ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA Em 1 Timóteo 2 há 15 versos. Sugerimos começar a aula lendo, com as alunos, 1 Timóteo 2.1-15 {5a 7min.). A revista fu...
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Em 1 Timóteo 2 há 15 versos. Sugerimos começar a aula lendo, com as alunos, 1 Timóteo 2.1-15 {5a 7min.). A revista funciona como guia de estudo e leitura complementar, mas não substitui a leitura da Bíblia.
Olá. professor(a)! Explique aos alunos que a oração intercessora deve ser universal, abrangendo autoridades e homens públicos em geral, pois Deus deseja a salvação de todos. Além disso, vale destacar que a modéstia e as boas obras são os verdadeiros adornos que devem caracterizar a mulher cristã no ambiente de culto. Mas a boa conduta dentro da comunidade também inclui os homens, cujas mãos devem estar puras, livres de fraude, de violência, ou de qualquer prática vergonhosa. Ordem no culto, santidade no cotidiano e inter-cessão constante no devocional, essas são as orientações centrais de Paulo. Timóteo deveria "arrumar a casa" em Éfeso, pois até no culto as divergências ameaçavam a comunhão entre irmãos.
OBJETIVOS
• Praticar a intercessão por todas as pessoas e autoridades constituídas.
• Compreender a moderação e a piedade como prioridades na conduta pública.
• Valorizar a ordem e o respeito no ambiente de adoração coletiva.
PARA COMEÇARA AULA
Peça que os alunos citem nomes de autoridades públicas (lo-cais ou nacionais). Após a lista, pergunte: "Quantas vezes oramos por eles nesta semana?". Use essa pergunta para introduzir a instrução de Paulo sobre orar por quem exerce autoridade para que tenha-mos uma vida pacífica e tranquila. É muito importante entender que poucos homens tomam decisões sobre a vida de todos, mas é a oração da igreja que sobe ao Deus que governa a história.
RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DA LIÇÃO
1) Para que a Igreja tenha paz e liberdade para testemunhar e vivendo com toda piedade.
2) O que ele está fazendo em benefício dos homens, na pessoa de Jesus Cristo.
3) Levantar "mãos santas• e oração feita "sem raiva”.
LEITURA ADICIONAL
[Em 1Tm 2:8, diz Paulo:] "quando as pessoas se reúnem para orar, te-nham certeza de que é para oração e não em ira nem contenda" . Isto é, a instrução não é que os homens devem orar, nem que somente os homens devem orar, nem ainda que devam fazê-lo com mãos levantadas, mas que, quando orarem, devem fazê-lo sem engajar-se em controvérsias.
Isto deve ser assim em todo lugar, isto é, "por toda a parte onde os crentes se reúnem em Éfeso e ao redor de Éfeso (as igrejas-lares). Levantar mãos santas enquanto se ora é a postura suposta para a oração, quer no judaísmo, quer no cristianismo primitivo. A imagem é da pureza ritual, mãos limpas antes de orar, e a referência é a não serem " contaminadas" por ira nem contenda, os pecados peculiares dos falsos mestres.
[Em 1Tm 2:9-10] Paulo volta-se para as mulheres (sem o artigo defini-do, no grego, implicando um contexto mais amplo do que meramente es-posas). A preocupação, antes de tudo, tem a ver com seus vestidos e com-portamento. Não é fácil, da posição vantajosa em que nos encontramos, entender o motivo dessa preocupação, mas é provável que se relacione com tomarem-se elas "levianas contra Cristo" (1Tm 5:11) e" sobrecarregadas de pecado" (2 Timóteo 3:6). Há grande agregado de evidências, tan-to helenísticas quanto judaicas, que fazem os "vestidos dispendiosos"(v.9) das mulheres equivaler à leviandade sexual, ou à insubordinação conjugal. Em verdade, para uma mulher casada apresentar-se em público dessa maneira equivalia à infidelidade marital.
Em verdade, as mulheres crentes devem "revestir-se" de coisas melhores - de boas obras, as quais mais adiante serão definidas como, entre outras coisas, criar filhos (5:10). O ponto em questão é que a "sã doutrina" tem a ver com a conduta que convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus, (ou seja, que declaram servi-lo como cristãs) não a conduta imodesta ou indecente, característica de mulheres cujo intento é a sedução.
Livro: Novo Comentário Bíblico Contemporâneo - 1 e 2 Timóteo, Tito (GORDON FEE, Editora Vida, 1994, pp. 80-82).
DINAMICA EXTRA
Comentário de Hubner Braz
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Texto Áureo
“admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens” 1Tm 2.1
Leitura Bíblica Com Todos
1 Timóteo 2.1-15
Verdade Prática
Busquemos orar por todas as pessoas e testemunhar a elas para que sejam salvas.
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
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Hinos da Harpa: 296 - 225
INTRODUÇÃO
O capítulo 2 de 1 Timóteo apre-senta instruções fundamentais para a vida eclesiástica. Paulo orienta Timóteo a estabelecer a oração intercessora como prioridade da igreja e, em seguida, trata da conduta dos homens e mulheres no culto público. Oração, santidade e ordem são marcas da vida devocional e comunitária que fortalecem o testemunho cristão visível diante do mundo.
I. INTERCESSÃO POR TODOS (2.1-4)
Paulo estabelece a oração intercessora como o ponto de par-tida da vida comunitária cristã. Antes de qualquer outra orientação prática, a igreja é chamada a voltar-se a Deus em favor das pessoas, demonstrando que sua mis-são e seu testemunho começam na dependência espiritual e no compromisso com o próximo.
1. Oração em favor de todos (2.1)
Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, inter-cessões, ações de graças, em favor de todos os homens.
A expressão "antes de tudo" indica prioridade absoluta. A oração não é um recurso secundário, mas o fundamento da vida cristã e da ação da igreja. Paulo enumera quatro modalidades de oração para mostrar que a comunhão com Deus é ampla e contínua. As súplicas apontam para necessidades específicas; as orações expressam relacionamento constante; as intercessões revelam cuidado com o outro; e as ações de graças demonstram reconhecimento da graça divina em todas as circunstâncias.
O alcance da oração é amplo: "em favor de todos os homens". Isso elimina qualquer postura exclusivista ou sectária. A igreja não ora apenas por seus membros ou por aqueles que compartilham da mesma fé, mas por toda a humanidade. Essa prática reflete o caráter amoroso de Deus e alinha a comunidade cristã ao propósito redentor divino, formando crentes com visão espiritual ampla e coração sensível às necessidades humanas.
2. Oração em favor das autoridades (2.2)
Em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Paulo direciona a intercessão para um grupo que frequente-mente despertava resistência: as autoridades civis. No contexto do Império Romano, muitos governantes eram hostis à fé cristã. Ainda assim, a igreja é orientada a orar por eles, reconhecendo que Deus continua soberano sobre todas as estruturas de poder humano, mesmo quando estas não refletem princípios justos.
O objetivo dessa oração é prático e espiritual: uma vida tranquila, mansa, piedosa e respeitosa. Um ambiente social estável favorece o testemunho cristão e a propagação do Evangelho. Assim, a intercessão pelas autoridades não é um ato político, mas espiritual, demonstrando maturidade da igreja e confiança na ação de Deus sobre a história.
3. Oração pela salvação de todos (2.3,4)
Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.
A intercessão abrangente é apresentada como algo que agrada a Deus, pois está alinhada ao Seu caráter salvador. Paulo identifica Deus como "nosso Salvador': ressaltando que a iniciativa da salvação parte dEle. Orar por todos não é apenas um dever da igreja, mas uma resposta coerente ao amor redentor de Deus manifestado em Cristo.
O desejo divino é que todos se-jam salvos e cheguem ao conheci-mento da verdade. Essa afirmação sustenta a vocação missionária da igreja e reforça a necessidade de uma oração que ultrapasse interesses imediatos. Quando a igreja intercede pela salvação, ela coo-pera espiritualmente com o plano eterno de Deus, mantendo viva sua responsabilidade evangelizadora no mundo. Ao interceder por todos, inclusive pelos que não conhece, o cristão coopera com os desígnios eternos de Deus e testemunha de uma fé ativa, compassiva e comprometida com a salvação da humanidade.
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
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lI. A AUTORIDADE DA ORAÇÃO (2.5-7)
A autoridade da oração cristã repousa sobre a obra redentora de Cristo.
1. Um só Deus e Mediador (2.5) Porquanto há um só Deus e um s6 Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.
O monoteísmo cristão é afirma-do com clareza: há um só Deus. Em contraste com o politeísmo pagão, Paulo reforça a verdade revelada do Antigo Testamento e reafirma-da no Evangelho. Esse único Deus estabeleceu um único Mediador: Jesus Cristo. Sua mediação é sufi-ciente e eficaz.
Jesus é apresentado aqui como "homem", o que destaca a realidade da encarnação. Ele não é apenas um ser espiritual exaltado, mas o Deus encarnado, capaz de representar plenamente a humanidade diante do Pai. Por isso, Ele é o único Mediador verdadeiro. Não há múltiplos caminhos para Deus; há um só, e é por meio de Cristo. Essa ver-dade é o alicerce da intercessão da igreja: ela ora com confiança por-que tem acesso garantido ao Pai por meio do Filho.
2. Nossa missão de testemunhar (2.6)
O qual a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestarem tempos oportunos.
O fundamento da mediação de Cristo é o Seu sacrifício voluntário. Ele "a si mesmo se deu" - linguagem que evidencia entrega, obediência e amor. Cristo não foi forçado a morrer; Ele entregou-Se por Sua própria vontade. A expressão "resgate por todos" indica que Sua morte teve valor substitutivo e abrangente. O ter-mo "resgate" remete ao pagamento de um preço para libertação, evocando a libertação do pecado e da morte.
A expressão "por todos" reforça a extensão da obra de Cristo. Seu sacrifício não foi restrito a um grupo étnico ou religioso, mas oferecido à humanidade inteira. Essa verdade fundamenta a missão da igreja e legitima a intercessão por todos. O Evangelho é um testemunho que deve ser proclamado em tempo oportuno - ou seja, com urgência e fidelidade. Orar é cooperar espiritualmente com essa proclamação.
3. Pregador e apóstolo (2.7)
Para isto fui designado pregador e apóstolo (afirmo a verdade, não minto), mestre dos gentios na fé e na verdade.
Paulo encerra esta seção reafirmando sua autoridade apostólica. Ele foi chamado por Deus para anunciar a mensagem do resgate de Cristo aos gentios. As palavras "pregador" e "apóstolo" descrevem sua missão de proclamar publicamente o Evangelho com autoridade divina. Ele enfatiza sua sinceridade e legitimidade: "afirmo a verdade, não minto". Essa ênfase mostra que havia quem questionasse sua vocação.
Sua designação como "mestre dos gentios" reforça que a salvação não é privilégio exclusivo de Israel, mas é ofertada a todos. Fé e verdade são os dois pilares de seu ensino. Fé, como resposta à mensagem; verdade, como conteúdo do Evangelho. Essa declaração final conecta-se ao tema da inter-cessão: se a salvação é para todos, a oração e a pregação devem ser igualmente para todos.
Ao orar por todos, a igreja não apenas expressa compaixão, mas também confiança na eficácia da redenção operada por Cristo. E, ao pregar, cumpre seu chamado apostólico de proclamar a verdade salvadora ao mundo inteiro.
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
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IlI. INSTRUÇÕES A HOMENS E MULHERES (2.8-15)
Agora, Paulo apresenta instruções específicas sobre o comporta-mento dos crentes no culto público, com ênfase nos papéis de homens e mulheres.O foco é a vida prática e o testemunho coerente com a fé professada.
1. Homens crentes (2.8)
Quero, portanto, que os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem animosidade.
Paulo retoma a ênfase na oração, agora direcionada aos homens. A instrução para que orem "em todo lugar" aponta para a universalidade da prática cristã, não restrita a locais específicos. Levantar "mãos santas" remete à pureza moral e espiritual exigida de quem se aproxima de Deus. A oração deve ser fruto de um coração limpo, não de uma vida contaminada pelo pecado ou pela hipocrisia.
Além disso, Paulo destaca que a oração deve ser feita "sem ira e sem animosidade". Isso indica que os relacionamentos interpessoais afetam a eficácia da oração. Um espírito rancoroso ou dividido com-promete a comunhão com Deus. O culto público exige reconciliação, humildade e unidade. Os homens da igreja são convocados a liderar espiritualmente por meio da oração sincera e de uma vida que reflita santidade.
2. Mulheres crentes (2.9,10)
Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas).
Paulo orienta agora as mulheres quanto à sua aparência e postura no culto. A preocupação do apóstolo não é com estética, mas com o testemunho cristão. A modéstia e o bom senso devem guiar o modo de vestir, evitando exageros que possam distrair ou refletir vaidade. O problema não está no uso de adornos em si, mas na motivação e no excesso que rivalizam com a simplicidade e asobriedade do Evangelho.
O verdadeiro adorno da mulher cristã deve ser "boas obras". Essa expressão revela que a piedade se manifesta em atitudes concretas, não em aparências. As mulheres são chamadas a demonstrar sua fé por meio de ações que glorifiquem a Deus. Paulo não as exclui da vida espiritual, mas as orienta a viver de maneira condizente com sua profissão de fé, focando no que edifica e testemunha.
3. Conduta das mulheres (2.11-15)
A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio. Porque, primeiro, foi formado Adão, depois, Eva. E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso.
Este texto requer leitura cuida-dosa e contextualizada. Paulo não proíbe o aprendizado feminino; ao contrário, afirma que a mulher deve aprender, algo significativo em um contexto no qual muitas não tinham acesso formal ao ensino. A orientação quanto ao "silêncio" e à "sub-missão" refere-se à ordem no culto público e ao exercício de autoridade doutrinária, não ao valor espiritual da mulher. O apóstolo fundamenta sua instrução na ordem da criação e no relato da queda, destacando princípios de ordem e responsabilidade, e não inferioridade.
Em Éfeso, algumas mulheres, influenciadas por falsos mestres, estavam ensinando de forma inadequada e assumindo autoridade in-devida, gerando confusão na igreja. Paulo corrige esse problema local, sem anular o amplo testemunho bíblico sobre a atuação feminina. As Escrituras mostram mulheres orando e profetizando (lCo 11.5), profetisas na igreja primitiva (At 21.8,9), mulheres ensinando outras mulheres (Tt 2.3,4) e exercendo influência espiritual no lar, como Eunice e Loide (2Tm 1.5).
A submissão mencionada não significa subjugação, mas reconhecimento de uma ordem estabeleci-da por Deus, assim como ocorre em qualquer estrutura saudável. Quando vivida com fé, amor e bom senso, essa postura promove crescimento espiritual, harmonia no lar e edificação da igreja, permitindo que a mulher cristã exerça seu ministério de forma frutífera e honrosa diante de Deus.
APLICAÇÃO PESSOAL
Seja homem ou mulher, você foi chamado(a) para glorificar a Deus com sua vida e interceder por todos para que sejam salvos.
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
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SAIBA TUDO SOBRE A ESCOLA DOMINICAL:
📖 VOCABULÁRIO BÍBLICO – 1 e 2 TIMÓTEO, TITO E FILEMOM
🕊️ Servos de Jesus e da Igreja
🔑 A
APOSTASIA (gr. apostasia)
Abandono deliberado da fé verdadeira (1Tm 4.1).
➡ Não é dúvida momentânea, mas rejeição consciente.
📌 Aplicação: vigilância doutrinária constante.
AUTORIDADE ESPIRITUAL
Autoridade delegada por Deus aos líderes (1Tm 2.12; Tt 2.15).
➡ Deve ser exercida com humildade e fidelidade.
🔑 B
BOM COMBATE (gr. kalos agōn)
Vida cristã como luta espiritual (1Tm 1.18; 2Tm 4.7).
➡ Perseverança na fé até o fim.
🔑 C
CHAMADO MINISTERIAL
Vocação divina para o serviço (1Tm 1.12).
CONTENTAMENTO (gr. autarkeia)
Satisfação em Deus independente das circunstâncias (1Tm 6.6).
➡ Antídoto contra o materialismo.
CONSCIÊNCIA (gr. syneidēsis)
Capacidade moral de discernir o bem e o mal (1Tm 1.5).
🔑 D
DIÁCONO (gr. diakonos)
Servo com função administrativa e espiritual (1Tm 3.8-13).
➡ Requisitos: caráter, fidelidade e integridade.
DOUTRINA (gr. didaskalia)
Ensino correto da Palavra (1Tm 4.6).
➡ Base da saúde espiritual da Igreja.
🔑 E
ESCRITURA (gr. graphē)
Palavra inspirada por Deus (2Tm 3.16).
➡ Autoridade final de fé e prática.
EVANGELHO
Boas novas da salvação em Cristo (2Tm 1.8).
🔑 F
FÉ NÃO FINGIDA
Fé sincera e verdadeira (2Tm 1.5).
FIDELIDADE
Constância no serviço cristão (2Tm 2.2).
🔑 G
GANÂNCIA (gr. philargyria)
Amor ao dinheiro (1Tm 6.10).
➡ Raiz de muitos males espirituais.
🔑 H
HERESIA
Ensino contrário à verdade bíblica (Tt 3.10).
🔑 I
INSPIRAÇÃO (gr. theopneustos)
“Assoprada por Deus” (2Tm 3.16).
➡ Origem divina das Escrituras.
IGREJA LOCAL
Comunidade organizada com liderança e doutrina (Tt 1.5).
🔑 L
LIDERANÇA CRISTÃ
Serviço baseado em caráter e exemplo (1Tm 3.1-7).
🔑 M
MANSIDÃO (gr. prautēs)
Força controlada com humildade (2Tm 2.25).
MINISTÉRIO
Serviço prestado a Deus e à Igreja (2Tm 4.5).
🔑 O
OBREIRO APROVADO (2Tm 2.15)
Aquele que maneja corretamente a Palavra.
➡ Compromisso com verdade e dedicação.
ORAÇÃO (gr. proseuchē)
Comunhão com Deus (1Tm 2.1).
➡ Prioridade da Igreja.
🔑 P
PASTOR (gr. episkopos / presbyteros)
Supervisor espiritual da Igreja (1Tm 3.1).
PERDÃO
Tema central de Filemom.
➡ Baseado no amor cristão.
PERSEVERANÇA
Firmeza na fé diante das dificuldades (2Tm 3.14).
🔑 R
REAVIVAMENTO
Renovação espiritual (2Tm 1.6).
➡ Reacender dons espirituais.
🔑 S
SÃ DOUTRINA
Ensino correto e saudável (Tt 2.1).
SERVIÇO CRISTÃO
Expressão prática da fé (Tt 3.8).
🔑 T
TESTEMUNHO CRISTÃO
Vida que reflete Cristo (Tt 2.7-8).
🔑 V
VOCAÇÃO
Chamado para viver e servir (2Tm 1.9).
📊 VOCABULÁRIO POR LIÇÃO (RESUMO DIDÁTICO)
📘 Lição 01 – Missão Pastoral
➡ Doutrina, combate espiritual, consciência
📘 Lição 02 – Oração e Conduta
➡ Oração, autoridade, ordem no culto
📘 Lição 03 – Liderança
➡ Bispo, diácono, caráter
📘 Lição 04 – Apostasia
➡ Engano, falsos ensinos
📘 Lição 05 – Cuidado Pastoral
➡ Honra, família, gerações
📘 Lição 06 – Dinheiro
➡ Contentamento, ganância
📘 Lição 07 – Reavivamento
➡ Dom espiritual, coragem
📘 Lição 08 – Obreiro
➡ Disciplina, fidelidade
📘 Lição 09 – Escritura
➡ Inspiração, autoridade bíblica
📘 Lição 10 – Perseverança
➡ Combate, fé, legado
📘 Lição 11 – Organização
➡ Liderança, estrutura
📘 Lição 12 – Ética Cristã
➡ Comportamento, testemunho
📘 Lição 13 – Perdão
➡ Graça, reconciliação
📌 CONCLUSÃO TEOLÓGICA
As epístolas pastorais revelam que:
- A Igreja precisa de doutrina sólida
- Líderes devem ter caráter aprovado
- O crente deve viver com disciplina e fé
- O evangelho transforma relacionamentos (Filemom)
🔥 APLICAÇÃO FINAL
👉 Seja um servo fiel, aprovado por Deus
👉 Defenda a verdade com firmeza
👉 Viva o evangelho na prática diária
SAIBA TUDO SOBRE A ESCOLA DOMINICAL
COMENTARIO EXTRA
Comentário de Hubner Braz
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EBD 2° Trimestre De 2026 | PECC Adultos – TEMA: 1 e 2 Timóteo, Tito e Filemon – Servos de Jesus e da Igreja | Escola Biblica Dominical | Lição 01 - 1 TIMÓTEO 1 - A MISSÃO DO PASTOR TIMÓTEO
Quem compromete-se com a EBD não inventa histórias, mas fala o que está escrito na Bíblia!
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Adultos (sem limites de idade).
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VIVER+ adolescentes (15 e 17 anos);
SABER+ Pré-Teen (9 e 11 anos)em pdf;
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