Lição 04 - Os discípulos de Cristo e a tentação | 1° Trimestre de 206 | EBD BETEL

TEXTO ÁUREO “Filho meu, se os pecadores, com blandícies, te quiserem tentar, não consintas” Provérbios 1.10 VERDADE APLICADA Com a Graça de ...

TEXTO ÁUREO

“Filho meu, se os pecadores, com blandícies, te quiserem tentar, não consintas” Provérbios 1.10

VERDADE APLICADA

Com a Graça de Deus, é possível vencer as tentações, perseverando em oração e vigilância.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

TEXTO ÁUREO — Provérbios 1.10

“Filho meu, se os pecadores, com blandícies, te quiserem tentar, não consintas.”

1. O contexto sapiencial de Provérbios

O livro de Provérbios pertence à literatura sapiencial do Antigo Testamento e tem como propósito formar o caráter do povo de Deus por meio da sabedoria prática, aplicada ao cotidiano. Desde o capítulo 1, o texto apresenta um contraste claro entre o caminho da sabedoria e o caminho dos pecadores (Pv 1.7–19).

O versículo 10 aparece como uma advertência paterna, introduzida pela expressão “Filho meu”, que revela cuidado, proximidade e responsabilidade espiritual. A sabedoria bíblica não é apenas informação, mas formação moral e espiritual.


2. Análise das palavras hebraicas

  • “Pecadores” — חַטָּאִים (ḥaṭṭā’îm)
    Refere-se àqueles que vivem deliberadamente fora da vontade de Deus. Não são apenas pessoas falhas, mas indivíduos que praticam o pecado como estilo de vida.
  • “Blandícies” — פִּתּוּי (pittûy)
    Deriva do verbo פָּתָה (pāṯāh), que significa seduzir, enganar, persuadir com palavras suaves. O pecado raramente se apresenta de forma agressiva; ele se disfarça de vantagem, prazer ou oportunidade.
  • “Tentar” — יְפַתּוּךָ (yefattûkā)
    A tentação aqui não é apenas moral, mas relacional: envolve pressão social, convite e influência.
  • “Não consintas” — אַל־תֹּאבֵא (’al-tō’vē’)
    Literalmente: não entres, não te deixes levar. Indica uma decisão consciente de não dar o primeiro passo.

👉 O texto ensina que a vitória sobre o pecado começa antes do ato, no momento da decisão interior.


3. A natureza da tentação segundo a Bíblia

A tentação não surge apenas do desejo individual, mas frequentemente vem mediada por pessoas e ambientes (Tg 1.14). Satanás é descrito como enganador (Ap 12.9), e o pecado como algo que promete vida, mas produz morte (Rm 6.23).

Jesus alertou seus discípulos:

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” (Mt 26.41).

Portanto, Provérbios 1.10 antecipa um princípio que percorre toda a Escritura: resistir começa com discernimento e vigilância.


VERDADE APLICADA — Análise Teológica

“Com a Graça de Deus, é possível vencer as tentações, perseverando em oração e vigilância.”

A vitória sobre a tentação não é fruto apenas da força humana, mas da graça capacitadora de Deus.

  • Graça — no NT, o termo grego χάρις (cháris) significa favor imerecido, mas também poder espiritual para viver em santidade (Tt 2.11,12).
  • Oração — expressa dependência contínua de Deus (1Ts 5.17).
  • Vigilância — envolve atenção espiritual, sobriedade e discernimento (1Pe 5.8).

Paulo declara:

“Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis” (1Co 10.13).

Logo, a graça não remove a tentação, mas nos fortalece para resistir a ela.


Aplicação Pessoal e Pastoral

  1. Discernir as “blandícias” do pecado
    Nem toda tentação parece errada à primeira vista. Precisamos avaliar convites, amizades e propostas à luz da Palavra.
  2. Decidir antes de ser pressionado
    O texto diz “não consintas”, indicando que a vitória começa com uma decisão firme e antecipada.
  3. Depender da graça diariamente
    A oração constante nos mantém sensíveis à voz do Espírito Santo.
  4. Vigiar relacionamentos e ambientes
    Muitos tropeços começam com más companhias (1Co 15.33).


Tabela Expositiva — Provérbios 1.10

Elemento

Ensino Bíblico

Personagem central

O “filho” (discípulo)

Fonte da tentação

Pecadores

Método do pecado

Blandícies (sedução)

Natureza da tentação

Persuasiva e relacional

Ordem divina

“Não consintas”

Princípio espiritual

Resistir desde o início

Apoio para vencer

Graça, oração e vigilância

Resultado esperado

Vida sábia e santa

Síntese Final

Provérbios 1.10 nos ensina que o pecado raramente se apresenta como inimigo declarado; ele vem disfarçado em palavras suaves e convites atraentes. Entretanto, a sabedoria divina nos chama a uma postura firme: não consentir. À luz do Novo Testamento, aprendemos que essa resistência é possível pela graça de Deus, sustentada por uma vida de oração e vigilância. Assim, o crente não vive dominado pela tentação, mas fortalecido pela graça que conduz à vitória e à perseverança em santidade.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Ressaltando que Jesus venceu as tentações.
Reconhecer que ceder à tentação leva ao pecado.
Saber que não ceder à tentação é honrar a Deus.

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TEXTOS DE REFERÊNCIA

MATEUS 4
1- Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.
2- E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome.
3- E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.
4- Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.
6- E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra.
7- Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

MATEUS 4.1–7 — As tentações de Jesus no deserto

1. O Espírito conduz, o diabo tenta (v.1)

“Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.”

O verbo grego ἀνήχθη (anēchthē), “foi conduzido”, indica direção soberana. Jesus não foi ao deserto por acaso, mas sob a liderança do Espírito Santo. Isso revela uma verdade fundamental: ser conduzido pelo Espírito não significa ausência de provações, mas garantia de propósito nelas.

O termo πειρασθῆναι (peirasthēnai) — “ser tentado” — pode significar provar, testar. Aqui, o teste não visa a queda de Cristo (pois Ele é sem pecado), mas a manifestação pública de sua obediência perfeita (Hb 4.15).

👉 Teologicamente, o texto mostra que:

  • Deus permite a tentação;
  • Satanás executa a tentação;
  • Cristo vence a tentação.

2. A tentação da necessidade física (vv.2–4)

“Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.”

O tentador começa atacando a identidade de Jesus: “Se tu és o Filho de Deus”. No grego, εἰ (ei) pode carregar o sentido de desafio sarcástico: “Já que és…”. Satanás tenta induzir Jesus a usar seu poder fora da vontade do Pai.

Jesus responde com Escritura:

“Está escrito: Nem só de pão viverá o homem…” (Dt 8.3)

Aqui, Cristo afirma que:

  • A vida não é sustentada apenas pelo material, mas pela Palavra de Deus.
  • Obediência é mais importante que satisfação imediata.

📌 Jesus não nega a fome, mas submete a necessidade física à vontade divina.


3. A tentação da presunção espiritual (vv.6–7)

“Lança-te daqui abaixo… porque está escrito…”

Satanás cita o Salmo 91, mas o faz de forma distorcida, omitindo o contexto da obediência. Isso revela que conhecer a Bíblia não é o mesmo que obedecer à Bíblia.

Jesus responde novamente com Escritura:

“Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus” (Dt 6.16)

O verbo ἐκπειράζω (ekpeirazō), “tentar”, significa colocar Deus à prova de forma irreverente. Jesus rejeita qualquer tentativa de manipular Deus para autopromoção.

👉 Teologicamente, aprendemos que:

  • Milagres não devem ser usados para provar fé;
  • Fé verdadeira confia, não testa Deus.

4. Cristo como o segundo Adão e o verdadeiro Israel

  • Adão caiu num jardim com abundância.
  • Israel caiu no deserto apesar do cuidado divino.
  • Cristo venceu no deserto, em jejum, pela Palavra.

Jesus cumpre aquilo que Israel e Adão falharam em cumprir. Ele é o Filho obediente, o Cordeiro sem pecado, o modelo perfeito de fidelidade.


Análise Teológica das Tentações

Tentação

Alvo

Estratégia do diabo

Resposta de Jesus

Transformar pedras em pão

Necessidade física

Satisfação imediata

Palavra de Deus

Lançar-se do templo

Presunção espiritual

Uso indevido da Bíblia

Temor ao Senhor

Aplicação Pessoal e Pastoral

  1. Ser tentado não é pecar
    Jesus foi tentado e não pecou (Hb 4.15). O pecado começa quando consentimos.
  2. A Palavra é nossa principal arma
    Todas as respostas de Jesus começam com: “Está escrito”. O crente que não conhece a Palavra está espiritualmente vulnerável (Sl 119.11).
  3. Nem toda necessidade justifica uma ação
    Nem toda oportunidade é vontade de Deus. Discernimento é essencial.
  4. Não devemos usar Deus para nos provar
    Fé não é exigir sinais, mas confiar na fidelidade divina.

Tabela Expositiva — Mateus 4.1–7

Elemento

Ensino Espiritual

Agente da condução

Espírito Santo

Ambiente

Deserto

Tentador

Diabo (διάβολος – acusador)

Arma de Jesus

Palavra de Deus

Base bíblica

Deuteronômio

Natureza da vitória

Obediência

Resultado

Fidelidade sem pecado

Síntese Final

Mateus 4 revela que a verdadeira vitória espiritual não está em demonstrações de poder, mas em submissão à vontade do Pai e fidelidade à Palavra. Jesus venceu a tentação não pela força física, mas pelo uso correto das Escrituras, tornando-se o exemplo supremo para todo cristão. Assim, aprendemos que, conduzidos pelo Espírito, fortalecidos pela Palavra e sustentados pela graça, também podemos vencer as tentações e perseverar em santidade.

LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA | 1Co 10.13 A tentação faz parte da condição humana.
TERÇA | 1Ts 3.5 Satanás é o principal agente de tentação.
QUARTA | Hb 4.15 Não é pecado ser tentado, mas ceder a ele.
QUINTA | Lc 22.28 Jesus reconhecia Suas tentações.
SEXTA | Tg 1.14 A tentação vem dos desejos humanos.
SÁBADO | Lc 4.1,2 Jesus foi tentado.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

LEITURAS COMPLEMENTARES — A REALIDADE, A ORIGEM E A VITÓRIA SOBRE A TENTAÇÃO

As leituras complementares oferecem uma visão equilibrada e completa da doutrina bíblica da tentação: sua universalidade, seus agentes, seus meios e sua superação à luz da experiência de Cristo.


1. A tentação faz parte da condição humana

“Não vos sobreveio tentação, senão humana” (1Co 10.13)

O termo grego πειρασμός (peirasmós) significa prova, teste ou tentação. Paulo ensina que a tentação é uma realidade comum à humanidade, não uma exceção espiritual.

Contudo, o texto destaca dois pilares da graça:

  • A fidelidade de Deus (πιστός ὁ Θεός — pistós ho Theós),
  • A provisão do escape (ἔκβασις — ékbasis, saída segura).

👉 Teologicamente, a tentação:

  • Não é maior que a capacidade concedida por Deus;
  • Nunca é desculpa legítima para o pecado.

📌 Deus não remove todas as tentações, mas sempre garante sustento para vencê-las.


2. Satanás é o principal agente da tentação

“Temo que, assim como a serpente enganou Eva…” (1Ts 3.5)

Paulo identifica Satanás como ὁ πειράζων (ho peirazōn) — “o tentador”. Ele age explorando fraquezas humanas, circunstâncias difíceis e períodos de vulnerabilidade espiritual.

Entretanto, Satanás:

  • Não é soberano;
  • Não cria o mal no coração humano;
  • Apenas instiga e seduz.

👉 Isso preserva a responsabilidade moral do ser humano.


3. Não é pecado ser tentado, mas ceder à tentação

“Tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hb 4.15)

Aqui, o autor afirma que Jesus foi plenamente tentado (κατὰ πάντα — katà pánta), porém sem pecado (χωρὶς ἁμαρτίας — chōrís hamartías).

Isso estabelece uma distinção crucial:

  • Tentação ≠ pecado
  • Consentimento ≠ resistência

📌 Jesus se identifica conosco nas lutas, mas se diferencia pela perfeita obediência.

👉 Aplicação pastoral: sentir atração ou pressão não é falhar espiritualmente; falhar é consentir e praticar.


4. Jesus reconhecia Suas tentações

“Vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas tentações” (Lc 22.28)

O termo πειρασμοῖς (peirasmoîs), no plural, indica que as tentações de Jesus não foram isoladas, mas constantes ao longo de seu ministério.

Isso revela que:

  • A vitória de Cristo não foi automática;
  • Sua obediência foi contínua e consciente.

👉 Teologicamente, isso reforça a humanidade real de Cristo, sem comprometer sua divindade.


5. A tentação também surge dos desejos humanos

“Cada um é tentado pela sua própria cobiça” (Tg 1.14)

Tiago desloca o foco do tentador externo para o coração humano. O termo ἐπιθυμία (epithymía) significa desejo intenso, que pode ser bom ou mau, dependendo do objeto.

O processo descrito por Tiago é progressivo:

  1. Desejo desordenado,
  2. Sedução,
  3. Consentimento,
  4. Pecado,
  5. Morte espiritual.

📌 Nem toda tentação começa fora; muitas começam dentro de nós.


6. Jesus foi tentado pelo Espírito conduzido

“Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto” (Lc 4.1,2)

Lucas enfatiza que Jesus estava “cheio do Espírito” (πλήρης Πνεύματος Ἁγίου — plḗrēs Pneúmatos Hagiou) quando foi tentado.

Isso ensina que:

  • Plenitude espiritual não elimina tentações;
  • Mas garante recursos espirituais para vencê-las.

👉 O Espírito não conduz ao pecado, mas permite provas que fortalecem o caráter.


Aplicações Pessoais e Espirituais

  1. Ninguém está imune à tentação
    Nem apóstolos, nem líderes, nem o próprio Cristo em sua humanidade.
  2. A tentação não define quem somos, a resposta sim
    Resistir glorifica a Deus; ceder entristece o Espírito.
  3. A vigilância é diária
    O perigo não está apenas fora, mas também nos desejos não tratados do coração.
  4. Cristo é nosso modelo e auxílio
    Ele venceu e hoje intercede por nós (Hb 7.25).


Tabela Expositiva — Panorama Bíblico da Tentação

Texto

Ênfase Principal

Ensino Teológico

1Co 10.13

Universalidade da tentação

Deus garante escape

1Ts 3.5

Satanás como tentador

O inimigo age, mas não domina

Hb 4.15

Jesus sem pecado

Tentação não é pecado

Lc 22.28

Continuidade das tentações

Fidelidade perseverante

Tg 1.14

Desejos humanos

Responsabilidade pessoal

Lc 4.1,2

Espírito e tentação

Vitória pela dependência de Deus

Síntese Final

As leituras complementares revelam que a tentação é uma realidade inevitável da vida cristã, mas nunca invencível. Deus permanece fiel, Satanás é limitado, o coração humano precisa ser vigiado, e Cristo é o exemplo supremo e o socorro presente. Assim, pela graça de Deus, pela vigilância constante e pela Palavra viva, o crente pode resistir, perseverar e vencer, para a glória de Deus.

HINOS SUGERIDOS: 75, 77, 289

MOTIVO DE ORAÇÃO

Ore pelo revestimento do Poder de Deus para vencer as tentações.

ESBOÇO DA LIÇÃO

Introdução
1- Jesus ensina a resistir à tentação
2- A tentação durante a caminhada cristā
3- A tentação não vem de Deus
Conclusão

DINAMICA EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Para a Lição 04: Os discípulos de Cristo e a tentação, o objetivo da dinâmica deve ser ilustrar como a tentação se apresenta de forma atraente, mas como a Palavra de Deus e a vigilância são as únicas defesas eficazes.

Aqui estão três sugestões de dinâmicas para aplicar em sua classe de EBD:


1. Dinâmica: "A Isca e o Anzol" (Visual e Reflexiva)

Objetivo: Mostrar que a tentação nunca mostra o "anzol" (consequência), apenas a "isca" (prazer imediato).

  • Materiais: Um anzol de pesca (ou um desenho grande de um), uma guloseima muito desejada (ex: um chocolate caro) e um pedaço de linha.
  • Procedimento:
    1. Amarre o chocolate na ponta da linha, escondendo um pequeno "gancho" ou apenas explicando a analogia.
    2. Mostre o chocolate à classe e pergunte: "Quem aqui gostaria de ganhar este chocolate agora?".
    3. Quando alguém se voluntariar, pergunte: "Se eu te dissesse que, ao morder esse chocolate, você ficaria preso a um anzol que te machucaria e te tiraria a liberdade, você ainda o aceitaria?".
  • Aplicação: Leia Tiago 1:14-15. Explique que o pecado funciona como a pesca: o peixe só vê a comida, nunca o anzol. O discípulo de Cristo precisa olhar além do prazer imediato e enxergar a consequência espiritual.

2. Dinâmica: "O Escudo da Palavra" (Interativa)

Objetivo: Praticar o uso da Bíblia contra ataques específicos, assim como Jesus fez no deserto.

  • Materiais: Balões inflados (bexigas) e tiras de papel.
  • Procedimento:
    1. Escreva em tiras de papel tentações comuns (ex: "vontade de mentir para se beneficiar", "desejo de vingança", "consumismo exagerado", "orgulho").
    2. Coloque cada papel dentro de um balão e encha-os.
    3. Peça para um aluno escolher um balão e estourá-lo. Ele deve ler a tentação em voz alta.
    4. O desafio da classe (ou do aluno) é responder imediatamente com um princípio bíblico ou versículo que combata aquela tentação específica (ex: para a mentira, citar que "Deus abomina os lábios mentirosos").
  • Aplicação: Reforce que Jesus venceu o diabo citando as Escrituras ("Está escrito..."). O discípulo que não conhece a Bíblia está desarmado contra a tentação.

3. Dinâmica: "O Campo Minado da Vigilância" (Prática)

Objetivo: Demonstrar a importância de ouvir a voz do mestre (Espírito Santo/Palavra) em meio às distrações.

  • Materiais: Vendas para os olhos e diversos objetos para servir de obstáculos (cadeiras, mochilas, caixas).
  • Procedimento:
    1. Crie um pequeno percurso com obstáculos na sala.
    2. Vende um aluno (o discípulo).
    3. Escolha outros dois alunos: um será o "Guia" (representando a Palavra/Espírito) e o outro será o "Tentador".
    4. O "Guia" deve dar instruções calmas e corretas para o aluno atravessar sem tocar em nada. O "Tentador" deve gritar instruções erradas, piadas e tentar confundir o caminho.
  • Aplicação: Ao final, pergunte ao aluno vendado como foi difícil discernir as vozes. Conclua citando que a oração e a vigilância (Mateus 26:41) são essenciais para que o discípulo não caia nas armadilhas do caminho.

Dicas para o Professor:

  • Conexão com a Lição: Sempre encerre a dinâmica lendo o Texto Áureo da semana (Provérbios 1:10).

Participe: Se a sua classe for de adultos, foque mais na reflexão e menos na movimentação física, se necessário.

INTRODUÇÃO

Faz parte da realidade da caminhada cristã o lidar com as tentações. O termo “tentação“, no grego, possui vários sentidos. A abordagem desta lição enfatiza o sentido de “conduzir à má ação ou incitação ao pecado”. Veremos que o próprio Senhor Jesus enfrentou tentações, mas sem pecado (Hb 4.15). É possível e também necessário, que o discípulo de Cristo não ceda às tentações. Para tanto, é indispensável andar em Espírito, orar em todo o tempo e ter constante vigilância.

PONTO DE PARTIDA: Fugir da tentação é a melhor estratégia para vencê-la.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

INTRODUÇÃO

Tema: A realidade da tentação e a necessidade de vigilância espiritual

A experiência da tentação é apresentada nas Escrituras como uma realidade inevitável da vida cristã, mas não como um destino fatalista. A Bíblia nunca normaliza o pecado, embora reconheça a pressão contínua que o discípulo enfrenta em um mundo caído. A introdução da lição estabelece corretamente que o cristão vive em um campo de batalha espiritual (Ef 6.12), onde a tentação surge como um convite sutil à desobediência.


1. O significado bíblico de “tentação”

O termo grego usado no Novo Testamento para tentação é πειρασμός (peirasmós), que possui um campo semântico amplo, incluindo:

  • prova,
  • teste,
  • tentação.

No contexto desta lição, o foco recai sobre o sentido negativo: incitação ao pecado, isto é, um estímulo que visa conduzir o indivíduo a agir contra a vontade revelada de Deus.

📌 Importante distinção teológica:

  • Deus prova (δοκιμάζω — dokimázō) para aprovar e amadurecer a fé (Tg 1.3);
  • Satanás tenta (πειράζω — peirázō) para induzir à queda (Mt 4.1-3).

Essa distinção preserva o caráter santo de Deus (Tg 1.13) e responsabiliza o ser humano por suas escolhas.


2. Jesus: tentado, porém sem pecado

O texto de Hebreus 4.15 afirma que Jesus foi “tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado”. O termo χωρὶς ἁμαρτίας (chōrís hamartías) indica ausência total de pecado, não apenas na ação, mas também no consentimento interior.

Teologicamente, isso confirma:

  • A plena humanidade de Cristo (capaz de sentir fome, cansaço e pressão);
  • A perfeita obediência do Filho ao Pai.

👉 Jesus não venceu por recorrer à sua divindade de forma independente, mas pela Palavra e pela dependência do Espírito, tornando-se modelo real para o discípulo.


3. A possibilidade real de vencer a tentação

A introdução afirma corretamente que é possível e necessário não ceder à tentação. Essa possibilidade se fundamenta:

  • Na fidelidade de Deus (1Co 10.13),
  • Na habitação do Espírito Santo (Gl 5.16),
  • Na autoridade da Palavra (Sl 119.11).

A expressão “andar em Espírito” remete ao verbo grego περιπατέω (peripatéō), que significa conduzir a vida, viver continuamente. Não se trata de um ato isolado, mas de um estilo de vida espiritual constante.


4. O papel da oração e da vigilância

Jesus advertiu: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” (Mt 26.41).
Aqui, dois imperativos caminham juntos:

  • Vigiar (γρηγορέω — grēgoréō): estar atento, desperto espiritualmente;
  • Orar (προσεύχομαι — proseúchomai): manter comunhão ativa com Deus.

A ausência de um desses elementos torna o crente vulnerável. Vigilância sem oração gera autoconfiança; oração sem vigilância gera descuido.


5. Ponto de partida: fugir é estratégia bíblica

O princípio apresentado — “Fugir da tentação é a melhor estratégia para vencê-la” — é profundamente bíblico. O verbo grego φεύγω (pheúgō) significa escapar rapidamente, afastar-se deliberadamente.

📖 Exemplos claros:

  • José fugiu da mulher de Potifar (Gn 39.12);
  • Paulo ordena: “Fugi da prostituição” (1Co 6.18);
  • “Fugi das paixões da mocidade” (2Tm 2.22).

👉 A Bíblia nunca aconselha flertar com o pecado, mas afastar-se dele com decisão.


Aplicações Pessoais e Pastorais

  1. Reconheça a tentação como parte da caminhada cristã, não como sinal de fracasso espiritual.
  2. Não subestime ambientes, pessoas ou situações que enfraquecem sua vigilância.
  3. Cultive uma vida de oração constante, não apenas em momentos de crise.
  4. Use a Palavra como arma espiritual, assim como fez Jesus.
  5. Fuja sem culpa: afastar-se do pecado é sinal de sabedoria, não de fraqueza.


Tabela Expositiva — Fundamentos Bíblicos da Tentação

Elemento

Texto Bíblico

Ensino Central

Realidade da tentação

Hb 4.15

Tentação não é pecado

Origem maligna

Mt 4.1

Satanás incita ao pecado

Responsabilidade humana

Tg 1.14

Desejos precisam ser vigiados

Meio de vitória

Gl 5.16

Andar no Espírito

Estratégia eficaz

1Co 6.18

Fugir é vencer

Sustento divino

1Co 10.13

Deus garante escape

Síntese Final

A introdução da lição nos lembra que a tentação é uma batalha diária, mas também uma oportunidade de crescimento espiritual. Jesus venceu e nos deixou um caminho seguro: vida no Espírito, oração constante, vigilância ativa e afastamento consciente do mal. Assim, o cristão não vive refém da tentação, mas caminha em vitória, santidade e dependência de Deus, para a glória do Seu nome.

1- Jesus ensina a resistir à tentação

Estamos fadados a enfrentar tentações ao longo da vida, por isso Jesus nos ensinou a orar ao Pai para que não nos deixeis cair em tentação (Mt 6.13). Jesus também nos manda vigiar e orar para não ceder às tentações (Mt 26.41), que podem surgir em diferentes áreas e dimensões de nossa vida.

1.1. Jesus foi tentado no aspecto físico. Após ter jejuado quarenta dias e quarenta noites, Jesus teve fome. Satanás, então, sugeriu a Ele que transformasse as pedras em pães, revelando ser o Filho de Deus (Mt 4.2,3). Contra essa tentação, Jesus usou a Escritura (Dt 8.3), dizendo: “Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”, Mt 4.4.

Pastor Jairo Fontes Ferreira (Revista Betel Dominical 3º Trimestre de 1993 – Lição 1): “Assim como o corpo físico, templo do Espírito Santo, precisa do alimento material, nossos espírito e alma necessitam do alimento espiritual (Dt 8.3). Esse é o princípio estabelecido por Deus para Seu povo valorizar a Sua Palavra como alimento. O próprio Senhor Jesus autenticou a palavra do Pai diante de Satanás (Mt 4.4). “Nem só de pão…”, disse Jesus, mostrando a necessidade do pão espiritual, a Palavra de Deus, para cada dia de nossa vida. A Palavra de Deus, como alimento espiritual, é comparada a: a) mel (Sl 119.103); b) leite (Hb 5.13); c) alimento sólido (Hb 5.14)”.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

JESUS ENSINA A RESISTIR À TENTAÇÃO

1.1. Jesus foi tentado no aspecto físico

A Bíblia não romantiza a tentação; ela a apresenta como uma realidade inevitável da condição humana. O próprio Cristo ensinou seus discípulos a orar: “não nos deixes cair em tentação” (Mt 6.13), revelando que o perigo não está na existência da tentação, mas em ceder a ela. A exortação de Jesus — “vigiai e orai” (Mt 26.41) — mostra que a resistência à tentação exige dependência ativa de Deus, e não autossuficiência espiritual.

O episódio do deserto (Mt 4.1–4) é paradigmático, pois revela como o Filho de Deus enfrentou a tentação em sua dimensão mais básica: o corpo.


1. A tentação no aspecto físico: fome e vulnerabilidade

Após quarenta dias de jejum, o texto afirma: “depois teve fome” (Mt 4.2). Essa declaração simples confirma a plena humanidade de Jesus. O Filho eterno, ao assumir a natureza humana, submeteu-se às limitações do corpo (Fp 2.7).

O tentador se aproxima nesse momento crítico e diz:

“Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães” (Mt 4.3).

No grego, o verbo πειράζω (peirázō) indica testar com intenção de derrubar. Satanás não questiona apenas a fome de Jesus, mas sua identidade filial (“Se tu és o Filho de Deus”). A tentação não era apenas transformar pedras em pão, mas usar o poder divino para satisfazer uma necessidade legítima fora da vontade do Pai.

👉 Aqui está o perigo teológico:
Nem toda necessidade legítima pode ser suprida por meios ilegítimos.


2. A resposta de Jesus: a supremacia da Palavra

Jesus responde citando Deuteronômio 8.3:

“Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”.

No texto hebraico, a palavra para “palavra” é מֹוצָא (motsá’), que significa aquilo que procede, o que flui da boca de Deus. Isso indica que a vida humana é sustentada não apenas por recursos materiais, mas pela vontade contínua e revelada de Deus.

No grego de Mateus, o verbo ἐκπορεύομαι (ekporeúomai) reforça essa ideia de algo que procede continuamente. Jesus ensina que a verdadeira vida depende de uma relação constante com a Palavra divina, não apenas de provisão física.


3. Palavra como alimento espiritual

A citação do Pastor Jairo Fontes Ferreira está em plena harmonia com a teologia bíblica. A Escritura apresenta a Palavra de Deus como alimento espiritual em diferentes estágios de maturidade:

  • Mel (Sl 119.103) — prazer e doçura espiritual;
  • Leite (Hb 5.13) — nutrição básica para os recém-convertidos;
  • Alimento sólido (Hb 5.14) — maturidade espiritual e discernimento.

Essa metáfora reforça que assim como o corpo precisa de alimento diário, o espírito e a alma necessitam de nutrição constante da Palavra. Negligenciar esse alimento torna o crente espiritualmente fraco e vulnerável às tentações, especialmente as que atacam necessidades legítimas.


4. Aplicações pessoais e pastorais

  1. Necessidades físicas não justificam desobediência espiritual
    A fome de Jesus era real, mas Ele não agiu fora da vontade do Pai.
  2. Tentação frequentemente vem em momentos de fraqueza
    Cansaço, fome, solidão e pressão emocional são portas comuns para a tentação.
  3. A Palavra é a principal arma contra o tentador
    Jesus não dialogou com Satanás; Ele declarou a Escritura.
  4. Vida espiritual sem Palavra é vida vulnerável
    Quem negligencia o “pão espiritual” acaba cedendo às pressões do “pão material”.
  5. Obediência precede provisão
    Jesus confiou que o Pai supriria no tempo certo (Mt 4.11).


Tabela Expositiva — A Tentação Física de Jesus

Elemento

Texto Bíblico

Ensino Teológico

Fome de Jesus

Mt 4.2

Plena humanidade de Cristo

Estratégia do diabo

Mt 4.3

Questionar identidade e induzir autonomia

Natureza da tentação

Mt 4.3

Suprir necessidade legítima por meio ilegítimo

Resposta de Jesus

Mt 4.4

Submissão total à Palavra

Base veterotestamentária

Dt 8.3

Dependência contínua de Deus

Princípio espiritual

Hb 5.14

Palavra como alimento que gera maturidade

Síntese Teológica

Jesus ensina que resistir à tentação começa com uma vida submissa à Palavra de Deus. O corpo precisa de pão, mas a vida verdadeira flui da obediência à voz do Pai. Ao vencer a tentação física no deserto, Cristo não apenas demonstrou sua fidelidade, mas estabeleceu um modelo prático para todos os seus discípulos: viver não pelas circunstâncias, mas pela Palavra que procede de Deus.

1.2. Jesus foi tentado a testar sua filiação divina. Satanás levou Jesus à parte mais alta do Templo e sugeriu que Ele se lançasse dali, porque os anjos de Deus o guardariam (Mt 4.5,6). Assim, ele tentou induzir o Senhor a duvidar de que Deus realmente o capacitaria a cumprir Sua missão, citando o Salmo 91.11-12. Porém, o inimigo omite uma parte do versículo 11. Mas Jesus resistiu também com as Escrituras: “Não tentarás o Senhor, vosso Deus”, Dt 6.16.

Bispo Primaz Manoel Ferreira (Revista Betel Dominical 3º Trimestre de 2016 – Lição 4): “Quando o diabo percebeu que, se fosse o caso, Jesus morreria de fome, mas não cederia, decidiu tentá-lo pelo uso das coisas religiosas, ou seja, pelo fanatismo. Nessa tentativa, o diabo se utiliza de seu próprio poder para transportá-lo ao pináculo do Templo de Jerusalém. Também se utiliza da passagem bíblica de Salmos 91.11,12 e insiste que Ele prove que é o Filho de Deus. A expressão “Se tu és” tanto era para que Jesus provasse quem era quanto para gerar dúvida. Jesus não tinha que provar nada ao diabo”.

1.3. Jesus foi tentado no aspecto da ambição pelo poder. Satanás, na terceira tentação, mostrou muitos reinos a Jesus e lhe ofereceu poder terreno sobre eles, mas Jesus não precisava do poder de Satanás porque tinha o Poder do Pai. O inimigo tentou fazer com que Jesus desistisse de seguir o caminho da rejeição, do desprezo, da cruz, mas Jesus manteve o foco. Ele tinha uma missão a cumprir e novamente usa as Escrituras (Dt 6.13). Que lição preciosa: cumprir a missão sem quebrar princípios e de acordo com o Plano Divino.

Bispo Primaz Manoel Ferreira (Revista Betel Dominical 3º Trimestre de 2016- Lição 4): “O diabo estrategicamente deixou por último a maior tentação: a ambição pelo poder. O tentador, em troca de adoração, oferece a Jesus os reinos do mundo e a glória deles como se lhe pertencessem. O Filho de Deus jamais aceitaria qualquer coisa que viesse das mãos do seu adversário. Jesus não discorda de Satanás, mas sabe que se trata de um blefe. […] Ao contrário de Jesus, outros caíram nesse pecado de Adão e Eva (Gn 3.1-7).

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

JESUS ENSINA A RESISTIR À TENTAÇÃO

1.2. Tentação de testar a filiação divina
1.3. Tentação da ambição pelo poder

O relato das tentações de Jesus (Mt 4.1–11) revela uma progressão estratégica do inimigo. Após fracassar no ataque às necessidades físicas, Satanás passa a explorar o campo da identidade espiritual e, por fim, o desejo de poder e glória. O objetivo é sempre o mesmo: afastar o Filho da vontade do Pai.


1.2. A tentação de testar a filiação divina

1.2.1. O cenário: o pináculo do Templo

Satanás leva Jesus ao pináculo do Templo (πτερύγιον τοῦ ἱεροῦ – pterýgion tou hierou), local de grande visibilidade pública. Trata-se de uma tentação religiosa e espetacular, que visa transformar fé em exibição e confiança em presunção.

O inimigo diz:

“Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo” (Mt 4.6).

A expressão grega εἰ υἱὸς εἶ τοῦ θεοῦ (ei hyiós ei tou Theoú) pode ser traduzida como “já que és o Filho de Deus” ou “se és”. Em ambos os casos, a intenção é a mesma: provocar Jesus a provar o que já era verdadeiro.


1.2.2. O uso distorcido da Escritura

Satanás cita Salmos 91.11–12, mas omite parte essencial do texto:

“para te guardarem em todos os teus caminhos” (Sl 91.11).

Essa omissão é teologicamente grave. No hebraico, a expressão דְּרָכֶיךָ (derakhêkha) significa “caminhos determinados por Deus”, não aventuras humanas movidas por vaidade espiritual.

👉 O diabo conhece a Bíblia, mas a usa fora do contexto, revelando que citar versículos não equivale a obedecer a Deus.


1.2.3. A resposta de Jesus: fé sem presunção

Jesus responde citando Deuteronômio 6.16:

“Não tentarás o Senhor, teu Deus”.

No hebraico, o verbo נָסָה (nasáh) significa testar, provocar, colocar à prova. Jesus ensina que fé verdadeira não exige sinais artificiais, nem força Deus a agir para satisfazer expectativas humanas.

Como bem afirmou o Bispo Primaz Manoel Ferreira, Jesus não precisava provar nada ao diabo. A filiação divina é confirmada pelo Pai (Mt 3.17), não por espetáculos religiosos.


1.3. A tentação da ambição pelo poder

1.3.1. A oferta enganosa

Na terceira tentação, Satanás mostra:

“todos os reinos do mundo e a glória deles” (Mt 4.8).

No grego, δόξα (dóxa) refere-se a esplendor, honra, prestígio. A proposta é clara: reinar sem cruz, glória sem sofrimento, coroa sem obediência.

Satanás oferece algo que não lhe pertence, exigindo em troca adoração (προσκυνέω – proskynéō), termo usado exclusivamente para culto divino.


1.3.2. A resposta definitiva de Jesus

Jesus responde com Deuteronômio 6.13:

“Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele servirás”.

No hebraico, o verbo עָבַד (‘avad) significa servir com devoção, cultuar com entrega total. Jesus reafirma que qualquer poder obtido à custa da adoração errada é idolatria, mesmo que pareça vantajoso.

Cristologicamente, Jesus rejeita o atalho e escolhe o caminho do Servo Sofredor (Is 53), pois sabia que o verdadeiro Reino viria após a cruz (Fp 2.8–11).


Aplicações pessoais e pastorais

  1. Nem toda experiência religiosa vem de Deus
    Sensacionalismo e fanatismo podem ser instrumentos de tentação.
  2. Não devemos testar Deus para provar nossa fé
    Confiança verdadeira descansa na Palavra, não em sinais forçados.
  3. Poder sem obediência é armadilha espiritual
    Toda glória que desvia da cruz não vem do Pai.
  4. Cumprir a missão exige fidelidade aos princípios
    O fim nunca justifica meios contrários à vontade de Deus.
  5. A Palavra de Deus é a defesa final contra toda tentação
    Jesus venceu não por força, mas por submissão às Escrituras.


Tabela Expositiva — As tentações espiritual e política de Jesus

Tentação

Texto

Estratégia de Satanás

Resposta de Jesus

Ensino Central

Testar filiação

Mt 4.5–6

Espetáculo religioso

Dt 6.16

Fé não é presunção

Uso da Escritura

Sl 91.11–12

Texto fora do contexto

Palavra corretamente aplicada

Discernimento bíblico

Ambição por poder

Mt 4.8–9

Glória sem cruz

Dt 6.13

Adoração exclusiva a Deus

Exigência de culto

Mt 4.9

Idolatria disfarçada

Rejeição total

Fidelidade ao Pai

Síntese Teológica

As tentações de Jesus revelam que o maior perigo espiritual não está apenas no pecado evidente, mas nos atalhos aparentemente religiosos e vantajosos. Cristo venceu porque permaneceu fiel à sua identidade, missão e à Palavra do Pai. Assim, Ele se torna não apenas nosso Salvador, mas nosso modelo perfeito de resistência à tentação, ensinando-nos a viver para a glória de Deus, mesmo quando o mundo oferece poder, prestígio e facilidade.

EU ENSINEI QUE:

Estamos fadados a enfrentar tentações ao longo da vida.

2- A tentação durante a caminhada cristã

Durante a jornada cristã, o discípulo de Cristo precisa saber lidar com a realidade das tentações; caso contrário, poderá afetar negativamente sua vida de santidade e comunhão com Deus. Satanás tenta os crentes, assim como fez com Jesus no deserto (Mt 4). Em outra ocasião, Jesus falou com Seus discípulos acerca de suas tentações (Lc 22.28). Passar por tentações não é pecado, mas ceder à tentação sim.

2.1. Todos somos tentados. Por mais que nossa vida esteja firmada na Palavra de Deus, as tentações sempre surgem. Os dias são maus, e precisamos ser vigilantes o tempo todo. A mídia em geral dita comportamentos e ideologias que não condizem com os princípios cristãos e evitá-los nem sempre é fácil.

É preciso coragem para combater as tentações do diabo por amor a Deus. O anseio do diabo é infiltrar nos corações dos discípulos de Cristo tentações maliciosas, para depois nos consumir e levar para longe de Deus.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

2 – A TENTAÇÃO DURANTE A CAMINHADA CRISTÃ

2.1. Todos somos tentados

A tentação é uma realidade constante na vida cristã e acompanha o crente desde sua conversão até a glorificação. O Novo Testamento jamais promete uma vida sem tentações, mas garante recursos espirituais suficientes para vencê-las. O próprio Senhor Jesus deixou claro que Seus discípulos passariam por provas semelhantes às que Ele enfrentou (Lc 22.28).


1. O conceito bíblico de tentação

Análise lexical

No grego do Novo Testamento, a palavra mais comum para tentação é πειρασμός (peirasmós), que possui dois sentidos principais:

  1. Provação ou teste (com objetivo de amadurecimento espiritual – Tg 1.2; 1Pe 1.6,7)
  2. Sedução ao pecado (com objetivo de queda espiritual – Mt 4.1; Tg 1.14)

O contexto determina o significado. No caso da ação de Satanás, a tentação sempre visa afastar o crente da vontade de Deus.

No hebraico do Antigo Testamento, destaca-se o verbo נָסָה (nasáh), que significa provar, testar, podendo indicar tanto uma prova permitida por Deus quanto uma tentativa maligna de induzir ao erro (cf. Gn 22.1; Dt 6.16).


2. Todos os crentes enfrentam tentações

O apóstolo Paulo afirma:

“Não vos sobreveio tentação, senão humana” (1Co 10.13).

A expressão grega ἀνθρώπινος (anthrṓpinos) indica algo comum à experiência humana. Logo, nenhum cristão está isento de tentações, independentemente do seu nível de maturidade espiritual.

Jesus enfrentou tentações (Mt 4.1), os apóstolos enfrentaram tentações (Lc 22.28), e a Igreja continua enfrentando-as ao longo da história.

👉 Ser tentado não é sinal de fraqueza espiritual, mas de que o crente está vivo espiritualmente e engajado no Reino.


3. Tentação não é pecado

A Escritura é clara:

“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hb 4.15).

Jesus foi tentado em tudo, mas não cedeu. Isso demonstra que:

  • Tentação é externa ou interna, mas o pecado é a resposta voluntária à tentação
  • O pecado ocorre quando há consentimento do coração (Tg 1.14,15)

Tiago explica o processo:

  1. Desejo (ἐπιθυμία – epithymía)
  2. Atração e engano
  3. Consentimento
  4. Pecado consumado
  5. Morte espiritual


4. O papel de Satanás na tentação

Jesus chama Satanás de:

“tentador” (Mt 4.3 – ὁ πειράζων, ho peirázōn)

O objetivo do diabo não é apenas provocar uma queda momentânea, mas destruir a comunhão com Deus, minar a fé e esfriar o amor espiritual (1Pe 5.8).

Paulo adverte:

“para que Satanás não alcance vantagem sobre nós” (2Co 2.11)

Por isso, ignorar a realidade da tentação é caminhar espiritualmente desprevenido.


5. A tentação no contexto contemporâneo

Vivemos em dias moralmente desafiadores:

“remindo o tempo; porquanto os dias são maus” (Ef 5.16).

A mídia, as ideologias anticristãs e a banalização do pecado atuam como veículos modernos de tentação, muitas vezes sutis e progressivas. O desafio não está apenas em reconhecer o pecado, mas em discernir aquilo que parece inofensivo, mas enfraquece a vida espiritual.


Aplicações pessoais e pastorais

  1. Vigilância constante é essencial
    A santidade não é mantida por acaso, mas por vigilância espiritual (Mt 26.41).
  2. Evitar ambientes e estímulos é sabedoria, não fraqueza
    Fugir da tentação é um princípio bíblico (2Tm 2.22).
  3. A resistência exige coragem espiritual
    Resistir ao diabo é um ato de fé e amor a Deus (Tg 4.7).
  4. A Palavra de Deus é a principal arma
    Sem Escritura no coração, o crente se torna vulnerável.
  5. A comunhão com Deus fortalece contra o pecado
    O coração cheio de Deus tem menos espaço para a tentação.


Tabela Expositiva — A tentação na caminhada cristã

Aspecto

Texto Bíblico

Ensino Central

Aplicação Prática

Realidade da tentação

1Co 10.13

Todos são tentados

Ninguém está imune

Exemplo de Cristo

Mt 4.1; Hb 4.15

Tentado sem pecar

Modelo de resistência

Origem da tentação

Tg 1.14

Desejos humanos + Satanás

Vigiar o coração

Responsabilidade humana

Tg 1.15

O pecado nasce do consentimento

Dizer “não” no início

Proteção espiritual

Mt 26.41

Vigiar e orar

Vida devocional ativa

Estratégia bíblica

2Tm 2.22

Fugir do mal

Escolhas sábias

Síntese Teológica

A tentação acompanha o crente durante toda a caminhada cristã, mas não precisa dominar sua vida. Deus não nos chama para uma fé ingênua, mas para uma vida espiritual vigilante, madura e dependente da graça. Resistir à tentação é um ato de amor a Deus, fidelidade à Palavra e compromisso com a santidade. Em Cristo, temos não apenas o perdão, mas o poder para vencer.

2.2. Tentação nos desejos da carne. A tentação é como uma mola propulsora que arremessa o ser humano para dentro de situações pecaminosas. A Bíblia nos revela que Davi não resistiu a tentação ao ser atraído pela beleza de Bate-Seba enquanto se banhava. (2Sm 11.2-4). Davi, o homem segundo o coração de Deus, cedeu à tentação, adulterou e ainda tramou a morte de Urias, um homem fiel a ele (25m 11.14-17). Davi poderia ter resistido àquela tentação, mas se deixou dominar por ela.

Bispo Abner Ferreira (Davi, a Lâmpada de Israel: a incrível história de um Rei segundo o coração de Deus. Editora Betel, 2013, p.114): “Na hora da tentação, tudo pode ser maravilhoso; mas, depois do acontecido, aquele que um dia realmente teve um encontro com o Senhor não conseguirá viver em paz, pois sua alma será uma completa sequidão. Davi passou a viver nas sombras, ficou reduzido ao que nunca foi destinado. Viveu um doloroso silêncio, pois sabia que não podia mais se aproximar de Deus como antes. Os pecados ocultos da carne trazem consigo silêncio e pesar (Sl 32.3,4)”.

2.3. Tentação na área material. Deus deseja que sejamos vigilantes e atentos às muitas artimanhas do diabo (1 Pe 5.8). A lista varia de pessoa para pessoa. O servo do profeta Eliseu, Geazi, foi tentado a aceitar os presentes que Eliseu recusou e cedeu à tentação, pecado: ele seguiu Naamā, mentiu acerca do que Eliseu disse e se apossou dos presentes (2Rs 5.16-24). Então, foi amaldiçoado com lepra (2Rs 5.26,27). Embora andasse ao lado de um santo homem de Deus (2Rs 4.9), Geazi agiu fora da vontade de Deus.

Geazi não se satisfez em servir ao Profeta Eliseu como Eliseu serviu ao Profeta Elias. Ele era privilegiado em estar sempre com Eliseu, mas deixou o diabo entrar no seu coração assim como aconteceu com Judas (Jo 13.2) e Ananias (At 5.3). Geazi não queria ser usado por Deus, ele queria desfrutar de segurança, riqueza e conforto, com vestes caras e servos para satisfazer às suas ordens. Por não servir ao Senhor de todo o coração, não resistiu ao desejo de possuir os bens valorosos que tinham sido oferecidos a Eliseu e se deixou ser dominado pela ambição material.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

2.2. Tentação nos desejos da carne

A tentação atua como um impulso interior que, quando não refreado, conduz o ser humano ao pecado. A Escritura revela que muitas quedas espirituais não começam com um ato repentino, mas com olhares não vigiados, desejos alimentados e decisões adiadas. O caso de Davi é um exemplo clássico e pedagógico.

Análise lexical

No hebraico bíblico, o conceito de desejo desordenado aparece frequentemente ligado ao verbo חָמַד (chamád), que significa desejar intensamente, cobiçar. Esse verbo descreve um desejo que ultrapassa os limites da vontade de Deus (cf. Êx 20.17).

No Novo Testamento, Tiago usa o termo grego ἐπιθυμία (epithymía), que indica desejo intenso, podendo ser neutro ou pecaminoso, dependendo de seu objeto e controle (Tg 1.14).

Tiago descreve o processo da tentação:

“Cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz” (Tg 1.14).


O caso de Davi: da contemplação ao colapso moral

Davi não caiu de forma instantânea. O texto de 2 Samuel 11 revela uma progressão do pecado:

  1. Ociosidade espiritual – Davi permaneceu em Jerusalém quando deveria estar na batalha (2Sm 11.1).
  2. Olhar sem vigilância – Ele viu Bate-Seba (2Sm 11.2).
  3. Desejo não combatido – O olhar gerou cobiça.
  4. Ação deliberada – Mandou buscá-la (2Sm 11.4).
  5. Encobrimento do pecado – Planejou ocultar a culpa.
  6. Escalada do mal – Adulterou e planejou um homicídio (2Sm 11.14-17).

O homem segundo o coração de Deus (1Sm 13.14) tornou-se, por um período, refém do pecado da carne. Isso mostra que experiências passadas com Deus não substituem vigilância presente.

O Salmo 32.3,4 descreve o impacto espiritual:

“Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos…”

O silêncio espiritual, como bem observado por Abner Ferreira, é uma das marcas mais dolorosas do pecado oculto.


Aplicações espirituais (2.2)

  • Nenhuma posição espiritual isenta alguém da tentação.
  • O pecado da carne sempre promete prazer, mas entrega culpa e perda de comunhão.
  • A vigilância começa nos olhos, pensamentos e rotinas.
  • O arrependimento restaura, mas as consequências podem permanecer.


2.3. Tentação na área material

A tentação também se manifesta no campo material, especialmente por meio da ambição, do amor ao dinheiro e do desejo de segurança fora da vontade de Deus. O caso de Geazi ilustra de forma clara como a cobiça pode corromper alguém que vive próximo das coisas santas.

Análise lexical

No hebraico, a cobiça material está ligada à mesma raiz חָמַד (chamád), indicando um desejo que não se submete à ética divina.

No Novo Testamento, Paulo usa a expressão φιλαργυρία (philargyría), “amor ao dinheiro”, chamando-a de raiz de todos os males (1Tm 6.10).


O erro de Geazi: proximidade sem transformação

Geazi caminhava ao lado de Eliseu, presenciava milagres e ouvia a Palavra, mas não permitiu que o caráter fosse moldado por Deus. Ele desejou o que Eliseu rejeitou, mostrando que sua motivação não era o Reino, mas o lucro pessoal.

Seu pecado envolveu:

  1. Cobiça – Desejou os presentes recusados (2Rs 5.20).
  2. Mentira – Falsificou palavras em nome do profeta (2Rs 5.22).
  3. Engano deliberado – Escondeu os bens (2Rs 5.24).
  4. Juízo divino – Recebeu a lepra de Naamã (2Rs 5.27).

Geazi ilustra uma verdade solene: estar perto de homens de Deus não significa estar perto de Deus.

Sua história se assemelha à de Judas (Jo 13.2) e Ananias (At 5.3), todos vencidos pela ambição material.


Aplicações espirituais (2.3)

  • O coração precisa estar tão consagrado quanto as mãos que servem.
  • A tentação material é sutil e muitas vezes justificada como “necessidade”.
  • Deus não condena bens, mas o coração dominado por eles.
  • A fidelidade vale mais do que ganhos ilícitos.


Tabela Expositiva — Desejos da carne e tentações materiais

Personagem

Tipo de Tentação

Texto Bíblico

Falha Principal

Lição Espiritual

Davi

Desejo da carne

2Sm 11.2-4

Falta de vigilância

O pecado começa no olhar

Davi

Encobrimento

2Sm 11.14-17

Orgulho e medo

Pecado gera mais pecado

Geazi

Ambição material

2Rs 5.20-24

Cobiça e mentira

Servir não é possuir

Geazi

Juízo

2Rs 5.27

Desobediência

Deus vê o oculto

Judas

Amor ao dinheiro

Jo 13.2

Traição

Ganho sem Deus é perda

Ananias

Falsidade espiritual

At 5.3

Engano

Deus exige verdade

Síntese Teológica

A tentação nos desejos da carne e na área material revela que o campo de batalha principal é o coração humano. Tanto Davi quanto Geazi demonstram que a tentação não escolhe nível espiritual, mas encontra espaço onde falta vigilância, temor e contentamento em Deus. A vitória não está em negar a existência do desejo, mas em submetê-lo ao senhorio de Deus, andando em Espírito, para não satisfazer as obras da carne (Gl 5.16).

EU ENSINEI QUE:

A tentação é uma ameaça à santidade e à comunhão com Deus.

3- A tentação não vem de Deus

Ninguém pode dizer que está sendo tentado por Deus, porque Deus não pode ser tentado e ninguém tenta (Tg 1.13). Deus não coloca o mal no nosso caminho; por isso, o discípulo de Cristo ceder ou não à tentação passa por uma decisão pessoal (Mt 5.28; Rm 8.6).

3.1. Força para resistir. O cristão deve ser cauteloso e identificar as tentações que possam ser comparadas a ratoeiras: prontas para nos prender e aniquilar se não estivermos firmes na Presença de Deus (Mt 26.41; 1Co 10.12). Portanto, devemos orar a Deus para sermos livres do mal e fortalecidos para resistir a tudo que nos afasta do propósito divino.

Bispo Abner Ferreira (Ser Relevante: 50 devocionais sobre o Sermão do Monte Proclamado por Jesus Cristo. Editora Betel, 2022, p.129): “[…] diariamente, durante nossa caminhada neste mundo, estamos sujeitos às mais variáveis categorias de mal, afinal Satanás está sempre nos observando, esperando a hora certa de atacar. Compreendemos facilmente que, quando praticamos o mal, caímos sem notar; ruídos sem reparar e, muitas vezes, não nos reerguemos. A vida é uma constante batalha entre o bem e o mal, e nós podemos escolher em qual lado lutar.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

3 – A tentação não vem de Deus

A Escritura é categórica ao afirmar que Deus não é a origem da tentação. Tiago elimina qualquer possibilidade de atribuir a Deus a responsabilidade pelo mal:

“Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta” (Tg 1.13).

Essa declaração preserva dois atributos fundamentais do caráter divino: a santidade absoluta de Deus e Sua bondade perfeita. Deus pode permitir provas, mas jamais incitar o pecado.


Análise lexical

No grego do Novo Testamento, Tiago utiliza o verbo πειράζω (peirázō), que pode significar tanto provar quanto tentar. O contexto é determinante:

  • Quando Deus “prova”, o objetivo é aperfeiçoar a fé (Gn 22.1; Tg 1.2,3).
  • Quando o inimigo “tenta”, o objetivo é destruir e afastar de Deus (Mt 4.1; 1Pe 5.8).

Tiago esclarece que Deus não pode ser tentado (ἀπείραστος – apeírastos, “inacessível ao mal”) e, portanto, não tenta ninguém. Isso significa que o mal não procede da natureza divina.


Responsabilidade humana diante da tentação

Se a tentação não vem de Deus, então a decisão de ceder ou resistir envolve a responsabilidade moral do ser humano. Jesus ensina que o pecado não começa apenas no ato, mas na disposição interior do coração (Mt 5.28). Paulo complementa dizendo que a mente governada pela carne conduz à morte, enquanto a mente governada pelo Espírito conduz à vida e à paz (Rm 8.6).

Assim, a tentação não é um decreto divino inevitável, mas um campo de escolha espiritual, onde o crente decide se anda segundo a carne ou segundo o Espírito (Gl 5.16).


3.1. Força para resistir

Embora Deus não seja o autor da tentação, Ele é a fonte da força para resisti-la. Jesus advertiu Seus discípulos:

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” (Mt 26.41).

A tentação é comparável a uma ratoeira: parece inofensiva, mas está preparada para aprisionar e destruir. Por isso, Paulo exorta:

“Aquele que pensa estar em pé, veja que não caia” (1Co 10.12).

A resistência espiritual não se baseia em autoconfiança, mas em dependência contínua da graça de Deus.


Análise teológica

Deus promete que nenhuma tentação será maior do que a capacidade de resistência concedida por Ele:

“Mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis” (1Co 10.13).

Isso revela que:

  • Deus permite, mas limita a tentação;
  • Deus observa, mas não instiga;
  • Deus fortalece, mas não anula a escolha humana.

A oração “livra-nos do mal” (Mt 6.13) expressa reconhecimento da nossa fragilidade e da suficiência da graça divina.


Aplicações espirituais

  • Nunca devemos culpar Deus por nossas quedas.
  • A tentação é inevitável, mas a derrota não é obrigatória.
  • Vigilância e oração são disciplinas indispensáveis.
  • Resistir hoje evita escravidão amanhã.
  • Escolher o bem é uma decisão diária e consciente.

Como bem destacou o Bispo Abner Ferreira, a vida cristã é um campo constante de batalha espiritual, no qual cada decisão revela de que lado escolhemos lutar.


Tabela Expositiva — Tentação, Origem e Resposta Cristã

Aspecto

Ensinamento Bíblico

Texto

Lição Espiritual

Origem da tentação

Não vem de Deus

Tg 1.13

Deus é santo e bom

Fonte interna

Desejos humanos

Tg 1.14

O coração precisa ser vigiado

Ação externa

Satanás tenta

Mt 4.1

O inimigo é real

Responsabilidade

Escolha pessoal

Rm 8.6

Decidir é inevitável

Proteção

Vigilância e oração

Mt 26.41

Dependência de Deus

Promessa

Escape provido

1Co 10.13

Deus sustenta o fiel

Síntese Final

A tentação não procede de Deus, mas encontra espaço no desejo humano não submetido ao Espírito. Contudo, Deus jamais abandona o crente diante do conflito espiritual. Ele concede graça, discernimento e força para resistir. Assim, a vitória sobre a tentação não é fruto da ausência de luta, mas do andar constante na presença de Deus, em oração, vigilância e submissão à Sua Palavra.

3.2. Oração para vencer a tentação. A oração é uma ferramenta poderosa na luta contra a tentação. Jesus ressalta essa importância ao advertir Seus discípulos a orar para não cair em tentação (Lc 22.40). É indispensável ao discípulo de Cristo cultivar uma vida diária de oração, priorizando o uso do tempo e o esforço, pois a natureza humana e o inimigo buscam nos direcionar no sentido contrário à oração. Orar em todo o tempo faz parte das atitudes necessárias na luta diária para não ceder às tentações (Mt 26.41; 1Ts 5.17).

Bispo Abner Ferreira (Revista Betel Dominical – 3º Trimestre de 2022 – Lição 7): “A oração deve ser caracterizada por sua simplicidade. Aqui, somos informados de que a oração é um assunto que diz respeito apenas a nós e a Deus. Jesus falou para entrar no quarto, fechar a porta e orar ao Pai que nos vê em secreto (Mt 6.6). Essa é a maneira correta de chegar-se a Deus em oração. Dessa forma, o cristão expõe fé, devoção, confiança e amor diante de Deus, sendo recompensado por Ele”.

3.3. Fugir da tentação é uma estratégia. José resistiu à tentação ao fugir da mulher de Potifar (Gn 39.12). Ele era um jovem formoso, a quem ela passou a assediar, dizendo: “Deita-te comigo!”, Gn 39.6,7. José, porém, era um homem íntegro e temente a Deus, por isso preferiu fugir a ceder àquela oferta. Anos mais tarde, José foi exaltado por sua atitude, mostrando que fugir da tentação é uma estratégia para não cair em pecado.

Pastor César P. M. Roza (José: uma História escrita por Deus. Editora Betel, 2020, p.51): “A proposta era bem explícita: o convite para uma relação sexual que José sempre recusava. A resposta de José é algo digno de nota: “Como, pois, faria este tamanho mal e pecaria contra Deus?” A ideia transmitida por José não é sobre o querer, mas sobre não poder. José nos ensina que, por mais que nosso corpo e alma deseje algo, nem sempre podemos ter. O conhecimento que José tinha de Deus lhe gerava temor”.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

3.2. Oração para vencer a tentação

A oração ocupa lugar central na vida espiritual e é apresentada por Jesus como meio indispensável para não cair em tentação. Em Lucas 22.40, o Senhor ordena aos discípulos:

“Orai, para que não entreis em tentação”.

Essa advertência revela que a tentação pode ser evitada ou enfraquecida quando o crente vive em constante comunhão com Deus. A oração não elimina a existência da tentação, mas fortalece o interior do discípulo, tornando-o espiritualmente sensível e vigilante.


Análise lexical

O verbo grego traduzido por “orar” é προσεύχομαι (proseúchomai), que expressa:

  • aproximação consciente de Deus,
  • dependência,
  • entrega reverente.

Já o termo “tentação”, πειρασμός (peirasmós), indica tanto provação quanto sedução ao pecado. Jesus, nesse contexto, refere-se ao risco de ser vencido espiritualmente, não apenas testado.

Quando o crente ora, ele reconhece sua fragilidade e confessa que a vitória espiritual depende da graça divina, não da força humana.


Oração e vigilância

Em Mateus 26.41, Jesus une dois imperativos:

“Vigiai e orai”.

A vigilância protege o campo exterior da vida, enquanto a oração fortalece o campo interior. Paulo reforça essa prática ao dizer:

“Orai sem cessar” (1Ts 5.17).

Isso não significa orar ininterruptamente com palavras, mas viver em constante atitude de dependência e comunhão com Deus.

Como afirmou o Bispo Abner Ferreira, a oração verdadeira não é espetáculo, mas relacionamento íntimo. O “quarto fechado” simboliza o lugar onde a fé é amadurecida, o coração é tratado e a força espiritual é renovada.


3.3. Fugir da tentação é uma estratégia

A Bíblia não ensina o crente a dialogar com a tentação, mas a fugir dela. O exemplo de José (Gn 39.12) é paradigmático. Diante de uma proposta direta e insistente, ele não argumenta nem negocia — ele foge.


Análise lexical (hebraico)

O verbo hebraico usado em Gênesis 39.12 para “fugiu” é נוּס (nûs), que significa:

  • escapar rapidamente,
  • retirar-se com urgência,
  • preservar a própria vida.

A fuga de José não foi covardia, mas sabedoria espiritual. Ele compreendeu que permanecer naquela situação seria abrir espaço para o pecado.


Fundamento teológico

José declara:

“Como, pois, faria eu este tamanho mal e pecaria contra Deus?” (Gn 39.9)

Essa afirmação revela que:

  • o temor de Deus governava sua consciência;
  • o pecado é, antes de tudo, uma ofensa contra Deus (Sl 51.4);
  • a integridade espiritual vale mais que qualquer prazer momentâneo.

O Novo Testamento confirma essa estratégia:

“Fugi da prostituição” (1Co 6.18);
“Fugi das paixões da mocidade” (2Tm 2.22).

Fugir não é sinal de fraqueza, mas de discernimento espiritual.


Aplicações espirituais

  • A oração fortalece o coração antes que a tentação apareça.
  • Quem ora pouco, luta muito.
  • Fugir da tentação é escolher a santidade acima do prazer imediato.
  • A vitória espiritual muitas vezes acontece nos passos que damos para longe do pecado.
  • O temor de Deus gera limites saudáveis para a alma.

José perdeu a capa, mas preservou o caráter — e Deus o exaltou no tempo certo.


Tabela Expositiva — Estratégias Bíblicas contra a Tentação

Estratégia

Base Bíblica

Ensinamento Central

Resultado Espiritual

Oração constante

Lc 22.40

Dependência de Deus

Força interior

Vigilância

Mt 26.41

Atenção espiritual

Discernimento

Oração secreta

Mt 6.6

Intimidade com o Pai

Recompensa espiritual

Fugir da tentação

Gn 39.12

Preservar a santidade

Exaltação divina

Temor de Deus

Gn 39.9

Consciência reta

Integridade

Síntese Final

A vitória sobre a tentação não se constrói no momento do confronto, mas antes dele, por meio de uma vida de oração, vigilância e temor de Deus. Jesus nos ensinou que orar é um ato de sobrevivência espiritual, e José nos mostrou que fugir é, muitas vezes, o caminho mais sábio. Assim, o crente que ora, vigia e foge do pecado caminha em direção à maturidade e à honra que vêm de Deus.

EU ENSINEI QUE:

A oração é uma ferramenta poderosa para vencer as tentações.

CONCLUSÃO

As tentações fazem parte da nossa caminhada nesta terra, mas não podemos deixar que elas impeçam nossa entrada no Céu. Orar e fugir são, portanto, estratégias que devemos usar para vencer as tentações e não pecar.

COMENTARIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

CONCLUSÃO

As tentações fazem parte inevitável da experiência humana e da caminhada cristã. Desde a queda, o mundo jaz no maligno (1Jo 5.19), e o crente vive em constante tensão entre a carne, o mundo e o diabo (Gl 5.17; Ef 6.12). Contudo, a Escritura é clara ao afirmar que a tentação não precisa resultar em pecado, nem pode se tornar um obstáculo definitivo à salvação.

Paulo assegura:

“Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel, que não vos deixará tentar acima do que podeis” (1Co 10.13).

Essa promessa revela que, embora as tentações sejam reais, Deus sempre provê meios de escape. Entre esses meios, a lição destaca duas estratégias bíblicas fundamentais: orar e fugir.


Análise lexical

1. Tentação

O termo grego πειρασμός (peirasmós) significa:

  • teste,
  • prova,
  • incitação ao pecado.

O contexto determina se o sentido é prova pedagógica (permitida por Deus) ou sedução maligna (procedente do inimigo). Na vida cristã, a tentação assume o caráter de pressão moral que visa afastar o crente da obediência a Deus.

2. Orar

O verbo προσεύχομαι (proseúchomai) expressa dependência consciente, comunhão e submissão à vontade divina. Orar não é apenas pedir livramento, mas alinhar o coração à vontade de Deus, fortalecendo o espírito contra as inclinações da carne.

3. Fugir

No hebraico, o verbo נוּס (nûs), usado no episódio de José, indica escapar com urgência para preservar a vida. No Novo Testamento, Paulo utiliza φεύγω (pheúgō), que significa evitar deliberadamente algo perigoso. Isso mostra que a Bíblia valoriza a retirada estratégica diante do pecado, não o enfrentamento presunçoso.


Fundamento teológico

Jesus ensinou que a oração é essencial para não cair em tentação (Mt 6.13; Lc 22.40), enquanto os apóstolos reforçam que certas tentações devem ser evitadas com afastamento imediato (1Co 6.18; 2Tm 2.22).

Essas duas atitudes revelam:

  • humildade, ao reconhecer a própria fragilidade;
  • sabedoria, ao não subestimar o poder do pecado;
  • temor de Deus, ao priorizar a santidade acima do prazer momentâneo.

A vida cristã não é marcada pela ausência de tentações, mas pela presença constante da graça capacitadora de Deus.


Aplicações práticas

  • O crente não deve se surpreender com as tentações, mas estar preparado espiritualmente.
  • Orar diariamente fortalece o coração antes que a tentação se manifeste.
  • Fugir de ambientes, pessoas ou situações que favorecem o pecado é um ato de maturidade espiritual.
  • Resistir à tentação não é confiar na própria força, mas depender da graça de Deus.
  • A perseverança na santidade evidencia o compromisso com a eternidade.

Vencer a tentação é escolher o Céu todos os dias.


Tabela Expositiva — Síntese da Vitória sobre a Tentação

Elemento

Base Bíblica

Ensinamento

Resultado Espiritual

Realidade da tentação

Tg 1.14

Faz parte da vida humana

Vigilância

Oração

Mt 6.13

Dependência de Deus

Fortalecimento espiritual

Fuga do pecado

Gn 39.12

Sabedoria prática

Preservação da santidade

Graça divina

1Co 10.13

Deus provê escape

Perseverança

Objetivo final

Mt 24.13

Fidelidade até o fim

Entrada no Céu

Síntese final

As tentações são inevitáveis, mas a derrota não é obrigatória. O crente que ora com sinceridade e foge do pecado com determinação experimenta a fidelidade de Deus e caminha com segurança rumo à eternidade. Assim, orar e fugir não são atitudes de fraqueza, mas expressões de fé madura, que preservam a comunhão com Deus e mantêm viva a esperança do Céu.

Racionalismo: conjunto de teorias filosóficas (platonismo, cartesianismo etc.) fundamentadas na suposição de que a investigação da verdade, conduzida pelo pensamento puro, ultrapassa em grande medida os dados imediatos oferecidos pelos sentidos e pela experiência.
Cientificismoconcepção filosófica de matriz positivista que afirma a superioridade da ciência sobre todas as outras formas de compreensão humana da realidade (religião, filosofia metafísica etc.), por ser a única capaz de apresentar benefícios práticos e alcançar autêntico rigor cognitivo.

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Sobre Amor,2,Frases Sobre Deus.,1,Free The Nipple,1,Friedrich Engels,1,Frutifica,6,Fundamentalismo,1,Fundamentos,1,Fúnebre,1,funk,1,futuro,1,G-JJHNKFDSCM,7,gadareno,1,Gálatas,27,Galaxy,1,Galileu,1,Galo,1,Game Of Crentes,7,Ganhe Um Livro,30,gastando pouco,1,Gay,8,Gênesis,20,Gênesis.,8,genro,1,Gentios,1,Geografia,1,Geográfica,1,Geração,2,Gestos,1,Getsemani,1,Gideões,17,Gideões Missionários da Última Hora,21,Gigante,3,Gilberto Carvalho,1,Gileade,1,Gilgal,1,Giom,1,GLBS,2,global,1,Globalismo,1,Globo,1,Glória,7,Gloriosa,2,GLOSSÁRIO,2,Glossolalia,1,Glutonaria,1,GMUH,13,Gogue,2,Goleiro,1,Golpe,1,Gômer,1,Gospel,6,Governo,4,Graça,17,Grande,5,Grande Tribulação,6,Grátis,21,Greta,1,Greve,1,grevista,1,grupos religiosos,2,Guardar,1,Guarde o Coração,3,guerra,6,Guia,2,Habacuque,5,Halloween,5,Haxixe,1,Hebraica,3,Hebreus,8,Hedonismo,4,Helena Tannure,1,Hematidrose,1,Herdeiros,7,Heresia,34,Hermenêutica,4,Hernandes,3,Hilquias,1,Hinduísmo,1,hipócrita,1,Hissopo,1,História,22,Historia Real,2,Holística,1,Holocausto,1,Homem,22,Homenagem,1,Homens,3,Homilética,4,Homofobia,15,homosexualismo,12,Homossexual,9,Honestas,1,Hóquei no Gelo,1,Hora,1,Horebe,1,Hubner Braz,23,Hulda,3,Humana,11,Humanas,1,Humanidade,2,Humano,12,Humanos,2,Humildade,3,Humor,11,I.E.Q,1,I.M.P.D.,1,Icabô,1,Identidade,3,Ideologia,3,idioma,1,Ídolos,3,Igreja,81,Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias,1,Igreja Bola de Neve,1,Igreja Local,15,Igreja Mundial do Poder de Deus,3,Igreja Universal Do Reino de Deus,3,Ilha de Patmos,1,Iluminação,1,ilustração bíblica,9,Imanência,1,imersos,1,Imoral,1,Imoralidade,1,ímpio,1,Importa,1,Impostor,1,Impresso Normal,1,Impressora,1,Imutabilidade,2,Incas.,1,indenização,1,Individual,1,indústria,1,Inerrancia,1,Infantil,84,Inferno,7,infiéis,1,inglês,1,Inicio,1,Início,1,inimigo,2,injustiça,1,Insano,2,Insegurança,1,Inspiração,1,Instituição,1,Instrução,3,Integral,1,inteligência 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Assista ao vídeo,1,Levítico,1,Liberdade,16,Libertação,1,Libertador,5,Libertinagem,1,Libertos,2,Lição,25,Lição 5,1,Lições,1,Lições Bíblicas,44,Lições Bíblicas da BETEL,512,Lições Bíblicas da CPAD,680,Lições de Vida,28,Líder,8,Líder Adolescente,29,Líder Jovem,31,Liderança,16,Líderes,3,Lídia,1,LinkedIn,1,Lino,1,Lista,2,Litoral,1,Liverpool,1,livre,5,Livre Arbítrio,7,Livres,2,Livro,87,Livro do Trono,5,Livro em Audio,7,Livro Selado,2,Livros - Comentarios,100,Livros Evangelicos,50,livros poéticos,13,Localização,1,Logos,1,Loide,3,Loira,1,Longanimidade,1,Lopes,1,Louco,1,Louvor,10,LSD,1,Lua Nova,1,Lucas,16,Lucifer,1,Lutando,1,Lutas Marciais Mistas,1,Luto,7,Luz,1,Luz do mundo,2,Lya Luft,1,MacBook Air,1,machine learning,1,Maçonaria,1,Maconha,1,Madame de Stael,1,Mãe de Moises,9,‪Magia,1,Magogue,2,Maias,1,Mal,4,Malala,1,Malaquias,4,Manancial,1,Mandamento,8,Manifestação,4,Manifestação em Cristo,2,Manual de missões,23,Mãos,2,Maquiagem,2,Marcador de Páginas,1,Marcas,3,Marcha Para Jesus,2,Marco Pereira,1,Marcos Pereira,2,Mardoqueu,7,Maria Madalena,2,Mário Quintana,2,Martinho Lutero,14,Mártir,2,Mártires Cristãos,4,Massacre,1,Masturbação,7,Materialismo,1,maternal,24,Mateus,2,Matityáhu,1,Matrimonio,7,maturidade cristã,8,Max Lucado,2,Meditação,1,Mega Sena da Virada com Fé,1,Melhor Bíblia de Estudo,11,Melhores Blogs,3,Melhores Sites,4,Meninos de Rua,1,Menor,1,Mensagem,6,MENSAGENS,2,Mensagens para SMS,12,Mensagens SMS,2,Mensal,2,Messias,3,Mestre,4,Mesulão,1,metaverso,1,Meteoro,1,Metusalém,1,Michelle Bolsonaro,1,Mídias Sociais,2,Milagres,17,Milênio,3,Milionário,1,Millôr Fernandes,1,Milton,1,Minas,1,Ministério,25,Ministério Público Federal,2,Miqueias,3,Miriã,2,Misericórdia,6,Missão,45,Missiologia,31,Missionário,29,Missões,25,Mistério,1,Mitologia,1,Mitos,1,MMA,1,Mobilização,2,Moda Bíblica,2,Moda Cristã,2,Moda Evangélica,2,Modelo,3,Modelos,1,Moisés,35,Monarquia,3,Monte,4,Monte Tabor,1,Moralismo,1,Mordomia,9,Mordomo,1,Morrer,2,morte,14,Mortos,3,Motim,6,Motivos,1,Movimento,1,Muda,1,Mulçumano,1,Mulher,19,Mulher de Potifar,13,Mulheres,20,multiplicação,1,Mundo,9,Muro,1,Muros,1,Musica,8,Naama,1,Nacional,3,Namorado,18,Namorar,34,Namoro,115,Não,1,Não Prometeu,2,Nascença,2,Nascimento,4,Natureza,13,Naum,2,Necessidade,2,Neemias,4,Negar,2,Neimar de Barros,5,nem Cristo a Derrotaria,1,Neopentecostal,4,NetFlix,1,Nicodemus,10,Nigéria,1,Nínive,1,Ninrode,1,No Fundo Do Poço,1,Noadia,1,Noé,1,Nome,2,Nome de Bebê,1,Nomes,2,Nora,2,Normalização,3,Norte,1,Noruega,1,Nota,2,Notícia gospel,107,Notícias Gospel,251,Nova,17,Novas Lições,2,Novela,2,Novo,5,Novo Testamento,6,Novos Céus e Nova Terra,12,Novos Convertidos,15,Novos Valores,2,nutricionista,1,Nuvem,1,NX Zero,1,O adeus,1,O beijo de Vancouver,1,O Bom Samaritano,3,O Bom Travesti,1,O casamento negro,2,O Exército de Cleycianne,1,O MINISTÉRIO DE EVANGELISTA,6,O MINISTÉRIO DE PASTOR,18,O Quarto da Porta Vermelha,1,O que é visível e apenas o avesso da Realidade,1,Obadias,2,Obede-Edom,2,Obediência,24,Obesidade,1,Obra,4,Obras,14,obreiro,2,Obstáculos,1,Odio,1,Ofertada,9,Ofertas,10,Oficial,1,Olhando para direção errada,1,Olhar,3,Onde Estiver,1,ônibus,1,Onipotente,1,Onipresente,7,Onisciente,1,Online,1,Onri,1,ONU,1,Opinião,1,Opinião dos Outros,2,Oposição,1,Opressão,1,Oração,31,Orando,1,Orar,4,Orfanato,1,Organização,2,Origem,6,Os Melhores Livros,31,Os Valores do Reino de Deus,3,Oséias,6,Oséias e Gomer,6,Osiel Gomes,5,Outra Chance,3,Ovelha,10,Padrões,1,Paganismo,1,Pagãos,1,Pai,6,Paixão,3,Paixão e Cura,1,Palavra,6,Palavra de Deus,8,Palavras,1,Pandemia,5,Pânico,1,pão,2,Papa,1,Papa Francisco I,1,Papai,6,Papo,1,Paquera,2,Paquistanesa,1,Paquistão,1,Para Sempre,1,Parábolas,34,Paradoxo,2,Paródia Gospel,2,Paródia Gospel da música Kuduro com Jonathan Nemer #RiLitros,1,Participe,1,Partido Trabalhista PT,1,Páscoa,7,Pastor,28,Pastor Paul Mackenzie Nthenge,1,Pastor Presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular,1,Pastor que cheirou a Bíblia como droga diz que essa foi a menor loucura que já fez por ela: “Eu já comi a minha Bíblia”. Assista ao vídeo,1,Pastora,2,Pastores,4,Paternidade,2,Patrick Greene,1,patristicas,2,Paulo,33,Pb. Renan Pierini,1,PDF,135,Pecado,48,Pecador Confesso,16,PECC,154,Pedindo,1,Pedofilia,2,Pedofilo,1,Pedra,1,Pedras,1,Pedro,19,peixe,2,Pelos,1,Pensamento,3,Pentateuco,6,Pentecostal,29,Pentecostes,31,Perda,3,Perdão,14,Perdidos,7,Perfeito,2,Perigo,9,Perigos,7,Perlla,1,Permanecer,1,Permitir,1,Perseguição Religiosa,12,Perseguidor,10,Personalizadas,1,Personalizar Foto,1,Perspectiva,1,Pesquisa,2,Pessoa,2,pessoas,5,Peter Moosleitner,1,Philip Yancey,8,Piada,1,Piercing,2,Pinguins,1,pintar unhas,1,Pira,1,Pirataria,1,Pirralha,1,Pison,1,Planeta Terra,2,Plano de Aula,8,PLANO DE LEITURA BÍBLICA,15,Planos,6,Plantador de Igrejas,2,Play Back,1,playboy,1,Plenitude,13,Poder,4,Poema,3,Poesia,4,Polêmica,4,Poligamia,2,Politica,1,Política,1,Pop Gospel,1,Porção,1,pornô,1,Porque caímos sempre nos mesmos pecados?,12,Portões,1,Posse,1,Possível,1,Posto,1,Povos,15,Pr Gilmar Santos,1,Pr Napoleão Falcão,3,Pr. Alexandre Marinho,1,Pr. Caio Fábio,2,Pr. Carvalho Junior,1,Pr. Ciro Sanches Zibordi,3,Pr. Claudionor de Andrade,1,Pr. Jaime Rosa,1,Pr. Jeremias Albuquerque Rocha,1,Pr. Marcelo Cintra,5,Pr. Marco Feliciano,8,Pr. Mário de Oliveira,1,Pr. Silas Malafaia,12,Pr. Yossef Akiva,1,Pragas,4,Praia,1,Prática,2,Praticar,3,Pré-Adolescentes,25,Preço,1,Predestinação,4,PrefiroBeijarABíblia,1,Pregação,24,Pregadores,6,Premier,1,Premium,1,Preocupar,1,Preparado,8,Preparativos,1,Presbíteros,1,presidente,4,Presídio,1,Prevenção,2,previdência,1,Primário,41,Primeira,2,primeiro,4,Primeiro Amor,18,Primeiro Beijo,5,Primícias,2,Primogênitos,1,Princípios,1,Prioridades,2,Prisão,4,Prisioneiro da Paixão,4,privada,1,Problemas,9,Profecia,27,Professor,22,Profeta,71,Profeta Jeremias,30,Profetas,26,Profetas Menores,36,Profética,4,Profético,9,Programa de Educação Cristã Continuada,1,Programa Na Moral,1,Programa Superpop,1,Progressista,1,Projeto,2,Projeto Cura Gay,2,Promessa,30,Prometida,3,Promoção,5,Promoção Blogosfera Apaixonada,2,Propósito,4,Prosperidade,1,Prostituta,2,Proteção,13,Protesto,1,Provai,1,Provê,1,Proverbios,28,PSDB,1,Pura,1,Purifica,12,Puro,1,Pv 4.23,1,Qualidades,1,Quando Deus diz não,9,Queda,10,Quem segue a Cristo,3,Quem Sou?,1,Querer,2,Querite,1,Raça,1,Racismo,1,Rainha de Sabá,4,Rainha Ester,17,Raptare,1,Raquel,2,Realidade,8,Rebeldia,3,Rebelião,1,Receber,2,Reconciliação,2,Reconstrução,1,Recuperação,1,Rede Globo,2,Rede Insana,2,Redenção,3,Redentora,1,redes neurais,1,reflexão,21,reformado,14,regime,1,Regininha,1,Registro Módico,1,regras,1,Rei,3,Rei Xerxes,1,Reinado,16,Reino,20,Reino de Deus,22,Reino dividido,8,Reino do Messias,7,Reis,3,Rejeição,1,Relacionamento,74,Relativismo,3,Relatos,5,Relógio da Oração,5,Remida,1,Renato Aragão esclarece polêmica sobre seu próximo filme sobre o “segundo filho de Deus” que gerou polêmica nas redes sociais.,1,Renuncia,1,Renúncia,1,Reportagem,2,Resenha,78,Reservado,2,Resguardar,1,Resistir,1,Resplandecer,1,Responde,1,Responsabilidade,2,Resposta,1,resposta bíblica,1,Ressurreição,13,Restauração,7,Restauracionismo,1,Resumo,9,Retorno de Cristo,3,Retribua,1,Reuel Bernardino,1,Rev. Augustus Nicodemus,3,Revelação,5,Revelado,1,Revista,270,revolução industrial,1,Rezar e Amar,1,Richard Baxter,1,Rico,5,Rio Tigre,1,Riqueza,3,Riscos,1,Roboão,1,Rock Gospel,1,Rodolfo Abrantes,1,Romanos,13,Roupas,3,Rubem Alves,1,Ruins,1,Russel Shedd,1,Rute,24,Sá de Barros,3,Sábado,1,Sabatina,4,Sabedoria,31,SABER+,4,Sacerdócio,14,Sacerdotal,13,Sacrifício,4,Sadhu Sundar Singh,1,Safira,2,Safra,1,Sal da Terra,1,Salmos,46,Salomão,12,Salvação,48,Salvador,29,Sambalate,1,Samuel,18,Samuel Mariano,1,Sangue,3,Sangue no Nariz,1,Sansão,3,Santa Ceia,6,Santidade,17,Santificação,27,Santo,5,sapienciais,1,sapiências,1,Sara,2,Sarah Sheva,1,Satanás,7,Saudações,2,Saudades,5,Saul,19,Saulo,2,Savífica,1,Secrets by OneRepublic,1,Segredo,1,Seguidor,1,Seguir,1,Segunda,3,Segundo,1,Segundos,1,Segurança,1,Seita,2,Seja um empreendedor Polishop e ganhe dinheiro sem sair de casa,1,Selada,1,Seleção Brasileira,1,Sem,1,Sem Garantia,1,Semeador,11,Semente,4,Sementes,2,Seminário,1,Senhor,4,Senhorio. Jesus,1,Sensibilidade,1,Sentido da Vida,6,Sentimento,2,Sentimentos,4,Separação,2,Separar,2,Ser,3,será que é pago?,2,Serenata de Amor,1,Série Chá Com Professores,4,Série Dicas de Como Liderar,24,Série Mensagem Subliminar,1,Série Versículos Mal Interpretados,5,Sermão,4,Sermão do Monte,5,Sex,2,Sexo,6,Sexual,4,Sexualidade,11,Sidney Sinai,1,SIFRÁ e PUÁ,1,Significados,4,Silas Malafaia,5,Silêncio no Céu,10,Silk,1,Silk Digital,1,Símbolos,1,Simples,1,Sinal,1,Sincero,1,Sistema,2,Sites,3,Slide PC,2,Slider,462,slides,11,Smartphone começa a ser vendido por operadoras nesta quarta-feira (6). Galaxy S3 é o principal rival do iPhone 4S. Compare os dois modelos,1,SMS Gratuito com WhatsApp para seu Smartphone,1,Soberania,1,SOCEP,4,Sofonias,7,Sofrimento,4,Sogra,3,Soldados,5,Solidão,2,Solidariedade,1,Solução,1,Sonhos,5,Sonhos de Valsa,1,Sono,1,Sono da Alma,10,Sorrir,3,Sorteio,2,Sou,1,Subjugação,1,Sublimação,1,Sublimidade,1,Submissão,5,Subsídio,140,Sucessor,1,Sueca,1,Sujeição,1,Sul,1,Sulamita,5,suprema,2,Surface Pro 2,1,Suspenção,1,Sutiã,1,Sutileza,11,Sutilezas,1,tabela,1,Tabernáculo,4,Tabita,1,Tablet,1,Talentos Cristãos,4,Tarado,1,Tarso,1,Tatuagem,3,TCC,1,Teatro,1,Tecido,1,Tecnologia,2,Tela Cinza,1,Telegram,1,Temas,2,Temática,2,Temor,9,Temperamento,1,Tempestade,2,Templo,3,Tempo,5,Tempo de Viver Coisas Novas,3,Tempos,8,tensorflow,1,Tentação,10,Teologia,32,Teologia da Libertação,3,Termino de Namoro,7,Término do Namoro,2,Termos,1,Terra,4,Terra Prometida,8,Terremoto,1,Testamento,1,Testemunho,25,Thalles Roberto,3,Thalles Roberto comenta da repercussão de música cantada por Ivete Sangalo,1,The Best,1,The Noite,1,Theotônio Freire,1,Tiago,19,Tigres,1,Tim Keller,1,timidez,2,Timna,1,Timóteo,13,Timothy Keller,1,Tipos,14,Tiras,1,Tirinha,4,Tirinhas Gospel,13,Tiro,1,tisbita,1,Títulos,1,Tomas de Aquino,1,Top,2,Top Blogs,4,TOP Canais,1,Top Sites Fotos,3,Top5,2,Torá,1,Tozer,1,TPM,1,Trabalho,4,Tragedias no Rio de Janeiro,1,Traição,2,Transcendência,2,Transfer,1,Transforma,2,Tratando de uma leucemia,1,treinamento,1,Trevas,1,Tribunal de Cristo,2,Tribunal de Justiça,1,Tricotomia,14,Trimestre,2,Trindade,24,Trino,2,Triunfal,1,Trono Branco,5,Tudo vê,1,Túnica,1,Tutelar,1,TV,1,TV Band,2,TV Record,3,Twitter,5,UFC,1,Ultimos Dias,1,Últimos Dias,1,um trono e um segredo,3,Uma crente,1,Uma História de Ficção,79,Unção,3,Ungido,2,Unidade,12,Universo,2,Uno,1,Urias,1,Utensilios,1,Uzá,1,Vagabundo Confesso,29,Valdemiro Santiago,4,Valores,1,Vanilda Bordieri,1,Velhice,3,Velho Testamento,1,Velório,1,Vem,2,Vencendo,2,Vencer,2,Vendedor de Droga,1,Vento,5,Ver Deus,1,Veracidade,13,Verdade,15,Verdadeira,8,Verdadeira História,1,Verdadeiro,4,verdades,1,Versículos,4,Viagem,5,Vício,1,Vida,34,VIDA CRISTÃ,6,Vida depois da morte,14,Vida Pessoal,3,Vidas,1,Vídeo,24,Vigilância,2,vinda,5,Vindouro,3,Vinho,1,Violência,2,Virá,2,Virgem,3,Virgindade,3,Virtude,1,Visão,2,Vitor Hugo,1,Vitória em Cristo,1,Vivendo,1,Viver,8,Voca,1,vocacionados,1,Volta,2,Volta de Cristo,5,Votação,1,Wanda Freire da Costa,1,webdevelops,2,Yehoshua,1,Yeshua,1,YOSHÍA,1,You Tube,2,youtuber,2,Zacarias,4,Zaqueu,1,Zelo,5,
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Pecador Confesso: Lição 04 - Os discípulos de Cristo e a tentação | 1° Trimestre de 206 | EBD BETEL
Lição 04 - Os discípulos de Cristo e a tentação | 1° Trimestre de 206 | EBD BETEL
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