TEXTO PRINCIPAL “No dia seguinte, João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” (Jo 1....
TEXTO PRINCIPAL
“No dia seguinte, João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” (Jo 1.29).
RESUMO DA LIÇÃO
O sacrifício único de Jesus, como o Cordeiro de Deus, para nos redimir do pecado e nos reconciliar com o Pai, cumpre as profecias, trazendo libertação e perdão definitivo para quem crê.
LEITURA DA SEMANA
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Comentário de Hubner Braz
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OBJETIVOS
INTERAÇÃO
Na lição desta semana, estudaremos a respeito de Jesus, o Filho de Deus, do qual João Batista declara “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Este não era um cordeiro comum, mas um cordeiro cujo sacrifício fornecia o perdão dos pecados para todos. As passagens do Antigo Testamento destacam o ministério sacrificial de Jesus, as passagens do Novo Testamento destacam a sua vitória. Curiosamente, mesmo depois de completar a sua obra sacrificial, Ele ainda mantém o título de “Cordeiro de Deus” que serve de lembrete constante do valor da obra de Cristo como o único meio de reconciliação com Deus. Foi graças a este sacrifício único que a nossa Redenção e Reconciliação com Deus se tornou possível, nos livrando das amarras do pecado e nos trazendo de volta à intimidade com o nosso Criador. Por isso, não cesse de louvar e glorificar a Jesus por sua obra vicária na cruz do Calvário.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
TEXTO BÍBLICOÊxodo 12.1-7,11; João 1.29,32-34.
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INTRODUÇÃO
Nesta lição, nosso foco é a centralidade de Jesus Cristo como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Desde o Antigo Testamento, a imagem do Cordeiro Pascal em Êxodo 12 já anunciava um livramento divino, simbolizando a libertação da escravidão e a proteção pelo sangue. Essa tipologia profética se cumpre gloriosamente em Cristo, cujo sacrifício vicário é a única e suficiente obra para a redenção da humanidade. O sangue de Jesus, derramado na cruz, aniquila o pecado e estabelece uma reconciliação definitiva com Deus. Ao final, refletiremos sobre o viver como redimidos e reconciliados, desfrutando da plena comunhão com o Pai.
I- O CORDEIRO DA PÁSCOA: UM SÍMBOLO DA SALVAÇÃO
1- O contexto do Cordeiro da Páscoa. A primeira vez que a imagem do Cordeiro de Deus aparece de forma clara na Bíblia é em Êxodo 12. É nesse capítulo que Deus institui a Páscoa, e o cordeiro se torna símbolo de livramento. Mas para entender isso melhor, precisamos lembrar do que estava acontecendo com o povo de Israel. O livro de Êxodo mostra que os israelitas estavam sendo oprimidos como escravos no Egito (Êx 1.12,13). Era um tempo de sofrimento, dor e humilhação. Eles viviam sem liberdade, forçados a trabalhar duro, sem esperança de mudança. Essa situação de escravidão representa algo muito profundo: a condição do ser humano sem Deus, preso pelo pecado. O apóstolo Paulo explica isso muito bem quando diz: “Por meio de um só homem o pecado entrou no mundo, e pelo pecado, a morte; e assim a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12). Assim como os israelitas eram escravizados no Egito, nós também estávamos presos pelo pecado. Mas foi nesse cenário que Deus apresentou uma saída: o Cordeiro da Páscoa.
2- A instituição da Páscoa. Depois de 400 anos de escravidão no Egito, Deus começou a libertar o povo de Israel. Ele escolheu Moisés para liderar essa missão. Mas a saída não foi fácil, pois o Faraó não queria deixar os israelitas partirem. Então, Deus enviou várias pragas para confrontar o coração endurecido do rei. Enquanto isso, os israelitas ainda moravam no Egito, e, para não serem atingidos pelas pragas, eles precisavam obedecer à direção de Deus. A última praga seria a mais difícil: a morte de todos os filhos primogênitos do Egito, até mesmo o filho do Faraó não estava livre. Para proteger os israelitas, e estabelecer um memorial por tão grande livramento, Deus instituiu a Páscoa (Êx 12). Ele deu orientações bem específicas: cada família deveria escolher um cordeiro de um ano, sem defeito, matar o animal ao entardecer e passar o sangue dele nas ombreiras das portas. Além disso, todos deveriam comer a carne do cordeiro vestidos e prontos para sair do Egito (Êx 12.4,5,7,11). Naquela noite, o Anjo da Morte passou pelo Egito. As casas que tinham o sangue do cordeiro, no local indicado por Deus, foram poupadas. Ninguém morreu ali (Êx 12.12-14,23,37,38,51). Mas nas casas egípcias, onde não havia sangue, os primogênitos morreram (Êx 12.29). Esse livramento marcou a história de Israel. O povo saiu do Egito e celebrou aquele dia como a primeira Páscoa. O cordeiro sem defeito, cujo sangue foi colocado nas ombreiras e na verga da porta, trouxe vida e proteção. Essa é a Páscoa! Um lembrete de que o sangue do cordeiro trouxe libertação.
3- A tipologia do Cordeiro Pascal. Hoje, esse cordeiro é uma tipologia profética de Cristo Jesus. Aqui temos duas imagens vívidas e simbólicas que remontam ao sacrifício de Jesus: o Cordeiro Pascal como um sacrifício substitutivo no lugar dos primogênitos (Êx 12.27), que simboliza nosso Senhor como Aquele que foi sacrificado por nós (1Co 5.7); e o sangue nos umbrais das portas, que salvou as famílias israelitas (Êx 12.7,23), simboliza o sangue de Cristo derramado na cruz do Calvário para nos livrar do pecado (Hb 9.22). Assim, esse acontecimento no Antigo Testamento aponta de maneira gloriosa para o que o Senhor Jesus faria, de uma vez por todas. Sua obra vicária é o cumprimento único e suficiente de tudo o que começou em Êxodo 12.
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SUBSÍDIO 1
II- JESUS: O CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA O PECADO DO MUNDO
1- O Cordeiro de Deus. É bem verdade que, em Êxodo 12, o sacrifício do Cordeiro Pascal não era para tirar o pecado. Contudo, tinha a ver com a luta entre a vida e a morte, conforme estudamos acima. Mais tarde, no sistema de sacrifícios do Antigo Testamento, o cordeiro recebe essa conotação de expiação do pecado. Em Isaías 53, de maneira profética, é apresentada a imagem de um Cordeiro que sofre e é levado ao matadouro. Essas imagens do Cordeiro Pascal que marcam o livramento de um povo — do Cordeiro que expia o pecado no sistema de sacrifícios do Antigo Testamento e, principalmente, do Cordeiro em Isaías 53, na profecia do Servo Sofredor, que morre no lugar de outro — são evocadas por João Batista quando ele proclama; “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Essa mensagem de João Batista evoca nosso Senhor como o Cordeiro do sacrifício perfeito, completo e suficiente para pagar, de uma vez por todas, o pecado de todo o mundo.
2- “Aniquila o pecado”. Na Carta aos Hebreus 9.26, lemos: “Doutra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas, agora, na consumação dos séculos, uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo”. Esse versículo evoca uma verdade afirmada em toda a Carta aos Hebreus, bem como a expressão usada por João Batista, “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”; havia apenas um propósito no ministério de Jesus: “aniquilar o pecado”. Como visto na segunda lição, o ser humano não sabe o que fazer com o problema do pecado e com toda a sua culpa e vergonha, mas nosso Senhor providenciou o sacrifício perfeito que, diferentemente dos sacrifícios do Antigo Testamento, soluciona o problema do pecado e remove toda a culpa e vergonha do coração do ser humano pecador.
3- O poder do sangue de Jesus. No Antigo Testamento, o sumo sacerdote oferecia, todos os anos, sacrifícios com sangue de animais (Hb 9.25). Mas Jesus fez diferente: Ele entregou a si mesmo e ofereceu o seu próprio sangue por nós quando morreu na cruz (Hb 9.22). O sangue de Jesus tem um significado muito forte para a nossa fé. Tanto que, na Ceia do Senhor — uma das ordenanças da Igreja —, o cálice representa o sangue de Cristo (Mt 26.27,28; 1Co 11.25). Quando participamos da Ceia, estamos lembrando de que foi o sangue de Jesus que nos trouxe vida. Por isso, nunca devemos esquecer o que o sangue de Cristo significa. Foi pelo sangue que fomos libertos. Pelo sangue fomos salvos. Pelo sangue fomos comprados, perdoados e purificados. O sangue de Jesus é precioso e poderoso. Ele é a prova do amor de Deus por nós, e garante o perdão dos nossos pecados de forma definitiva (1Jo 1.7).
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SUBSÍDIO 2
III- REDENÇÃO E RECONCILIAÇÃO POR MEIO DA OBRA SALVÍFICA DE CRISTO
1- A Redenção. A Palavra de Deus nos mostra a linda imagem da redenção. A obra de Cristo na cruz transforma a vida do pecador. Foi por meio do sangue precioso de Jesus que fomos resgatados e redimidos. Em outras palavras, através do seu Filho, Deus nos libertou do domínio do Diabo e do pecado, e ainda restaurou nosso relacionamento com Ele (1Pe 1.18,19). A salvação tem a ver com um alto preço pago: o sangue de Jesus. Essa é uma obra extraordinária que muda totalmente a nossa condição, que antes era de pecado, indignidade e corrupção. Jesus nos resgatou, nos redimiu — e isso muda tudo!
2- A Reconciliação. A Palavra de Deus também nos mostra que a obra de salvação realizada por Cristo nos reconciliou com Deus. Em outras palavras, em Cristo, Deus estava restaurando o nosso relacionamento com Ele, que havia sido quebrado por causa do pecado (2Co 5.18,19). A reconciliação é justamente isso: a volta da comunhão entre Deus e o ser humano. Essa verdade é uma das bases da salvação. Por isso, por meio de Jesus, podemos nos aproximar de Deus com confiança, como diz a Bíblia: “cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hb 4.16). Só conseguimos fazer isso porque “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo” (2Co 5.19).
3- Vivendo como redimidos e reconciliados. Por meio da obra de salvação realizada por Jesus na cruz, fomos redimidos e reconciliados com Deus. A Redenção nos libertou do domínio do pecado e do Diabo — éramos escravos, mas agora somos livres (Cl 1.13,14). A Reconciliação restaurou nossa comunhão com o Pai — antes distantes, agora estamos perto (Ef 2.13). Essas duas verdades caminham juntas: fomos comprados por um alto preço e recebidos novamente como filhos. Em Cristo, temos acesso direto ao trono de Deus, sem medo, culpa ou condenação (Hb 4.16). O que antes era barreira, hoje é ponte. A cruz de Jesus abriu o caminho para uma vida nova, longe da escravidão do pecado e perto do coração de Deus. Agora, nada nos impede de viver uma vida com propósito e intimidade com o Pai. Por isso, viva cada dia como alguém que foi perdoado, liberto e acolhido — e não como quem ainda está preso ao passado de pecado.
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SUBSÍDIO 3
CONCLUSÃO
O sacrifício de Jesus na cruz, ao derramar seu precioso sangue, aniquilou o pecado — algo que os sacrifícios do Antigo Testamento não podiam fazer de forma definitiva. Essa obra transformadora nos resgatou da escravidão do pecado e do domínio do Diabo, restaurando nossa comunhão com o Pai. Assim, como redimidos e reconciliados, somos chamados a viver uma vida de liberdade e intimidade com Deus, sem culpa ou condenação. A cruz de Jesus não é apenas um marco histórico, mas a ponte que nos garante acesso direto ao trono da graça.
HORA DA REVISÃO
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