Resenha do Livro: Igreja porque me importar? - Philip Yancey

Graça e Paz amados, este é o 4° livro de Philip Yancey que leio neste ano. E é o 24° que inclui no Desafio Leitor Insano e o 90° Livro deste ano.

E para ser sincero a todos vocês que acompanham nossas resenhas, este livro é muito bom para aqueles que não sabem o real significado da igreja.

Pena que a Editora Vida Nova deixou o livro bem reduzido, letras pequenas e parágrafos muito próximo um do outro. Também tenho que reclamar da elaboração dos temas, o livro é dividido em três temas escrito no Sumário, mas os vários sub-temas que você encontra ao ler o livro, não está no sumário deixando empobrecer  o livro.

Quanto ao conteúdo do livro, me sobram elogios para esboçar sobre a escrita de Yancey. Quem já leu algum livro dele sabe do que estou falando. Os textos são bem elaborados e de uma simpatia impar cativando o leitor a entender o verdadeiro significado da igreja. As experiências descrita no livro deixou uma impressão muito boa do verdadeiro evangelho de Jesus Cristo. 

Outro ponto importante no livro é quando Yancey reserva os último último capítulo quase na sua inteireza falando sobre a sua esposa no serviço de capelã. Confesso que viagem literalmente e senti-me o ador que está descrito nas entre linhas do livro.

Não vou comentar muito sobre o livro, mas estingo você a ler-lá. Principalmente se você não gosta de ir na igreja. Um ponto chave do livro está no momento que ele define a palavra igreja e comunidade.

Eu recomendo este livro para todos vocês que amam descobrir mais e mais da palavra de Deus. E se você estiver procurando por mais resenhas, procure por aqui. Ou e indique um livro para ler e repassar a vocês a resenha.

Que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a consolação do Espírito Santo esteja com você leitor. Diga um amém?!

- Hubner Braz / Pecador Confesso

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2º Resenha...

Curto, direto e proveitoso.

A vontade de ler essa obra é parte da minha jornada de leitura "Philip Yancey".
Um livro simples, sem os famosos questionamentos do autor e com a escrita de qualidade Yancey.

O autor não procurou julgar a igreja, ele passa por aqueles bons exemplos, que sempre sabe escolher, mostrando a sua importância. A comparação com o grupo alcoólicos anônimos é levemente mostrada nas páginas, além de diversas citações que nunca faltam nos escritos do autor.

O final é bastante interessante e conta com uma lista de 5 pontos, os quais se referem a conselhos sobre o cuidado consigo e à comunidade.

Palavra confortantes que me animaram com a vida em comunidade.

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3º Resenha...

Yancey é um dos meus grandes "gurus" no que diz respeito a eu parar para ler algo escrito sobre o universo da cristandade! E mesmo considerando ele como um "guru", ele não escreve como tal, passa longe até. Yancey é jornalista, e escreve como jornalista. Ao contrário de outros escritores cristãos que escrevem com ar de "autoridade no assunto", Yancey parte da prerrogativa da ignorância.

Quando ele fala sobre qualquer assunto, ele sempre começa do zero, e vai investigar, estudar, pesquisar, e sempre seus livros são frutos desta busca. Então, quando você o lê, você vê claramente que a escrita é progressiva, que junto com ele você vai aprofundando mais e mais, até chegar a conclusões surpreendentes desta busca.

E com esse livro não é diferente. Certamente antes dele escrever ele se perguntou: "Poxa, hoje há tantas críticas (e maioria até com relevância) sobre a igreja, mas qual o verdadeiro papel dela? Realmente ela estava nos planos do mestre de Nazaré ou isso foi invenção de São Paulo? Ela tem feito muito mais mal ou bem para o mundo? Ela é necessária hoje? Enfim, estas e muitas outras perguntas são levantadas no livro.

Só lembrando que o autor não é do estilo "respostas prontas". Muitas vezes ele joga a pergunta pro próprio leitor tirar as próprias conclusões.

Enfim, muito instigante esta leitura e certamente com toda segurança de quem já leu vários livros dele, indico esse sem medo!

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4º Resenha...

Leia o livro: "Igreja: por que me importar?"

Por sugestão do Pr. e professor Davi Robson, li o livro Igreja: por que me importar?", do celebrado escritor norte-americano Philip Yancey, mesmo autor de Maravilhosa Graça, Decepcionado com Deus e A Bíblia que Jesus lia.

Não pretendo fazer uma resenha, mas uma simples recomendação. O livro é curto, objetivo e sério em sua abordagem do desgaste que muitos crentes têm sofrido quanto à sua própria igreja. O próprio autor, que hoje é feliz com sua igreja, afirma que teve dificuldade com a igreja a que pertenceu na infância, por ser uma comunidade legalista, racista e hipócrita.

Yancey menciona frases de outras pessoas quanto à igreja, demonstrando que a chateação que se pode passar num culto enfadonho é um caso trans-oceânico. Cita por exemplo o bom e velho C.S.Lewis, e fico mesmo satisfeito de verificar que pessoas desse naipe também passaram por uma decepção com as estruturas eclesiásticas - não pela decepção em si, mas pela humanidade que eles revelam com o desabafo de suas experiências.

Philip Yancey diz que começou a mudar de atitude - depois de um período afastado da igreja - quando se perguntou mais ou menos o seguinte: "Que tipo de igreja haveria se todos fossem iguais a mim"? Como a resposta foi desagradável, ele iniciou um novo tipo de comportamento.

Para ilustrar a igreja, Yancey usa metáforas próprias, além de algumas extraídas da teologia de Paulo. Vejo nisso muito mais de organismo do que organização, muito mais de família do que de instituição. O autor vê a igreja como lugar de solidariedade, e não de julgamento e repressão.

Em vez de ficar tratando exaustivamente de igrejas problemáticas, Yancey usa o exemplo positivo de uma igreja de que participou por treze anos, em Chicago, no Estado de Illinois. Localizada entre uma região rica e uma região pobre, a igreja soube aproveitar as oportunidades, e há histórias muito bonitas de como os membros e o pastor ajudaram pessoas realmente necessitadas de apoio. Fico pensando o que moveu aquelas pessoas a serem tão generosas e pacientes - a única resposta que tenho é a ação do Espírito de Cristo.

Dentre as conclusões do autor, têm-se que a igreja é uma comunidade para adorar a Deus, para ajudar a quem precisa, tanto de fora como de dentro, e para testemunhar de Deus na terra. É com essa imperfeição toda mesmo que participamos da igreja local. É aprendendo com os erros, e mantendo o alto padrão neotestamentário como ideal a ser conquistado.

Pela simplicidade do livro e pelo toque de esperança que ele oferece, sugiro a leitura de "Igreja: por que me importar?".

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SINOPSE DO LIVRO 


Corajoso e extraordinário. Estas são duas características marcantes deste livro breve e profundo ao mesmo tempo. Trata-se de uma reflexão aberta e sincera sobre a igreja, essa agência do reino de Deus tão mal compreendida.

É corajoso porque não mascara as falhas da igreja. Ao contrário, o autor expõe as graves faltas que levam muitas pessoas a se envolver em qualquer outra atividade, menos frequentar uma igreja. O autor confronta esses problemas, mas faz isso com responsabilidade, instando-nos, como igreja, a preservar o coração firme em Deus, a cuidar dos feridos e a buscar os que ainda estão perdidos.

É extraordinário porque mostra o poder redentor de Deus. mesmo através de seres humanos falíveis. E isto nos leva a crer que vale a pena acreditar na existência de algo na igreja que faz alguma diferença em nossa vida e na vida do próximo.


Acima de tudo, este livro quer levar o leitor a redescobrir o prazer da vida em comunidade, como todos os desafios que esse tipo de vida acarreta. Em síntese, simplesmente humano; maravilhosamente divino.

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Trecho extraído do livro “IGREJA: POR QUE ME IMPORTAR?”


C. S. Lewis escreveu certa vez que “Parece que Deus não faz por Ele mesmo nada que Ele pudesse delegar às Suas criaturas. Ele nos ordena a fazer devagar e desajeitadamente aquilo que Ele poderia fazer perfeitamente num piscar de olhos”. Não existe ilustração maior desse princípio do que a Igreja de Jesus Cristo, à qual o Senhor delegou a tarefa de encarnar a Presença do próprio Deus no mundo. Todos os nossos esforços são exemplos dessa delegação divina.

Todo pai e mãe conhecem um pouco o risco de delegar, com sua alegria e sofrimento. A criança que toma seus primeiros passos segura, solta a mão, em seguida cai, depois luta para levantar-se outra vez. Ninguém descobriu outra maneira de aprender a andar.

Sim, a igreja falha em sua missão e comete erros exatamente porque é composta de seres humanos que sempre carecem da glória de Deus. É o risco que Deus correu. Aquele que vai à Igreja esperando encontrar perfeição não entende a natureza desse risco nem a natureza da humanidade. Assim como todo romântico acaba aprendendo que o casamento é início, não o fim, da luta por fazer o amor funcionar, todo cristão precisa aprender que a Igreja é apenas um começo.

Certa vez o compositor Igor Stravinski escreveu uma nova peça musical que continha um trecho muito difícil para violino. Depois de diversas semanas de ensaio o violinista solista procurou Stravinski e disse que não conseguia tocar. Tinha se esforçado ao máximo, mas era um trecho difícil demais, até mesmo impossível de se tocar. Stravinski respondeu. “Eu entendo isso. Mas o que procuro é o som de alguém que esteja tentando tocá-lo”. Quem sabe algo semelhante é o que Deus tinha em mente com a Igreja.

Embora, talvez, nunca alcancemos o que o compositor tinha em mente, não existe outra maneira de se ouvir esses sons sobre a terra. Assim como, longe da perfeição, a Igreja (Corpo) ainda é a única forma pela qual as pessoas ouvirão a mensagem da cruz.


Philip Yancey

Livro E-Book em PDF para Download 
Igreja porque me importar? - Philip Yancey (Indisponível para Download) Recomendo que você procure no site da Editora Vida Nova. É um livro fácil de encontrar e barato para se comprar.

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Sobre Hubner Braz

Criador, colunista e administrador do Pecador Confesso. Fascinado e apaixonado por DEUS!! Formado Bacharel em Teologia pela FATESP e F. Mêcanica pela FATEC-SP e Presbítero na A.D. Belem-Missão em Sorocaba, onde o Pastor Presidente é o Rev. Osmar José da Silva - CGADB, Tenho 1João 1:7-9 injetado na veia!.
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