LIÇÃO 6 – Adventismo do Sétimo Dia - 09 de fevereiro de 2014 – Editora BETEL

TEXTO AUREO

“Por isso os judeus perseguiram a Jesus, porque fazia estas coisas no sábado.” Jo 5.16

Comentarista: Pastor Joabes Rodrigues do Rosário

VERDADE APLICADA

Dos Dez Mandamentos registrados no Antigo Testamento, nove são ratificados no Novo Testamento, ficando fora apenas o quarto, que é a guarda do sábado.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

 Conhecer a origem da Igreja Adventista do Sétimo dia;
 Apresentar o ensino da Bíblia Sagrada sobre a guarda do sábado;
 Refutar as principais heresias dos Adventistas.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Jo 5.8 - Disse-lhe Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda.
Jo 5.9 - Imediatamente o homem ficou são; e, tomando o seu leito, começou a andar. Ora, aquele dia era sábado.
Jo 5.10 - Pelo que disseram os judeus ao que fora curado: Hoje é sábado, e não te é lícito carregar o leito.
Jo 5.11 - Ele, porém, lhes respondeu: Aquele que me curou, esse mesmo me disse: Toma o teu leito e anda.

João observou que o homem sofria daquela enfermidade havia 38 anos. Talvez o apóstolo visse nesse fato um retrato da própria nação, que vagara pelo deserto durante 38 anos (Dt 2:14). Em termos espirituais, Israel era uma nação de pessoas impotentes, esperando que algo acontecesse.
Jesus conhecia a vida desse homem (ver Jo 2:23, 24) e lhe perguntou se ele desejava ser curado. A resposta mais óbvia seria: "Sim, quero ser curado!" Mas, em vez disso, ele começou a apresentar desculpas! Havia passado tanto tempo nessa situação triste que sua vontade se encontrava tão paralisada quanto seu corpo. Mas, se compararmos João 5:6 com o versículo 40, veremos que Jesus também tinha em mente uma lição espiritual. Na verdade, esse homem ilustra o estado espiritual deplorável em que Israel se encontrava.
O Senhor curou-o pelo poder de sua palavra, ordenando que o homem fizesse justamente aquilo que não podia e lhe dando, ao mesmo tempo, a capacidade de cumprir a ordem (ver Mc 3:5; Hb 4:12). A cura foi imediata e, por certo, alguns da multidão ao redor do Tanque testemunharam o ocorrido. Jesus não curou mais ninguém, pois logo em seguida "se havia retirado" (Jo 5:13), de modo a não criar tumulto (o termo grego significa "se esquivar").

O milagre não teria causado maiores complicações se não tivesse ocorrido num sábado. Sem dúvida, Jesus poderia ter se dirigido ao Tanque um dia antes ou, até, esperado mais um dia. No entanto, desejava chamar a atenção dos líderes religiosos. Posteriormente, também curou um homem cego no sábado (Jo 9:1-14). Os escribas haviam feito uma lista de 39 trabalhos que não poderiam ser realizados no shabbath, e levar uma carga era um deles. Em vez de se alegrarem com o livramento maravilhoso daquele homem, os líderes religiosos o condenaram por carregar seu leito e, desse modo, transgredir a lei.
Não é fácil entender a relação entre esse homem e Jesus. Não há evidência alguma de que tenha crido em Cristo e se convertido, no entanto não se pode dizer que se opôs ao Salvador. Na verdade, não parecia saber quem o havia curado até se encontrar novamente com Jesus no templo. Sem dúvida, o homem estava no templo para agradecer a Deus e oferecer os devidos sacrifícios. É estranho não ter procurado desenvolver um relacionamento mais profundo com Aquele que o havia curado, mas não são poucas as pessoas que aceitam de bom grado as dádivas ignorando o Doador.
Não sabemos se o homem "denunciou" Jesus por medo. Pelo menos, os líderes judeus o deixaram em paz, voltando suas acusações contra Jesus Cristo, e, ao contrário do homem curado em João 9, esse homem não foi expulso. As palavras de Jesus (Jo 5:14) dão a entender que o sofrimento físico do homem era resultante de pecados; mas Jesus não disse que os pecados dele estavam perdoados, com o fez quando curou o homem que foi descido pelo telhado (ver M c 2:1-12). É possível experimentar um milagre e, ainda assim, não ser salvo nem ir para o céu!
Fonte: Comentário Warren W. Wiersbe

Introdução
A guarda do sábado é a doutrina mais conhecida do Adventismo. Porém há outras heresias graves que são difundidas por esta seita. Dentre elas, a aceitação como inspirados os escritos de Ellen G White, colocados em pé de igualdade com as Escrituras. Esta lição apresenta os principais ensinos dos Adventistas do Sétimo Dia, com a devida refutação bíblica.

OBJETIVO
 Conhecer a origem da Igreja Adventista do Sétimo dia;

1. História do Adtventismo
A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem como fundador um pregador leigo, que era membro da Igreja Batista, William Guilherme Miller. Miller nasceu em Pittsfied Massachusetts (E.U.A.), em 15 de fevereiro de 1782. Miller morreu em 20 de dezembro de 1849.

1.1. O dia do desapontamento
Ao ler o texto de Daniel 8.13,14, Miller fez alguns cálculos e chegou à seguinte conclusão: “Jesus voltará no dia 23 de março de 1843”. No dia definido por Miller para a volta de Jesus, nada aconteceu. Então usou outro calendário, desta vez o romano e não mais o calendário hebraico, e remarcou a data da vinda de Jesus para 22 de outubro de 1844. Mais uma vez não aconteceu. Depois de duas previsões mal sucedidas, Miller é obrigado a fugir de uma multidão enfurecida, que havia vendido propriedades, deixado emprego e famílias. Esta última data foi chamada de “O Dia do Grande Desapontamento”, referindo-se à grande decepção e revolta que todos sentiram ao descobrir que foram enganados pelos cálculos de Miller.
O que chama atenção nesta conclusão de Miller, ao marcar a vinda de Cristo, é que nem mesmo o próprio Jesus, em várias ocasiões em que foi questionado ou falou a este respeito, revela o dia e a hora da sua vinda (At 1.6,7; Mc 13.32; Mt 24.36). O profeta Jeremias adverte os profetas que falam ao povo profecias que não foram ditas por Deus (Jr. 14. 13-15). Em relação à contagem do tempo, levando em consideração as setenta semanas de Daniel (a profecia dividiu a contagem em três fazes: Sete semanas, sessenta e duas semanas e a última semana - totalizando setenta semanas - Dn 9.24-26), a maioria dos teólogos afirmam que o tempo da graça colocou uma pausa nas contagens dos tempos, entre a semana 69a e 70a. Estamos vivendo neste intervalo, no tempo da graça ou pausa da contagem. Isso significa dizer que Deus não revelou por quantos anos esperaremos pelo fim desta pausa e o início da última semana, a semana de número 70. Por esse motivo, é impossível calcular e marcar o dia da vinda do Senhor Jesus para buscar a sua igreja.

1.2. A Purificação no santuário celestial
Depois da decepção causada pelas suas previsões equivocadas, Miller volta atrás e admite seus erros. Porém esse fato não finalizou as heresias, pois Hiran Edson, seguidor de Miller, afirmou que a data prevista por Miller estava certa, o que estava errado era o lugar, afirmando que, de fato, Jesus entrou no santuário celestial para purificá-lo, na data prevista por Miller. Ou seja, criando uma heresia maior ainda. Nesta mesma época, surgem outros líderes tais como Joseph Bates, que instituiu a guarda do sábado, o casal James e Ellen G White, exercendo forte influência através de profecias e, mais tarde, através de seus escritos, que são considerados pelos adventistas como inspirados por Deus. Com a união destes e mais alguns líderes, em 1860, fundaram a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

1.3. Significado do Nome “Adventista do Sétimo Dia”
O termo Adventismo deriva do latim, “adventus”, significa vinda. Faz alusão ao fato que originou a denominação, ou seja, à previsão da vinda de Jesus, conforme previu e falhou o fundador da seita, Wiliam Guilherme Miller. Após a instituição da guarda do sábado pelos primeiros seguidores de Miller, fizeram a fusão dos termos, conforme seus credos, surgindo então o nome da seita: Adventista do Sétimo dia. Ou seja, a igreja que prega a vinda de Jesus e guarda o sábado.

OBJETIVO
 Apresentar o ensino da Bíblia Sagrada sobre a guarda do sábado;

2. A guarda do Sábado
A guarda do sábado foi instituída após o fracasso das previsões de Miller. Esta heresia ganhou relevância após uma suposta visão de Ellen G. White, que afirmou ter visto dentro da arca da aliança o quarto mandamento em destaque, nas tábuas da lei Mosaica.

2.1. O Quarto Mandamento não foi ratificado pelo Novo Testamento
Há registros no Novo Testamento ratificando nove dos dez mandamentos (Ex 20. 3-17): 1o "Não terás outros deuses diante de mim" (v3) - (Mt 4.10); 2o "Não farás para ti imagem de escultura” (v4) - (l Jo 5.21); 3"Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão" (v7) - (Tg 5.12); 4o "Lembra-te do dia do sábado, para o santificar" (v8) - Sem ratificação no N.T; 5o "Honra teu pai e a tua mãe" (vl2) - (Ef 6.1); 6"Não matarás" (vl3) - (Rm 13.9); 7o "Não adulterarás" (vl4) - (Rm 13.9); 8o "Não furtarás" (vl5) - (Rm 13.9); 9o "Não dirás falso testemunho" (vl6) - "Não mintais uns aos outros" (Cl 3.9); 10° "Não cobiçarás" (vl7) - (Rm 13.9). A Nova Aliança não indica um dia especial da semana para o descanso. O Evangelho de Jesus segundo escreveu Marcos diz: “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Pelo que o Filho do homem até do sábado é Senhor” (Mc 2.27,28). Evidenciar o sábado como condição para a salvação é anular a morte vicária de Cristo.

2.2. Jesus não guardou o Sábado
Conforme vários relatos do ministério de Jesus, Ele não observava a guarda do sábado (Mt 12.11-14; Jo 5.16; Lc 13.10-17). Pelo contrário, Ele sempre fazia questão de realizar algo que, para os judeus, era proibido, pois significava quebrar o quarto mandamento. Não há registro nos evangelhos onde Jesus recomenda este mandamento em particular.

2.3. A transição do sábado judaico para o Domingo Cristão
Os primeiros cristãos adotaram o domingo como dia de descanso, recolhimento espiritual e adoração a Deus, e chamaram-no de "o dia do Senhor" (At 20.7; ICo 16.1,2; Ap 1.10). A Bíblia registra vários acontecimentos de fundamental importância para o cristianismo no domingo, e não há narrativas de fatos significativos no sábado: Jesus ressuscitou no domingo (Jo 20.1); A segunda aparição de Jesus se deu no domingo (Jo 20.19); A Igreja primitiva celebrava a ceia no domingo (At 20.7); As contribuições solicitadas por Paulo teria que ser recolhidas nos cultos de domingo (ICo 16.2).

OBJETIVO
 Refutar as principais heresias dos Adventistas.

3. Heresias dos Adventistas
Além da questão do sábado, há outras graves heresias que são disseminadas pelos Adventistas. As principais são:

3.1. O destino final dos ímpios
Os adventistas creem que os ímpios, após um período de sofrimento, serão destruídos para sempre. Não acreditam que sofrerão eternamente no fogo do inferno, onde o fogo nunca apaga e o bicho nunca morre (Mc 9.43,44). As Escrituras Sagradas afirmam que haverá castigo eterno para os que não forem salvos, e não “aniquilamento eterno” como ensinam (Mt 25.46; 2Ts 1.8,9; Ap 14.11).
Os adventistas entram em contradição quando afirmam que a salvação será eterna, e a punição terá um fim pela aniquilação. Em Mt 25.46, temos a mesma palavra grega “aiónia” (eterno), referindo aos que serão salvos e aos perdidos. Ora, se aceitam que os salvos viverão eternamente, como negar que os perdidos também viverão eternamente? Visto que Mateus utilizou a mesma palavra grega para descrever a eternidade, tanto dos perdidos como dos salvos? Outro equívoco acontece quando utilizam o texto do Salmo 37.9,10,20, para basear a doutrina do aniquilamento da alma. Ser “exterminado”, “eliminados”, conforme está registrado neste texto, não significa a morte da alma, insto que tanto em Daniel 9.26 como em Sl 37.9, é utilizada a mesma palavra hebraica “karath”. No texto de Daniel o termo refere-se à morte do messias, no entanto, Jesus não foi aniquilado (Ap 1.18). As versões que utilizam a palavra “desarraigada” (Sl 37.9 na versão revista e corrigida), dá melhor sentido ao texto bíblico, que, neste caso, significa ser separado, tirado, apartado do todo.

3.2. O Juiz investigativo
O juiz investigativo é uma das maiores aberrações nas interpretações bíblicas. Este ensino adventista afirma que Jesus não concretizou a obra salvífica na cruz. Afirmam que só em 1844, Jesus Cristo entrou no santuário para purificá-lo, e assim concretizar sua obra salvadora. Ao fazer esta afirmação, negam que o sacrifício de Jesus na cruz foi eficaz. Esta heresia foi criada por Hiran Edson, para justificar o erro grosseiro de Miller, que, ao prever a vinda de Jesus para 1844, não aconteceu. Bem antes de 1844, o escritor do livro aos Hebreus afirmou, no capítulo nove verso doze, que “entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção”. E mais, “para agora comparecer por nós perante a face de Deus” (Hb 9.24). Esta palavra em especial, “agora”, prova que no momento em que o escritor, inspirado por Deus, fez esta afirmação, Jesus já se encontrava à destra do Pai (At 7.55).
Ao escrever aos hebreus, o escritor faz uma comparação entre os sacrifícios realizados pelos sacerdotes, que eram repetitivos e ineficazes, e a obra de Cristo na cruz do calvário, que teve o poder de expiar todos os pecados de maneira eficaz e instância: “Ora, todo sacerdote se apresenta dia após dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar pecados; mas este, havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, assentou-se para sempre à direita de Deus” (Hb 10.11,12). João ainda enfatiza dizendo “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Uma vez que o sacrifício de Cristo é suficiente para extinguir os pecados de todo o mundo perdido, não carece de repetição.

3.3. O Sono da Alma
Outra heresia adventista afirma que o ser humano, ao morrer, a sua alma fica “dormindo”, ficando em um estado de completa inatividade e sem consciência. Para sustentar esta heresia, tomam como base o texto bíblico registrado em Eclesiastes 9.5. Conforme interpretação fiel ao texto, o escritor está se referindo ao corpo físico, que será despertado no dia da ressurreição. Como exemplo de que a alma não fica em estado de inconsciência, Jesus conta a parábola, (para muitos teólogos não pode ser considerada uma parábola, mas uma história real), de Lázaro e um homem identificado no texto como sendo um homem Rico (Lc 16.19-31). Nesse texto, existe o registro de um diálogo entre Abraão e o homem rico, provando que não estavam dormindo ou inconscientes. Em apocalipse, temos o registro do “clamor” dos mártires por justiça (Ap 6.9,10). Ora, quem tem condições de “clamar” não está em estado de sono; mais uma prova de que não há base bíblica para sustentar esta heresia.

Conclusão
Como detalhado nesta lição, estas doutrinas Adventistas não têm fundamentação bíblica. Apesar das contradições doutrinárias, os Adventistas insistem em afirmar que seus ensinos encontram apoio nas Sagradas Escrituras e afirmam que a Bíblia é o principal manual de regra e fé para eles. No entanto é a própria Bíblia que os desmentem.

QUESTIONÁRIO

1. Qual outra fonte da doutrina Adventista?
R. Os escritos de Allen G. White.
2. Quem introduziu a guarda do sábado, no Adventismo do Sétimo Dia?
R. Ellen G. White.
3. Qual o ensino que caracteriza a Igreja Adventista?
R. A guarda do sábado.
4. Os ímpios serão aniquilados? Por quê?
R. Não. As Escrituras Sagradas afirmam que haverá castigo eterno para os que não forem salvos.
5. Para a doutrina Adventista a obra salvífica de Jesus foi totalmente concretizada na cruz?
R. Não. Afirmam que, só em 1844, Jesus Cristo entrou no santuário para purifica-lo, e assim concretizar sua obra salvadora.

REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 1º Trimestre de 2014, ano 24 nº 90 – Jovens e Adultos - “Dominical” Professor – RELIGIÕES, SEITAS E HERESIAS como identificar e refutar os falsos profetas e seus ensinos.
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Sobre Hubner Braz

Criador, colunista e administrador do Pecador Confesso. Fascinado e apaixonado por DEUS!! Formado Bacharel em Teologia pela FATESP e F. Mêcanica pela FATEC-SP e Presbítero na A.D. Belem-Missão em Sorocaba, onde o Pastor Presidente é o Rev. Osmar José da Silva - CGADB, Tenho 1João 1:7-9 injetado na veia!.
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7 Milhões de Confessos:

  1. É bastante forçoso e tendencioso taxar a Igreja Adventista como Seita Herética, quando nos da Assembléia de Deus vivemos sendo bombardeados por ensinamentos heréticos nos púlpitos quase que o tempo inteiro. No caso é pior do que mostrar o cisco no olho do outro, enquanto tem uma trave no nosso e não a enxergamos.

    Se levarmos em consideração as escrituras sagradas como referência doutrinaria para classificação de heresias, não poderíamos dizer que a Igreja Adventista herege por defender a guarda do Sábado. Muito pelo contrário, à luz das escrituras mais herético me parece guardar o domingo do que o sábado. Visto o Sábado ser um Mandamento constante no Decálogo.

    Realmente o mandamento de Guarda do Sábado não foi retificado no Novo Testamento. Más o comentarista ignora a doutrina adventistas quando alega que colocam a guarda do sábado como condição para salvação. Realmente eles defendem de unhas e dentes a guarda do sábado, más não colocam isso como condição de salvação.

    Aparentemente é mais herético ter o Domingo como dia de guarda do que o Sábado. Pois o Sábado foi o dia que Deus descansou e o santificou. Diz as Escrituras: “E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera” (Gn.2:2-3). Sábado é o dia santo por Deus. Isto, antes da Lei, foi ratificado na Lei e confirmado por vários Profetas.

    Com o advento da nação israelita e a criação da Lei, Deus ordenou e escreveu com o próprio dedo a ordenança de se guardar o sábado nas pedras da Lei.

    “Lembra-te do dia do sábado, para o santifica.” (Êx. 20:8). “Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus;...” (Êx. 20:10).

    Quanto ao Domingo, pouco consta nas escrituras. Realmente tem umas parcas narrativas de coisas feitas pelos apóstolos neste dia. Isto porque estavam entre os gentios e o primeiro dia da semana era o dia de adoração ao deus sol entre os povos gentios. Porém, os episódios narrados nas escrituras não autorizam NINGUÉM a substituir o dia de descanso e o dia santificado pelo Senhor criador dos céus e da terra. É estapafúrdia a idéia de mudar o dia de adoração de sábado para domingo porque o Senhor ressuscitou neste ultimo dia; isso não convence a ninguém que tenha um pouco de lucidez das Santas Letras.

    Pior, o comentarista fala que o sábado foi o único mandamento da Lei não reprisado, sendo herético sua mantença; más também, não foi reprisado o mandamento do PAGAMENTO DO DIZIMO. Más ninguém diz que é herético o PAGAR O DIZIMO. Por que?

    O Dizimo é um mandamento da lei e não foi repetido no Novo Concerto. Por que é certo dar dízimo e herético guardar o sábado. E mais, o dízimo é da Lei de Moises e o Sábado da Lei de Deus (escrito com seu dedo). Agora quanto aos membros que dão o dízimo com sacrifício, porque são enganados, melhor para eles seria guardar o sábado do que dar o dízimo; porque estariam mais internalizados nas Escrituras.

    O autor também diz que o Senhor Jesus não guardou o sábado. Com isso ele faz do Senhor um pecador. E a bíblia diz que o Senhor Jesus não pecou. Isso é ensinamento herético (Mateus 5:17-20).

    O Senhor Jesus não guardou (descumpriu) foi o sábado legalista dos judeus (Tradição Judaica). E não só o sábado, más vários outros preceitos dos costumes dos fariseus. Nos textos abaixo da Bíblia constam que o Senhor Jesus cumpriu a Lei e também que descumpria as tradições dos anciões (Costume dos Fariseus, ou seja, aqueles fardos pesados que nem eles suportavam descritos em Mateus 23:4). Leiam: (Mateus 15:3-6 e Mateus 15:2)

    Concluindo, não estou afirmando que se deva ou não guardar o sábado, cada um sabe de si. Quero deixar claro que ensinar a guarda do domingo não coaduna com as Escrituras. Assim como a obrigação do dízimo, a doutrina da prosperidade, o “templocentrismos” e muitos outros ensinamentos evangélicos.


    irmaorogerinho@bol.com.br

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    1. Sempre pensei que IASD, fosse a igreja verdadeira de Cristo assim como os adeptos a taxa, mas através de um estudos o (grande conflito), que é umas das obras mais requisitadas pelo os mesmo em DVD narrado pelo o pastor de renome Luiz Gonçalves, fiquei em dúvidas, aí passei a orar a Deus e pedir uma resposta a Ele. Apenas orando a Deus e com um versículo Bíblico cheguei a conclusão, que a tal IASD não é a igreja que tantos eles a tem como única e exclusiva.
      Muitas das heresias pregadas pelos adventistas são heresias com “h” minúsculo, isto é, infantilidades espirituais pequenas demais para desqualificá-los como cristãos. A guarda do sábado semanal e a observância do cardápio judaico (se não fossem apresentadas como condição imprescindível à salvação); a negação do castigo eterno para o diabo, seus anjos e os homens perdidos; a chamada “prisão circunstancial” para Satanás; o chamado “sono da alma”; a afirmação de que o milênio será no Céu e outras mais desse nível, são erros que, não obstante, podem ser tolerados. Afinal de contas, quem não erra? Qual é a igreja evangélica que não comete alguns desvios doutrinários? Ninguém acerta tudo. Por este motivo, durante muitos anos este autor considerou os adventistas como evangélicos.
      Acredito que existe a adventistas sincero, mas uma sinceridade de forma errada e mal doutrinados apenas precisam de maior esclarecimento a traves do Espírito Santo. Só pra terminar você que está no anonimato seja homem pra mostra o rosto e não esconder a cara atrás da cortina dos anônimos. Passe bem.

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  2. Olá meus queridos irmãos, a paz do Senhor !!
    Antes de tudo quero afirmar que o que estou escrevendo nao é pra discutir e sim minha opnião..
    Bom, meu nome é Moisés,sou adventista do setimo dia e ja fui petencostal a um tempo atraz e agradesço a Deus por ter conhecido a ele... dois pontos interessantes q e u notei foram : 1- se formos falar de algo ou alguem nao cite nomes, pois é uma enorme falta de ética. 2- levar para a igreja informaçoes doutrinarias de outras religioes para serem tratados como estudo entre os irmaos,pois devemos estudar algo que venha nos edificar e edificar a igreja em sua vida espiritual para conduzir a salvaçao e outra é que existe informaços ai completamente equivocadas sobre a IASD, meus irmãos,peguem informaçoes da Fonte q somos nós e nao de literaturas apologeticas,pois tenho certeza que em qualquer igreja adventista que vcs forem e perguntar sobre nossas doutriras vcs sairao de la com todas as respostas que precisarem....
    Sobre Ellen, nos acreditamos sim q ela é uma profetiza,mas de forma alguma substituimos a biblia por ela, em seus propios escritos ela agirma que é a luz menor guiada pela luz maior que é Deus, seua escritos apenas nos ajudam em varios aspectos da vida..
    Irmaos,procurem levar a sua igreja seja ela qual for, a mensagem de Deus, a esperança de salvaçao e vida eterna e se tiverem duvidas busquem diretamente na fonte.... fiquem todos com Deus !!

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  3. Esqueci de cimentar sobre seita... normalmente quando se ouve esse nome ja pensamos em algo ruim, mas quem disse que sempre é ?? Na verdade seita é todo o hrupo que é diferenciado de outros por seus costumes e.praticas diferentes dos demais e nao necessariamente é algo ruim, Paulo afirma em Atos 24:14 que se seguir os MANDAMENTOS de Deus e os ensinos dos.profetas assim eu sigo a uma seita... irmaos, a lei que foi abolida na cruz foi a lei cerimonial em que consistia em sacrificios no santuario e nao a lei de Deus que reflete seu carater e escrita pelo seu propio dedo em exodo 31:18, leiam tambem, mateus 5:17-19,lucas 23:54-56, tiago 2:10-11, romanos 13:8-10, 1 joao 2:4, romanos 7:7 dentre varios...

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    1. Moisés admiro o teu conhecimento e sinceridade, mas quando o conhecimento, falta esclarecimento afundo é enganos danoso. e mais vc deixou a verdade pra da ouvido o engano. ME responda o que passa na mente de um pentecostal deixar sua fé pra fazer de um grupo exclusivista? Se é que vc foi pentecostal mesmo.
      Os adventistas alegam que o Novo Testamento manda observar o sábado; e, para “provarem” isso, citam várias passagens neotestamentárias, das quais consideraremos algumas neste tópico:
      a) Lc. 23.56b: “E no sábado descansaram, segundo o mandamento”. Alegam os adventistas que o fato desta referência bíblica constar do Novo Testamento prova que os cristãos primitivos consideravam a guarda do sábado um mandamento. Mas, se este “argumento” fosse válido, deveríamos praticar a circuncisão e os sacrifícios de animais, pois está escrito em Lc 2.21-24 (e, portanto, no Novo Testamento também), que José e Maria circuncidaram a Jesus e ofereceram os sacrifícios em obediência ao que determina a Lei do Senhor;
      b) Lc. 4.16: “... entrou num dia de sábado, na sinagoga, segundo o seu costume...”. O fato de Jesus ter o costume de ir às sinagogas em dia de sábado, não prova que nós, os cristãos, tenhamos que fazer o mesmo, pois Gl. 4.4-5 diz que Ele nasceu sob a Lei, para resgatar os que ESTAVAM (no passado) sob a Lei; logo, Jesus fez coisas que nós não precisamos fazer. Ele participou da páscoa (Mt 26. 7-9). Por que os sabatistas não observam a páscoa também?

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    2. Moisés admiro o teu conhecimento e sinceridade, mas quando o conhecimento, falta esclarecimento afundo é enganos danoso. e mais vc deixou a verdade pra da ouvido o engano. ME responda o que passa na mente de um pentecostal deixar sua fé pra fazer de um grupo exclusivista? Se é que vc foi pentecostal mesmo.
      Os adventistas alegam que o Novo Testamento manda observar o sábado; e, para “provarem” isso, citam várias passagens neotestamentárias, das quais consideraremos algumas neste tópico:
      a) Lc. 23.56b: “E no sábado descansaram, segundo o mandamento”. Alegam os adventistas que o fato desta referência bíblica constar do Novo Testamento prova que os cristãos primitivos consideravam a guarda do sábado um mandamento. Mas, se este “argumento” fosse válido, deveríamos praticar a circuncisão e os sacrifícios de animais, pois está escrito em Lc 2.21-24 (e, portanto, no Novo Testamento também), que José e Maria circuncidaram a Jesus e ofereceram os sacrifícios em obediência ao que determina a Lei do Senhor;
      b) Lc. 4.16: “... entrou num dia de sábado, na sinagoga, segundo o seu costume...”. O fato de Jesus ter o costume de ir às sinagogas em dia de sábado, não prova que nós, os cristãos, tenhamos que fazer o mesmo, pois Gl. 4.4-5 diz que Ele nasceu sob a Lei, para resgatar os que ESTAVAM (no passado) sob a Lei; logo, Jesus fez coisas que nós não precisamos fazer. Ele participou da páscoa (Mt 26. 7-9). Por que os sabatistas não observam a páscoa também?

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