus. Não é progressiva, nem depende do crescimento espiritual do crente.
Distinção teológica essencial
- Justificação → muda a posição diante de Deus
- Regeneração → muda a natureza interior
- Santificação → muda a conduta diária
Romanos 8.1 afirma:
“Agora, pois, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”
Termos-chave
- κατάκριμα (katákrima) – condenação judicial
Sentença definitiva de culpa. - Em Cristo, essa sentença foi totalmente anulada.
📌 Deus não vê o crente “em processo de perdão”, mas totalmente absolvido. Ele nos olha revestidos da justiça de Cristo, não da nossa história passada. Isso revela a profundidade da graça: Deus declara justo aquele que crê, mesmo antes das obras.
3. Uma experiência real e transformadora
Embora seja um ato jurídico, a Justificação produz efeitos profundos na vida emocional, espiritual e prática do crente. A certeza de que a culpa foi removida gera libertação interior.
Romanos 8.1 e 8.16 mostram que:
- O Espírito Santo testemunha ao nosso espírito que somos aceitos.
- A fé não apenas informa a mente, mas cura a consciência.
📌 A pessoa justificada:
- Não vive mais sob medo da condenação;
- Não se define pelo passado;
- Não serve a Deus para ser aceita, mas porque já foi aceita.
A Justificação pela fé gera:
- Ousadia espiritual (Hb 4.16),
- Gratidão contínua,
- Vida santa como resposta, não como troca.
Viver como alguém ainda condenado é negar, na prática, a eficácia da cruz. A fé verdadeira nos chama a viver de acordo com a nova identidade concedida por Deus.
APLICAÇÕES PRÁTICAS
- Abandone a culpa persistente
Se Deus não o condena, você não deve viver se condenando. - Sirva a Deus com liberdade, não com medo
A obediência flui da gratidão, não da tentativa de merecer algo. - Tenha paz interior
A justificação encerra o conflito entre você e Deus. - Viva com identidade restaurada
Você é aceito, perdoado e amado em Cristo. - Cresça em santidade por amor, não por obrigação
TABELA EXPOSITIVA – JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
Aspecto | Antes da Justificação | Depois da Justificação | Referência |
Condição espiritual | Morto em pecados | Vivo em Cristo | Ef 2.1; 2Co 5.17 |
Status diante de Deus | Culpado | Declarado justo | Rm 3.24 |
Relação com Deus | Inimizade | Paz | Rm 5.1 |
Condenação | Existente | Nenhuma | Rm 8.1 |
Base da aceitação | Obras humanas | Justiça de Cristo | Rm 3.21-26 |
Resultado prático | Medo e culpa | Ousadia e gratidão | Rm 8.15 |
CONCLUSÃO
A Justificação pela fé é a obra graciosa de Deus que muda completamente o destino e a identidade do pecador. Não é uma doutrina secundária, mas o coração do Evangelho. Em Cristo, o crente não é apenas perdoado — é declarado justo, aceito e reconciliado com Deus. Essa verdade nos chama a viver com fé, alegria, ousadia e santidade, não para conquistar o favor divino, mas porque já fomos alcançados por ele.
👉 Quem entende a Justificação pela fé não vive tentando pagar uma dívida que já foi quitada na cruz. Vive para glorificar Aquele que justificou gratuitamente.
SUBSÍDIO 1
“JUSTIFICAÇÃO. ‘Ser justificado’ (gr. dikaioō) significa ser ‘justo diante de Deus’ (Rm 2.13), ser ‘feito justo’ (Rm 5.18,19), ‘estabelecer como justo’ ou ‘definir algo justo’. No sentido judicial, significa ser absolvido ou declarado ‘inocente’. Assim sendo, diz respeito, diretamente, ao perdão de Deus, disponível por intermédio do sacrifício de Cristo. Originalmente, todas as pessoas são pecadoras, em rebelião e oposição a Deus. Segundo a sua lei perfeita, somos declarados culpados e condenados à morte eterna, mas aqueles que verdadeiramente se arrependem — que admitem o seu pecado, que se afastam do seu próprio caminho, que se entregam a Cristo e começam a seguir os seus propósitos — entram em um relacionamento correto com Cristo. A partir da perspectiva de Deus, quando uma pessoa aceita o sacrifício expiatório de Cristo (isto é, que compensa o pecado, que fornece o perdão) por ela, nesse momento é como se ela nunca tivesse pecado. Deus credita a justiça de Cristo aos que o recebem e seguem (veja Rm 4.24,25; Fp 3.9). Isto é o que permite que Deus aceite os humanos mortais no céu, uma vez que ninguém nunca conseguiria ser suficientemente bom para merecer um lugar no céu por seus próprios méritos. O apóstolo Paulo revela diversas verdades a respeito da justificação e da maneira como ela se concretiza.” (Bíblia de Estudo Pentecostal para Jovens. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, p.1515).
II- DEUS JUSTIFICOU ABRAÃO
1- O exemplo do pai da fé. Em Romanos 4.1-8, o apóstolo Paulo usa o exemplo de Abraão para ensinar a doutrina da Justificação pela fé. O texto explica que, muito antes da Lei ser dada, Abraão já havia crido em Deus — e por causa dessa fé, Deus o declarou justo (Rm 4.3). Isso mostra que o ensino bíblico de ser salvo pela fé não começou no Novo Testamento. Desde o Antigo Testamento, Deus já estava revelando que o caminho da salvação não depende do que fazemos, mas da fé nEle. Abraão não foi escolhido por merecimento, mas porque confiou em Deus. Nesse contexto, a fé ocupa um lugar central no plano divino de salvação.
2- O lugar da fé. No plano divino, tanto o crer quanto o agir têm lugar na obra da salvação. No caso de Abraão, a fé dele foi determinante para sua justificação diante de Deus. Contudo, seus atos também fazem parte dessa economia salvífica, como expressão concreta da fé. Sim, Abraão só deixou sua terra porque, primeiro, creu na promessa de Deus (Gn 12.1). Na Justificação, o princípio é o mesmo: primeiro se crê; depois, o justificado manifesta, por meio de sua conduta, os frutos dessa fé. Por isso, a fé ocupa um lugar central no ato divino de justificar o pecador. Ela é o gesto de plena dependência de Deus para viver neste mundo.
3- O sentido prático dessa doutrina. A principal implicação desse ensino é que a salvação não se baseia em uma performance meramente religiosa, sem vida e mecânica. Nossa salvação está firmada em uma confiança viva em Jesus Cristo. Por isso, essa fé não é passiva, inerte ou morta — ela produz frutos visíveis na maneira de viver. Uma vez justificados pela fé, desejamos andar no Espírito, viver no Espírito e nos comunicar no Espírito (Rm 8.5). Por isso, é uma bênção viver uma vida santa a partir de um encontro real com Deus mediante a fé em Cristo. Por outro lado, é uma maldição tentar aparentar uma “vida santa” sem ter experimentado a Salvação, a Regeneração e a Justificação em Cristo. Nesse caso, em vez de uma vida autêntica, o que resta é religiosidade vazia, profanação e autoengano. Temos vivido uma fé que transforma? Ou só tentamos manter uma aparência de fé?
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
II – DEUS JUSTIFICOU ABRAÃO
1. O exemplo do pai da fé
Ao recorrer a Abraão em Romanos 4.1-8, Paulo faz uma escolha estratégica e teologicamente decisiva. Abraão é o patriarca fundador da identidade israelita; se alguém pudesse reivindicar justificação por mérito, esse alguém seria ele. No entanto, Paulo demonstra que nem mesmo Abraão foi justificado por obras, mas exclusivamente pela fé.
Romanos 4.3 cita Gênesis 15.6:
“Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.”
Análise dos termos bíblicos
- הֶאֱמִן (he’emin) – “creu” (hebraico)
Verbo que expressa confiança firme, apoio total, dependência. - חָשַׁב (ḥāshav) – “imputar, considerar”
Termo contábil e jurídico: creditar algo a alguém. - λογίζομαι (logízomai) – “imputar” (grego)
Usado repetidamente em Romanos 4 para reforçar a ideia de crédito legal, não mérito moral.
📌 Deus não encontrou justiça em Abraão, mas atribuiu justiça a ele por causa da fé. Isso ocorreu séculos antes da Lei, da circuncisão e de qualquer sistema sacrificial mosaico. Assim, Paulo prova que a Justificação pela fé não é inovação cristã, mas princípio eterno do agir divino.
2. O lugar da fé no plano divino
A fé ocupa lugar central porque ela expressa total dependência de Deus. Em Romanos 4.5, Paulo afirma algo escandaloso para o pensamento religioso:
“Deus justifica o ímpio.”
Isso revela que:
- A fé não é obra;
- A fé não compra a salvação;
- A fé é o meio pelo qual a graça opera.
Distinção essencial
- A fé não substitui as obras
- As obras não substituem a fé
Em Abraão, a ordem é clara:
- Ele creu (Gn 15.6)
- Depois obedeceu (Gn 12; Gn 22)
Tiago 2 não contradiz Paulo, mas o complementa:
- Paulo fala da raiz da salvação (fé);
- Tiago fala do fruto da salvação (obras).
📌 Na Justificação, a fé é o instrumento; as obras são a evidência. Quando a fé é verdadeira, ela se manifesta em obediência. Abraão não saiu de Ur para ser aceito por Deus; saiu porque já havia crido.
3. O sentido prático dessa doutrina
A doutrina da Justificação pela fé destrói toda tentativa de religiosidade performática. Deus não se agrada de aparência espiritual sem transformação interior. Uma fé meramente formal gera:
- Moralismo sem vida;
- Santidade artificial;
- Práticas religiosas vazias.
Romanos 8.5 ensina que o justificado passa a viver segundo o Espírito:
- φρόνημα (phronēma) – mentalidade, inclinação interior
📌 Isso significa que a Justificação produz uma nova orientação de vida. O crente não vive para “parecer santo”, mas porque foi declarado justo. Quando alguém tenta viver santidade sem ter sido justificado, o resultado é:
- Cansaço espiritual;
- Hipocrisia;
- Autoengano.
A pergunta final é inevitável e pastoralmente necessária:
👉 Nossa fé tem produzido transformação real ou apenas manutenção de aparência religiosa?
APLICAÇÕES PRÁTICAS
- Descanse na obra de Cristo
Você não precisa provar seu valor a Deus — Ele já o justificou. - Avalie a origem da sua santidade
Ela flui da fé ou do medo? - Cuidado com o legalismo disfarçado de zelo
Ele produz orgulho ou culpa, nunca vida. - Permita que a fé molde suas decisões
Como Abraão, fé verdadeira gera obediência. - Viva uma fé visível, não exibicionista
Obras são consequência, não propaganda espiritual.
TABELA EXPOSITIVA – ABRAÃO E A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
Aspecto
Abraão
Ensino Doutrinário
Referência
Base da Justificação
Fé
Não por obras
Rm 4.3
Momento
Antes da Lei
Princípio eterno
Gn 15.6
Ação divina
Deus imputou justiça
Ato gracioso
Rm 4.5
Papel das obras
Resultado da fé
Evidência
Gn 12; Tg 2
Tipo de fé
Viva e obediente
Não passiva
Hb 11.8
Aplicação ao crente
Fé que transforma
Vida no Espírito
Rm 8.5
CONCLUSÃO
Abraão nos ensina que ninguém é aceito por Deus por merecimento, mas por fé. A Justificação pela fé nos liberta da escravidão do desempenho religioso e nos conduz a uma vida de obediência sincera, fruto de um relacionamento real com Deus. Onde há fé verdadeira, há transformação. Onde só há aparência, há religiosidade morta.
👉 A pergunta permanece viva para cada geração: estamos confiando em Deus como Abraão ou apenas tentando parecer espirituais?
II – DEUS JUSTIFICOU ABRAÃO
1. O exemplo do pai da fé
Ao recorrer a Abraão em Romanos 4.1-8, Paulo faz uma escolha estratégica e teologicamente decisiva. Abraão é o patriarca fundador da identidade israelita; se alguém pudesse reivindicar justificação por mérito, esse alguém seria ele. No entanto, Paulo demonstra que nem mesmo Abraão foi justificado por obras, mas exclusivamente pela fé.
Romanos 4.3 cita Gênesis 15.6:
“Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.”
Análise dos termos bíblicos
- הֶאֱמִן (he’emin) – “creu” (hebraico)
Verbo que expressa confiança firme, apoio total, dependência. - חָשַׁב (ḥāshav) – “imputar, considerar”
Termo contábil e jurídico: creditar algo a alguém. - λογίζομαι (logízomai) – “imputar” (grego)
Usado repetidamente em Romanos 4 para reforçar a ideia de crédito legal, não mérito moral.
📌 Deus não encontrou justiça em Abraão, mas atribuiu justiça a ele por causa da fé. Isso ocorreu séculos antes da Lei, da circuncisão e de qualquer sistema sacrificial mosaico. Assim, Paulo prova que a Justificação pela fé não é inovação cristã, mas princípio eterno do agir divino.
2. O lugar da fé no plano divino
A fé ocupa lugar central porque ela expressa total dependência de Deus. Em Romanos 4.5, Paulo afirma algo escandaloso para o pensamento religioso:
“Deus justifica o ímpio.”
Isso revela que:
- A fé não é obra;
- A fé não compra a salvação;
- A fé é o meio pelo qual a graça opera.
Distinção essencial
- A fé não substitui as obras
- As obras não substituem a fé
Em Abraão, a ordem é clara:
- Ele creu (Gn 15.6)
- Depois obedeceu (Gn 12; Gn 22)
Tiago 2 não contradiz Paulo, mas o complementa:
- Paulo fala da raiz da salvação (fé);
- Tiago fala do fruto da salvação (obras).
📌 Na Justificação, a fé é o instrumento; as obras são a evidência. Quando a fé é verdadeira, ela se manifesta em obediência. Abraão não saiu de Ur para ser aceito por Deus; saiu porque já havia crido.
3. O sentido prático dessa doutrina
A doutrina da Justificação pela fé destrói toda tentativa de religiosidade performática. Deus não se agrada de aparência espiritual sem transformação interior. Uma fé meramente formal gera:
- Moralismo sem vida;
- Santidade artificial;
- Práticas religiosas vazias.
Romanos 8.5 ensina que o justificado passa a viver segundo o Espírito:
- φρόνημα (phronēma) – mentalidade, inclinação interior
📌 Isso significa que a Justificação produz uma nova orientação de vida. O crente não vive para “parecer santo”, mas porque foi declarado justo. Quando alguém tenta viver santidade sem ter sido justificado, o resultado é:
- Cansaço espiritual;
- Hipocrisia;
- Autoengano.
A pergunta final é inevitável e pastoralmente necessária:
👉 Nossa fé tem produzido transformação real ou apenas manutenção de aparência religiosa?
APLICAÇÕES PRÁTICAS
- Descanse na obra de Cristo
Você não precisa provar seu valor a Deus — Ele já o justificou. - Avalie a origem da sua santidade
Ela flui da fé ou do medo? - Cuidado com o legalismo disfarçado de zelo
Ele produz orgulho ou culpa, nunca vida. - Permita que a fé molde suas decisões
Como Abraão, fé verdadeira gera obediência. - Viva uma fé visível, não exibicionista
Obras são consequência, não propaganda espiritual.
TABELA EXPOSITIVA – ABRAÃO E A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
Aspecto | Abraão | Ensino Doutrinário | Referência |
Base da Justificação | Fé | Não por obras | Rm 4.3 |
Momento | Antes da Lei | Princípio eterno | Gn 15.6 |
Ação divina | Deus imputou justiça | Ato gracioso | Rm 4.5 |
Papel das obras | Resultado da fé | Evidência | Gn 12; Tg 2 |
Tipo de fé | Viva e obediente | Não passiva | Hb 11.8 |
Aplicação ao crente | Fé que transforma | Vida no Espírito | Rm 8.5 |
CONCLUSÃO
Abraão nos ensina que ninguém é aceito por Deus por merecimento, mas por fé. A Justificação pela fé nos liberta da escravidão do desempenho religioso e nos conduz a uma vida de obediência sincera, fruto de um relacionamento real com Deus. Onde há fé verdadeira, há transformação. Onde só há aparência, há religiosidade morta.
👉 A pergunta permanece viva para cada geração: estamos confiando em Deus como Abraão ou apenas tentando parecer espirituais?
SUBSÍDIO 2
Professor(a), destaque para os alunos que em relação ao sentido prático dessa doutrina, depois de termos experimentado a salvação e, no tocante ao viver santo, é importante saber que não estamos sozinhos. “Se estivermos verdadeiramente seguindo a Cristo, o Espírito Santo nos lembrará constantemente de que somos filhos de Deus (Rm 8.16). Ele nos ajuda em nossos esforços para adorar e honrar a Deus (At 10.46). Ele nos ajuda a orar e até mesmo intercede (isto é, defende o nosso caso) por nós quando estamos oprimidos e não sabemos o que orar (Rm 8.26,27). Ele também desenvolve dentro de nós um caráter mais semelhante ao de Cristo, de maneira a honrar a Jesus (Gl 5.22,23; 1Pe 1.2). Como nosso professor e Conselheiro piedoso (Jo 14.16,26; 16.7), Ele nos fornece informações a respeito de Deus que estão além do nosso entendimento natural. Ele nos lembra do que Deus já revelou na sua Palavra, e Ele nos guia em toda a verdade (Jo 16.13; 14.26; 1Co 2.9-16). Ele transmite continuamente o amor de Deus por nós (Rm 5.5) e nos dá alegria, consolação e ajuda (Jo 14.16; 1Ts 1.6)”. (Bíblia de Estudo Pentecostal para Jovens. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, p.1458).
III- O LIVRAMENTO DA CULPA E DAS CONSEQUÊNCIAS ETERNAS DO PECADO
1- A Justificação traz um grande livramento. A doutrina bíblica da Justificação pela fé traz consigo o livramento da condenação eterna e da culpa que o pecado impõe sobre a vida humana (Rm 8.1). Vivemos em um mundo onde não faltam pessoas prontas para acusar, nem circunstâncias arquitetadas pelo Inimigo para escravizar vidas: vícios, traumas, erros e conflitos familiares. Tudo isso revela situações e ambientes em que o domínio do pecado ainda atua. Mas aqueles que estão em Cristo, uma vez justificados pela fé, já romperam essas amarras e foram completamente libertos.
2- Livres da culpa. A culpa causada pelo pecado oprime muitas pessoas que vivem aprisionadas no passado, marcadas por palavras ditas e ouvidas em meio a conflitos familiares; outras permanecem paralisadas no presente por causa das acusações relacionadas aos erros cometidos na vida. No entanto, a condenação que estava sobre nós foi anulada, vencida e apagada por Deus (Rm 8.31). E isso é suficiente! Trata-se de um chamado, não para a prática do pecado, mas para o privilégio de viver segundo os propósitos de Deus. Por isso, a culpa não tem mais domínio sobre quem foi justificado. Essa pessoa foi perdoada, liberta, regenerada e declarada justa diante de Deus.
3- O testemunho interior do Espírito Santo. Finalmente, a experiência da Justificação pela fé é acompanhada pelo testemunho interior do Espírito Santo (Rm 8.16). O jovem que compreende essa realidade espiritual caminha com firmeza, mesmo diante de pressões externas e dos inúmeros desafios ao longo da jornada cristã. Ele sabe que, se é filho de Deus, então também é herdeiro de Deus e coerdeiro com Cristo (Rm 8.17). Essa verdade impacta diretamente a nossa identidade como seguidores de Cristo neste mundo, pois é afirmada, em nosso coração, pelo próprio Espírito Santo.
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
III – O LIVRAMENTO DA CULPA E DAS CONSEQUÊNCIAS ETERNAS DO PECADO
1. A Justificação traz um grande livramento
A Justificação pela fé não é apenas uma mudança de status jurídico diante de Deus; ela resulta em um livramento real e definitivo. Romanos 8.1 declara:
“Agora, pois, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”
Análise do texto grego
- κατάκριμα (katákrima) – “condenação”
Termo jurídico que indica sentença final de culpa com punição. - οὐδέν (oudén) – “nenhuma, absolutamente nenhuma”
Enfático no original: exclusão total de condenação.
📌 Paulo afirma que não existe mais sentença eterna contra o justificado. A condenação do pecado foi plenamente absorvida por Cristo na cruz (Rm 8.3). Assim, o crente não vive mais sob o peso do juízo eterno, nem sob o domínio acusatório do Inimigo.
Embora ainda vivamos em um mundo marcado pelo pecado — com vícios, traumas, conflitos e estruturas caídas — o domínio legal do pecado foi quebrado. A Justificação rompe as cadeias espirituais que mantinham o ser humano preso à culpa, ao medo e à escravidão moral (Cl 2.14,15).
2. Livres da culpa
A culpa é uma das armas mais sutis e destrutivas do pecado. Mesmo após o arrependimento, muitos continuam vivendo como réus espirituais. No entanto, a Escritura afirma:
“Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica” (Rm 8.33).
Análise do termo
- ἐγκαλέω (enkaléō) – “acusar formalmente”
Linguagem de tribunal: levantar acusação legal. - δικαιόω (dikaióō) – “justificar”
Declarar justo, absolver oficialmente.
📌 Se Deus — o Juiz supremo — declarou o pecador justo, nenhuma acusação tem validade. A culpa, portanto, não é mais um instrumento legítimo de controle espiritual. Permanecer preso à culpa é viver como se a cruz não tivesse sido suficiente.
Isso não é licença para pecar, mas libertação para viver segundo os propósitos de Deus. A graça que perdoa é a mesma que capacita para uma vida santa (Rm 6.1-4). O justificado não vive na prática do pecado, mas também não vive sob a tirania da culpa.
3. O testemunho interior do Espírito Santo
A Justificação não é apenas uma verdade objetiva; ela é confirmada subjetivamente pelo Espírito Santo. Romanos 8.16 declara:
“O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.”
Análise do termo grego
- συμμαρτυρέω (symmartyréō) – “testemunhar juntamente”
Indica uma confirmação interna e contínua. - πνεῦμα (pneuma) – espírito
Refere-se à dimensão interior regenerada do crente.
📌 O Espírito Santo não apenas nos convence do pecado (Jo 16.8), mas também nos assegura da filiação. Essa confirmação interior fortalece o crente diante das pressões externas, das tentações e das acusações. O jovem que compreende essa verdade caminha com identidade, segurança e esperança.
Romanos 8.17 amplia essa realidade:
“E, se filhos, também herdeiros; herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo.”
A Justificação nos insere em uma nova família, com nova herança e novo destino eterno. Não somos apenas perdoados; somos adotados.
APLICAÇÕES PRÁTICAS
- Não viva como condenado se Deus já o justificou
A cruz é suficiente. - Rejeite a culpa que não vem do Espírito Santo
Convicção gera arrependimento; culpa gera paralisia. - Enfrente o passado à luz da graça
Em Cristo, ele não define mais você. - Ande com identidade espiritual
Filhos não vivem como escravos. - Confie no testemunho do Espírito
Ele confirma sua nova posição em Deus.
TABELA EXPOSITIVA – JUSTIFICAÇÃO E LIVRAMENTO
Aspecto
Antes da Justificação
Depois da Justificação
Referência
Condição espiritual
Condenado
Absolvido
Rm 8.1
Situação legal
Réu
Justo
Rm 8.33
Culpa
Dominante
Cancelada
Cl 2.14
Relação com Deus
Distante
Filial
Rm 8.15
Testemunho interior
Insegurança
Confirmação
Rm 8.16
Destino eterno
Morte
Herança em Cristo
Rm 8.17
CONCLUSÃO
A Justificação pela fé não apenas nos livra da condenação eterna, mas também cura a alma ferida pela culpa e estabelece uma nova identidade em Cristo. O crente justificado não vive mais sob acusações, nem sob o medo do juízo, mas sob o testemunho do Espírito Santo que afirma: “Você é filho, é herdeiro e é aceito.”
👉 Quem foi justificado não precisa viver acorrentado ao passado, pois seu futuro está seguro em Cristo.
III – O LIVRAMENTO DA CULPA E DAS CONSEQUÊNCIAS ETERNAS DO PECADO
1. A Justificação traz um grande livramento
A Justificação pela fé não é apenas uma mudança de status jurídico diante de Deus; ela resulta em um livramento real e definitivo. Romanos 8.1 declara:
“Agora, pois, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”
Análise do texto grego
- κατάκριμα (katákrima) – “condenação”
Termo jurídico que indica sentença final de culpa com punição. - οὐδέν (oudén) – “nenhuma, absolutamente nenhuma”
Enfático no original: exclusão total de condenação.
📌 Paulo afirma que não existe mais sentença eterna contra o justificado. A condenação do pecado foi plenamente absorvida por Cristo na cruz (Rm 8.3). Assim, o crente não vive mais sob o peso do juízo eterno, nem sob o domínio acusatório do Inimigo.
Embora ainda vivamos em um mundo marcado pelo pecado — com vícios, traumas, conflitos e estruturas caídas — o domínio legal do pecado foi quebrado. A Justificação rompe as cadeias espirituais que mantinham o ser humano preso à culpa, ao medo e à escravidão moral (Cl 2.14,15).
2. Livres da culpa
A culpa é uma das armas mais sutis e destrutivas do pecado. Mesmo após o arrependimento, muitos continuam vivendo como réus espirituais. No entanto, a Escritura afirma:
“Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica” (Rm 8.33).
Análise do termo
- ἐγκαλέω (enkaléō) – “acusar formalmente”
Linguagem de tribunal: levantar acusação legal. - δικαιόω (dikaióō) – “justificar”
Declarar justo, absolver oficialmente.
📌 Se Deus — o Juiz supremo — declarou o pecador justo, nenhuma acusação tem validade. A culpa, portanto, não é mais um instrumento legítimo de controle espiritual. Permanecer preso à culpa é viver como se a cruz não tivesse sido suficiente.
Isso não é licença para pecar, mas libertação para viver segundo os propósitos de Deus. A graça que perdoa é a mesma que capacita para uma vida santa (Rm 6.1-4). O justificado não vive na prática do pecado, mas também não vive sob a tirania da culpa.
3. O testemunho interior do Espírito Santo
A Justificação não é apenas uma verdade objetiva; ela é confirmada subjetivamente pelo Espírito Santo. Romanos 8.16 declara:
“O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.”
Análise do termo grego
- συμμαρτυρέω (symmartyréō) – “testemunhar juntamente”
Indica uma confirmação interna e contínua. - πνεῦμα (pneuma) – espírito
Refere-se à dimensão interior regenerada do crente.
📌 O Espírito Santo não apenas nos convence do pecado (Jo 16.8), mas também nos assegura da filiação. Essa confirmação interior fortalece o crente diante das pressões externas, das tentações e das acusações. O jovem que compreende essa verdade caminha com identidade, segurança e esperança.
Romanos 8.17 amplia essa realidade:
“E, se filhos, também herdeiros; herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo.”
A Justificação nos insere em uma nova família, com nova herança e novo destino eterno. Não somos apenas perdoados; somos adotados.
APLICAÇÕES PRÁTICAS
- Não viva como condenado se Deus já o justificou
A cruz é suficiente. - Rejeite a culpa que não vem do Espírito Santo
Convicção gera arrependimento; culpa gera paralisia. - Enfrente o passado à luz da graça
Em Cristo, ele não define mais você. - Ande com identidade espiritual
Filhos não vivem como escravos. - Confie no testemunho do Espírito
Ele confirma sua nova posição em Deus.
TABELA EXPOSITIVA – JUSTIFICAÇÃO E LIVRAMENTO
Aspecto | Antes da Justificação | Depois da Justificação | Referência |
Condição espiritual | Condenado | Absolvido | Rm 8.1 |
Situação legal | Réu | Justo | Rm 8.33 |
Culpa | Dominante | Cancelada | Cl 2.14 |
Relação com Deus | Distante | Filial | Rm 8.15 |
Testemunho interior | Insegurança | Confirmação | Rm 8.16 |
Destino eterno | Morte | Herança em Cristo | Rm 8.17 |
CONCLUSÃO
A Justificação pela fé não apenas nos livra da condenação eterna, mas também cura a alma ferida pela culpa e estabelece uma nova identidade em Cristo. O crente justificado não vive mais sob acusações, nem sob o medo do juízo, mas sob o testemunho do Espírito Santo que afirma: “Você é filho, é herdeiro e é aceito.”
👉 Quem foi justificado não precisa viver acorrentado ao passado, pois seu futuro está seguro em Cristo.
SUBSÍDIO 3
Professor(a), leve seus alunos a uma reflexão a respeito das consequências do pecado e pergunte aos alunos “o que podemos fazer para sermos libertos da culpa? O rei Davi era culpado de pecados terríveis (adultério, assassinato, mentira) e, assim, experimentou a alegria do perdão. Também podemos sentir essa mesma alegria quando: (1) deixamos de negar nossa culpa e reconhecemos que pecamos; (2) imploramos o perdão de Deus; (3) abandonamos nossa culpa e cremos que Ele já nos perdoou. Isso pode ser algo difícil de conseguir quando o pecado já se enraizou em nossa vida durante muitos anos, quando é muito grave e/ou envolve outras pessoas. Mas devemos lembrar-nos de que Jesus está disposto e é capaz de perdoar qualquer pecado. Em vista do tremendo preço que pagou na cruz, seria arrogante pensarmos que algum pecado é grande demais para ser perdoado. Embora a nossa fé seja fraca, nossa consciência sensível e nossa memória nos atormente, a Palavra de Deus declara que pecados reconhecidos e confessados são perdoados (1Jo 1.9)”. (Adaptado de Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.1558).
CONCLUSÃO
A justificação é o alicerce sobre o qual se edifica toda a vida cristã. Ao crer em Jesus, somos declarados justos diante de Deus — não por nossos méritos, mas pela justiça de Cristo imputada a nós. Isso nos dá segurança, paz com Deus e acesso à vida eterna. Creia com todo o seu coração que você foi justificado(a) pela fé. Viva com ousadia e gratidão, sabendo que sua identidade não está no passado que você viveu, mas na nova posição que você tem em Cristo. E lembre-se: a fé que justifica é também a fé que santifica, sustenta e conduz à vitória.
HORA DA REVISÃO
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
CONCLUSÃO – COMENTÁRIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
A Justificação pela fé constitui o fundamento estrutural da vida cristã. Tudo o que o crente é, vive e espera em Cristo se apoia nessa verdade central do Evangelho. Segundo Romanos 5.1, ao crer em Jesus Cristo, o pecador é declarado justo diante de Deus, não por obras, méritos ou desempenho moral, mas pela justiça perfeita de Cristo imputada ao crente.
Análise lexical (grego)
- δικαιόω (dikaióō) – “justificar”
Termo jurídico que significa declarar justo, absolver, pronunciar inocente. Não descreve um processo moral gradual, mas um ato legal e definitivo de Deus. - λογίζομαι (logízomai) – “imputar, creditar”
Palavra usada em Romanos 4 para indicar que a justiça de Cristo é creditada na conta do pecador, sem que este a produza. - εἰρήνη (eirḗnē) – “paz”
Em Rm 5.1, não se trata de sentimento subjetivo, mas de cessação de hostilidade entre Deus e o homem.
📌 Portanto, a Justificação não apenas remove a culpa, mas restaura o relacionamento com Deus, garantindo paz, segurança espiritual e esperança eterna. O crente passa a viver a partir de uma nova posição, não de um passado de erros.
A fé que justifica não é estéreo. Ela também:
- santifica (Rm 6.22),
- sustenta (Gl 2.20),
- conduz à vitória (1Jo 5.4).
Assim, a Justificação não incentiva uma vida relaxada espiritualmente, mas uma vida marcada por ousadia santa, gratidão profunda e obediência sincera.
HORA DA REVISÃO – COMENTÁRIO TEOLÓGICO
1. O que significa ser justificado diante de Deus?
Ser justificado significa que Deus concede ao pecador a justiça de Cristo, declarando-o justo mediante a fé.
📖 Romanos 3.24
“Sendo justificados gratuitamente pela sua graça...”
🔎 Teologicamente, isso implica:
- Perdão total dos pecados
- Absolvição legal
- Aceitação plena diante de Deus
2. Por que a doutrina da Justificação não é apenas uma teoria?
Porque ela é uma experiência espiritual real e transformadora. O justificado vive com:
- Nova identidade
- Liberdade emocional
- Segurança espiritual
📖 Romanos 8.1
“Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”
📌 A compreensão dessa verdade impacta:
- Emoções (libertação da culpa)
- Personalidade (identidade restaurada)
- Espiritualidade (confiança diante de Deus)
3. Qual é o lugar da fé no ato divino de justificar o pecador?
A fé ocupa lugar central e indispensável. Ela não é mérito, mas instrumento de apropriação da graça.
🔎 πίστις (pístis) – fé
Indica confiança, entrega, dependência total.
📖 Romanos 4.5
“Àquele que não pratica, mas crê... a sua fé lhe é imputada como justiça.”
📌 Primeiro vem a fé; depois, os frutos da obediência.
4. O que a doutrina bíblica da Justificação traz consigo?
Ela traz:
- Livramento da condenação eterna
- Libertação da culpa
- Paz com Deus
- Nova posição espiritual
📖 Romanos 8.1
“Nenhuma condenação...”
📌 O crente não vive mais sob acusação, mas sob a graça.
5. O que acompanha a experiência da Justificação pela fé?
Ela é confirmada pelo testemunho interior do Espírito Santo.
🔎 συμμαρτυρέω (symmartyréō) – testificar juntamente
Indica confirmação contínua no interior do crente.
📖 Romanos 8.16
“O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito...”
📌 O Espírito confirma:
- Filiação
- Pertencimento
- Segurança eterna
APLICAÇÕES PESSOAIS
- Viva como alguém que já foi absolvido por Deus.
- Não permita que a culpa anule a eficácia da cruz.
- Enfrente o presente com identidade restaurada.
- Produza frutos como resposta à graça, não para conquistá-la.
- Caminhe com segurança, pois sua fé é confirmada pelo Espírito.
TABELA EXPOSITIVA – SÍNTESE DA JUSTIFICAÇÃO
Aspecto
Antes da Justificação
Depois da Justificação
Referência
Condição diante de Deus
Culpado
Justo
Rm 5.1
Base da aceitação
Obras
Fé em Cristo
Rm 3.28
Relação com Deus
Inimizade
Paz
Rm 5.1
Culpa
Dominante
Cancelada
Rm 8.1
Identidade
Pecador condenado
Filho adotado
Rm 8.15
Confirmação interior
Insegurança
Testemunho do Espírito
Rm 8.16
SÍNTESE FINAL
👉 A Justificação é o ponto de partida da vida cristã.
Ela redefine quem somos, como vivemos e para onde caminhamos. Quem foi justificado pela fé pode viver com ousadia, gratidão e esperança, pois sua história não é mais determinada pelo passado, mas pela posição que agora possui em Cristo.
📖 “O justo viverá da fé” (Rm 1.17).
CONCLUSÃO – COMENTÁRIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
A Justificação pela fé constitui o fundamento estrutural da vida cristã. Tudo o que o crente é, vive e espera em Cristo se apoia nessa verdade central do Evangelho. Segundo Romanos 5.1, ao crer em Jesus Cristo, o pecador é declarado justo diante de Deus, não por obras, méritos ou desempenho moral, mas pela justiça perfeita de Cristo imputada ao crente.
Análise lexical (grego)
- δικαιόω (dikaióō) – “justificar”
Termo jurídico que significa declarar justo, absolver, pronunciar inocente. Não descreve um processo moral gradual, mas um ato legal e definitivo de Deus. - λογίζομαι (logízomai) – “imputar, creditar”
Palavra usada em Romanos 4 para indicar que a justiça de Cristo é creditada na conta do pecador, sem que este a produza. - εἰρήνη (eirḗnē) – “paz”
Em Rm 5.1, não se trata de sentimento subjetivo, mas de cessação de hostilidade entre Deus e o homem.
📌 Portanto, a Justificação não apenas remove a culpa, mas restaura o relacionamento com Deus, garantindo paz, segurança espiritual e esperança eterna. O crente passa a viver a partir de uma nova posição, não de um passado de erros.
A fé que justifica não é estéreo. Ela também:
- santifica (Rm 6.22),
- sustenta (Gl 2.20),
- conduz à vitória (1Jo 5.4).
Assim, a Justificação não incentiva uma vida relaxada espiritualmente, mas uma vida marcada por ousadia santa, gratidão profunda e obediência sincera.
HORA DA REVISÃO – COMENTÁRIO TEOLÓGICO
1. O que significa ser justificado diante de Deus?
Ser justificado significa que Deus concede ao pecador a justiça de Cristo, declarando-o justo mediante a fé.
📖 Romanos 3.24
“Sendo justificados gratuitamente pela sua graça...”
🔎 Teologicamente, isso implica:
- Perdão total dos pecados
- Absolvição legal
- Aceitação plena diante de Deus
2. Por que a doutrina da Justificação não é apenas uma teoria?
Porque ela é uma experiência espiritual real e transformadora. O justificado vive com:
- Nova identidade
- Liberdade emocional
- Segurança espiritual
📖 Romanos 8.1
“Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”
📌 A compreensão dessa verdade impacta:
- Emoções (libertação da culpa)
- Personalidade (identidade restaurada)
- Espiritualidade (confiança diante de Deus)
3. Qual é o lugar da fé no ato divino de justificar o pecador?
A fé ocupa lugar central e indispensável. Ela não é mérito, mas instrumento de apropriação da graça.
🔎 πίστις (pístis) – fé
Indica confiança, entrega, dependência total.
📖 Romanos 4.5
“Àquele que não pratica, mas crê... a sua fé lhe é imputada como justiça.”
📌 Primeiro vem a fé; depois, os frutos da obediência.
4. O que a doutrina bíblica da Justificação traz consigo?
Ela traz:
- Livramento da condenação eterna
- Libertação da culpa
- Paz com Deus
- Nova posição espiritual
📖 Romanos 8.1
“Nenhuma condenação...”
📌 O crente não vive mais sob acusação, mas sob a graça.
5. O que acompanha a experiência da Justificação pela fé?
Ela é confirmada pelo testemunho interior do Espírito Santo.
🔎 συμμαρτυρέω (symmartyréō) – testificar juntamente
Indica confirmação contínua no interior do crente.
📖 Romanos 8.16
“O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito...”
📌 O Espírito confirma:
- Filiação
- Pertencimento
- Segurança eterna
APLICAÇÕES PESSOAIS
- Viva como alguém que já foi absolvido por Deus.
- Não permita que a culpa anule a eficácia da cruz.
- Enfrente o presente com identidade restaurada.
- Produza frutos como resposta à graça, não para conquistá-la.
- Caminhe com segurança, pois sua fé é confirmada pelo Espírito.
TABELA EXPOSITIVA – SÍNTESE DA JUSTIFICAÇÃO
Aspecto | Antes da Justificação | Depois da Justificação | Referência |
Condição diante de Deus | Culpado | Justo | Rm 5.1 |
Base da aceitação | Obras | Fé em Cristo | Rm 3.28 |
Relação com Deus | Inimizade | Paz | Rm 5.1 |
Culpa | Dominante | Cancelada | Rm 8.1 |
Identidade | Pecador condenado | Filho adotado | Rm 8.15 |
Confirmação interior | Insegurança | Testemunho do Espírito | Rm 8.16 |
SÍNTESE FINAL
👉 A Justificação é o ponto de partida da vida cristã.
Ela redefine quem somos, como vivemos e para onde caminhamos. Quem foi justificado pela fé pode viver com ousadia, gratidão e esperança, pois sua história não é mais determinada pelo passado, mas pela posição que agora possui em Cristo.
📖 “O justo viverá da fé” (Rm 1.17).
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