LIÇÃO 8 - O LUGAR SANTÍSSIMO - 26 de MAIO de 2019 - EBD ADULTO - CPAD

TEXTO ÁUREO “Mas, depois do segundo véu, estava o tabernáculo que se chama o Santo dos Santos” (Hb 9.3).  - O Santo dos Santos ou Lu...

TEXTO ÁUREO
“Mas, depois do segundo véu, estava o tabernáculo que se chama o Santo dos Santos” (Hb 9.3). - O Santo dos Santos ou Lugar Santíssimo era onde ficavam a arca da Aliança e o propiciatório — o lugar de expiação (Êx 26.33-34).

VERDADE PRÁTICA
Pelo sangue de Jesus Cristo, o véu da separação foi rasgado. E, hoje, temos liberdade e confiança para entrar ao trono da graça de Deus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Êxodo 26.31-35; Hebreus 9.1-5; Mateus 27.51.
Êxodo 26
31 Depois, farás um véu de pano azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino torcido; com querubins de obra prima se fará.
32 E o porás sobre quatro colunas de madeira de cetim cobertas de ouro, sobre quatro bases de prata; seus colchetes serão de ouro.
33 Pendurarás o véu debaixo dos colchetes e meterás a arca do Testemunho ali dentro do véu; e este véu vos fará separação entre o santuário e o lugar santíssimo.
34 E porás a coberta do propiciatório sobre a arca do Testemunho no lugar santíssimo,
35 e a mesa porás fora do véu, e o castiçal, defronte da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul; e a mesa porás à banda do norte.
Hebreus 9
1 Ora, também o primeiro tinha ordenanças de culto divino e um santuário terrestre.
2 Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; ao que se chama o Santuário.
3 Mas, depois do segundo véu, estava o tabernáculo que se chama o Santo dos Santos,
4 que tinha o incensário de ouro e a arca do concerto, coberta de ouro toda em redor, em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha florescido, e as tábuas do concerto;
5 e sobre a arca, os querubins da glória, que faziam sombra no propiciatório; das quais coisas não falaremos agora particularmente.
Mateus 27
51 E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras.

INTRODUÇÃO
O Lugar Santíssimo era o local mais reservado do Tabernáculo. Ele representava a plenitude da presença de Deus que habitava entre o povo de Israel. Por isso, nesta lição, estudaremos a posição do véu no Lugar Santíssimo, o propósito desse véu e a dimensão do Lugar Santíssimo, bem como a sua relação com a obra expiatória de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. De fato, é uma lição que edificará a nossa vida. [Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- Qual a importância do véu do templo ter sido partido em dois quando Jesus morreu? A beleza dessas cortinas somente podia ser observada do lado de dentro, sendo que a espessa coberta protetora externa feita de pelos de cabrito e pele de carneiro (v. 14), a ocultavam da visão de Iodos, exceto dos sacerdotes que adentravam. Hebreus 9.1-9 nos diz que no Templo um véu separava o Santo dos Santos – a habitação terrena da presença de Deus- do resto do Templo onde os homens habitavam. Isso significava que o homem era separado de Deus pelo pecado (Is 59.1-2). Apenas o Sumo Sacerdote tinha a permissão de passar pelo véu uma vez por ano (Êx 30.10; Hb 9.7), de entrar na presença de Deus representando Israel e de fazer expiação pelos seus pecados (Lv 16). – Dito isto, convido-o a pensar maduramente a fé cristã!

I. O VÉU DO LUGAR SANTÍSSIMO

“1. O véu como barreira ao livre acesso à Presença de Deus. O véu era uma cortina feita de linho fino branco entretecido com fios de cores azul, púrpura e carmesim. O propósito desse véu era separar o Lugar Santíssimo, no qual estava a Arca da Aliança (Êx 26.33), do Lugar Santo. No Lugar Santíssimo só podia entrar o Sumo Sacerdote, e somente uma vez ao ano, no dia da Expiação. O israelita comum não podia entrar nesse lugar, o que demonstra que o véu era uma barreira para o homem comum. A narrativa bíblica revela o significado especial do ato, de quando Jesus estava na cruz, expiando o nosso pecado. Ele ministrou intercessoriamente por nós por meio de seu sangue no “Lugar Santíssimo”, rasgando o véu da separação. A ministração de Cristo foi em favor de todo o mundo e não apenas por uma parcela especial ou étnica da humanidade (Hb 9.11-14 cf. Jo 3.16).” [Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- Alan Cole faz um comentário interessante: “O véu separava um terço da área do Tabernáculo. A tenda era pequena (digamos 15 metros por 5 metros) comparada a qualquer templo moderno. Além disso, não possuía aberturas para ventilação e era escura, a não ser pela luz do candelabro de ouro e a pouca luz que acidentalmente ali penetrava quando o reposteiro que ficava sobre a porta da tenda era levantado para permitir a entrada dos sacerdotes. O candelabro ficava no "santo lugar’’: o santo dos santos ficava absolutamente às escuras, por detrás do espesso véu. Todavia, a escuridão e o frescor do interior do Tabernáculo seriam um grande alívio depois do ofuscante calor do deserto (observe quantas vezes a "sombra" de YHWH é mencionada como um símbolo de refrigério e salvação, por exemplo, Sl 17:8) e sua extrema escuridão, a partir do Sinai, passou a ser um símbolo apropriado para Deus (1 Rs 8:12)” (COLE, Alan, Ph.D. Êxodo, Introdução e Comentário. Sociedade Religiosa Edições Vida Nova. São Paulo, 1963).  “O Templo de Salomão tinha 30 côvados de altura (1 Reis 6:2), mas Herodes tinha aumentado sua altura para 40 côvados de acordo com as escritas de Josefo, um historiador do primeiro século. Não temos certeza a que um côvado se compara em metros e centímetros, mas podemos supor que esse véu tinha mais ou menos 18 metros de altura. Josefo também nos diz que o véu tinha 12 cm de grossura, e que cavalos puxando o véu dos dois lados não podiam parti-lo. A narrativa no livro de Êxodo nos ensina que esse grosso véu era feito de material azul, roxo e escarlate e de linho fino torcido. O tamanho e grossura do véu deram muito mais importância aos eventos que aconteceram no exato momento da morte de Cristo na cruz. “E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo” (Mateus 27:50-51a).” (GOTQUESTIONS). A missão de Jesus Cristo está ligada de maneira inseparável ao supremo amor de Deus pelo "mundo" perverso e pecador da humanidade (Jo 6.32,51; 12.47; Mt 5.44-45), que está em rebelião contra Deus. Em João 3.16, a expressão "de tal maneira” enfatiza a intensidade ou grandeza do amor de Deus. O Pai deu o seu único e amado Filho para morrer em favor dos homens pecadores (2Co 5.21).

“2. O véu tinha um bordado especial com a figura de querubins (Êx 26.31). Deus ordenara que se bordassem no véu, à mão, as figuras de querubins. Uma pergunta relevante cabe aqui: qual a razão desses querubins serem bordados no véu? A Bíblia registra a história da rebelião de um querubim presunçoso e orgulhoso que desejava ser igual a Deus. Mas ele foi expulso para sempre da presença do Altíssimo (Ez 28.14). O nome desse querubim, hoje, é Satanás, o anjo que rebelou-se contra Deus e, também, levou com ele uma parte dos seres angelicais. As figuras de querubins bordadas no véu lembram ao homem que o Trono de Deus está cercado desses seres angelicais, refletindo a santidade do Altíssimo. Eles também foram esculpidos sobre o Propiciatório com as asas voltadas para a Arca da Aliança com o objetivo de protegê-la (Êx 25.18).” [Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- Querubins são seres angélicos envolvidos em adorar e louvar a Deus. Os querubins são mencionados na Bíblia pela primeira vez em Gênesis 3.24. Antes de rebelar-se, Satanás era um querubim (Ez 28.12-15). O tabernáculo e o templo, assim como os seus pertences, continham muitas representações de querubins (Êx 25.17-22; 26.1,31; 36.8; 1Rs 6.23-35; 7.29-36; 8.6-7; 1Cr 28.18; 2Cr 3.7-14; 2Cr 3.10-13; 5.7-8; Hb 9.5). Esses dois querubins esculpidos são uma representação dos dois querubins que guardaram as portas do Éden (Gn 3.24). Esses mesmos querubins também eram bordados no véu que dividia o lugar santo do santo dos santos. Após o véu do templo ser rasgado, os querubins que guardavam as portas do jardim foram dispensados de suas posições. O caminho está livre, não existe mais sentinelas na porta do jardim!

“3. O véu e o trançado de seus fios. Para nós, o tabernáculo e seus móveis sagrados tipificam o Senhor Jesus. Logo, podemos destacar o seguinte: os tecidos que constituíam o véu que demarcava o Lugar Santo e o Santíssimo é símbolo do caráter santo e pleno de nosso Senhor. Assim, a cor azul aponta para a sua divindade; a púrpura, para a sua realeza; a branca, para sua santidade; o carmesim, para a sua obra expiatória por toda a humanidade. Ainda, o escritor aos Hebreus traz uma imagem forte e viva do véu, juntamente com seus fios trançados, que representava, na “carne” de Cristo, a união da natureza humana e divina de nosso Senhor: “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne” (10.19,20). [[Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- “O véu do Tabernáculo representava uma triste verdade: o homem é pecador e é vedado O caminho para ele ir sozinho a Deus (Ex 26.33; Lv 16.2, “que não entre no santuário em todo o tempo, para dentro do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca, para que não morra; porque Eu aparecerei na nuvem sobre o propiciatório”; Is 59.1-3, “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça”; Rm 3.23, “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”). O véu do Tabernáculo era feito de linho fino torcido com azul, púrpura, carmesim, com a imagem de querubins de obra prima bordada nele. Desde que tudo no Tabernáculo eram sombras ou tipos simbólicos de Cristo, esse material apontava ao Cristo.
• O azul representava: Natureza Celestial de Cristo, Cristo O Espiritual, ou homem celestial (1Co 15.47,48; Jo 1.18; Hb 7.26); a origem celestial de Cristo.
• A púrpura representava: Realeza, Soberania de Cristo, o “Rei dos reis, e Senhor dos senhores” (Ap 19.16; Mc 15.17-18).
• O carmesim representava: Sacrifício (Ap 5.9-10; Nm 19.6; Lv 14.4; Hb 9.11-14, 19, 23, 28).
• O linho fino representava: Justiça, Cristo é o Justo, e os que são dEle tem a Sua justiça (2Co 5.21; Ap 19.8; 1Co 1.30). Sendo torcido, era dobrado o fio seis vezes fazendo o véu grosso e pesado (Gill).
• O branco, do linho fino torcido representava: perfeição, pureza e santidade de Deus em Cristo, e aos que são lavados no sangue de Cristo (Ap 7.9-17; Sl 132.9).” (PALAVRAPRUDENTE)
Quando a carne de Jesus foi rasgada em sua crucificação, o mesmo aconteceu com o véu do templo que simbolicamente separava as pessoas da presença de Deus (Mt 27.51). Quando o sumo sacerdote no dia da Expiação entrava no Santo dos Santos, o povo aguardava do lado de fora que ele saísse. Ao entrar no templo celestial, Cristo não voltou. Pelo contrário, ele abriu a cortina e expôs o Santo dos Santos para que pudéssemos segui-lo. Em Hebreus 10.20, "carne" é usada como "corpo" (v. 10) e "sangue" (Hb 9.7,12,14,18,22) para se referir à morte sacrifical do Senhor Jesus.


II. O PROPÓSITO DO VÉU INTERIOR
1. O véu era um símbolo da presença de Deus no Lugar Santíssimo. Ora, ninguém podia ver a Deus e continuar vivo (Êx 33.20), mas os homens podiam ver o véu que indicava a presença divina no outro lado. Em Hebreus, o véu tipifica a “carne” de Cristo, que encobria a presença divina em seu corpo (1Tm 6.16; Jo 1.18; 14.9; Cl 1.15,16).”[Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- O propósito de um Véu é cobrir ou ocultar da vista (2Co 3.13-16, Is 25.7). O véu do tabernáculo ocultava da vista o Santo dos Santos. Ele formava uma barreira entre a glória de Deus e o homem pecador (Lv 16.2). Medidas de precaução foram necessárias para que Deus respondesse apenas parcialmente aos pedidos de Moisés de ver mais dele do que já estava vendo (cf. Nm 12.8) — de outro modo ele morreria. Muito embora Deus fosse gracioso e compassivo para qualquer pessoa que escolhesse, Moisés não poderia ver a face de Deus e viver. Tudo o que viu da natureza de Deus se transformado em luz ardente é chamado de "costas de Deus" e nunca foi descrito por Moisés depois (cf. Jo 1.18; 1 Jo 4.12). Deus é invisível em espírito (1Tm 1.17; Jó 23.8-9; Jo 1.18; 5.37; Cl 1.1.5) e, por essa razão, é inalcançável no sentido de que o homem pecador nunca viu e nunca poderá ver a plenitude de sua glória (Êx 33.20; Is 6.1-5). Em Hebreus 10.19-20 aprendemos que a carne de Cristo foi simbolicamente tipificada pelo véu interno do tabernáculo. Nosso Salvador tomou sobre Si mesmo a forma humana ocultando assim a Sua glória (Fp 2.5-11, Rm 8.3). Somente no Monte da Transfiguração é que Sua glória divina refulgiu (Mt 17.1-2). Da mesma maneira, o véu do tabernáculo ocultou da vista dos homens a glória e a presença de Deus.

2. O véu: um impeditivo ao acesso à presença de Deus (Lv 16.2; Hb 9.8). A separação que o véu interior fazia dos dois lugares sagrados, o Lugar Santo e Lugar Santíssimo, demarcava também os lugares de atuação dos sacerdotes. No Lugar Santo, era permitida a entrada dos sacerdotes comuns; no Santíssimo, a do sumo sacerdote.” [Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- O sistema Levítico não fornecia ao povo acesso direto à presença de Deus. Pelo contrário, ele afastava o povo. A proximidade tinha de ser fornecida de outra maneira. Essa é a lição primordial que o Espírito Santo dá acerca do tabernáculo. O ensino mostra como Deus é inacessível sem a morte de Jesus Cristo. Por meio da instrução inspirada do Espírito dada acerca do Lugar Santíssimo, Deus eslava mostrando que não havia um caminho para ele no sistema cerimonial. Somente Cristo poderia abrir o caminho (Jo 14.6). Em Hebreus 10.20 entendemos que Cristo estabeleceu através de seu sacrifício um “novo” caminho. No grego, o significado original da palavra “novo” é "recém-imolado", mas foi interpretada como "recente" quando a epístola foi escrita. O caminho é novo porque a aliança é nova. Não é um caminho fornecido pelo sistema Levítico. Embora seja o caminho da vida eterna, ele não foi aberto apenas pela vida impecável de Cristo — ele exigiu a sua morte. Os hebreus foram convidados a entrar nesse caminho que é caracterizado pela vida eterna do Filho de Deus que os amou e entregou-se por eles (Jo 14.6; Gl 2.20). Quando a carne de Jesus foi rasgada em sua crucificação, o mesmo aconteceu com o véu do templo que simbolicamente separava as pessoas da presença de Deus (Mt 27.51). Quando o sumo sacerdote no dia da Expiação entrava no Santo dos Santos, o povo aguardava do lado de fora que ele saísse. Ao entrar no templo celestial, Cristo não voltou. Pelo contrário, ele abriu a cortina e expôs o Santo dos Santos para que pudéssemos segui-lo. Aqui "carne" é usada como "corpo" (v. 10) e "sangue" (9.7,12,14,18,22) para se referir à morte sacrifical do Senhor Jesus.

3. O véu indicava o caminho à presença de Deus. Sabemos que o sumo sacerdote podia entrar no lugar santíssimo, não por méritos pessoais nem pela formosura do véu, senão mediante o sangue da expiação (Lv 16.15). A única função dele era expiar o próprio pecado e o do povo. Por isso, toda a orientação divina quanto à pureza do sumo sacerdote e de sua casa era rigorosa. Hoje, a obra expiatória de Jesus é o único meio que temos para achegar-nos à presença de Deus (Ef 2.8,9; Hb 10.19,20). Graças ao nosso amado Senhor, já não há mais separação nem muro entre nós e Deus, pois Cristo é o perfeito mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5). [Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- A fé cristã era conhecida como "o caminho" entre os judeus de Jerusalém (At 9.2), bem como entre os gentios (At 19.23). Aqueles que receberam essa epístola entenderam com muita clareza que o escritor os estava convidando a se tornarem cristãos — a se unirem àqueles que: haviam sido perseguidos por causa da fé que professavam. Os verdadeiros cristãos no meio deles estavam sofrendo perseguição naquele momento, e aqueles que não haviam se comprometido com o caminho eram convidados a se tornarem alvos da mesma perseguição. Assim, Jesus Cristo é o nosso Mediador - refererindo-se a alguém que intervém entre duas partes para resolver um conflito ou para ratificar um pacto. Ele é o único "Mediador" que pode restaurar a paz entre Deus e os pecadores (Hb 8.6; 9.15; 12.24). Cristo Jesus, ele mesmo um homem, somente o Deus-Homem perfeito poderia juntar o Criador o a raça humana (Jó 9.32-33).



III. COMO ERA O LUGAR SANTÍSSIMO?
1. O Lugar Santíssimo tinha o formato quadrangular. O Lugar Santíssimo é conhecido também como o “Santo dos Santos”. Um lugar quadrangular, na forma de um cubo, que media dez côvados de altura, dez de largura e dez de comprimento. É importante destacar, aqui, que as medidas do Lugar Santíssimo, no sistema decimal, possuem números diferenciados, uma vez que pesos, medidas e valores hebraicos são obscuros, e o resultado sempre produz algumas pequenas diferenças numéricas. De acordo com a Bíblia de Estudo Pentecostal, um côvado equivalia à medida de dois palmos ou ao tamanho de nosso antebraço, o equivalente, portanto, a 45 centímetros. Era menor que o Lugar Santo. O Lugar Santíssimo tipificava o Trono de Deus em Israel.” [Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- Era no Lugar Santíssimo que a própria presença de Deus, com sua glória manifesta habitava. Era ali que Deus se comunicava com o homem, habitando no meio do povo de Israel, assim como hoje Cristo habita no meio de seu povo, a Igreja. Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles (Mt 18.20). Seu formato, como já explicado, era de uma sala em cubo. Suas medidas foram dadas em Côvados - medida de comprimento que foi usada por diversas civilizações antigas. Era baseado no comprimento do antebraço, da ponta do dedo médio até o cotovelo. Ninguém sabe quando esta medida entrou em uso. O côvado era usado regularmente por vários povos antigos, entre eles os babilônios, egípcios e hebreus. O côvado real dos antigos egípcios media 50cm. O dos romanos media 45cm. O Santo dos Santos estava diretamente relacionado à manifestação da presença de Deus. O Santo dos Santos significava a própria sala do trono de Deus entre o povo da aliança. No Santo dos Santos a presença de Deus era revelada mais intensamente. Naquele lugar o Senhor se encontrava de forma mais íntima e pessoal com seu povo. Mas como foi dito, esse encontro acontecia através do sumo sacerdote, após rígidos preparos especiais.

2. O lugar continha apenas um mobiliário: A Arca da Aliança. A Arca da Aliança tipificava a plenitude da presença de Deus: sua santidade, glória e majestade. Ali, Deus habitava entre o seu povo! No Novo Testamento, essa imagem revela o que Paulo escreveu aos efésios: “para que Cristo habite, pela fé, no vosso coração; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus” (Ef 3.17-19).” [Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- Dentro desse ambiente ficava a Arca da Aliança. Somente o sumo sacerdote tinha autorização para entrar no Santo dos Santos.  A única peça de mobília desse lugar era uma caixa revestida de ouro, indicava a relação de aliança entre Deus e seu povo. Essa arca, simbolizava que a única maneira do homem entrar diante de Deus era através de uma aliança com Ele. Cristo é a base da aliança de nosso acesso a Deus (Hb 12.24; Mt 26.28).

3. O que podemos aprender por Trono de Deus e a importância do Lugar Santo? O Lugar Santo era a antessala do Lugar Santíssimo; o que mostra o caráter santo da presença de Deus representada na Arca da Aliança, porque o Deus Santo e glorioso ali estava. Não percamos de vista a dimensão da santidade e da glória de Deus. Sejamos santos e não desprezemos o sacrifício de nosso Senhor Jesus (Hb 10.26,27). Cuidado! A Palavra de Deus nos alerta que o nosso adversário “anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1Pe 5.8). Vigiemos! Temamos ao Deus santo e glorioso! [Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- O Santo lugar revelava o ministério de Cristo tabernaculando entre os homens. O Santo dos Santos ou Lugar Santíssimo,era onde o divino se encontrava com o humano. Aqui era o lugar onde Sumo-Sacerdote - principal sacerdote - (Hb 9.7) entrava uma vez por ano para oferecer o sangue sobre o Propiciatório. Este dia veio a ser conhecido como Yom Kippur (Dia do Perdão) até hoje celebrado entre os Judeus. O Santo dos Santos era o principal lugar do Tabernáculo; na verdade ele era a razão da existência do Tabernáculo.
- “O mais solene e importante lugar do tabernáculo, chamado Lugar Santíssimo ou Santo dos Santos, era quadrado de cerca de cinco metros de cada lado. Nesse lugar o sacerdote entrava uma vez por ano, no décimo dia do sétimo mês, levando consigo o sangue da expiação e também o incensário de ouro em que se queimava o incenso santo. A lingua portuguesa é muito pobre em relação a hebraica, nós não temos uma palavra para exprimir a santidade de Deus, então usamos o termos Santo dos Santos. Seguindo o caminho do Santo dos Santos, o cristão vai experimentar na sua vida espiritual as virtudes da fé (no pátio), da esperança (no Santuário) e do amor, como maior de todas as virtudes. O amor se relaciona com Deus Pai, que é quem faz com que se manifestam, no crente, os efeitos dos dons e ministérios espirituais, dados respectivamente pelo Espírito Santo. Como as divisões do tabernáculo estão em ordem crescente, o Lugar Santíssimo representa a plenitude de Deus no crente. Este crente revela, então resultados dessa posição através de muito fruto. Jesus falou da vara em três fases distintas de frutificação : fruto, mais fruto e muito fruto. Jo 15.1-5 - “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o viticultor. (v.2) Toda vara em mim que não dá fruto, ele a corta; e toda vara que dá fruto, ele a limpa, para que dê mais fruto. (v.3) Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado. (v.4) Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. (v.5) Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” Isso corresponde a 30, 60 e 100 por um. O Apóstolo João escreveu aos filhinhos, aos jovens e aos pais, como crentes em três estágios : No pátio, no Santuário e no Santo dos Santos.” (EBAH)


CONCLUSÃO
Nesta lição, percorremos o Lugar Santíssimo. Ele representa a presença santíssima e gloriosa de Deus no meio do seu povo. Esse lugar, especial e único do Tabernáculo, mostra o que o Senhor Jesus Cristo, o Sumo Sacerdote Perfeito, fez ao rasgar o véu da separação. Diferentemente daqueles dias, onde o Lugar Santo não era aberto a todas as pessoas, hoje, por meio da obra de Cristo, podemos entrar ao trono de Deus com ousadia e confiança.[Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]
- O Santo dos Santos, assim como o Tabernáculo em geral, apontava para uma realidade superior. Tudo isso era temporário e insuficiente em si mesmo. Somente uma pessoa podia entrar no Santo dos Santos, e isso significa que não havia uma plena aproximação de Deus. Então jamais a promessa da Nova Aliança poderia se cumprir no Santo dos Santos dentro do santuário terreno. Através do profeta Jeremias, Deus prometeu: “Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor até o maior deles” (Jr 31.31-34). Como uma promessa assim poderia se cumprir no Santo dos Santos terreno? Isso era impossível! Por isso o escritor de Hebreus aplicou essa profecia de forma a mostrar a superioridade da Nova Aliança (Hb 8.8-13). Durante a crucificação de Jesus, no momento de sua morte, o véu do Templo que isolava o Santo dos Santos foi rasgado de cima a baixo (Mt 27.51). Usando uma figura de linguagem, o escritor de Hebreus identifica o véu dos Santos dos Santos com o corpo de Jesus Cristo (Hb 10.20). Ele entendeu que quando o véu do Templo foi rasgado, a entrada no Santo dos Santos foi liberada àqueles que foram redimidos por Cristo, cujo corpo foi rasgado no Calvário. Através do sangue derramado do Filho de Deus, o caminho para o Santo dos Santos celestial foi aberto. Hoje, pelo sangue de Jesus, podemos entrar com plena confiança no verdadeiro Santo dos Santos e se achegar ao trono da graça de Deus (Hb 4.16; 10.19). (ESTILOADORACAO).
Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó Senhor Deus dos Exércitos”. (Jeremias 15.16), Pb Francisco Barbosa Campina Grande-PB Maio de 2019

PARA REFLETIR
A respeito da lição “O Lugar Santíssimo”, responda:
• Como era o véu do Lugar Santíssimo?
O véu era uma cortina feita de linho fino branco entretecido com fios de cores azul, púrpura e carmesim.
• O que as figuras dos querubins bordadas no véu lembram?
As figuras de querubins bordadas no véu lembram ao homem que o Trono de Deus está cercado desses seres angelicais, refletindo a santidade do Altíssimo.
• Em Hebreus, o que o véu tipifica?
Em Hebreus, o véu tipifica a “carne” de Cristo, que encobria a presença divina em seu corpo.
• Qual o único meio, ou caminho, pelo qual podemos entrar na presença de Deus?
A obra expiatória de Jesus é o único meio que temos para achegar-nos à presença de Deus (Ef 2.8,9; Hb 10.19,20).
• Como devemos nos portar como filhos de Deus?
Como filhos de Deus não podemos perder de vista a santidade e a glória de Deus. [Lições Bíblicas CPAD, Revista Adultos, 2º Trimestre 2019. Lição 8, 26 MAIO, 2019]



INTRODUÇÃO
“Segundo tudo o que eu mostrar a você como modelo do tabernáculo e modelo de todos os seus móveis, assim vocês o farão”, disse Deus a Moisés (Êx 25.9).
Nesta lição, veremos informações sobre o Lugar Santíssimo; as suas dimensões, seu utensílio, bem como sua importância. Estudaremos sobre o segundo véu e traremos uma definição do termo, pontuaremos algumas informações sobre o material desta cortina interior; falaremos sobre as colunas e os ganchos que prendia-o, e mostraremos quais os propósitos dele no lugar Santíssimo. Por fim, falaremos sobre o simbolismo do segundo véu e a pessoa de Cristo mostrando o paralelismo do véu e o do corpo de Jesus; a simbologia da separação entre o homem e Deus; e a simbologia do véu e o acesso limitado e seletivo apenas aos sumo sacerdotes.
I – INFORMAÇÕES SOBRE O LUGAR SANTÍSSIMO
1.1 O Lugar Santíssimo e sua dimensão. O Santo dos Santos em hebraico “Kodesh ha Kodashim” era a porção mais sagrada do tabernáculo do hebraico “mishkan” e se localizava no fim do ambiente fechado. Há muitas divergências entre os teólogos quanto as dimensões que envolvem o lugar Santo e o Santíssimo. Aceitamos que o santuário chamado de “tenda da congregação” tivesse o lugar Santo com 10 metros de comprimento e o lugar Santíssimo com 5 metros de comprimento, sendo assim, juntos tinham aproximadamente um comprimento de 15 metros; com sua largura de 5 metros, e sua altura também de 5 metros, formando um lugar cúbico e quadrangular. Embora em nenhum lugar da Bíblia encontramos esta informação precisamente, podemos entender que não existe nenhuma incoerência nestas medidas pelo fato que no lugar Santo havia três móveis e no Santíssimo apenas um (WIERSBE, 2010, vol. 1, p. 303).
1.2 O Lugar Santíssimo e seu utensílio. Aparentemente, o Santo dos Santos era mantido completamente às escuras (1Rs 8.12), o que servia para envolver o lugar em um mistério ainda maior, onde se esperava sentir a presença de Deus. O lugar Santíssimo continha apenas uma mobília que era a Arca da Aliança. Suas dimensões foram especificadas por Deus a Moisés, tendo ela de comprimento dois côvados e meio (1 metro e 25 centímetros), de largura um côvado e meio (75 centímetros), e de altura um côvado e meio (75 centímetros) (Êx 25.10,11; 37.1,2). No alto dessa arca, ficava o “propiciatório” feito de ouro com um querubim em cada extremidade. Esse era o trono de Deus no tabernáculo (Êx 25.10-22; SI 80.1; 99.1). No Dia da Expiação, aspergia-se sangue de um sacrifício sobre esse propiciatório (tampa da arca), que era um sinal da propiciação futura através do sacrifício de Cristo (1Jo 2.2; Rm 3.25) (CHAMPLIN, 2001, vol. 6, p. 87). Ex 25:17-22 "Também farás um propiciatório de ouro puro..."
Esta versão baseia—se na tradição cabalística e nas dez esferas da Árvore da Vida, que é o esquema central da Cabala hebraica. Segundo teólogos e escolásticos judeus, especialmente Maimónides, a Hierarquia Angelical compõe—se de dez coros celestes.
1. Chaioth ha Quaddosh: Potestades
2. Ofanim (Auphanim): Tronos
3. Arelim (Erelim): Principados
4. Chasmalim (Hasmalim):Dominações
5. Seraphim: Serafins
6. Malachim: Virtudes
7. Elohim: Arcanjos
8. Bene Elohim: Anjos
9. Cherubim: Querubins
10. Ashim (Ishim): Almas dos santos
As três tríades De todas estas ordenações a mais corrente, derivada do Pseudo-Dionísio e de Tomás de Aquino, divide os anjos em nove coros, agrupados em três tríades. 
Serafins, Querubins, Tronos ou Ofanins, Dominações, Virtudes, Potestades, Principados, Arcanjo, Anjos.

1.3 O Lugar Santíssimo e sua importância. O Lugar Santíssimo era um local muito especial dentro do Tabernáculo. O pátio era iluminado pela luz natural do dia já o Lugar Santo era iluminado pelas sete lâmpadas do candelabro, mas no Lugar Santíssimo não havia luz artificial ou natural. Contudo, este era o local mais claro do Tabernáculo, pois era iluminado pela “luz inacessível, a quem ninguém viu nem pode ver”, pois era iluminado pela própria glória de Deus (Êx 40.34,35; Lv 16.2).
II – INFORMAÇÕES SOBRE O VÉU INTERIOR OU SEGUNDO VÉU
2.1 Definição do termo véu. Este véu que estava entre o Lugar Santo e o Santíssimo dividia o Tabernáculo em dois compartimentos (Êx 26.33). O véu, posto à frente do Santo dos Santos, tinha cerca de 5 metros de largura e de 5 metros de altura, e segundo alguns estudiosos tinha a espessura da mão de um homem, ou seja, mais ou menos 10 centímetros. O termo véu no hebraico “parochet” que significa “separação, barrar, ou fechar”; a Septuaginta (Tradução do AT hebraico para o grego) apresenta o termo “cortina”. A palavra hebraica tornou-se uma designação técnica para falar da grossa cortina que separava o local sagrado do tabernáculo do local mais sagrado. A cortina era um tipo de tapeçaria espessa que fechava o acesso ao lugar Santíssimo, exceto para o sumo sacerdote, que poderia abrir a cortina uma vez por ano para realizar suas obrigações no Dia da Expiação (CHAMPLIN, 2001, vol. 6, p. 620).
2.2 O material do véu interior. Esta cortina era obra esmerada de bordador (Êx 36.35; 26.37). Quanto ao segundo véu (Hb 9.3) e sua descrição e materiais, o AT informa-nos que ele era feito de linho fino torcido bordado azul, roxo, vermelho com figuras de querubins (Êx 26.31-37; 36.35). Sua confecção era semelhante à primeira cobertura do tabernáculo que era de linho fino torcido e colorido com as cores azul, púrpura e carmesim com desenhos de querubins tecidos mostrando assim uma harmonia com as “paredes” e o “teto” do lugar Santíssimo (Êx 26.1,2 ver 26.31). O véu separava um terço da área do tabernáculo (COLE, 1963, p. 189).
2.3 O véu e as colunas. As bases que fixava as colunas no lugar Santíssimo eram de prata e o véu era pendurado em ganchos de ouro que estavam ligados a quatro colunas de madeira acácia (cetim) coberta com ouro, e os ganchos de ouro eram inseridos em suportes de prata (Êx 26.31-33). As colunas tinham as mesmas dimensões e foram colocadas a distâncias iguais um as das outras, como também devem ter sido ligadas um as outras, no topo, mediante algum a espécie de estrutura, como uma viga e juntamente com o véu, formavam uma espécie de tela. Essa tela agia como uma porta que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos. As quatro colunas tinham a mesma altura que as tábuas, cerca de 5 metros com 75 centímetros de largura (Êx 26.16). O próprio véu ficava suspenso por meio de ganchos de ouro, postos no topo das quatro colunas de madeira de acácia e desciam até o nível do chão, sem deixar qualquer espaço vago. As colunas repousavam sobre bases de cobre (Êx 26.36; 36.38) (CHAMPLIN, 2001, vol. 6, p. 624).
2.4 O véu e os ganchos. Os ganchos (colchetes) com os quais as duas metades das coberturas interna eram ligadas uma à outra (Êx 26.6,11), ficavam imediatamente sobre o véu. A cortina que dividia o Lugar Santo do Santo do Santo ficava pendurada pelos colchetes de ouro que ligavam as cinco cortinas uma à outra; pelo que cinco cortinas formavam os lados do Lugar Santo, e outras cinco formavam os lados do Santo dos Santos (CHAMPLIN, 2001, vol. 6, p. 621).
III – PROPÓSITOS DO SEGUNDO VÉU
3.1 Separar o lugar Santo do Santíssimo. O propósito desse véu era separar o lugar Santíssimo, no qual estava a Arca da Aliança (Êx 26.33) do lugar Santo. A palavra hebraica usada para véu ocorre por vinte e quatro vezes no AT sempre referindo-se ao tipo de véu ou tela que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos (CHAMPLIN, 2001, vol. 1, p.423). 3.2 Separar a criatura do criador. O véu fazia separação entre o que não era santo (o homem) e Aquele que é santíssimo (Deus). O véu representava uma triste verdade: o homem é pecador e é vedado o caminho para ele ir sozinho a Deus (Êx 26.33; Lv 16.2; Is 59.1-3; Rm 3.23). As cortinas (portas) do tabernáculo serviam para bloquear as multidões e para permitir que apenas pessoas autorizadas entrassem.
IV – O SIMBOLISMO DO SEGUNDO VÉU E A PESSOA DE CRISTO
4.1 O véu e a simbologia do corpo de Jesus. Fora do alcance do homem, o véu do Templo foi rasgado em duas metades, de cima para baixo (Mt 27.51; Mc 15.38; Lc 23.45), e como ele foi rompido “de alto a baixo” isso nos sugere que foi o próprio Deus quem o rasgou e somente um poder miraculoso poderia ter atuado para que tal fato acontecesse. A palavra de Deus nos mostra que junto à cruz do Senhor estava um centurião romano e os que com ele estavam souberam a ruptura do véu (Mt 27.51-54). Em Hebreus aprendemos que o véu se refere tipologicamente a carne de Jesus. Ele é o acesso até a pessoa de Deus e por Ele, o pecador arrependido pela fé em Cristo Jesus, não apenas tem entrada à presença de Deus, mas, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus: “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne” (Hb 10.19,20). Em Hebreus 10.10-23, é o grande Sacerdote que se ofereceu a Si mesmo como o verdadeiro sacrifício aceitável que purifica os nossos corações da má consciência (Hb 10.12-14, 21,22). Ele é o que abriu o caminho pelo véu, sendo Ele mesmo o próprio véu e o novo e vivo Caminho a Deus (Jo 14.6).
4.2 O véu e a simbologia da separação entre o homem e Deus. Certamente o símbolo que podemos destacar aqui é o fato de Deus não pode conviver com o pecado do homem. Observemos que somente o sumo sacerdote (um tipo de Cristo) podia romper para além do Véu e adentrar o Lugar Santíssimo, e isso somente uma vez por ano, no dia da expiação quando ele oferecia o sacrifício por si mesmo e pelos pecados do povo (Hb 9.7). Na morte de Jesus, a cortina que fechava o lugar mais sagrado se rasgou de cima para baixo (Mt 27.41; Mr 15.38; Lc 23.45). O lugar mais sagrado do Templo foi assim exposto, simbolizando que o acesso à presença de Deus havia sido aberto a todos indistintamente, não apenas a um ministro especial. O Véu nos faz lembrar de que estávamos distantes (Rm 3.23).
4.3 O véu e a simbologia do acesso limitado e seletivo. Com certeza podemos afirmar que por causa do pecado, o homem comum não podia aproximar-se de Deus, a não ser através de um intercessor devidamente credenciado e isto devido ao Seu caráter santo. Somente o sumo sacerdote, uma vez por ano, podia passar para além do véu. Mas em Cristo, o qual é a Porta (Jo 10.9), o acesso foi franqueado a todos os homens (Hb 6.19,20; 9.11,12; 10.19,20). O véu também era tipo do corpo humano de Cristo (Mt 26.27; 27.50; Hb 10.20), o qual foi rasgado (na crucificação) para prover-nos acesso a Deus. O véu do templo, por ocasião da morte de Cristo, foi rasgado ao meio. Foi aberto um novo caminho para a justificação, visto que, por meio das obras da lei, nenhuma carne poderia ser justificada (Rm 3.20; Hb 9.8).
CONCLUSÃO
Nesta lição, aprendemos que o Lugar Santo dos Santos representa a presença santíssima e gloriosa de Deus no meio do seu povo. Esse lugar, especial e único do Tabernáculo, mostra tipologicamente o que o Senhor Jesus Cristo, o nosso Sumo Sacerdote Perfeito, fez ao rasgar o véu da separação. Diferentemente daqueles dias, onde o Lugar Santíssimo não era aberto a todas as pessoas, hoje, por meio da obra de Cristo, podemos entrar ao trono de Deus com ousadia e confiança.
REFERÊNCIAS
 HOUAISS, Antônio. Dicionário da Língua Portuguesa. 1 ed. RJ: OBJETIVA, 2001.
 STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. 1 ed. RJ: CPAD, 1995.
 MERRIL, E. H. História de Israel no Antigo Testamento. 6 ed., RJ: CPAD, 2007.
 COLE, Alan. Êxodo, Introdução e Comentário. 1 ed. SP: Vida Nova, 1963.
 CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. 1 ed. SP: HAGNOS, 2004.

OS SACRIFÍCIOS JUDAICOS

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Mais curiosidades bíblicas...
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Simbolismo e valor dos sacrifícios do Antigo Testamento


Ao demonstrar aos hebreus a superioridade do sacrifício e do sacerdócio de Cristo sobre os sacrifícios e sacerdócio do Antigo Testamento, S. Paulo declara que a Lei Antiga era apenas a sombra e a imagem das realidades da Nova Lei (cf. Hb 10,1).
O Antigo Testamento era, com efeito, a preparação do Novo. Nele se ocultava, como na raiz, a flor do novo Testamento que devia desabrochar à luz do Sol de justiça.
Era o pedagogo que devia vigiar sobre o povo débil e carnal, confiado à sua tutela, até ao tempo destinado por Deus para a realização do mistério de Cristo. Tinha por missão introduzir os homens numa esperança melhor, capaz de aproximá-los de Deus.
A graça e a glória do Antigo Testamento vêm-lhe, pois, da sua relação com o Novo. Esta relação encontra-se, sobretudo, nos inúmeros sacrifícios que Javé se dignava receber dum povo ainda carnal e tão inclinado à idolatria.
Além do fim essencial de todo sacrifício – adorar o Criador e reconhecer o Seu supremo domínio sobre todas as criaturas –, os sacrifícios da Lei Antiga tinham uma significação mais elevada e misteriosa. Prefiguravam o sacrifício do único Mediador, do Deus feito homem, o qual “por uma única oblação obteve para sempre a perfeição para os que são santificados” (Hb 10,14). Por consequência, todo o valor destes sacrifícios provinha do sacrifício por excelência que Jesus Cristo devia oferecer a Deus em odor de suavidade. Eram sem dúvida pobres e vácuos: não continham a graça. Todavia, além da pureza legal, produziam indiretamente a justiça interior, enquanto eram protestações da fé dos judeus no Messias futuro.
Os sacrifícios do Antigo Testamento podem distribuir-se em duas grandes classes: sacrifícios patriarcais e sacrifícios mosaicos.

1 Sacrifícios patriarcais

i. Caim e Abel. Dos filhos de Adão, o primeiro, Caim, era agricultor e ofereceu a Javé um sacrifício dos produtos da terra; o segundo, Abel, era pastor e ofereceu em sacrifício os primogênitos do rebanho com a sua gordura. O Senhor olhou favoravelmente para o sacrifício do segundo e dignou-Se recebê-lo; mas não olhou, ou olhou menos favoravelmente, para o sacrifício do primeiro.
ii. Noé. Ao sair da arca da aliança, depois do dilúvio, constrói um altar e oferece a Javé em holocausto animais e aves puras.
iii. Abraão. Quatro séculos mais tarde, Abraão eleva altares a Javé, sem dúvida para Lhe oferecer sacrifícios. Para selar a antiga aliança com Javé, recebe ordem de oferecer uma vitela de três anos, uma cabra e um bode de dois, uma rola e um pombo. Corta as vítimas pelo meio, à exceção das aves, e coloca as duas metades uma em face da outra. Ao anoitecer o fogo passa pelo meio; e é de supor que, depois do fogo que representava Javé, Abraão passasse também entre as duas partes das vítimas (1).
iv Melquisedeque. Melquisedeque, rei de Jerusalém, sai ao encontro de Abraão e oferece ao Senhor o sacrifício do pão e do vinho.
v. Jó. Seguindo o exemplo dos antigos patriarcas, Jó oferece periodicamente, de manhã, um sacrifício expiatório por cada um de seus filhos.
Javé ordena aos amigos de Jó, após a discussão que tiveram com ele, que ofereçam um sacrifício de sete touros e sete carneiros, para expiar a loucura dos seus discursos.
vi. Moisés. Depois da promulgação do Decálogo, no Sinai, Moisés ordena ao oferecimento de holocaustos e a imolação de touros em sacrifícios de ação de graças. Metade do sangue derrama-o sobre o altar, e com a outra metade asperge o povo, dizendo: “Este é o sangue da aliança que Javé concluiu convosco”.

2 Sacrifícios mosaicos

Saídos do país do Egito em que assistiram ao culto solene e deslumbrante dos falsos deuses, e vivendo no meio de povos entregues à idolatria, os judeus não se podiam limitar a um culto meramente interior. Corriam o perigo de cair nas práticas supersticiosas dos povos dos arredores, como já tinha sucedido no sopé do Sinai, onde erigiram um bezerro de ouro a que ofereceram os sacrifícios.
Por isso queria Deus Lhe fossem oferecidos sacrifícios, que, embora em si não tivessem nenhum valor intrínseco, conferiam, no entanto, uma certa santidade legal e exterior – sanctificat ad emundationem carnis – e até supunham ou provocavam sentimentos interiores, da grandeza da Majestade divina, da pequenez da criatura, da fealdade do pecado, sem os quais as prescrições rituais degenerariam em puro formalismo.
Os sacrifícios idolátricos e humanos eram absolutamente proibidos pela Lei.
Quatro aos sacrifícios prescritos, estudaremos sucessivamente:
1º as espécies de sacrifícios;
2º os seus oferentes;
3º o tempo dos sacrifícios;
4º o seu ritual.

2.1 As diversas espécies de sacrifícios

Os sacrifícios da Lei Antiga podem dividir-se em duas grandes classes: sacrifícios cruentos (com derramamento de sangue) e sacrifícios incruentos (sem derramamento de sangue).

2.1.1 Sacrifícios cruentos

I. HOLOCAUSTO

O mais completo e o mais perfeito dos sacrifícios cruentos é o holocausto, em que a vítima é oferecida toda a Deus e consumida inteiramente no altar pelo fogo sagrado, para exprimir a plena sujeição de todos os seres ao absoluto domínio de Deus.
As vítimas que podiam servir para os holocaustos eram:
1º) O bezerro, que não podia ter mais de um ano, e o touro que não devia ter mais de três. A vítima devia arder completamente; as pernas e as entranhas deviam ser lavadas de antemão. As partes da vítima, antes de serem depostas no altar, deviam ser salgadas. O holocausto devia arder toda a noite até de manhã. O músculo isquiático, que unia a perna à anca, não era oferecido a Deus, mas deitado fora com as cinzas, para comemorar a luta de Jacó com o Anjo que o feriu nesse músculo, o qual imediatamente perdeu seu vigor.
2º) O cordeiro, de oito dias a um ano; e o bode, de um ano a dois.
3ª) a rola, adulta e revestida de penas; o pombo, pelo contrário, sempre novo.
As duas primeiras espécies de vítimas deviam ser acompanhadas de três dízimos de ephide farinha diluída em meio hin de azeite(2). Ajuntava-se-lhe mais uma libação de meio hin de vinho.

II. SACRIFÍCIOS PACÍFICOS

A vítima podia ser macho ou fêmea, pertencer ao gado graúdo ou miúdo. Só as partes gordurosas eram queimadas; as restantes podiam ser comidas pelos sacerdotes ou por qualquer israelita que estivesse em estado de pureza legal.
Obrigatório só era o sacrifício de dois cordeiros na festa do Pentecostes, mas cada qual podia oferecer sacrifícios pacíficos, especialmente em ação de graças, espontaneamente ou em cumprimento de um voto. Estes sacrifícios eram acompanhados de oblações.

III. SACRIFÍCIOS PELO PECADO

As vítimas destes sacrifícios eram umas fixas e as mesmas para ricos e pobres, outras variáveis. Tinham direito a escolhê-as: o leproso, a mulher que acabava de dar à luz, a testemunha falsa, o que fizera falso juramento sem o saber, o que, desconhecendo a sua impureza, comera duma vitela, e enfim o que entrara no templo em estado de impureza legal.
Só eram queimados: 1) nos sacrifícios públicos, o bode do dia da Expiação, os bodes pelo pecado de idolatria e o touro pelo pecado do povo, ficando as outras vítimas para os sacerdotes; 2) nos sacrifícios particulares, o touro pelo pecado do Sumo Sacerdote.
As partes gordurosas destas vitimas eram queimadas no altar; o resto, fora do acampamento. O sacerdote oferente tinha o direito de comer do resto das vítimas.

IV. SACRIFÍCIOS PELO DELITO

O delito diferia do pecado em que este era uma ação feita conscientemente, mas sem testemunhas; e aquele, uma ação praticada inconscientemente, mas diante de testemunhas. O sacrifício pelo delito diferia do sacrifício pelo pecado apenas em que a vítima era sempre um carneiro.

V. SACRIFÍCIOS ESPECIAIS

1) Sacrifício de consagração: Consistia em um touro pelo pecado, um carneiro em holocausto e um outro para a consagração. Com o sangue deste eram ungidos os sacerdotes na orelha direita, na mão e no pé direito, sendo a vítima em seguida queimada em holocausto e comida pelos novos consagrados.
2) Sacrifício do leproso: Consistia em um cordeiro pelo delito, outro em holocausto e uma ovelha pelo pecado. Estes dois últimos podiam ser substituídos por duas rolas ou dois pombos, se o leproso fosse pobre. Várias oblações, fora do acampamento e diante de Javé, precediam a unção do leproso e os seus sacrifícios.
3) Sacrifício da vaca ruça: Esta devia arder inteiramente com pau de cedro, hissope e carmesim. As cinzas misturadas com água serviam para purificar no terceiro e sétimo dia aqueles que, por tocarem os cadáveres, tinham contraído impureza legal. Esta purificação simbolizava a purificação da alma maculada pelo pecado.

2.1.2 Sacrifícios incruentos

Os sacrifícios incruentos consistiam, sobretudo em oblações e libações que acompanhavam os sacrifícios cruentos.

I. OBLAÇÕES

As substâncias alimentares previstas pelo ritual mosaico para as oblações, eram: espigas, grão, flor de farinha, pão, bolos, azeite, incenso, vinho. O sal era indispensável a toda oblação. Elemento preservador de corrupção, significava a aliança indissolúvel de Deus com o povo.
1) As oblações acompanhavam os holocaustos, os sacrifícios pacíficos, o sacrifício do leproso e o sacrifício do nazireu. Havia ainda  a oblação diária do Sumo Sacerdote, a das primícias da messe no dia imediato ao Sábado da Páscoa, a dos dois pães no dia do Pentecostes, a dos doze pães que eram renovados todos os sábados, além de outras oblações feitas em particular, ora em obediência à lei, ora por devoção ou em satisfação dum voto.
2) Entre as oblações eram obrigatórias as primícias dos frutos naturais, a saber: do trigo, da cevadas, do vinho, da figueira, da romãzeira, da oliveira, do mel (sexagésima parte da colheita), e de frutos preparados, como: farinha, vinho novo, azeite e lã de ovelha.
O tratado Bikkurim da Mischna prescreve o ritual das oblações das primícias. Os frutos, dispostos em açafates de salgueiro ou de metal dourado ou prateado, são trazidos a Jerusalém com grande pompa ao canto dos Salmos pelos habitantes das diferentes localidades. Os grandes funcionários do templo e até o rei vão buscar os novos frutos, cantando o salmo 150 alternado com o salmo 29. À entrada do templo faz-se a agitação da oferenda que é, sem seguida, levada até junto do altar e aí oferecida. Os sacerdotes de serviço naquela semana dividiam entre si as primícias oferecidas.
3) A oblação do filho primogênito comemorava a décima praga que feria todos os primogênitos do Egito, desde o homem até o animal.
Os filhos primogênitos do homem eram consagrados a Deus, mas como não deviam servir no templo, eram resgatados um mês depois do nascimento, por cinco siclos. Pouco a pouco introduziu-se o costume, não obrigatório, de apresentar o primogênito no templo no dia da purificação da mãe.
Os primogênitos dos animais também deviam ser apresentados a Javé. Os dos animais puros deviam ser imolados. As partes interiores ardiam em honra de Javé, as restantes comiam-nas os sacerdotes dentro da cidade. Os primogênitos dos animais impuros deviam ser resgatados por uma quantia de dinheiro, determinada pelos sacerdotes. O primogênito do jumento era resgatado por um cordeiro ou por siclo e meio, senão era morto e enterrado.
4) A oblação dos dízimos, não só dos produtos da terra, mas ainda dos animais, já existia nos costumes do povo judaico e até dos pagãos, antes de ser prescrita pela lei de Moisés. Os dízimos constituíam um dos meios de sustentação dos Levitas, que por sua vez deviam dar o dízimo do que recebiam do Sumo Sacerdote. Em certos casos era a própria família que oferecia os dízimos que os comia. Enfim, todos os três anos, independentemente do ano sabático em que se não pagava o dízimo, devia ser reservado outro dízimo para sustentar o levita, o estrangeiro, o órfão e a viúva.

II. LIBAÇÕES

As libações consistiam na efusão dum líquido, principalmente de vinho – sangue da uva – em honra da Divindade. O vinho era derramado no ângulo sudoeste do altar e de lá escoava por um conduto interior perdendo-se no solo.
As libações nunca se faziam isoladamente; seguiam-se imediatamente ou mesmo passados alguns dias, aos holocaustos, aos sacrifícios pacíficos e aos de ação de graças. Eram excluídas dos sacrifícios pelo delito e pelo pecado, dos sacrifícios das aves, dos primogênitos e do cordeiro pascal. Enquanto se fazia a libação depois do sacrifício do cordeiro da manhã e da tarde, as trombetas tocavam nove vezes.
Esta cerimônia repetia-se nas neoménias, no dia da oblação das primícias, depois do sacrifício do nazireu e, em geral, depois de todos os sacrifícios não expiatórios.

2.2 Oferentes

Certos sacrifícios – como o sacrifício da manhã e o das grandes solenidades eram oferecidos em nome de todo o povo. Outros eram oferecidos por uma pessoa em particular, em razão duma consagração, duma festa, dum voto, por causa dum pecado cometido, por espontânea determinação de cada um ou em virtude de certas prescrições.
Até os gentios podiam oferecer sacrifícios, mas só holocaustos e sem imposição das mãos nem agitação da vítima. Flávio Josefo conta que diversos reis pagãos vieram ao templo de Jerusalém oferecer sacrifícios a Javé, como: Alexandre Magno, Ptolomeu III Evergeto, Antíoco VII Sidetes, Marco Agripa, etc. Outros ordenaram a celebração de sacrifícios por si mesmos ou pelas pessoas de suas famílias, por exemplo: Dario I, Antíoco Magno. O imperador Augusto quis que se oferecesse, à custa do tesouro imperial, um sacrifíco cotidiano de dois cordeiros e um touro. Calígula, por três vezes, mandou imolar em seu nome uma hecatombe.

2.3 Tempo dos sacrifícios

2.3.1 sacrifícios periódicos

Os sacrifícios particulares realizavam-se nas três grandes festas do ano e, além disso, em diferentes épocas, segundo os motivos que os ocasionavam. Os sacrifícios públicos, celebrados em épocas fixas, eram os seguintes:
1) Quotidiano: Consistia no holocausto de dois cordeiros de um ano, um de manhã ao levantar do dia, outro de tarde pela nona hora, com uma oblação de farinha amassada com azeite e uma libação de vinho. A cessação do sacrifício perpétuo era considerada como a pior das calamidades. Deixou de ser oferecido durante a guerra Judaica, a partir do dia 17 do mês de Tammôz (10 de junho de 70). Em memória deste acontecimento, os judeus consagraram este dia ao jejum.
2) Sabático: Aos sábados ajuntava-se ao sacrifício cotidiano o holocausto de dois cordeiros de um ano com a oblação e a libação.
3) Neoménia: Eram imolados dois touros, um carneiro, sete cordeiros de um ano em holocausto, com oblações, e um bode em sacrifício pelo pecado.
4) Páscoa: Repetia-se em cada um dos sete dias, o sacrifício da Neoménia.
5) Colheita: O sacrifício da apresentação do primeiro feixe da colheita constava do holocausto dum cordeiro de um ano, com oblação e libação.
6) Pentecostes: O sacrifício era igual ao da Neoménia.
7) Pães do Pentecostes: A acompanhar dos pães do Pentecostes, era oferecido um bode pelo pecado e dois cordeiro de um ano em sacrifício pacífico.
8) Festa das Trombetas: Comemorava o início do ano civil e o primeiro dia da criação. Além do sacrifício quotidiano e do da Neoménia, era imolado um touro, um carneiro, sete cordeiros de um ano, com oblações e libações, e um bode pelo pecado.
9) Expiação: O sacrifício da Expiação constava de um touro, um carneiro, sete cordeiros de um ano, com oblações e libações em holocausto, e dois bodes, um dos quais era oferecido em sacrifício pelo pecado e o outro expulso para o deserto.
10) Tabernáculos: Nesta festa eram sacrificados em holocausto treze touros, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, com oblações e libações e um bode pelo pecado. Os mesmos sacrifícios se repetiam durante seis dias, mas em cada dia ao número de touros era diminuída uma unidade.
11) Oitava dos tabernáculos: Eram oferecidos em holocausto um touro, um carneiro, sete cordeiros de um ano com oblações e um bode pelo pecado.

2.3.2 Sacrifícios históricos

Além destes sacrifícios, a S. Escritura menciona outros, celebrados em ocasiões verdadeiramente históricas. Tais são, além dos sacrifícios celebrados pelos reis pagãos (item 2.2), os seguintes:
  • o primeiro sacrifício de Aarão e seus filhos (Lv 9,22.24);
  • sacrifícios oferecidos em Silo, no tempo do Sumo Sacerdote Jeli (I Sm 1,3; 2,12-17);
  • sacrifício oferecido quando a arca voltou do poder dos Filisteus (I Sm 6,14);
  • sacrifício de Saul em Gálgala (I Sm 13,9.13; 15,9-22);
  • sacrifício oferecido em Belém pela família de Davi (I Sm 20,6);
  • sacrifício oferecido por ocasião do transporte da Arca para Jerusalém (II Sm 6,17s);
  • sacrifício oferecido na eira de Areuna, depois da peste (II Sm 24,24s);
  • sacrifício oferecido quando tudo estava preparado para a construção do templo e Salomão foi reconhecido rei (I Cr 29,21s);
  • sacrifícios nos lugares altos, sobretudo em Gabaão, onde se encontrava um altar de bronze, construído outrora por Beseleel (I Rs 3,2.4-6);
  • sacrifícios na dedicação do templo (I Rs 8,63s; II Cr 7,1-7);
  • sacrifício de Elias, no Carmelo, para confundir os sacerdotes de Baal (I Rs 19,30-39);
  • sacrifício de Acaz (II Rg 16,12-15);
  • sacrifícios oferecidos na restauração do templo por Ezequias (II Cr 29,31-35; 30,24);
  • sacrifício de Jozias, na festa da Páscoa, depois da restauração do templo (II Cr 35,7-9);
  • sacrifício oferecido depois da vitória de Betúlia (Jt 16,22);
  • sacrifício de dedicação do templo, quando Zorobabel restabelece o culto de Javé (Esd 3,4-6; 6,17);
  • sacrifício de Neemias de regresso à Judeia (II Mac 1,20-32);
  • sacrifícios por ocasião da restauração dos muros de Jerusalém (Ne 12,42);
  • sacrifícios do tempo dos Macabeus (I Mac 4,56; II Mac 10,3);
  • sacrifício expiatório de Judas Macabeu pelos mortos (II Mac 12,43), único sacrifício pelos defuntos de que há menção no Antigo Testamento.

2.4 Ritual dos sacrifícios

A celebração dos sacrifícios mosaicos tinha um ritual próprio. Vamos descrever sumariamente as frases principais.
1) Condução da Vítima. As vítimas dos sacrifícios públicos eram compradas à custa do tesouro público. Os particulares podiam trazer as suas próprias vítimas ou comprá-las em Jerusalém. No tempo de Nosso Senhor, o tráfico das vítimas se fazia mesmo no templo. O oferente devia guiar a vítima ou se fosse pequena, levá-la com os pés atados. As vítimas dos sacrifícios mais santos – holocaustos, sacrifício pelo pecado e pelo delito, sacrifícios pacíficos públicos – eram introduzidas pela porta do norte, chamada da oblação; as outras entravam pela porta do sul e eram colocadas diante da face de Javé.
2) Agitação. Quando um hebreu (as mulheres e os gentios não eram admitidos a esta cerimônia) trazia ao templo uma oblação ou uma vítima viva para os sacrifícios públicos ou para o sacrifício pelo delito do leproso, o sacerdote vinha ao seu encontro à entrada do templo e, colocando as mãos sob as do oferente, balançava a oblação de diante para trás, de trás para diante, de cima para a baixo e de baixo para cima. Alguns agitavam a oblação também da direita para a esquerda e da esquerda para a direita. Estes movimentos significavam a apresentação da oferenda a Javé. (3)
3) Imposição das mãos. A imposição das mãos significa naturalmente a transmissão da autoridade, do poder, da bênção e dos bens.
Empregada outrora pelos Egípcios nos sacrifícios, aparece pela primeira vez na S. Escritura na consagração de Aarão e seus filhos. Cada um impõe as mãos sobre a cabeça das vítimas por eles imoladas.
A imposição de ambas as mãos sobre a cabeça da vítima, devia efetuar-se em todos os sacrifícios de quadrúpedes, depois da apresentação e antes da imolação. Era feita por todos e cada um dos que ofereciam o sacrifício. No dia da Expiação só o sumo sacerdote impõe as mãos sobre o bode ao qual transmite simbolicamente a personalidade culpada de Israel. O bode é depois repelido para o deserto, como indigno de estar na presença de Javé.
Mas a imposição das mãos não tem sempre a significação simbólica de transmitir a outrem a responsabilidade dos pecados próprios. As mais das vezes exprime simplesmente a comunicação do que o homem é, do que tem ou do que deseja consagrar a Deus. É uma quase prolongação da própria personalidade. Tal é o exemplo; a significação da imposição das mãos sobre os levitas. Estes são como que a oblação dos filhos de Israel, os incumbidos de servir ao Senhor.
4) Imolação. A imolação da vítima fazia-se durante o dia e da seguinte maneira: As vítimas dos sacrifícios mais santos eram ligadas a anéis do lado norte do altar; as outras, no átrio, do lado do oriente. Puxava-se o animal pela boca de maneira a obrigá-lo a estender o pescoço, que em seguida era cortado pelo cutelo sagrado. O sangue era recolhido num vaso. A degolação podia ser feita por qualquer israelita, à exceção dos surdos, dos loucos ou dos menores; mas, na prática, eram os sacerdotes e os levitas que se encarregavam desta operação.
5) O sangue. O sangue dos quadrúpedes era recolhido em um ou dois vasos de prata e continuamente remexido para não coalhar. O sacerdote, nos holocaustos e nos sacrifícios pacíficos e pelo pecado, vertia-o no canto nordeste e sudoeste do altar. Nos sacrifícios pelo delito, o sacerdote com o indicador da mão direita molhado no sangue, tingia sucessivamente os quatro cantos do altar, começando pelo sudeste e acabando pelo sudoeste. O sangue que sobrava era derramado numa cavidade ao sul do altar, donde era conduzido ao cedrão por um cano. O sangue das aves era extraído diretamente do corpo da vítima, para tingir os cantos do altar ou ser derramado na sua base.
A efusão do sangue no altar constituía a parte mais importante do sacrifício; sem ela ninguém podia lucrar os seus efeitos.
6) Partição. Antes de ser partida em pedaços, a vítima devia ser esfolada, exceto no sacrifício pelo pecado, na consagração dos sacerdotes e no rito da vaca ruça. Os animais eram suspensos pelas patas traseiras a traves de cedro sustentadas por oito colunas de pedra colocadas ao norte do altar. Ali eram esfolados pelos sacerdotes ou, se as vítimas fossem muito numerosas, também pelos levitas.
As peles seguiam a sorte das carnes dos animais, isto é, ou eram queimadas, ou pertenciam aos sacerdotes ou aos oferentes. No holocausto a vítima ardia toda; a pele era destinada ao sacerdote que celebrava o sacrifício.
Em seguida a vítima era cortada em pedaços, exceto quando devia ser entregue inteira ao sacerdote ou ao oferente, pois neste caso, só lhe tiravam as entranhas e as gorduras. Nos outros casos cortavam-lhe sucessivamente a cabeça, as coxas, as espáduas, etc. As pernas e as entranhas deviam ser lavadas. Nos sacrifícios pacíficos particulares só se cortava a coxa direita e o peito, que pertenciam aos sacerdotes. Estas partes da vítima deviam ser agitadas de novo, com a gordura e as entranhas.
7) Transporte para o altar. No holocausto seis sacerdotes conduziam as vítimas pequenas – ovelhas ou cabras – e mais dois levavam, um a oblação, outro a libação. Para a condução do carneiro eram precisos onze e para a do touro vinte e quatro sacerdotes, dos quais dois para a oblação e dois para a libação. Junto do altar a vítima era salgada e depois colocada em cima, em determinados lugares, onde era queimada.
8) Combustão. Esta realizava-se no altar dos holocaustos. Os restos das vítimas pacíficas particulares, podiam ser queimados na cidade, mas só durante o dia. As vítimas imoladas por engano e as que tinham algum defeito eram queimadas no átrio ou na colina do templo, ou ainda fora da cidade no lugar onde se deitavam as cinzas.
9) Manducação. Nos sacrifícios pacíficos públicos e nos sacrifícios pelo pecado e pelo delito, só os sacerdotes da família do sacrificante podiam comer a vítima. Nos sacrifícios pacíficos particulares a coxa e o peito cabiam ao sacerdote e podiam ser comidos na cidade por ele e por todos os membros da família que estivessem puros. Só os sacerdotes podiam comer os primogênitos. Aos que ofereciam o sacrifício pertencia o resto das vítimas pacíficas particulares, o dízimo dos animais e das vítimas pascais.
As vítimas, assadas ou cozidas, podiam ser comidas por todos os homens puros, mas só em Jerusalém e no mesmo dia ou na noite seguinte. Os particulares que comiam as vítimas no Templo podiam servir-se dum pouco de vinho, do que os sacerdotes estavam proibidos.

3. Ineficácia dos sacrifícios mosaicos.

E agora ao terminar esta longa enumeração de vítimas, que revoltante contradição não nos assalta! “Se lerdes a Lei, admirar-vos-ei das precisões, dos preceitos rituais; se escutardes os Profetas, ferir-vos-ão o desdém e o enojo que o Senhor manifesta por este culto grosseiro” (D’Hulst, Carême, 1893, 2ª Confer., p. 61).
Javé institui a liturgia judaica. Enumera os sacrifícios, menciona as vítimas, prescreve o ritual, tudo aprova, tudo impõe com a Sua suprema autoridade. E tão rigorosas são as Suas ordens, que a mais leve violação – como pôr no turíbulo carvões não sagrados – é punida de morte. A aliança do povo com o Senhor, as bênçãos da terra e o orvalho do céu, a paz e a vitória sobre os inimigos, tudo dependia da fidelidade às observâncias litúrgicas.
Os Profetas de Javé, pelo contrário, reprovam, como grande abominação, estas mesmas observâncias (cf. Sl 50,18; Is 1,11-15; Jr 6,20).
Todas as vítimas imoladas, ainda mais as puras, eram vítimas manchadas. Apesar da sua multiplicidade, não podiam expiar um único pecado. E todavia essa multiplicidade de vítimas era mais do que uma profecia; era, em certo modo, uma realidade cênica e já consagrada, que representava a futura realidade divina; era o doloroso prefácio da grande obra da Cruz; era o caminho purpureado de sangue que subia do Éden ao Calvário.
“Olhai – diz Bossuet – e vede o pavimento do Templo; vede os hábitos sacerdotais; vede o altar e o santuário inundados do sangue das vítimas; vede o povo de Israel, lavado tantas vezes neste sangue; como tudo isso é frio, se a fé me não mostra em tudo isso o Sangue do Cordeiro, derramado pela remissão dos nossos crimes, o Sangue do Novo Testamento… Se não olharmos para Jesus Cristo, as Escrituras proféticas não têm sabor; aparentemente estão cheias de loucura, ao menos em alguns lugares. Mas saboreemos nelas o Salvador, e tudo é luz, inteligência, razão” (Sermão do II Domingo depois da Epifania. Sermon t, I. p. 520).
“Para quê tanto sangue derramado nas cerimônias antigas, se não para representar o Sangue de Jesus? Por que motivo foi assinada e ratificada a Aliança pelo sangue? Para nos dar a compreender que não há resgate nem expiação nem salvação senão pelo Sangue do Cordeiro imaculado, imolado desde a origem do mundo… Agni qui occisus est a constituitione mundi (O Cordeiro que é imolado desde a constituição do mundo – Ap 13,8). Desde a origem do mundo a Sua Morte foi figurada por uma multidão de sacrifícios sanguinolentos. Tertuliano exclama admirado: O Christum in nobis veterem! (Não tardeis [para vir] a nós, ó Cristo)” (Idemibidem, p. 530).

NOTAS

(1) Os caldeus serviam-se deste rito para contrair uma aliança. Os dois contraentes passavam entre as duas metades da vítima, para significar a sua perfeita união. Se não excecutassem o contrato, eram ameaçados da sorte infligida às vítimas. Os árabes serviam-se de ritos semelhantes para conjurar as calamidades que os ameaçavam. Imolavam uma ovelha, cortavam-na pelo meio e suspendiam as duas metades a dois postes, colocados fora da tenda. Em seguida, toda a família passava entre os dois postes. JANSSEN, Coutumes arabes, na Revue Biblique, 1903, p. 248).
(2) Ephi – medida de capacidade para sólidos, equivalente a cerca de 38 litros.
Hin – medida de capacidade para líquidos, equivalente a 6,50 litros, pouco mais ou menos.
(3) Nos sacrifícios pacíficos particulares ou públicos, a agitação renovava-se depois da imolação. Não será um vestígio desta cerimônia o gesto com que o celebrante, ao ofertório, depõe no corporal a patena e o cálice?

COMMENTS

BLOGGER: 1
  1. Muito bom mesmo estão de parabéns.
    Obs.bom também quando terminace uma lição já postava a outra obrigado

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Sobre o Autor:
Ev. Hubner BrazÉ escritor, professor e blogueiro. Formado Bacharel em Teologia pela FATESP, graduando em Mecânica pela FATEC. Criador do projeto Pecador Confesso e tem se destacado em palestras para jovens, casais, obreiros e missões urbanas.

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Pecador Confesso: LIÇÃO 8 - O LUGAR SANTÍSSIMO - 26 de MAIO de 2019 - EBD ADULTO - CPAD
LIÇÃO 8 - O LUGAR SANTÍSSIMO - 26 de MAIO de 2019 - EBD ADULTO - CPAD
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