A Imortalidade da Alma

          Começamos o SEGUNDO estudo escatológico, quando espiamos o diálogo entre Jesus e Marta, chegamos a estas concluções: Jesus asseverou a Marta que o crer é seguido pelo viver, e que ambos nós leva a nunca morrer. Portanto diz Jesus: "aquele que vive e crer em mim não morrerá eternamente". Jesus estava se referindo aí a uma existência que continua além da morte. (Jo 11.17-26)

          A historia das religiões mostra que o homem tem uma afinidade instintiva pela crença na imortalidade. Nas religiões da Babilônia e da Assíria antiga, há muitos hinos que revelam está crença. Os Egípcios criam que a alma não seria feliz após a morte se o corpo não fosse preservado e as famosas pirâmides, são prova disso. Os Hindus e Bramanista também criam na imortalidade, podemos ver no seu livro Rig-Veda. O Budismo tem a sua crença em céus e infernos ao longo da transmigração. O Zoroastrismo da Pérsia também cria na imortalidade, no julgamento, no paraíso, no inferno e na restauração da terra. 

          Na religião da antiga Grécia havia a crença em uma vida futura e riquezas, na existência de um submundo e de uma provável imortalidade.  Os filósofos gregos sentiam uma certa atração por uma espécie de vida no Além. Na antiga Roma, os adoradores de Júpiter e Minerva olhavam a vida além como algo misterioso e insondável. Os índios norte-americanos criam numa religião além da morte muito feliz e de caças abundantes, poir isso ao lado de seus mortos enterravam arcos, flechas, machados, canoas, etc. A fim de que eles possam continuar suas atividades no mundo futuro. Este é um resumo das diversidades de crenças.

          Muitos grupos religiosos, como os Adventistas do Sétimo Dia e as Testemunhas-de-Jeová, acreditam na doutrina do ANIQUILACIONALISMO. Porém, a Bíblia não ensina a doutrina do “Aniquilacionismo”, vulgarmente chamada de “Sono da Alma”. O fato de que a alma dos cristãos vai imediatamente para a presença de Deus (Fl 1.23) mostra que a doutrina do sono da alma está equivocada. Essa doutrina ensina que quando os cristãos morrem, eles entram em um estado de inexistência e que voltarão à consciência somente quando Cristo voltar e ressuscitá-los para a vida eterna.

          O termo imortalidade é encontrado quatros vezes na Bíblia. E sobre isso covém fazer algumas distinções para melhor compreensão desses quatros Sentidos.

          Sentido Absoluto: Só Deus possui imortalidade. (1Tm 6.15,16).
           Sentido Relativo: Imortalidade é usada como algo que continua a existir e se aplica a todos os seres espirituas, inclusive a alma humana.(Mt 10.28).
           Sentido Teológico: Consiste no estado do homem ter uma completa libertação das consequências do pecado e da morte. Perdeu com Adão, mas readquiriu em Cristo (2 Pe 1.4).
           Sentido Escatológico: É o estado que o homem alcança após a ressurreição, quando a morte não terá mais poder sobre ele (1 Co 15.51-57).

          Estarei finalizando este breve resumo neste momento. Há muitas provas no NT em favor da imortalidade da alma no sentido DERIVADO. Isto é, ele nos tornou seus filhos em Cristo e nos fez participantes de sua natureza imortal.

Abraços aos imortais.

Por: Hubner Braz
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Sobre Hubner Braz

Criador, colunista e administrador do Pecador Confesso. Fascinado e apaixonado por DEUS!! Formado Bacharel em Teologia pela FATESP e F. Mêcanica pela FATEC-SP e Presbítero na A.D. Belem-Missão em Sorocaba, onde o Pastor Presidente é o Rev. Osmar José da Silva - CGADB, Tenho 1João 1:7-9 injetado na veia!.