TEXTO ÁUREO “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” (1Jo ...
TEXTO ÁUREO
“Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” (1Jo 4.9).
VERDADE PRÁTICA
O envio do Filho revela o amor do Pai e a perfeita unidade da Trindade no plano da salvação, garantindo a redenção e a adoção dos crentes.
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Comentário de Hubner Braz
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LEITURA DIÁRIA
Segunda — Jo 3.16 O amor de Deus revelado no envio do Filho
Terça — Jo 6.38 O Filho veio ao mundo para cumprir a vontade do Pai
Quarta — 1Jo 4.10 Deus nos amou primeiro, enviando seu Filho
Quinta — Jo 14.6 Cristo como único caminho ao Pai
Sexta — Ef 1.3-6 O plano eterno de adoção como filhos em Cristo
Sábado — Jo 16.13,14 O Espírito glorifica a Cristo e guia em toda a verdade
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HINOS SUGERIDOS: 227, 437 e 526 da Harpa Cristã.
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LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
João 3.16,17; 1 João 4.9,10; Gálatas 4.4-6.
João 3
16 — Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
17 — Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
1 João 4
9 — Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.
10 — Nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.
Gálatas 4
4 — mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,
5 — para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.
6 — E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.
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PLANO DE AULA
1- INTRODUÇÃO
No plano eterno da Redenção, o Pai é quem envia o Filho para salvar o mundo. Esta verdade manifesta o amor divino e reafirma a perfeita unidade da Santíssima Trindade na missão da salvação. Ao longo desta lição, vamos estudar como o envio do Filho Unigênito revela: a suprema expressão do amor de Deus, o cumprimento da plenitude dos tempos e a atuação harmoniosa do Pai, do Filho e do Espírito Santo no plano redentor.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Compreender que o envio do Filho é a maior prova do amor de Deus Pai;
II) Reconhecer que a vinda de Cristo ocorreu na plenitude dos tempos, segundo o plano eterno de Deus;
III) Identificar a atuação da Trindade na execução e aplicação da salvação.
B) Motivação: o envio do Filho não foi um ato isolado, mas parte de um plano eterno que une o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Ao entender essa verdade, o crente é levado a confiar no amor soberano de Deus e a valorizar a graça recebida em Cristo.
C) Sugestão de Método: Inicie a aula perguntando aos alunos: “Qual foi o maior presente que você já recebeu?”. Após ouvir algumas respostas, leia João 3.16,17 e 1 João 4.9,10, destacando que o maior presente dado à humanidade foi o envio do Filho de Deus para nossa salvação. Reserve os últimos 10 minutos da aula para desenvolver a seguinte atividade: divida a classe em três grupos, dando a cada grupo um dos tópicos da lição para leitura e resumo. Depois, cada grupo apresenta seu resumo à classe, destacando a participação do Pai, do Filho e do Espírito Santo no Plano da Salvação. Se desejar, pode fazer essa atividade no início da aula.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: O envio do Filho pelo Pai revela o amor eterno e soberano de Deus e nos convida a viver em gratidão e obediência. Ao compreender que a salvação foi planejada, executada e aplicada pelo Deus Triúno, somos chamados a adorá-Lo e a anunciar essa mensagem ao mundo.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 104, p.37, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto “O Amor Salvífico do Pai”, localizado depois do primeiro tópico, aponta para a interpretação bíblica a respeito do amor incondicional do Pai; 2) O texto “A Plenitude dos Tempos”, ao final do segundo tópico, aprofunda o envio do Filho no contexto pleno dos tempos.
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INTRODUÇÃO
No plano eterno da redenção, o Pai é quem envia o Filho para salvar o mundo. Esta verdade, revelada nas Escrituras, manifesta o amor do Pai e reafirma a unidade e a missão da Santíssima Trindade. Nesta lição, veremos como o envio do Filho Unigênito de Deus — a Segunda Pessoa da Trindade, revela em profundidade: a suprema expressão do amor de Deus, a plenitude do tempo para a redenção e a obra perfeita da Trindade na salvação.
Palavra-Chave: ENVIO
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I- O ENVIO DO FILHO E O AMOR DO PAI
1- O amor incondicional do Pai. O envio de Jesus Cristo — o Filho Unigênito do Pai, é a maior demonstração do amor de Deus ao mundo (Jo 3.16). O verbo grego para este amor é “aqapáō” e o substantivo é “agápē”. Expressam a natureza essencial de Deus (1Jo 4.8) e a busca pelo bem-estar de todos (Rm 15.2). Conforme usado, acerca de Deus, manifesta interesse profundo e constante de um Ser perfeito para seres completamente indignos (Vine, 2002, p.395). Ensina que o amor de Deus não foi motivado por mérito humano. Ele amou “o mundo” rebelde e perdido — e enviou seu Filho “não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (Jo 3.17). Este amor alcança toda a humanidade, é incondicional, plenamente gracioso, sacrificial e absoluto! (Ef 2.4,5).
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2- A iniciativa soberana de Deus. Desde a eternidade, antes da Queda no Éden, Deus traçou um plano de redenção em Cristo (Ef 1.4,5). Até mesmo anterior a fundação do mundo, o Filho já estava destinado para nossa salvação (1Pe 1.18-20). Deus, em sua soberania e seu imensurável amor, tomou a iniciativa de enviar o Salvador, cumprindo seu eterno propósito de redenção (Ef 1.9). A Escritura ratifica que o amor divino antecede qualquer atitude humana: “não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4.10). Portanto, a iniciativa da salvação não parte do ser humano, mas de Deus. Em sua soberania, misericórdia e compaixão, Deus decidiu agir em favor da humanidade caída (Rm 3.24-26; 5.8).
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3- O envio do Filho e a Trindade. Embora a missão do Filho seja descrita por meio do verbo “enviar” (Jo 3.17,18,34), a ideia aqui é de um presente gracioso de Deus (1Jo 4.10). Em seu amor soberano, o Pai ofereceu sua dádiva mais preciosa — o seu Filho Unigênito: “para que por Ele vivamos” (1Jo 4.9). Essa doação, não implica hierarquia na Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo possuem a mesma natureza divina (Jo 1.1; 10.30; 14.26). A distinção observada é funcional, relacionada ao plano da salvação: o Filho é enviado para realizar a redenção (Jo 6.38-40). Essa dinâmica revela harmonia e unidade da Trindade: uma única vontade e um único propósito. O envio do Filho é, portanto, uma expressão do amor do Deus Triúno, que resplandece em toda a história da salvação (Ef 1.3-14).
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SINOPSE I
O envio do Filho é a expressão suprema do amor do Pai, fruto de sua iniciativa soberana e graciosa.
AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
O AMOR SALVÍFICO DO PAI
“A ação redentora cheia de amor de Deus, é apresentada nesta seção em forte contraste em relação ao destino desesperado da humanidade pecadora sob a ira do mesmo Deus em 2.1-3. Em termos empolgantes e impetuosos, Paulo faz o contraste da situação em que os leitores estavam ‘antes’ (2.3), sem Cristo; aquilo em que estão agora, em Cristo; aquele que ‘todos nós’ (2.3a) somos por natureza (2.3d) e aquilo que somos ‘pela graça’ (2.5,8); a razão da ira de Deus (2.3) e a iniciativa do amor de Deus (2.4); a realidade espiritual de que ‘estávamos mortos’ (2.1), mas que Deus ‘nos vivificou juntamente com Cristo’ (2.5).” (ARRINGTON, Franch L.; STRONSTAD, Roger. Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento: Romanos — Apocalipse. Volume 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, p.410).
II- O FILHO E A PLENITUDE DOS TEMPOS
1- A preparação histórica e religiosa. O envio de Cristo não foi um plano improvisado, mas um desígnio eterno, cumprido “na plenitude dos tempos” (Gl 4.4). Indica que a vinda do Messias se deu no tempo determinado pelo Deus Pai (Rm 5.6). A Trindade, em perfeita sabedoria e unidade, determinou o momento exato para a execução do plano redentor (Ef 1.10,11). Historicamente, o domínio romano construiu estradas e rotas comerciais que contribuíram para a disseminação do Evangelho. A cultura grega unificou o mundo por meio do grego koiné, tornando possível a escrita do Novo Testamento em uma língua conhecida e popular. No judaísmo, apesar da rejeição dos líderes entre o povo, a expectativa messiânica estava elevada (Lc 2.25-38). Isso sinaliza que Deus preparou o cenário para a chegada do Salvador (At 17.26).
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2- O Filho nascido sob a Lei. A Escritura afirma que o Filho veio “nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gl 4.4b). A expressão “nascido de mulher”, reafirma que Cristo assumiu nossa natureza humana (Hb 2.14; Fp 2.7,8). Ele encarnou e experimentou as fraquezas humanas, exceto o pecado (Hb 4.15). Cumpriu-se assim a profecia: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho” (Is 7.14; Mt 1.23), mostrando que sua vinda foi obra soberana de Deus. A declaração “nascido sob a lei” significa que Jesus cumpriu todas as exigências da Lei mosaica (Mt 5.17). Ele foi o único homem a cumprir plenamente a Lei de Deus, sem a transgredir em momento algum (1Pe 2.22). Sua vida de obediência foi necessária para que pudesse oferecer um sacrifício perfeito em favor dos pecadores (Hb 7.26,27).
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3- A adoção de filhos. A obra do Filho não apenas trouxe perdão, mas também nos concedeu a posição de filhos adotivos (Gl 4.5). Cristo é o único Filho de Deus por natureza (Jo 1.18); e os crentes tornam-se filhos por adoção (Jo 1.12,13). A prática da adoção não fazia parte do sistema legal judaico, mas era comum e bem conhecida entre os gentios. Paulo enfatiza que foi do agrado de Deus inserir no plano da salvação, que os salvos fossem adotados como filhos (Ef 1.5). O “espírito de adoção” habilita os salvos a clamarem “Aba, Pai” (Gl 4.6). Esse termo aramaico (“Aba”, “papai”) empregado na interação entre o Filho e o Pai, indica respeito e confiança (Mc 14.36). Essa adoção e intimidade é aplicada pelo Espírito Santo (Rm 8.15,16), demonstrando novamente a atuação inseparável da Trindade na salvação.
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SINOPSE II
Na plenitude dos tempos, Cristo veio ao mundo, cumprindo as profecias e proporcionando redenção e adoção como filhos de Deus.
AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
A PLENITUDE DOS TEMPOS
“O período de utilidade limitada da lei é relatado em 4.4. A frase ‘quando veio a plenitude dos tempos’ marca o fim do período de tutela como relatado em 3.24,25; 4.1,2. O plano pré-ordenado de Deus era que a lei ditasse o fundamento da moralidade até a vinda de Cristo. Jesus é o ponto focal da história mundial; Ele é o sustentáculo do qual depende a virada dos tempos. […] Semelhantemente ‘enviou’ não comunica principalmente distância ou espaço; antes, fala de comissionar um enviado autorizado. Portanto, quando a fase mundial estava exatamente correta, o Pai comissionou seu Filho para trazer a salvação.” (ARRINGTON, Franch L.; STRONSTAD, Roger. Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento: Romanos — Apocalipse. Volume 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, p.361).
III- A TRINDADE NO PLANO DA SALVAÇÃO
1- A vontade do Pai realizada pelo Filho. O Filho veio ao mundo para cumprir a vontade do Pai: “eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (Jo 6.38). Essa vontade, segundo Cristo, é que nenhum daqueles que o Pai lhe deu se perca, mas tenham a vida eterna (Jo 6.39,40). A obediência de Jesus é perfeita, revelando plena submissão ao Pai. Ele mesmo testifica: “porque eu faço sempre o que lhe agrada” (Jo 8.29). Essa obediência alcançou o clímax na entrega voluntária de sua vida por amor: “sendo obediente até a morte e morte de cruz” (Fp 2.8). Por meio de sua vida sem pecado e morte sacrificial, a justiça de Deus foi plenamente satisfeita (Rm 3.24-26). Em Cristo, vemos a expressão sublime da obediência, do amor e da unidade perfeita na Trindade.
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2- A mediação exclusiva do Filho. O Filho é o único caminho de acesso ao Pai: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). Esse acesso é exclusivo porque Ele é a revelação plena do Pai (Jo 1.18), e o único que pode satisfazer a justiça divina mediante o seu sacrifício no Calvário (Hb 9.15). A exclusividade da mediação de Cristo está enraizada na estrutura trinitária. O Pai enviou o Filho (Jo 3.16), e o Espírito Santo testifica do Filho (Jo 15.26). Assim, o caminho para o Pai passa necessariamente pela aceitação do Filho, conforme ensina as Escrituras: “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem” (1Tm 2.5). Desse modo, a salvação ocorre unicamente por meio da fé em Cristo (At 4.12).
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3- A aplicação da salvação pelo Espírito. O Espírito Santo, chamado de Consolador e Espírito da verdade, foi enviado pelo Pai e pelo Filho. Jesus disse que o Espírito viria para convencer o mundo “do pecado, e da justiça, e do juízo” (Jo 16.8-11). É o Espírito que ilumina a mente para o conhecimento de Deus (2Co 4.6), ensina a verdade (Jo 14.26), regenera os pecadores (Tt 3.5), sela os que creem (Ef 1.13), opera a santificação progressiva (2Ts 2.13), e assegura a perseverança dos crentes (Fp 1.6). Além disso, o Espírito glorifica o Filho, pois foi enviado para testificar de Cristo (Jo 15.26), revelando sua Pessoa e obra ao coração humano. O Espírito nunca age independentemente do Filho ou do Pai. Sua missão é, intrinsecamente, a de exaltar a glória do Deus Triúno (Jo 16.13,14).
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SINOPSE III
O plano de salvação é obra da Trindade: o Pai envia, o Filho executa e o Espírito aplica.
CONCLUSÃO
O envio do Filho pelo Pai revela o amor eterno e soberano de Deus e destaca a perfeita unidade da Trindade na obra da salvação. Deus não apenas amou o mundo, mas agiu em favor dele, enviando seu Filho no tempo certo, para redimir os pecadores. O Filho, em obediência plena, realizou a redenção; e o Espírito Santo, em sua atuação eficaz, aplica a salvação ao coração dos crentes. Conhecer essa verdade fortalece nossa fé e nos convida a adorar com gratidão o Deus Triúno que nos salvou.
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REVISANDO O CONTEÚDO
1- O que significa afirmar que a iniciativa da salvação é um ato da soberania de Deus?
Significa que a salvação começa com a iniciativa amorosa e soberana de Deus, e não do ser humano.
2- Do ponto de vista histórico, que fatos corroboram que era chegado o momento exato para a execução do plano redentor de Deus para a humanidade?
A dominação romana, a língua grega comum e a expectativa messiânica entre os judeus criaram o cenário ideal para a vinda de Cristo.
3- O que significa a declaração “nascido sob a lei”?
Que Jesus veio como homem, cumprindo plenamente a Lei de Deus, sem transgredi-la.
4- Qual vontade do Pai é realizada pelo Filho?
Que todos aqueles que o Pai deu ao Filho recebam a vida eterna e não se percam.
5- Por que a mediação entre o ser humano e Deus é um ato de exclusividade do Filho?
Porque somente Cristo revela plenamente o Pai e oferece o sacrifício perfeito que satisfaz a justiça divina.
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