Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno | 2° Trimestre de 2024 | EBD ADULTOS

TEXTO ÁUREO “Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e...



COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Jesus conta a parábola das ovelhas e dos bodes, ilustrando o julgamento dos justos e dos ímpios.

Análise das Palavras Gregas

  1. "Apartai-vos" (ἀπέρχεσθε - aperchesthe)
    • A raiz da palavra "ἀπέρχεσθε" é "ἀπέρχομαι" que significa "ir embora", "partir" ou "separar-se". Esta palavra indica uma ação definitiva de separação e exclusão.
  2. "Malditos" (κατηραμένοι - kateramenoi)
    • Derivada da palavra "κατάρα" (katara), que significa "maldição". No contexto bíblico, refere-se a estar sob o julgamento ou condenação de Deus.
  3. "Fogo" (πῦρ - pyr)
    • No Novo Testamento, o "fogo" é frequentemente usado simbolicamente para descrever o julgamento divino e a purificação, mas aqui se refere ao castigo eterno.
  4. "Eterno" (αἰώνιον - aiōnion)
    • A palavra "αἰώνιος" deriva de "αἰών" (aion), que significa "era" ou "tempo indefinido". Portanto, "αἰώνιον" refere-se a algo sem fim, eterno.
  5. "Preparado" (ἡτοιμασμένον - hētoimasmenon)
    • Vem do verbo "ἑτοιμάζω" (hetoimazō), que significa "preparar" ou "providenciar". Indica algo que foi preordenado ou planejado.
  6. "Diabo" (διαβόλῳ - diabolō)
    • A palavra "διαβόλος" (diabolos) significa "acusador" ou "caluniador". No Novo Testamento, é usada como um título para Satanás, o adversário de Deus.
  7. "Anjos" (ἀγγέλοις - angelois)
    • "ἄγγελος" (angelos) significa "mensageiro". Refere-se tanto aos mensageiros celestiais de Deus quanto aos seguidores de Satanás que se rebelaram contra Deus.

Conexões com Outras Passagens Bíblicas

  1. Fogo Eterno
    • Apocalipse 20:10: "E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre."
    • Marcos 9:43: "E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga."
  2. Separação dos Justos e Ímpios
    • Mateus 13:49-50: "Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes."
    • Apocalipse 21:8: "Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte."
  3. O Diabo e seus Anjos
    • 2 Pedro 2:4: "Porque, se Deus não poupou os anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo."
    • Judas 1:6: "E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia."

Reflexão Teológica

O versículo de Mateus 25:41 sublinha a seriedade do julgamento final e a realidade da condenação eterna. A mensagem de Jesus aqui não é apenas sobre a separação dos justos dos ímpios, mas também sobre a natureza irrevogável desse julgamento. 


A palavra "apartai-vos" indica uma exclusão definitiva da presença de Deus, e o "fogo eterno" é um símbolo claro da punição sem fim. Este versículo serve como um lembrete solene da importância da fé e da obediência a Deus, enfatizando que o julgamento final terá consequências eternas para todos.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Análise Bíblica e Teológica sobre a Verdade Prática do Inferno

Verdade Prática: "O Inferno é um lugar real de dor, agonia e desespero. Sua realidade é um alerta para nós ao longo de nossa jornada."

Análise Bíblica

  1. Realidade do Inferno
    • Mateus 25:41: "Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos."
      • Jesus fala diretamente sobre o inferno como um "fogo eterno" preparado para o diabo e seus anjos, enfatizando a sua existência e finalidade.
    • Lucas 16:23-24: "E no Hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama."
      • A parábola do rico e Lázaro mostra o rico sofrendo tormentos após a morte, reforçando a ideia de um local de sofrimento após o julgamento.
    • Apocalipse 20:14-15: "E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo."
      • A descrição do "lago de fogo" como a segunda morte reafirma a natureza final e eterna do inferno como um lugar de punição.
  2. Dor, Agonia e Desespero
    • Mateus 13:50: "E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes."
      • Jesus descreve o inferno como um lugar de "pranto e ranger de dentes", indicando grande sofrimento e desespero.
    • Marcos 9:43-48: "E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga, onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga."
      • A repetição da frase "onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga" reforça a ideia de tormento contínuo e interminável.
  3. Alerta e Advertência
    • 2 Tessalonicenses 1:9: "Os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder."
      • Este versículo destaca a eterna destruição e separação da presença de Deus, servindo como uma advertência para viver uma vida alinhada com os ensinamentos divinos.

Opiniões de Livros Publicados pela CPAD

  1. "Teologia Sistemática" de Stanley Horton
    • Horton aborda o inferno como uma realidade bíblica, afirmando que é um lugar de punição eterna para os ímpios. Ele enfatiza que a descrição bíblica do inferno não deve ser suavizada ou reinterpretada, pois serve como um alerta sério sobre a necessidade de arrependimento e fé em Cristo.
  2. "Conhecendo as Doutrinas Bíblicas" de Myer Pearlman
    • Pearlman também reforça a visão tradicional do inferno, discutindo a justiça de Deus em punir o pecado e a rebelião. Ele argumenta que a existência do inferno sublinha a santidade e a justiça de Deus, ao mesmo tempo em que destaca a graça disponível através de Jesus Cristo.
  3. "Escatologia: Doutrina das Últimas Coisas" de Valdir Nascimento
    • Nascimento dedica uma seção significativa ao inferno, explorando suas implicações teológicas e práticas. Ele destaca a natureza eterna do inferno e a seriedade do julgamento final, e enfatiza a importância de viver uma vida em conformidade com os ensinamentos bíblicos para evitar esse destino.

Reflexão Teológica

A doutrina do inferno é um dos ensinamentos mais solenes e graves da Bíblia. A existência de um lugar de dor, agonia e desespero eterno serve como um poderoso alerta sobre a seriedade do pecado e a necessidade de arrependimento. A Bíblia é clara sobre a realidade do inferno e suas terríveis consequências, servindo como um lembrete constante da justiça divina e da necessidade de viver uma vida de fé e obediência a Deus.


Os estudiosos e teólogos da CPAD sublinham consistentemente a importância de reconhecer o inferno como uma parte vital da teologia cristã. Eles defendem que a realidade do inferno deve motivar os crentes a evangelizar e a viver de acordo com os padrões divinos, garantindo que sua mensagem de advertência e esperança seja clara e compreensível para todos.

Segunda – 2 Tm 3.5; cf. Mt 7.15 A enganosa aparência de piedade dos falsos ensinadores
Terça – 2 Tm 3.8; cf. Êx 7.11 Um contexto de resistência à verdade
Quarta – Jó 17.13; Sl 16.10; Is 38.10 Inferno como sepultura, lugar dos mortos
Quinta – 2 Pe 2.4 Inferno como lugar de prisão dos anjos caídos
Sexta – Mt 23.33; 25.41,46 Inferno como castigo eterno, fogo eterno
Sábado – Mt 25.46; Jo 5.26 Passar a eternidade tem a ver com uma escolha

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Hinos Sugeridos: 48, 127, 182 da Harpa Cristã

DINAMICA EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Dinâmica para Classe de Adultos: A Realidade Bíblica do Inferno

Objetivo

Ajudar os participantes a compreenderem a seriedade e a realidade do inferno segundo a perspectiva bíblica, incentivando uma reflexão profunda sobre suas vidas espirituais e a importância de viver de acordo com os ensinamentos de Cristo.


Material Necessário

  1. Folhas de papel e canetas.
  2. Uma vela e um isqueiro ou fósforo.
  3. Uma Bíblia.
  4. Um recipiente seguro para queimar papel (como uma lata de metal).

Passos da Dinâmica

  1. Introdução (5 minutos)
    • Inicie a dinâmica lendo Mateus 25:41 e destacando a importância de entender a realidade bíblica do inferno.
    • Explique que a dinâmica ajudará a explorar este tema de forma prática e reflexiva.
  2. Quebrando o Gelo (10 minutos)
    • Peça aos participantes que formem pequenos grupos e discutam rapidamente a pergunta: "O que você entende por inferno?".
    • Após a discussão, peça que compartilhem algumas respostas com a classe.
  3. Leitura Bíblica e Reflexão (10 minutos)
    • Leia Mateus 13:49-50 e Lucas 16:23-24 em voz alta.
    • Pergunte aos participantes: "Como essas passagens influenciam sua compreensão sobre o inferno?".
    • Dê alguns minutos para que cada pessoa reflita individualmente e escreva seus pensamentos em uma folha de papel.
  4. Atividade de Escrita e Queima (15 minutos)
    • Distribua uma folha de papel e uma caneta para cada participante.
    • Peça que escrevam algo que eles sentem que os está afastando de Deus, seja um pecado, um hábito ou uma atitude.
    • Reforce a importância de ser honesto consigo mesmo neste momento de reflexão.
    • Após escreverem, peça que dobrem o papel e segurem consigo.
  5. Simbolismo da Queima (10 minutos)
    • Acenda a vela e explique que ela simboliza a presença de Deus e Sua luz em nossas vidas.
    • Coloque o recipiente seguro no centro da sala.
    • Um a um, peça aos participantes que coloquem seus papéis no recipiente e os queimem como um símbolo de arrependimento e desejo de se livrar daquilo que os afasta de Deus.
  6. Discussão e Compartilhamento (15 minutos)
    • Após a queima dos papéis, reúna os participantes para uma discussão em grupo.
    • Pergunte: "Como esta atividade afetou sua percepção sobre o inferno e a necessidade de viver uma vida santa?".
    • Incentive-os a compartilhar suas experiências e reflexões.
  7. Encerramento e Oração (10 minutos)
    • Conclua a dinâmica enfatizando a importância de levar a sério os ensinamentos bíblicos sobre o inferno e a salvação.
    • Leia 2 Tessalonicenses 1:9 e Apocalipse 21:8.
    • Termine com uma oração, pedindo a Deus que ajude cada participante a viver de acordo com Sua vontade e a evitar o caminho que leva à condenação eterna.

Dicas Adicionais

  • Garanta um ambiente de respeito e confidencialidade, onde os participantes se sintam seguros para compartilhar suas reflexões.
  • Esteja preparado para oferecer suporte espiritual e aconselhamento, se necessário, após a dinâmica.
  • A dinâmica deve ser conduzida com sensibilidade, respeitando as crenças e emoções dos participantes.

Essa dinâmica não apenas aborda o tema do inferno, mas também promove um momento de introspecção e arrependimento, encorajando os participantes a se comprometerem com uma vida mais alinhada com os ensinamentos bíblicos.

Mateus 25.41-46
41- Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos,
42- porque tive fome, e não me destes de comer, tive sede, e não me destes de beber,
43- sendo estrangeiro, não me recolhestes, estando nu, não me vestistes, e estando enfermo e na prisão, não me visitastes.
44- Então, eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou na, ou enferme, ou na prisão e não te servimos?
45- Então, lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim.
46- E indo estes para o tormento eterno, mas os justos, para a vida eterna.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Mateus 25:41

"Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos,"

Comentário: Jesus, no momento do julgamento final, separa as pessoas em dois grupos: os justos (à direita) e os ímpios (à esquerda). A ordem "Apartai-vos de mim" (ἀπέρχεσθε ἀπ’ ἐμοῦ - aperchesthe ap' emou) indica uma separação definitiva da presença de Deus. A palavra "malditos" (κατηραμένοι - kateramenoi) sugere estar sob a condenação divina. O "fogo eterno" (τὸ πῦρ τὸ αἰώνιον - to pyr to aionion) representa um estado contínuo e perpétuo de punição, preparado inicialmente para o diabo (διάβολος - diabolos) e seus anjos (ἀγγέλοις - angelois).


Mateus 25:42

"Porque tive fome, e não me destes de comer, tive sede, e não me destes de beber,"

Comentário: Aqui, Jesus explica a razão da condenação: a negligência em atender às necessidades básicas dos necessitados. O verbo "tive fome" (ἐπείνασα - epeinasa) e "tive sede" (ἐδίψησα - edipsasa) são estados físicos que representam necessidades fundamentais que não foram atendidas. Esta omissão é vista como uma falha moral e espiritual.


Mateus 25:43

"Sendo estrangeiro, não me recolhestes, estando nu, não me vestistes, e estando enfermo e na prisão, não me visitastes."

Comentário: Jesus continua listando outras formas de negligência. "Estrangeiro" (ξένος - xenos) refere-se a alguém que está fora de seu lugar de origem e necessitando de hospitalidade. "Nu" (γυμνός - gymnos) simboliza a falta de provisão básica. "Enfermo" (ἀσθενής - asthenes) e "na prisão" (ἐν φυλακῇ - en phylakē) apontam para situações de vulnerabilidade extrema que requerem compaixão e ação prática.


Mateus 25:44

**"Então, eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos?"

Comentário: Os ímpios questionam quando eles viram Jesus necessitado e não o ajudaram. Isso revela uma falta de percepção espiritual sobre a presença de Cristo nos necessitados. O verbo "servimos" (διακονέω - diakoneō) sugere um serviço ativo que deveria ter sido prestado, mas não foi.


Mateus 25:45

"Então, lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim."

Comentário: Jesus responde reafirmando que qualquer ato (ou omissão) feito aos "pequeninos" (ἑνὶ τούτων τῶν ἐλαχίστων - heni toutōn tōn elachistōn) é considerado como feito (ou não feito) a Ele mesmo. A palavra "pequeninos" aqui simboliza aqueles que são vulneráveis, marginalizados ou necessitados. Jesus se identifica profundamente com esses indivíduos.


Mateus 25:46

"E irão estes para o tormento eterno, mas os justos, para a vida eterna."

Comentário: Este versículo finaliza a passagem com a consequência do julgamento. "Tormento eterno" (κόλασιν αἰώνιον - kolasin aionion) indica uma punição contínua e sem fim para os ímpios. A palavra "tormento" (κόλασις - kolasis) implica castigo, sofrimento e correção. Em contraste, "vida eterna" (ζωὴν αἰώνιον - zōēn aionion) é a recompensa para os justos, denotando uma existência abençoada e perpétua na presença de Deus.


Reflexão Teológica e Prática

A passagem de Mateus 25:41-46 enfatiza a importância das obras de misericórdia como reflexo de uma fé viva. A base do julgamento é a ação (ou inação) em resposta às necessidades dos outros. Jesus se identifica com os necessitados, e a maneira como tratamos os outros é um reflexo de nossa relação com Ele.


Lições Práticas:

  1. Responsabilidade Social e Espiritual:
    • Os crentes são chamados a demonstrar sua fé através de ações práticas de compaixão e serviço aos necessitados.
    • A negligência em agir é vista como um grave erro moral e espiritual.
  2. Identificação com Cristo:
    • Jesus se identifica com os vulneráveis e marginalizados. Servir aos necessitados é servir a Cristo.
  3. Consequências Eternas:
    • As escolhas feitas nesta vida têm consequências eternas, tanto para a punição quanto para a recompensa.

Conclusão

Mateus 25:41-46 nos desafia a examinar nossas vidas e a maneira como tratamos os outros, especialmente os necessitados. É um chamado à ação, à compaixão e ao serviço, refletindo o amor de Cristo em nossas vidas diárias. 


As palavras de Jesus são um alerta solene para viver de acordo com os Seus ensinamentos, com a plena consciência das consequências eternas de nossas ações.

1-INTRODUÇÃO
Na lição deste domingo estudaremos a respeito do Inferno. Muitos evitam falar sobre este tema, entretanto, não falar a respeito desse assunto não evita que alguns caminhem em sua direção. Um dia todos vão experimentar a morte, independente da classe social a que pertençam, religião ou títulos, e sabemos que, depois da morte, segue-se o juízo: Céu ou Inferno. O Inferno é real e ele não foi preparado para o ser humano, por essa razão nos sentimos incomodados de falar a respeito dele. Contudo, a sua realidade é um alerta para nós ao longo de nossa carreira, Embora esse seja um assunto difícil de tratar na atualidade, o Inferno é um dos principais assuntos do Novo Testamento, Veremos que Jesus ensinou de forma enfática a realidade do Inferno nos Evangelhos.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Mostrar o pensamento humano a respeito do Inferno;
II) Saber como a palavra Inferno aparece na Bíblia;
III) Compreender a doutrina bíblica do Inferno.


B) Motivação: Converse com os alunos explicando que atualmente muitos não acreditam no Inferno. Para estes, o Inferno é uma criação humana para colocar medo nas pessoas e mantê-las presas a uma religião, ritos, dogmas etc. Procure mostrar, biblicamente, a realidade do Inferno por meio dos ensinos de Jesus. O Mestre veio salvar a humanidade de seus pecados, contudo, Ele mostrou que o Inferno é real. Tal realidade deve valorizar a tão grande salvação que Deus providenciou para nós e, por isso, devemos estar firmes em Jesus durante a nossa jornada de fé, pois sem Cristo, o ser humano passará a eternidade em um lugar de dor e sofrimento.
C) Sugestão de Método: Sugerimos que você escreva no quadro as palavras “Inferno” e “Céu”. Pergunte aos seus alunos o que vem à mente deles quando ouvem a palavra “Inferno “. À medida que forem falando vá anotando no quadro. Em seguida faça o mesmo com a palavra “Céu”. Conclui ressaltando que o ensino bíblico a respeito do Inferno e do Céu é simples: os que rejeitaram a Cristo receberão o castigo eterno, no Inferno (Mt 25.46); os que escolheram a Cristo receberão a vida eterna, no Céu (Jo 5.26). Portanto, a escolha de ir para o Céu ou para o Inferno é pessoal.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: A lição de hoje é uma oportunidade ímpar para que os alunos reflitam a respeito do valor da nossa salvação. Mostre que sem Jesus Cristo estaríamos destinados ao Inferno, mas Ele, mediante a sua graça, nos resgatou. Em seguida, conclua lendo o Texto Áureo da Lição.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 97, p.41, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:
1) A orientação bíblica, “Inferno”, localizada no primeiro tópico, destaca o que é o Inferno segundo os ensinos bíblicos;
2) O texto ao final do segundo tópico, traz uma reflexão a respeito dos ensinamentos de Jesus Cristo sobre o Inferno.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

A doutrina do inferno é um dos temas mais sérios e frequentemente debatidos no Novo Testamento. Jesus Cristo, durante seu ministério terreno, falou mais sobre o inferno do que sobre o céu, destacando a importância de compreender e reconhecer a realidade dessa doutrina. No Novo Testamento, Jesus abordou a questão do inferno mais vezes do que qualquer outro, inclusive o apóstolo Paulo. Nesta lição, exploraremos a doutrina bíblica do inferno, examinando a resistência moderna à sua aceitação, as palavras-chave que traduzem "inferno" e a implicação teológica de negar essa doutrina.


Comentário Bíblico e Teológico

  1. Ensinamentos de Jesus sobre o Inferno
    • Mateus 10:28: "E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo."
      • Jesus ensina que devemos temer a Deus, que tem o poder de lançar no inferno (γέεννα - Gehenna), um termo que Ele usa para descrever o lugar de tormento eterno.
    • Marcos 9:43-48: "E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga."
      • A repetição da expressão "onde o bicho não morre, e o fogo nunca se apaga" destaca a natureza eterna e terrível do inferno.
  2. Resistência Moderna à Doutrina do Inferno
    • Muitos contemporâneos resistem à doutrina do inferno, vendo-a como incompatível com a imagem de um Deus amoroso. No entanto, a Bíblia apresenta o inferno como uma expressão da justiça divina contra o pecado e a rebelião.
    • 2 Tessalonicenses 1:9: "Os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder."
      • Este versículo reforça a noção de uma punição eterna para os ímpios.
  3. Termos Bíblicos para Inferno
    • Gehenna (γέεννα): Originalmente, um vale fora de Jerusalém associado a sacrifícios idólatras, usado metaforicamente por Jesus para descrever o lugar de tormento eterno (Mateus 5:22, 29-30).
    • Hades (ᾅδης): Geralmente traduzido como "inferno" ou "sepultura", refere-se ao estado intermediário dos mortos. Jesus usou este termo para descrever o lugar de tormento na parábola do rico e Lázaro (Lucas 16:23).
    • Lago de Fogo: Utilizado no Apocalipse para descrever o destino final dos ímpios e do próprio diabo (Apocalipse 20:14-15).
  4. Implicações Teológicas da Negação do Inferno
    • Negar a doutrina do inferno é negar a justiça de Deus e a seriedade do pecado. A existência do inferno sublinha a necessidade de redenção através de Jesus Cristo.
    • Romanos 6:23: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor."
      • Este versículo mostra o contraste entre a consequência do pecado (morte, entendida como separação eterna de Deus) e a oferta de salvação.

Opiniões de Livros Cristãos

  1. "Teologia Sistemática" de Wayne Grudem
    • Grudem defende a doutrina do inferno como essencial para a justiça divina. Ele argumenta que a punição eterna é proporcional à gravidade do pecado contra um Deus infinitamente santo.
  2. "O Inferno" de John Blanchard
    • Blanchard oferece uma visão detalhada e bíblica do inferno, sublinhando a urgência de pregar sobre este tema como um ato de amor, advertindo as pessoas sobre a realidade da condenação eterna.
  3. "Heaven and Hell" de Edward Fudge
    • Embora Fudge explore várias perspectivas sobre o inferno, ele conclui que a doutrina tradicional de um tormento eterno é biblicamente sólida, mas também examina a visão do aniquilacionismo, que sugere uma destruição final dos ímpios.

Conclusão

A doutrina do inferno é uma parte integral do ensino bíblico e tem implicações profundas para a fé e a prática cristã. Jesus Cristo, mais do que qualquer outro, ensinou sobre a realidade do inferno, enfatizando sua seriedade e eternidade. A resistência moderna a essa doutrina não altera a verdade bíblica. Compreender e aceitar a doutrina do inferno é reconhecer a santidade de Deus, a gravidade do pecado e a necessidade de salvação através de Jesus Cristo. Negar esta doutrina é comprometer a integridade do cristianismo bíblico e a mensagem de justiça e graça de Deus.


Palavra-Chave: Inferno

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Análise Bíblica e Teológica do Conceito de "Inferno"

Raiz da Palavra "Inferno"

A palavra "inferno" tem suas raízes no latim "infernum," que significa "inferior" ou "subterrâneo." Em termos bíblicos, várias palavras hebraicas e gregas são traduzidas como "inferno," cada uma com nuances específicas:

  • Sheol (hebraico): Usado no Antigo Testamento, refere-se ao reino dos mortos ou ao sepulcro. Não implica necessariamente um lugar de tormento.
  • Hades (grego): Equivalente grego de Sheol, encontrado no Novo Testamento. Significa o mundo subterrâneo dos mortos.
  • Geena (grego): Derivado do Vale de Hinom, um lugar fora de Jerusalém onde se queimava lixo e, historicamente, se realizavam sacrifícios de crianças. Tornou-se símbolo do lugar de punição eterna.
  • Tártaro (grego): Usado uma vez em 2 Pedro 2:4, descrevendo um abismo de castigo para anjos caídos.


Inferno na Bíblia

Antigo Testamento 

  • Sheol: Descrito como o destino comum de todos os mortos (Jó 7:9; Salmo 6:5; Eclesiastes 9:10). Não é um lugar de tormento, mas uma existência sombria e inativa.
  1. Sheol: Frequentemente referido como o lugar dos mortos, Sheol é mencionado em vários contextos:
    • Reino dos Mortos: Em Eclesiastes 9:10, Sheol é descrito como um lugar onde não há "obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria."
    • Destino Comum: Tanto os justos quanto os ímpios vão para Sheol (Gênesis 37:35; Salmos 89:48). Jacó fala de descer à Sheol em luto pela perda de José, sem implicar um destino de tormento.

Novo Testamento

  • Hades: Segue o conceito de Sheol, mas com uma maior conotação de separação de Deus (Lucas 16:23).
  1. Hades:
    • Lugar de Tormento: Em Lucas 16:23, na parábola do rico e Lázaro, Hades é descrito como um lugar de tormento para o rico, enquanto Lázaro está confortado no seio de Abraão.
    • Sepultura: Em Atos 2:27-31, Hades é associado com a sepultura e a ressurreição de Jesus, sem conotação de sofrimento.
  • Geena: Associado ao julgamento final e à punição eterna (Mateus 5:22, 29-30; Marcos 9:43-48).
  1. Geena:
    • Punição Eterna: Em Mateus 5:22, 29-30, Jesus alerta que aquele que chamar seu irmão de "tolo" será passível da "Geena de fogo." Este é um lugar de punição para os ímpios.
    • Vale de Hinom: Em Marcos 9:43-48, Geena é descrito como um lugar onde "o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga," refletindo a contínua destruição e sofrimento.
  • Lago de Fogo: Descrito em Apocalipse como o destino final dos ímpios, da morte e de Satanás (Apocalipse 20:14-15).
  1. Lago de Fogo:
    • Destino Final: Em Apocalipse 20:14-15, o lago de fogo é o destino final da morte, Hades, e aqueles cujos nomes não estão escritos no livro da vida, simbolizando a segunda morte e a punição eterna.


Visão Teológica Cristã

Teologia Católica

  • Inferno: Um estado de separação eterna de Deus devido ao pecado não arrependido. É um lugar de sofrimento eterno (Catecismo da Igreja Católica, 1035).
  • Natureza do Inferno: O inferno é um estado de separação eterna de Deus devido ao pecado mortal não arrependido. É descrito como um lugar de sofrimento consciente e eterno.
  • Doutrina: A Igreja Católica ensina que o inferno é uma realidade para aqueles que morrem em pecado mortal sem arrependimento. As almas no inferno sofrem tanto a "pena de dano" (separação de Deus) quanto a "pena de sentido" (sofrimento físico e emocional).

Protestantismo

  • Inferno: Interpretado de forma similar ao catolicismo, mas com variações. Alguns teólogos protestantes focam na separação de Deus como o maior tormento.
  • Variedade de Entendimentos: Existem várias interpretações dentro do protestantismo. Alguns veem o inferno como um lugar de tormento eterno, enquanto outros defendem o aniquilacionismo (extinção da alma).
  • Enfase na Separação: A maioria das tradições protestantes enfatiza a separação eterna de Deus como o principal tormento do inferno.

Ortodoxia Oriental

  • Inferno: Enfatiza a experiência de estar na presença de Deus sem a possibilidade de comunhão com Ele, resultando em tormento.
  • Inferno como Experiência da Presença de Deus: A teologia ortodoxa enfatiza que o inferno é a experiência da presença de Deus como um fogo consumidor para os ímpios, devido à sua incapacidade de comungar com Ele.
  • Purificação e Julgamento: Há uma crença na possibilidade de purificação e transformação após a morte, embora não universalmente aceita.

Outras Religiões

Islamismo

  • Jahannam: Conceito similar ao inferno cristão, é um lugar de punição para os ímpios (Alcorão 4:56; 14:17). Há várias descrições detalhadas dos tormentos. Descrito detalhadamente no Alcorão, Jahannam é um lugar de severa punição para os descrentes e pecadores. É dividido em vários níveis, com sofrimento proporcional à gravidade dos pecados (Alcorão 4:56, 14:17).
  • Finalidade: A punição em Jahannam pode ser eterna ou temporária, dependendo da misericórdia de Allah.

Hinduísmo

  • Naraka: Diversos níveis de inferno onde almas sofrem punições temporárias antes de reencarnar. Não é eterno. Conceito de vários infernos onde as almas são punidas temporariamente antes de reencarnarem. Cada inferno tem seu próprio tipo de punição, variando conforme os atos cometidos na vida anterior.
  • Purificação: Naraka serve como um lugar de purificação, permitindo a alma aprender lições e progredir em sua jornada cármica.

Budismo

  • Naraka: Similar ao hinduísmo, consiste em vários reinos de sofrimento, mas não são eternos. O sofrimento é temporário e cármico. Similar ao hinduísmo, existem vários reinos infernais onde as almas sofrem punições temporárias. O sofrimento é resultado do karma acumulado.
  • Não Eterno: O sofrimento em Naraka é temporário e cíclico, com a alma eventualmente renascendo em outra forma de existência.

Judaísmo

  • Geena: Uma fase temporária de purificação para as almas antes de entrarem no Olam Ha-Ba (mundo vindouro). Não é eterno. Considerado um lugar de purificação, onde as almas passam até 12 meses antes de se moverem para o Olam Ha-Ba (mundo vindouro). É uma fase temporária de purificação e não um castigo eterno.
  • Variedade de Visões: Algumas tradições judaicas contemporâneas veem Geena como uma metáfora para o sofrimento espiritual e a necessidade de correção moral.

Espiritismo

  • Plano Inferior: Conceito de regiões de sofrimento onde espíritos desencarnados expiam suas faltas. Não é eterno, pois existe a possibilidade de evolução e regeneração. Espíritos desencarnados podem habitar regiões de sofrimento devido aos erros cometidos em vida. O sofrimento é temporário, com a possibilidade de evolução e regeneração espiritual.
  • Evolução Moral: O espiritismo enfatiza a evolução moral contínua, onde mesmo os espíritos no plano inferior podem aprender, crescer e ascender para planos superiores.

Conclusão

O conceito de inferno varia amplamente entre as tradições religiosas. No Cristianismo, especialmente, há uma forte ênfase na separação eterna de Deus como o maior tormento do inferno. Em outras religiões, o inferno é geralmente visto como um lugar temporário de punição e purificação, permitindo a alma aprender e progredir. A análise bíblica revela uma evolução do entendimento do inferno, refletindo o contexto cultural e teológico de diferentes épocas e tradições. A etimologia e as escrituras bíblicas sugerem uma evolução do entendimento do inferno, de um estado sombrio pós-morte para um lugar de julgamento e punição eterna.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Comentário Bíblico-Teológico sobre o Pensamento Humano a Respeito do Inferno

Negação da Realidade do Inferno

Muitos filósofos e teólogos modernos, influenciados por pensamentos humanistas e pós-modernos, rejeitam a doutrina bíblica do inferno, considerando-a incompatível com os valores éticos contemporâneos. Essa negação pode ser vista como uma forma de resistência à mensagem bíblica, frequentemente rotulada como "mente cauterizada" pela Escritura:

"Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e têm cauterizada a própria consciência" (1 Timóteo 4:1-2).

Aqui, Paulo adverte sobre a influência de falsos ensinos e a insensibilidade espiritual daqueles que se afastam da fé autêntica.


A Incompatibilidade Percebida com Valores Éticos Modernos

Filósofos humanistas argumentam que a ideia de um inferno eterno é moralmente repugnante e incompatível com os princípios de justiça e misericórdia que valorizamos hoje. No entanto, a Bíblia apresenta Deus como infinitamente justo e amoroso, onde o inferno é a manifestação de Sua justiça em resposta ao pecado não arrependido:

"Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 6:23).

A morte aqui se refere não apenas à morte física, mas à separação eterna de Deus, sublinhando a seriedade do pecado e a justiça de Deus.


Teologia Moderna e Pós-Moderna

Teólogos modernos e pós-modernos frequentemente questionam a inspiração plenária da Bíblia, reinterpretando ou rejeitando doutrinas tradicionais como a do inferno. Esta visão contrasta com a visão tradicional da inspiração bíblica, conforme afirmado em:

"Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" (2 Timóteo 3:16).

A negação da doutrina do inferno por esses teólogos pode ser vista como um enfraquecimento da autoridade bíblica e uma tentativa de acomodar a teologia aos padrões culturais contemporâneos.


Doutrinas de Purificação Temporária

Alguns teólogos propõem a ideia de que o inferno é temporário, um lugar onde as almas são purificadas antes de receberem uma segunda chance de entrar no céu. Esta visão, semelhante ao conceito de purgatório, não encontra suporte claro nas Escrituras. A Bíblia é clara sobre a eternidade do estado pós-morte:

"Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos" (Mateus 25:41).

"E irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna" (Mateus 25:46).

Aqui, Jesus fala do castigo eterno para os ímpios, em contraste direto com a vida eterna prometida aos justos. Não há indicação de um período temporário de purificação.


Ilustração Teológica

Um exemplo bíblico que ilustra a realidade do inferno e a separação final é a parábola do rico e Lázaro (Lucas 16:19-31). Nessa história, o rico, após a morte, encontra-se em tormentos no Hades, enquanto Lázaro está confortado no seio de Abraão. A parábola enfatiza a irreversibilidade do estado pós-morte e a realidade do tormento para os que não se arrependem.

"E no Hades, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama" (Lucas 16:23-24).


Conclusão

A negação da doutrina do inferno por filósofos e teólogos modernos representa uma tentativa de alinhar a teologia cristã com os valores éticos contemporâneos, frequentemente à custa da autoridade bíblica. No entanto, uma análise bíblica consistente revela que o inferno é uma realidade séria e eterna, firmemente enraizada na justiça de Deus. A mensagem bíblica sobre o inferno serve como um chamado urgente ao arrependimento e à reconciliação com Deus, através de Jesus Cristo, oferecendo a vida eterna como alternativa à separação eterna de Deus.


2- O ensino do Universalismo.
 Outro argumento muito frequente atualmente é o falso ensino de que, no final das contas, todas as pessoas irão para o Céu. Por exemplo, não haveria diferença no destino de um assassino frio e cruel para um crente que buscou ter uma vida santa, fugindo do pecado. A ideia central do Universalismo é a de que todos somos filhos de Deus e, como Ele é um Ser de amor, não pode condenar o ser humano a uma punição eterna.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Comentário Bíblico-Teológico sobre o Universalismo

Introdução ao Universalismo

O Universalismo é a crença de que, no final, todas as pessoas serão salvas e irão para o Céu, independentemente de suas ações ou crenças durante a vida. Este ensino baseia-se na ideia de que Deus, sendo um Ser de amor, não poderia condenar ninguém a uma punição eterna. Embora essa visão possa parecer atraente, especialmente em uma cultura que valoriza a inclusão e a misericórdia, ela contrasta com o ensino bíblico sobre justiça, pecado e salvação.


Análise Bíblica do Universalismo

  1. A Santidade e Justiça de Deus

A Bíblia ensina que Deus é santo e justo, e que o pecado é uma ofensa séria contra Sua santidade. A justiça de Deus exige que o pecado seja punido:

"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 6:23).

Aqui, Paulo contrasta a consequência do pecado (morte) com o dom da vida eterna através de Cristo, sublinhando a seriedade do pecado e a necessidade de uma solução divina.

  1. A Separação entre Justos e Ímpios

Jesus frequentemente falou sobre a separação final entre os justos e os ímpios, deixando claro que nem todos herdarão o Reino de Deus:

"E irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna" (Mateus 25:46).

Este versículo, parte do discurso de Jesus sobre o julgamento das nações, estabelece uma distinção clara e eterna entre os destinos dos justos e dos ímpios.

  1. Necessidade de Arrependimento e Fé em Cristo

A salvação é oferecida a todos, mas requer arrependimento e fé em Jesus Cristo. A ideia de que todos serão salvos independentemente de sua resposta ao Evangelho ignora a centralidade de Cristo na salvação:

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16).

A promessa de vida eterna é condicional, dependendo da fé em Cristo.

  1. O Caráter de Deus

Deus é amor, mas também é justo. Sua justiça e amor se encontram na cruz de Cristo, onde o pecado foi punido e a salvação foi oferecida:

"Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8).

A cruz mostra que o amor de Deus não anula Sua justiça, mas a cumpre perfeitamente.

Críticas ao Universalismo

  1. Incompatibilidade com a Justiça Divina

A ideia de que todos serão salvos independentemente de suas ações contradiz a justiça de Deus. Seria injusto que um assassino impenitente recebesse o mesmo destino que um crente que viveu uma vida santa e buscou fugir do pecado.

  1. Distinção de Filhos de Deus

Embora todos sejam criação de Deus, a Bíblia distingue entre aqueles que são filhos de Deus pela fé em Cristo e aqueles que não são:

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome" (João 1:12).

A filiação a Deus é concedida através da fé em Cristo, não é uma condição universal automaticamente conferida a todos.


Recursos Recomendados

Para uma compreensão mais profunda e expositiva da doutrina bíblica sobre inferno e julgamento, os seguintes livros são recomendados:

  1. "O Problema da Dor" de C.S. Lewis - Explora o dilema do sofrimento humano e a justiça de Deus, oferecendo uma defesa clássica da fé cristã.
  2. "Inferno: Um Lugar de Remorso Eterno" de John Blanchard - Uma análise detalhada e bíblica sobre a doutrina do inferno.
  3. "A Grande Guerra Cósmica: O Mal, a Liberdade e o Destino de Cada Pessoa" de Gregory A. Boyd - Examina a luta entre o bem e o mal e o destino humano à luz da teologia cristã.
  4. "The Doctrine of Eternal Punishment" de W.G.T. Shedd - Um estudo acadêmico sobre a doutrina da punição eterna, com uma forte base bíblica e teológica.

Conclusão

O Universalismo, embora atraente por sua mensagem de inclusão e amor, não encontra suporte nas Escrituras. A Bíblia ensina claramente sobre a santidade de Deus, a seriedade do pecado, a necessidade de arrependimento e fé em Cristo, e a realidade de um julgamento final que distingue entre os justos e os ímpios. A justiça de Deus, combinada com Seu amor, é perfeitamente expressa na cruz de Cristo, onde a punição pelo pecado é satisfeita e a oferta de salvação é estendida a todos que creem.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Comentário Bíblico-Teológico sobre o Alerta Apostólico contra Falsos Ensinos

Introdução

Os alertas apostólicos sobre falsos ensinos e falsos mestres são uma constante nas epístolas do Novo Testamento. Paulo, em particular, é enfático sobre a necessidade de discernimento e fidelidade à verdade revelada nas Escrituras. Ele adverte que nos últimos dias surgiriam falsos mestres que distorceriam a verdade, conduzindo muitos ao erro. Essas advertências são especialmente relevantes hoje, quando ideias como o Universalismo e outras doutrinas contrárias à verdade bíblica ganham popularidade.


Aparência de Piedade, mas Negam a Eficácia

"Tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta-te também desses" (2 Timóteo 3:5).

Paulo descreve uma classe de falsos mestres que mantêm uma fachada de religiosidade, mas suas vidas e ensinamentos negam a verdadeira essência do poder transformador do Evangelho. A palavra grega traduzida como "aparência" é "μορφή" (morphē), referindo-se à forma ou semblante exterior. Eles aparentam ser devotos, mas não possuem a verdadeira piedade interior.

Dicionário Grego: A palavra "δύναμις" (dynamis) traduzida como "poder" refere-se à capacidade ou força inerente, aqui significando o poder transformador e regenerador do Espírito Santo no crente.


Resistência à Verdade

"E do mesmo modo que Janes e Jambres resistiram a Moisés, também estes resistem à verdade. São homens de mente corrompida e reprovados quanto à fé" (2 Timóteo 3:8).

Paulo compara os falsos mestres aos magos egípcios que resistiram a Moisés (Êxodo 7:11). Esses indivíduos são descritos como "homens de mente corrompida" (grego: "κατεφθαρμένας" - katedephtharmenas) e "reprovados quanto à fé" (grego: "ἀδόκιμοι" - adokimoi), implicando que seu entendimento e julgamento estão moralmente e espiritualmente pervertidos.

Enciclopédia Teológica: A resistência à verdade é uma característica clássica dos falsos mestres. Eles se opõem à mensagem clara das Escrituras, preferindo suas interpretações distorcidas que apelam à mente carnal e não regenerada.


Apostasia e Doutrinas de Demônios

"Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e têm cauterizada a própria consciência" (1 Timóteo 4:1-2).

A palavra "apostatar" vem do grego "ἀφίστημι" (aphistēmi), significando afastar-se ou desviar-se. Essa apostasia é alimentada por "espíritos enganadores" (grego: "πνεύμασι πλάνοις" - pneumasin planois) e "ensinos de demônios" (grego: "διδασκαλίαις δαιμονίων" - didaskaliais daimonion). Esses falsos ensinamentos são promovidos por pessoas cuja consciência está "cauterizada" (grego: "καυτηριασμένων" - kautēriasmenōn), significando que estão insensíveis e moralmente cauterizadas.

Dicionário Hebraico: Embora o Novo Testamento seja escrito em grego, o conceito de consciência moral insensível também pode ser encontrado no Antigo Testamento, como em Jeremias 6:15, onde o povo de Israel é descrito como incapaz de sentir vergonha por seus pecados.


Os Ensinos de Jesus sobre Falsos Mestres

Jesus também alertou contra os falsos profetas e mestres:

"Acautelai-vos dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores" (Mateus 7:15).

"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus" (Mateus 7:21).

Esses versículos sublinham a importância de discernir os verdadeiros servos de Deus, não apenas pelo que dizem, mas pelos frutos que produzem em suas vidas.


Aplicação Contemporânea

Hoje, testemunhamos a realização desses alertas apostólicos. Ensinos que negam a realidade do inferno ou que promovem o Universalismo são exemplos claros de doutrinas que distorcem a verdade bíblica. Tais ensinamentos muitas vezes apelam ao desejo humano por uma mensagem mais agradável e menos confrontadora, mas carecem da fidelidade à revelação bíblica.


Referências e Recursos Adicionais

Para uma compreensão mais profunda sobre os falsos ensinadores e a defesa da doutrina bíblica do inferno, os seguintes recursos são recomendados:

  1. "A Verdade Sobre o Inferno" de John Blanchard - Uma análise detalhada e bíblica sobre a doutrina do inferno.
  2. "Cristianismo Puro e Simples" de C.S. Lewis - Explora as verdades centrais do Cristianismo, incluindo o ensino sobre a vida após a morte.
  3. "The Doctrine of Eternal Punishment" de W.G.T. Shedd - Um estudo acadêmico sobre a doutrina da punição eterna.
  4. "O Dia do Juízo" de Dave Hunt - Examina a crescente apostasia dentro da igreja contemporânea.

Conclusão

Os alertas apostólicos sobre falsos mestres e suas doutrinas enganosas são mais relevantes hoje do que nunca. Como cristãos, devemos permanecer firmes na verdade bíblica, discernindo entre os verdadeiros e os falsos ensinos, e proclamando fielmente o Evangelho de Jesus Cristo. A realidade do inferno, como ensinada nas Escrituras, sublinha a seriedade do pecado e a necessidade urgente de arrependimento e fé em Cristo.

INFERNO
“Lugar onde Deus designa os perdidos para o castigo eterno tanto do corpo quanto da alma (Mt 10.28). Essa agonia de tormento eterno no Inferno é a maior de todas as tragédias possíveis. Esse tópico da vida após a morte foi revelado apenas gradualmente nas Escrituras. ‘Geena’ originalmente se referia ao vale de Hinom perto de Jerusalém, o local das notórias ofertas, feitas por Acaz, de sacrifício de crianças pelo fogo ao deus Moloque (2 Cr 28.3) e Manassés (2Cr 33.6). Mais tarde, o significado desse termo foi estendido ao lugar do castigo de fogo em geral. Ainda mais tarde, a localização geográfica deste lugar de punição foi mudada para debaixo da terra, mas a ideia de tormento de fogo continuou. Nos tempos do NT, os fariseus criam claramente na punição dos ímpios vida após a morte. É principalmente nos ensinos de Jesus que a realidade de um lugar de punição eterna entra em nítido foco. Na descrição de Jesus, o Inferno envolve fogo, inextinguível (Mt 18.8,9), um lugar onde o verme não morre (Mc 4.48)” (Dicionário Bíblico Baker. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, p. 255).

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Comentário Bíblico-Teológico sobre o Inferno no Antigo Testamento

Introdução ao Sheol

No Antigo Testamento, a palavra hebraica "Sheol" (שְׁאוֹל) é frequentemente traduzida como "mundo inferior dos mortos", "sepultura", "inferno" ou "cova". Esta palavra aparece 65 vezes e carrega a ideia de um lugar onde os mortos residem, um "lugar que não tem retorno" e onde tanto justos quanto ímpios iam após a morte.

Dicionário Hebraico: "Sheol" (שְׁאוֹל) refere-se a uma dimensão ou estado intermediário dos mortos, distinto do conceito grego de "Hades" e do "inferno" como compreendido no Novo Testamento.

Uso do Sheol no Antigo Testamento

  1. Sheol como Sepultura

A palavra "Sheol" é usada para descrever o destino universal dos mortos, sem distinção inicial entre justos e ímpios:

"Se eu esperar, a sepultura será a minha casa; nas trevas estenderei a minha cama." (Jó 17:13).

"Porque não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção." (Salmo 16:10).

  1. Sheol e os Fiéis

Os fiéis no Antigo Testamento tinham a esperança de serem resgatados do Sheol, sugerindo uma crença emergente na ressurreição e redenção divina:

"Portanto, está alegre o meu coração e se regozija a minha glória; também a minha carne repousará segura. Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente." (Salmo 16:9-11).

"Mas Deus remirá a minha alma do poder do inferno, pois me receberá." (Salmo 49:15).

  1. Sheol e os Ímpios

Os ímpios eram descritos como indo ao Sheol, e não havia esperança de resgate para eles, sublinhando um destino de condenação:

"Na prosperidade passam seus dias, e num momento descem à sepultura." (Jó 21:13).

"A seca e o calor desfazem as águas da neve; assim desfará a sepultura aos que pecaram." (Jó 24:19).

"Os ímpios serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus." (Salmo 9:17).

"Que a morte os assalte e vivos sejam lançados na sepultura, pois há maldade nas suas habitações." (Salmo 55:15).

Sheol como Lugar de Castigo

Embora a descrição do Sheol no Antigo Testamento seja frequentemente neutra, há indicações de que ele também é visto como um lugar de punição para os ímpios:

"A seca e o calor desfazem as águas da neve; assim desfará a sepultura aos que pecaram." (Jó 24:19).

Desenvolvimento da Doutrina do Destino Após a Morte

O ensino do Antigo Testamento sobre o destino dos mortos é menos desenvolvido em comparação com o Novo Testamento. No Antigo Testamento, há uma ênfase maior na sepultura física e no Sheol como o destino comum de todos os mortos. No entanto, sinais de esperança para os justos e condenação para os ímpios começam a emergir.

Enciclopédia Bíblica: A evolução do conceito de vida após a morte e julgamento é progressiva, com revelações mais claras e detalhadas aparecendo no Novo Testamento. O Antigo Testamento aponta para o desenvolvimento completo dessa doutrina, que se concretiza com a revelação de Jesus Cristo.

Conclusão

O conceito de Sheol no Antigo Testamento oferece uma base para a doutrina mais desenvolvida do inferno no Novo Testamento. Embora não haja uma divisão clara entre um lugar de castigo e outro de bênçãos, o Sheol é visto como um destino para os mortos, com nuances de esperança para os fiéis e condenação para os ímpios. A compreensão do destino eterno das pessoas após a morte se torna mais clara no Novo Testamento, onde a doutrina do inferno é mais explicitamente ensinada.

Referências Bíblicas e Recursos Adicionais

  1. "Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento" - Este recurso oferece uma análise detalhada das palavras hebraicas, incluindo "Sheol".
  2. "Enciclopédia Bíblica de Zondervan" - Fornece uma visão abrangente do desenvolvimento das doutrinas bíblicas ao longo do tempo.
  3. "Teologia do Antigo Testamento" de Walter Brueggemann - Explora temas teológicos do Antigo Testamento, incluindo o conceito de vida após a morte.
  4. "O Mundo dos Mortos no Antigo Testamento" de Philippe Guillaume - Um estudo detalhado sobre as crenças relativas ao Sheol e à vida após a morte no contexto do Antigo Testamento.

Este comentário teológico sobre o Sheol no Antigo Testamento sublinha a progressão da revelação divina sobre o destino dos mortos, preparando o caminho para a revelação mais completa no Novo Testamento sobre o inferno e a vida eterna.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Comentário Bíblico-Teológico sobre o Inferno no Novo Testamento

Introdução

No Novo Testamento, três palavras gregas são traduzidas como "inferno": hades, tártaro e geena. Cada uma dessas palavras traz nuances distintas sobre a compreensão do castigo e do destino dos ímpios. Vamos explorar o significado de cada termo à luz das Escrituras e de sua relevância teológica.

Hades

Hades é a palavra grega que traduz o hebraico Sheol e aparece em contextos que indicam tanto um lugar de castigo quanto o estado de morte.

  1. Lugar de Castigo

"E tu, Cafarnaum, porventura serás elevada até ao céu? Até o Hades descerás" (Mateus 11:23).

"E tu, Cafarnaum, serás elevada até o céu? Descerás até ao Hades" (Lucas 10:15).

Nestes versículos, Jesus usa hades para descrever um destino de rebaixamento e julgamento para Cafarnaum, destacando um lugar de castigo.

  1. Estado de Morte

"Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não prevalecerão contra ela" (Mateus 16:18).

"Porque não deixarás a minha alma no Hades, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção" (Atos 2:27, 31).

"E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do Hades" (Apocalipse 1:18).

Nestes contextos, hades refere-se ao reino dos mortos, um estado temporário de morte antes do julgamento final. É um lugar onde os mortos aguardam a ressurreição e o julgamento.

Tártaro

Tártaro é mencionado apenas uma vez no Novo Testamento e indica um abismo profundo onde os ímpios sofrem punição.

"Porque, se Deus não poupou os anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no Tártaro, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo" (2 Pedro 2:4).

Dicionário Grego: "Tártaro" (τάρταρος) é derivado da mitologia grega, onde era visto como uma prisão para os deuses derrotados. No Novo Testamento, este termo é usado para descrever o lugar onde os anjos caídos estão aprisionados, esperando o julgamento final.

Geena

Geena deriva dos termos hebraicos associados ao Vale de Hinom, um lugar historicamente ligado a sacrifícios humanos e mais tarde usado para queimar lixo. No Novo Testamento, geena simboliza o castigo eterno.

  1. Origem e Significado

"Queimou a seu filho como sacrifício, segundo as práticas detestáveis das nações que o Senhor havia expulsado de diante dos israelitas" (2 Reis 16:3).

"E queimou seus filhos como sacrifício no vale de Ben-Hinom, praticou feitiçaria, adivinhação e magia, e consultou médiuns e espíritas. Fez o que era mau perante o Senhor, provocando-o à ira" (2 Reis 21:6).

"Por isso, vêm dias, declara o Senhor, em que não se chamará mais Tofete ou vale de Ben-Hinom, mas vale da Matança. Enterrarão os mortos em Tofete até não haver mais lugar" (Jeremias 7:32).

O Vale de Hinom era associado à idolatria e sacrifícios humanos, tornando-se um símbolo de julgamento e condenação.

  1. Uso no Novo Testamento

"Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação da Geena?" (Mateus 23:33).

"Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos" (Mateus 25:41).

"E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna" (Mateus 25:46).

Geena é usada por Jesus para descrever um lugar de tormento eterno, destinado aos ímpios, simbolizando um castigo eterno, um lugar de fogo e julgamento final.

Conclusão

No Novo Testamento, os termos hades, tártaro e geena fornecem uma compreensão mais completa e desenvolvida do conceito de inferno. Hades é usado tanto para descrever o lugar dos mortos quanto um lugar de castigo temporário; tártaro é o abismo onde os anjos caídos estão presos; e geena é o símbolo do castigo eterno e fogo eterno, enfatizando o julgamento final dos ímpios.

Referências e Recursos Adicionais

  1. "The New International Dictionary of New Testament Theology and Exegesis" - Este recurso oferece uma análise detalhada dos termos gregos usados no Novo Testamento.
  2. "Inferno: Um Lugar de Remorso Eterno" de John Blanchard - Uma análise bíblica sobre a doutrina do inferno.
  3. "The Doctrine of Eternal Punishment" de W.G.T. Shedd - Um estudo acadêmico sobre a doutrina da punição eterna.

Este comentário teológico destaca a seriedade com que o Novo Testamento trata a questão do inferno, sublinhando a importância de entender esses conceitos em seu contexto bíblico para uma fé e prática cristã mais fiel.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Comentário Bíblico-Teológico sobre a Doutrina Bíblica do Inferno

Introdução

A doutrina bíblica do inferno é uma das mais solenes e sérias da fé cristã. Ela trata da realidade do castigo eterno para os ímpios e da separação definitiva de Deus. Ao abordar este tema, é essencial entender o conceito bíblico do inferno e as razões teológicas para sua existência.

O Conceito Bíblico de Inferno

Mateus 25:41: "Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos."

  1. Inferno como Lugar Real

O inferno é descrito como um lugar real e eterno de punição, preparado inicialmente para o diabo e seus anjos. Jesus enfatiza a realidade deste lugar e o destino dos ímpios, afirmando que aqueles que rejeitam Deus e seu evangelho serão enviados para o mesmo lugar destinado aos demônios.

  1. Destino dos Rebeldes

2 Pedro 2:4: "Porque, se Deus não poupou os anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo."

Judas 1:6: "E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até o juízo daquele grande dia."

Apocalipse 12:7-9: "E houve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão; e batalhavam o dragão e os seus anjos, mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi lançado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele."

Estes textos revelam que o inferno foi preparado como um lugar de punição para os anjos que se rebelaram contra Deus. Eles são mantidos em "prisões eternas" aguardando o juízo final.

  1. Destino dos Ímpios Humanos

2 Coríntios 4:4: "Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus."

Quando os seres humanos desprezam a Deus e sua Palavra, alinhando-se com o "deus deste século" (Satanás), eles escolhem o mesmo destino final que Satanás e seus anjos. A justiça divina requer que aqueles que rejeitam a salvação oferecida em Cristo enfrentem a punição eterna.

A Justiça e Bondade de Deus

A criação do inferno como lugar de punição eterna levanta questões sobre a justiça e bondade de Deus. A Bíblia esclarece que Deus é justo e bom, e que o inferno não foi originalmente criado para os humanos, mas para os anjos caídos.

Gênesis 1:26: "E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra."

Os seres humanos foram criados à imagem e semelhança de Deus, destinados a uma relação com Ele. O inferno é resultado da rebelião e do pecado, uma escolha de rejeitar essa relação e o governo de Deus.

Teologia do Inferno

  1. Separação Eterna

O inferno representa a separação eterna de Deus, que é a fonte de toda a vida e bondade. Este é o castigo definitivo para aqueles que rejeitam a graça de Deus.

  1. Justiça Retributiva

O inferno é uma manifestação da justiça retributiva de Deus, onde o pecado é devidamente punido. A doutrina do inferno sublinha a seriedade do pecado e a necessidade de redenção.

  1. Advertência Solene

A doutrina do inferno serve como uma advertência solene para a humanidade. Ela destaca a urgência do arrependimento e da fé em Cristo para evitar a condenação eterna.

Conclusão

A doutrina bíblica do inferno é fundamental para compreender a gravidade do pecado, a justiça de Deus e a necessidade da salvação em Cristo. O inferno é um lugar real de punição eterna, preparado para o diabo e seus anjos, mas também o destino final daqueles que rejeitam a Deus e se alinham com Satanás. Esta doutrina nos chama a refletir sobre a seriedade de nossas escolhas e a importância de responder ao chamado do evangelho.

Referências e Recursos Adicionais

  1. "Inferno: Um Lugar de Remorso Eterno" de John Blanchard - Uma análise bíblica sobre a doutrina do inferno.
  2. "The Doctrine of Eternal Punishment" de W.G.T. Shedd - Um estudo acadêmico sobre a doutrina da punição eterna.
  3. "Teologia Sistemática" de Wayne Grudem - Contém uma seção detalhada sobre a doutrina do inferno e o destino final dos ímpios.

Este comentário teológico destaca a seriedade do ensino bíblico sobre o inferno, sublinhando a necessidade de entender essa doutrina à luz da justiça e bondade de Deus, e da revelação completa nas Escrituras.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Comentário Bíblico-Teológico sobre a Doutrina do Inferno

Introdução

A doutrina do inferno é um aspecto integral do ensino bíblico, presente tanto nos Evangelhos quanto nas epístolas do Novo Testamento. Essa doutrina descreve o inferno como um lugar de tristeza, vergonha, dor e extrema agonia, onde o ser humano será lançado de maneira integral, corpo e alma. A separação eterna de Deus e a presença do Diabo e seus demônios são destacadas como parte do castigo final para aqueles que rejeitam Jesus Cristo.

A Realidade do Inferno no Ensino Bíblico

  1. Ensinamentos de Jesus

Mateus 10:28: "E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo."

Mateus 23:33: "Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?"

Marcos 9:43: "E, se a tua mão te fizer tropeçar, corta-a; melhor é entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga."

Lucas 12:5: "Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, digo-vos, a esse temei."

Nestes versículos, Jesus ensina claramente sobre a realidade do inferno como um lugar de punição eterna, enfatizando a necessidade de temer a Deus, que tem o poder de lançar tanto a alma quanto o corpo no inferno. Ele descreve o inferno como um lugar de fogo inextinguível e condenação.

  1. Castigo Integral: Corpo e Alma

A doutrina do inferno inclui a ideia de que o ser humano será punido de maneira integral, com corpo e alma sendo lançados no inferno. Isso reflete a visão bíblica de que a ressurreição final envolve tanto a alma quanto o corpo, seja para a vida eterna ou para a condenação eterna.

Mateus 10:28: "E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo."

  1. Separação Eterna de Deus

O inferno é descrito como um lugar de separação total de Deus. Aqueles que rejeitam Jesus Cristo como Senhor e Salvador serão eternamente separados da presença de Deus e estarão na companhia do Diabo e seus demônios.

Mateus 25:41: "Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos."

Descrições do Inferno

  1. Tristeza e Vergonha

Daniel 12:2: "E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno."

  1. Dor e Agonia

Marcos 9:48: "Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga."

  1. Fogo Eterno

Mateus 18:8: "Portanto, se a tua mão ou o teu pé te faz tropeçar, corta-o e lança-o fora; melhor te é entrares na vida manco ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno."

Doutrina do Novo Testamento sobre o Destino dos Ímpios

O Novo Testamento é claro em ensinar que aqueles que desprezam Jesus Cristo enfrentarão a condenação eterna no inferno. Este lugar é descrito em termos gráficos para enfatizar a seriedade do castigo que aguarda os ímpios.

2 Tessalonicenses 1:9: "Os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder."

Apocalipse 20:15: "E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo."

Conclusão

A doutrina bíblica do inferno é clara e solene. Jesus e os apóstolos ensinaram consistentemente sobre a realidade do inferno como um lugar de punição eterna para aqueles que rejeitam a salvação oferecida por Deus em Cristo. Esse lugar de tristeza, vergonha, dor e agonia será a morada final dos ímpios, que serão lançados ali de maneira integral, corpo e alma. A doutrina do inferno serve como um aviso sério da justiça de Deus e da urgência de aceitar o evangelho de Jesus Cristo.

Referências e Recursos Adicionais

  1. "The Biblical Doctrine of Hell" de William Crockett - Uma análise detalhada sobre a doutrina bíblica do inferno.
  2. "Four Views on Hell" editado por William Crockett - Uma discussão sobre as diferentes perspectivas teológicas sobre o inferno.
  3. "Teologia Sistemática" de Wayne Grudem - Contém uma seção detalhada sobre a doutrina do inferno e o destino final dos ímpios.

Este comentário teológico enfatiza a importância de compreender a doutrina do inferno à luz do ensino integral das Escrituras, destacando a seriedade e a urgência do evangelho.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

Comentário Bíblico-Teológico sobre o Castigo Eterno

Introdução

A doutrina do castigo eterno é uma parte fundamental da escatologia cristã, afirmando que o inferno é um lugar de punição interminável para aqueles que rejeitam Deus e sua salvação oferecida em Cristo Jesus. Este comentário explora o ensino bíblico sobre o castigo eterno, destacando passagens do Novo Testamento que descrevem o inferno em termos vívidos e detalhados.

O Ensino Bíblico sobre o Castigo Eterno

  1. Fogo Inextinguível

Mateus 3:12: "Ele traz a pá em sua mão e limpará sua eira; recolherá seu trigo no celeiro, mas queimará a palha com fogo inextinguível."

Marcos 9:43: "Se a tua mão te fizer tropeçar, corta-a; melhor é entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga."

Marcos 9:48: "Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga."

Essas passagens destacam a natureza do castigo eterno como um fogo que nunca se apaga, enfatizando a duração interminável do tormento reservado para os ímpios.

  1. Fornalha Acesa

Mateus 13:42: "E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes."

Mateus 13:50: "E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes."

A imagem da fornalha acesa simboliza um lugar de intenso sofrimento e agonia, onde o pranto e o ranger de dentes refletem o desespero e a dor.

  1. Trevas

Mateus 8:12: "Mas os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes."

Mateus 22:13: "Então, disse o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes."

As trevas exteriores representam a separação total da luz de Deus, um lugar de desolação e angústia absoluta.

  1. Fogo Eterno

Mateus 25:41: "Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos."

O fogo eterno preparado para o diabo e seus anjos também será o destino dos ímpios, destacando a natureza sem fim do castigo.

  1. Lago de Fogo

Apocalipse 19:20: "E a besta foi presa, e com ela o falso profeta que diante dela fizera os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre."

Apocalipse 20:10: "E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre."

Apocalipse 20:14-15: "E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo."

O Lago de Fogo é descrito como o destino final de todos os inimigos de Deus, um lugar de tormento eterno para o diabo, seus anjos e todos os pecadores não arrependidos.

O Relacionamento do Castigo Eterno com o Pecado

O castigo eterno está diretamente relacionado ao pecado e à rebelião contra Deus. A Bíblia ensina que todos os pecadores que não se arrependem serão lançados no Lago de Fogo, após o julgamento do Grande Trono Branco.

Apocalipse 20:11-15: "E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo."

A Escolha Humana e o Castigo Eterno

A ida para o inferno não é uma iniciativa primária de Deus, mas o resultado da escolha humana de viver em rebelião contra Deus. Deus oferece a salvação a todos, mas aqueles que rejeitam Cristo escolhem, por consequência, o castigo eterno.

Mateus 25:46: "E irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna."

João 5:26: "Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo."

Conclusão

A doutrina do castigo eterno sublinha a seriedade do pecado e a justiça de Deus. O inferno, com suas descrições de fogo inextinguível, fornalha acesa, trevas e lago de fogo, é um lugar de punição interminável para aqueles que rejeitam Deus e sua salvação. O ensino bíblico é claro: aqueles que rejeitam a Cristo enfrentarão o castigo eterno, enquanto aqueles que escolhem a Cristo receberão a vida eterna. A escolha de passar a eternidade com ou sem Cristo é pessoal e tem consequências eternas.

Referências e Recursos Adicionais

  1. "The Biblical Doctrine of Hell" de William Crockett - Uma análise detalhada sobre a doutrina bíblica do inferno.
  2. "Four Views on Hell" editado por William Crockett - Uma discussão sobre as diferentes perspectivas teológicas sobre o inferno.
  3. "Teologia Sistemática" de Wayne Grudem - Contém uma seção detalhada sobre a doutrina do inferno e o destino final dos ímpios.

Este comentário teológico destaca a urgência de compreender a seriedade do ensino bíblico sobre o castigo eterno e a necessidade de responder ao evangelho de Jesus Cristo.

COMENTÁRIO EXTRA

Comentário de Hubner Braz

A possibilidade de passar a eternidade em um contexto de dor e sofrimento, como descrito na Bíblia, é uma realidade profundamente séria e perturbadora. O ensino das Escrituras sobre o inferno nos chama à reflexão sobre a gravidade do pecado e a necessidade urgente de responder ao chamado de Deus para a salvação em Cristo Jesus.


A Realidade do Inferno na Bíblia

A Bíblia apresenta o inferno como um lugar de tormento eterno, separação de Deus e sofrimento indescritível. Em passagens como Mateus 25:41, Jesus fala sobre o destino dos ímpios: "Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos." Essa descrição vívida nos lembra da seriedade do julgamento final e da realidade do castigo eterno para aqueles que rejeitam a Deus.


O Valor da Salvação em Cristo

Diante dessa realidade assombrosa, a salvação oferecida por Deus em Cristo Jesus se destaca como a única esperança verdadeira e segura. Em João 3:16, lemos: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." A morte sacrificial de Jesus na cruz nos proporciona perdão, reconciliação com Deus e a promessa da vida eterna.


A Necessidade de Permanecer Firmes em Jesus

É vital que reconheçamos a importância de permanecer firmes em nossa fé em Jesus Cristo. Em Colossenses 2:6-7, somos encorajados: "Portanto, assim como vocês receberam Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver nele, enraizados e edificados nele, firmados na fé, como foram ensinados, transbordando de gratidão." É através de um relacionamento contínuo com Cristo que encontramos força, consolo e segurança em meio às provações da vida.


Conclusão

A doutrina do inferno nos confronta com a urgência da decisão de seguir a Cristo. Que possamos valorizar profundamente a salvação que Deus providenciou para nós e nos comprometermos a viver de acordo com sua vontade. Que nossa jornada de fé seja caracterizada pela fidelidade, gratidão e amor a Deus, enquanto compartilhamos o evangelho com um mundo que desesperadamente precisa da esperança encontrada somente em Jesus Cristo.


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Ev. Hubner BrazÉ escritor, professor, blogueiro, pastor. Vivendo para o Reino de Deus. Trabalhando incansavelmente para deixar o blog sempre atualizado abençoando e evangelizando as vidas que acessam este espaço de aprendizado cristão. Criador do projeto Pecador Confesso e tem se destacado em palestras e cursos para jovens, casais, obreiros e missões urbanas | (Tecnologia WordPress).

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Assista ao vídeo,1,Levítico,1,Liberdade,2,Libertação,1,Libertador,1,Libertinagem,1,Libertos,2,Lição,25,Lição 5,1,Lições,1,Lições Bíblicas,11,Lições Bíblicas da BETEL,418,Lições Bíblicas da CPAD,597,Lições de Vida,28,Líder,8,Líder Adolescente,29,Líder Jovem,25,Liderança,16,Líderes,3,Lídia,1,LinkedIn,1,Lino,1,Lista,2,Litoral,1,Liverpool,1,livre,5,Livre Arbítrio,7,Livres,2,Livro,39,Livro do Trono,3,Livro em Audio,7,Livro Selado,2,Livros - Comentarios,94,Livros Evangelicos,49,livros poéticos,13,Localização,1,Logos,1,Loide,3,Loira,1,Longanimidade,1,Lopes,1,Louco,1,Louvor,10,LSD,1,Lua Nova,1,Lucas,14,Lucifer,1,Lutando,1,Lutas Marciais Mistas,1,Luto,7,Luz,1,Luz do mundo,2,Lya Luft,1,MacBook Air,1,machine learning,1,Maçonaria,1,Maconha,1,Madame de Stael,1,Mãe de Moises,8,‪Magia,1,Magogue,2,Maias,1,Mal,4,Malala,1,Malaquias,3,Manancial,1,Mandamento,1,Manifestação,3,Manifestação em Cristo,2,Manual de missões,22,Mãos,2,Maquiagem,2,Marcador de Páginas,1,Marcas,3,Marcha Para Jesus,2,Marco Pereira,1,Marcos Pereira,2,Mardoqueu,1,Maria Madalena,2,Mário Quintana,2,Martinho Lutero,1,Mártir,2,Mártires Cristãos,4,Massacre,1,Masturbação,7,Materialismo,1,maternal,16,Mateus,1,Matityáhu,1,Matrimonio,7,maturidade cristã,8,Max Lucado,2,Meditação,1,Mega Sena da Virada com Fé,1,Melhor Bíblia de Estudo,11,Melhores Blogs,3,Melhores Sites,4,Meninos de Rua,1,Menor,1,Mensagem,5,MENSAGENS,2,Mensagens para SMS,12,Mensagens SMS,2,Mensal,2,Messias,3,Mestre,4,Mesulão,1,metaverso,1,Meteoro,1,Metusalém,1,Michelle Bolsonaro,1,Mídias Sociais,2,Milagres,15,Milênio,3,Milionário,1,Millôr Fernandes,1,Milton,1,Minas,1,Ministério,20,Ministério Público Federal,2,Miqueias,2,Miriã,2,Misericórdia,6,Missão,44,Missiologia,30,Missionário,28,Missões,24,Mistério,1,Mitologia,1,Mitos,1,MMA,1,Mobilização,2,Moda Bíblica,2,Moda Cristã,2,Moda Evangélica,2,Modelo,3,Modelos,1,Moisés,21,Monarquia,3,Monte,4,Monte Tabor,1,Moralismo,1,Mordomia,9,Mordomo,1,Morrer,2,morte,13,Mortos,2,Motim,6,Motivos,1,Movimento,1,Muda,1,Mulçumano,1,Mulher,6,Mulher de Potifar,1,Mulheres,7,multiplicação,1,Mundo,9,Muro,1,Muros,1,Musica,8,Naama,1,Nacional,2,Namorado,18,Namorar,34,Namoro,106,Não,1,Não Prometeu,1,Nascença,2,Nascimento,3,Natureza,6,Naum,1,Necessidade,2,Neemias,4,Negar,2,Neimar de Barros,5,nem Cristo a Derrotaria,1,Neopentecostal,2,NetFlix,1,Nigéria,1,Ninrode,1,No Fundo Do Poço,1,Noadia,1,Noé,1,Nome,2,Nome de Bebê,1,Nomes,2,Nora,2,Normalização,3,Norte,1,Noruega,1,Nota,2,Notícia gospel,73,Notícias Gospel,221,Nova,16,Novas Lições,2,Novela,2,Novo,5,Novo Testamento,6,Novos Céus e Nova Terra,10,Novos Convertidos,14,Novos Valores,2,nutricionista,1,Nuvem,1,NX Zero,1,O adeus,1,O beijo de Vancouver,1,O Bom Samaritano,2,O Bom Travesti,1,O casamento negro,1,O Exército de Cleycianne,1,O MINISTÉRIO DE EVANGELISTA,6,O MINISTÉRIO DE PASTOR,15,O Quarto da Porta Vermelha,1,O que é visível e apenas o avesso da Realidade,1,Obadias,1,Obede-Edom,1,Obediência,15,Obesidade,1,Obra,4,Obras,3,obreiro,2,Obstáculos,1,Odio,1,Ofertada,8,Ofertas,9,Oficial,1,Olhando para direção errada,1,Olhar,3,Onde Estiver,1,ônibus,1,Onipotente,1,Onipresente,6,Onisciente,1,Online,1,Onri,1,ONU,1,Opinião,1,Opinião dos Outros,2,Oposição,1,Opressão,1,Oração,29,Orando,1,Orar,4,Orfanato,1,Organização,2,Origem,6,Os Melhores Livros,29,Os Valores do Reino de Deus,2,Oséias,5,Oséias e Gomer,5,Osiel Gomes,5,Outra Chance,3,Ovelha,8,Padrões,1,Paganismo,1,Pagãos,1,Pai,6,Paixão,3,Paixão e Cura,1,Palavra,6,Palavra de Deus,7,Palavras,1,Pandemia,5,Pânico,1,pão,2,Papa,1,Papa Francisco I,1,Papai,6,Papo,1,Paquera,2,Paquistanesa,1,Paquistão,1,Para Sempre,1,Parábolas,30,Paradoxo,2,Paródia Gospel,2,Paródia Gospel da música Kuduro com Jonathan Nemer #RiLitros,1,Participe,1,Partido Trabalhista PT,1,Páscoa,4,Pastor,24,Pastor Paul Mackenzie Nthenge,1,Pastor Presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular,1,Pastor que cheirou a Bíblia como droga diz que essa foi a menor loucura que já fez por ela: “Eu já comi a minha Bíblia”. Assista ao vídeo,1,Pastora,2,Pastores,4,Paternidade,2,Patrick Greene,1,patristicas,2,Paulo,31,Pb. Renan Pierini,1,PDF,79,Pecado,42,Pecador Confesso,14,PECC,63,Pedindo,1,Pedofilia,2,Pedofilo,1,Pedra,1,Pedras,1,Pedro,9,peixe,1,Pelos,1,Pensamento,3,Pentateuco,6,Pentecostal,11,Pentecostes,3,Perda,3,Perdão,14,Perdidos,6,Perfeito,2,Perigo,9,Perigos,7,Perlla,1,Permanecer,1,Permitir,1,Perseguição Religiosa,3,Perseguidor,2,Personalizadas,1,Personalizar Foto,1,Perspectiva,1,Pesquisa,2,Pessoa,2,pessoas,5,Peter Moosleitner,1,Philip Yancey,8,Piada,1,Piercing,2,Pinguins,1,pintar unhas,1,Pira,1,Pirataria,1,Pirralha,1,Pison,1,Planeta Terra,2,Plano de Aula,7,PLANO DE LEITURA BÍBLICA,15,Planos,6,Plantador de Igrejas,2,Play Back,1,playboy,1,Plenitude,7,Poder,4,Poema,3,Poesia,4,Polêmica,4,Poligamia,2,Politica,1,Política,1,Pop Gospel,1,Porção,1,pornô,1,Porque caímos sempre nos mesmos pecados?,8,Portões,1,Posse,1,Possível,1,Posto,1,Povos,2,Pr Gilmar Santos,1,Pr Napoleão Falcão,3,Pr. Alexandre Marinho,1,Pr. Caio Fábio,2,Pr. Carvalho Junior,1,Pr. Ciro Sanches Zibordi,3,Pr. Claudionor de Andrade,1,Pr. Jaime Rosa,1,Pr. Jeremias Albuquerque Rocha,1,Pr. Marcelo Cintra,5,Pr. Marco Feliciano,8,Pr. Mário de Oliveira,1,Pr. Silas Malafaia,12,Pr. Yossef Akiva,1,Pragas,2,Praia,1,Prática,2,Praticar,3,Pré-Adolescentes,19,Preço,1,Predestinação,4,PrefiroBeijarABíblia,1,Pregação,14,Pregadores,4,Premier,1,Premium,1,Preocupar,1,Preparado,5,Preparativos,1,Presbíteros,1,presidente,4,Presídio,1,Prevenção,2,previdência,1,Primário,29,Primeira,2,primeiro,4,Primeiro Amor,18,Primeiro Beijo,5,Primícias,2,Primogênitos,1,Princípios,1,Prioridades,2,Prisão,4,Prisioneiro da Paixão,4,privada,1,Problemas,3,Profecia,21,Professor,21,Profeta,34,Profeta Jeremias,3,Profetas,25,Profetas Menores,23,Profética,4,Profético,9,Programa de Educação Cristã Continuada,1,Programa Na Moral,1,Programa Superpop,1,Progressista,1,Projeto,2,Projeto Cura Gay,2,Promessa,9,Prometida,2,Promoção,5,Promoção Blogosfera Apaixonada,2,Propósito,4,Prosperidade,1,Prostituta,2,Proteção,1,Protesto,1,Provai,1,Provê,1,Proverbios,15,PSDB,1,Pura,1,Purifica,2,Puro,1,Pv 4.23,1,Qualidades,1,Quando Deus diz não,9,Queda,10,Quem segue a Cristo,3,Quem Sou?,1,Querer,2,Querite,1,Raça,1,Racismo,1,Rainha de Sabá,3,Rainha Ester,2,Raptare,1,Raquel,2,Realidade,8,Rebeldia,3,Rebelião,1,Receber,1,Reconciliação,2,Reconstrução,1,Recuperação,1,Rede Globo,2,Rede Insana,2,Redenção,1,Redentora,1,redes neurais,1,reflexão,21,reformado,1,regime,1,Regininha,1,Registro Módico,1,regras,1,Rei,3,Rei Xerxes,1,Reinado,15,Reino,19,Reino de Deus,18,Reino dividido,8,Reino do Messias,6,Reis,1,Rejeição,1,Relacionamento,68,Relativismo,3,Relatos,5,Relógio da Oração,4,Remida,1,Renato Aragão esclarece polêmica sobre seu próximo filme sobre o “segundo filho de Deus” que gerou polêmica nas redes sociais.,1,Renuncia,1,Renúncia,1,Reportagem,2,Resenha,75,Reservado,2,Resguardar,1,Resistir,1,Resplandecer,1,Responde,1,Responsabilidade,2,Resposta,1,resposta bíblica,1,Ressurreição,6,Restauração,3,Restauracionismo,1,Resumo,8,Retorno de Cristo,3,Retribua,1,Reuel Bernardino,1,Rev. 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Jesus,1,Sensibilidade,1,Sentido da Vida,6,Sentimento,2,Sentimentos,4,Separação,2,Separar,2,Ser,3,será que é pago?,2,Serenata de Amor,1,Série Chá Com Professores,4,Série Dicas de Como Liderar,23,Série Mensagem Subliminar,1,Série Versículos Mal Interpretados,5,Sermão,4,Sermão do Monte,4,Sex,2,Sexo,5,Sexual,4,Sexualidade,7,Sidney Sinai,1,SIFRÁ e PUÁ,1,Significados,4,Silas Malafaia,5,Silêncio no Céu,9,Silk,1,Silk Digital,1,Símbolos,1,Simples,1,Sinal,1,Sincero,1,Sistema,2,Sites,3,Slide PC,2,Slider,462,slides,7,Smartphone começa a ser vendido por operadoras nesta quarta-feira (6). Galaxy S3 é o principal rival do iPhone 4S. Compare os dois modelos,1,SMS Gratuito com WhatsApp para seu Smartphone,1,Soberania,1,Sofonias,3,Sofrimento,4,Sogra,3,Soldados,5,Solidão,2,Solidariedade,1,Solução,1,Sonhos,5,Sonhos de Valsa,1,Sono,1,Sono da Alma,10,Sorrir,3,Sorteio,2,Sou,1,Subjugação,1,Sublimação,1,Sublimidade,1,Submissão,5,Subsídio,96,Sucessor,1,Sueca,1,Sujeição,1,Sul,1,Sulamita,5,suprema,2,Surface Pro 2,1,Suspenção,1,Sutiã,1,Sutileza,11,Sutilezas,1,tabela,1,Tabernáculo,4,Tabita,1,Tablet,1,Talentos Cristãos,3,Tarado,1,Tarso,1,Tatuagem,3,TCC,1,Tecido,1,Tecnologia,2,Tela Cinza,1,Telegram,1,Temas,2,Temática,2,Temor,8,Temperamento,1,Tempestade,2,Templo,3,Tempo,5,Tempo de Viver Coisas Novas,3,Tempos,2,tensorflow,1,Tentação,9,Teologia,16,Teologia da Libertação,2,Termino de Namoro,7,Término do Namoro,2,Termos,1,Terra,4,Terra Prometida,7,Terremoto,1,Testamento,1,Testemunho,21,Thalles Roberto,3,Thalles Roberto comenta da repercussão de música cantada por Ivete Sangalo,1,The Best,1,The Noite,1,Theotônio Freire,1,Tiago,3,Tigres,1,Tim Keller,1,timidez,2,Timna,1,Timóteo,13,Timothy Keller,1,Tipos,1,Tiras,1,Tirinha,4,Tirinhas Gospel,13,Tiro,1,tisbita,1,Títulos,1,Tomas de Aquino,1,Top,2,Top Blogs,4,TOP Canais,1,Top Sites Fotos,3,Top5,2,Torá,1,TPM,1,Trabalho,4,Tragedias no Rio de Janeiro,1,Traição,2,Transcendência,2,Transfer,1,Transforma,2,Tratando de uma leucemia,1,treinamento,1,Trevas,1,Tribunal de Cristo,2,Tribunal de Justiça,1,Trimestre,2,Trindade,3,Trino,2,Triunfal,1,Trono Branco,2,Tudo vê,1,Túnica,1,Tutelar,1,TV,1,TV Band,2,TV Record,3,Twitter,5,UFC,1,Ultimos Dias,1,Últimos Dias,1,um trono e um segredo,1,Uma crente,1,Uma História de Ficção,79,Unção,2,Ungido,1,Unidade,9,Universo,2,Uno,1,Urias,1,Utensilios,1,Uzá,1,Vagabundo Confesso,29,Valdemiro Santiago,4,Valores,1,Vanilda Bordieri,1,Velhice,3,Velho Testamento,1,Velório,1,Vem,2,Vencendo,2,Vencer,2,Vendedor de Droga,1,Vento,5,Ver Deus,1,Veracidade,10,Verdade,7,Verdadeira,8,Verdadeira História,1,Verdadeiro,4,verdades,1,Versículos,4,Viagem,5,Vício,1,Vida,29,VIDA CRISTÃ,2,Vida depois da morte,13,Vida Pessoal,3,Vidas,1,Vídeo,24,Vigilância,2,vinda,4,Vindouro,3,Vinho,1,Violência,2,Virá,2,Virgem,3,Virgindade,3,Virtude,1,Visão,2,Vitor Hugo,1,Vitória em Cristo,1,Vivendo,1,Viver,5,Voca,1,vocacionados,1,Volta,2,Volta de Cristo,5,Votação,1,Wanda Freire da Costa,1,webdevelops,2,Yehoshua,1,Yeshua,1,YOSHÍA,1,You Tube,2,youtuber,2,Zacarias,2,Zaqueu,1,Zelo,5,
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Pecador Confesso: Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno | 2° Trimestre de 2024 | EBD ADULTOS
Lição 11 - A Realidade Bíblica do Inferno | 2° Trimestre de 2024 | EBD ADULTOS
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Pecador Confesso
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